Feliz aniversário 4 final

O que começou como uma loucura de aniversário acabou se tornando a melhor rotina da minha vida. Se alguém me dissesse há um ano que eu ia virar uma viciada na pica grossa do meu sogro, eu não teria acreditado. Mas aqui estou eu, melando a calcinha fio dental só de pensar nisso. Eu amo o Mateo, amo como ele é bonzinho e bobinho pra cuidar de mim, mas o que me enlouquece de verdade é o jeito que o Dom Gonzalo me agarra e me fode como se eu fosse a putinha pessoal dele. O melhor de tudo é que nessa casa ninguém mais finge. Tiramos as máscaras e nos dedicamos a curtir o vício sem culpa nem remorso. Nossa rotina virou uma safadeza deliciosa. Quando o Mateo tem que ficar na cidade trabalhando, o Dom Gonzalo me joga na caminhonete dele e a gente vai sozinho pra uma fazenda. Essas escapadas são só pra dar gosto ao corpo. Lembro de uma tarde numa piscina: o velho me tirou da água, me colocou de quatro na cerâmica quente sem tirar meu biquíni, me puxou pelo cabelo e encaixou aquela pica de uma só estocada no meu cu.Feliz aniversário 4 final
vadiaDON GONZALO: (Agarrando meu cabelo e puxando com força enquanto me arrombava por trás) Aperta essa bunda, norinha, que hoje eu vou deixar ela bem aberta! Sente como o pau do seu sogro tá entrando! CAMILA: (Enterrando o rosto nos braços, sentindo o estiramento violento e o suor) Ahhh, sim, sogrinho, mete tudo! Arromba minha bunda sem piedade!... Uff, que delícia, sim, mais forte! PLOC, PLOC, PLOC! PLAF, PLAF! O som dos quadris dele batendo contra minhas nádegas molhadas ecoava pela fazenda inteira. Ele encheu meu cu de porra quente e me deixou jogada ali, escorrendo e tremendo, me sentindo a mulher mais puta e satisfeita do mundo. Mas o auge dessa safadeza foi no dia do meu casamento com o Mateo. Passaram trinta minutos da hora marcada pra cerimônia e eu não aparecia no altar. O povo lá fora estava em pânico, mas o motivo era simples: num quartinho colado na sacristia, o Don Gonzalo me tinha levantada contra a parede. Tinha subido meu vestido branco, afastado minha calcinha fio dental de renda e tava me arrombando com estocadas selvagens enquanto eu tentava abafar os gemidos pra não vazar lá fora. DON GONZALO: (Ofegando no meu pescoço, abafando meus suspiros enquanto me comia com raiva) Você vai andar até o altar escorrendo minha porra por dentro, putinha... Fica bem claro de quem é a mulher que meu filho vai assinar hoje. Mmmh, que delícia de buceta apertada!cornudoSaí pra igreja com as pernas tremendo e a cara toda vermelha, olhei pro Mateo no altar. Ele sabia perfeitamente por que eu tinha me atrasado. Me olhou com um sorriso cínico, satisfeito por saber que o pai dele tinha me atendido e preenchido antes de me entregar pra ele. Hoje em dia, a sacanagem é nosso dia a dia. Se o Dom Gonzalo chega no apartamento e eu tô preparando alguma coisa na cozinha, ele puxa minha calcinha fio dental por trás, abre minhas pernas e me come contra a bancada de granito. O Mateo passa do lado, serve uma dose e senta na mesa de jantar pra nos ver aproveitar.cornudoMATEO: (Com um sorriso de canto enquanto serve um uísque pro velho) Vai com calma, pai, não vai me dar um infarto não... Cuida bem da minha mulher, que ela adora como você come ela.esposa puta
namorada vadiaCAMILA: (Gemendo descaradamente enquanto sentia a pica do velho me arrombando até o fundo) Ahhh!... Isso, meu amor!... Seu pai tá me comendo do jeito que eu gosto!... Uff, isso, sogrinho, mete tudo em mim!... Ahhh! Agora tô sentada na sala, me tocando a barriga inchada. Tô grávida, me sinto mais desejada e puta do que nunca, e tenho dois homens em cima de mim mimando minha pança. Mateo me beija a testa, Dom Gonzalo enfia a mão por baixo da blusa pra apalpar meus peitos, e nós três nos olhamos sabendo a verdade: ninguém faz a menor ideia se o bebê que vem vindo é filho do Mateo ou do irmão mais novo dele... e nenhum de nós três liga pra porra nenhuma. Vivemos felizes na nossa própria e perfeita perversão.

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