Minha primeira vez escrevendo o que vivi e compartilhando aqui meu experimento com minha prima, não sou boa escrevendo, mas vou tentar. Me chamo Daniela e há alguns anos estive morando na casa dos meus tios por um tempo, a casa deles não era muito grande, então eu tinha que dormir com minha prima Julieta, que é alguns anos mais nova que eu, tudo parecia muito normal a gente dormir na mesma cama. Sempre senti atração pela Julieta e dormir com ela pra mim era o melhor, devo admitir que algumas vezes cheirava a roupa suja dela e me tocava, o cheiro da calcinha suja dela me molhava demais. Aos poucos fui me aproximando dela nas noites em que ela já dormia, abraçava ela, tocava suavemente os peitos dela por cima da pijama pra ela não acordar, passava a mão na bunda e na entreperna dela e noite após noite ia metendo mais minhas mãos nela. A primeira vez que toquei a buceta dela. Uma noite meti a mão suavemente dentro da calcinha dela acariciando bem cuidadosa a buceta dela, comecei a acariciar, tentei meter um dedo dentro dela, mas ela se mexeu e eu me assustei, pois pensei que ela tinha acordado, mas não era assim (isso tinha me feito acreditar), tirei minha mão e levei à boca chupando meus dedos, era um sabor delicioso, o cheiro dela tinha ficado nos meus dedos, mas eu queria provar mais, mas não naquela noite. Foi só na noite seguinte que fiz de novo, minha mão dentro da calcinha dela acariciando suavemente a buceta dela, comecei a sentir que ela ficava molhada, tirei minha mão e novamente levei à boca, mas agora era ainda melhor, sentia o mel dela nos meus dedos e na minha boca. Assim fiz durante alguns dias, fazia ela ficar molhada à noite enquanto ela "dormia", mas como sempre quis mais uma vez dela, então não tocava só a buceta dela, mas comecei a tocar o cu dela, que tinha um cheiro ainda mais delicioso. Uma noite meti um dedo dentro do cu dela, lubrifiquei bem com minha saliva (não chupei ele, mas com os dedos levava minha saliva até o cu dela) ) comecei a meter devagarzinho, mas... Meu dedo escorregou até o fundo e eu ouvi ela soltar um gemidinho, ela apertou o cu, tirou o dedo de dentro dela e eu fiquei paralisada por uns segundos e falei baixinho... - Juli, não conta isso pra ninguém. Julieta - É que doeu um pouco. - Eu sei, desculpa, foi sem querer, mas não fala nada, te dou o que você quiser, mas não conta pra ninguém. Julieta - ... - Então... Você tava acordada desde quando? Julieta - Desde que você começou a me tocar, mas eu tava com vergonha de falar alguma coisa. - Você gosta do que eu faço? Julieta - Sim... - Você quer transar? Julieta - É que eu tenho vergonha de fazer. - E amanhã, você quer? Julieta - ... - Olha, amanhã a gente faz, mas não fala nada, ninguém pode saber o que a gente faz. No dia seguinte foi tudo normal, como se nada tivesse acontecido, vi a Julieta tranquila e sem vergonha, eu ansiosa pra chegar a noite, o dia passou e ao anoitecer, como sempre, vestimos a pijama e fomos dormir. - Quer fazer o que eu te falei ontem? Julieta - ... - Tem que esperar todo mundo dormir pra ninguém ouvir. (Passou mais de 1 hora e tudo começou) - Acho que já tão dormindo, vamos fazer, mas não faz barulho e fala bem baixinho. Julieta - Tá bom... Comecei a meter a mão na calcinha dela, como sempre fazia, mas agora com mais confiança e liberdade, acariciando devagar e enfiando um dedo, ela ficava muito molhada, eu via a cara de prazer dela, via meu dedo entrando e saindo devagar e a buceta dela escorrendo - Você gosta? Julieta - Sim... - Que bom, viu, é uma delícia, né? Quer fazer você também? Depois tirei minha mão toda molhada e cheia do mel dela e chupei meus dedos como nunca tinha feito antes. Peguei a mão dela e enfiei na minha calcinha. - Mexe a mão assim, tipo acariciando... Isso, que delícia, bem devagarinho, e enfia teu dedo se conseguir. Eu tava mais molhada do que nunca, sentia os dedos dela dentro de mim, o rosto dela ficava vermelho quando eu olhava nos olhos dela. - Vou chupar você, vai gostar, mas não pode ter vergonha disso. Tirei a calcinha dela, fiquei na frente da Julieta não dizia nada, era tímida, ainda mais naquele momento. Devagar, me aproximei e os lábios dela escorriam de prazer. Comecei a chupar a pussy dela suavemente e cada vez com mais intensidade. Julieta começou a gemer, mas eu disse pra ela não fazer isso porque iam ouvir. Terminei de comer a pussy dela e fui subindo devagar até os peitos dela. Tirei a blusa, o sutiã, olhei pros mamilos lindos dela e os levei à minha boca, sugando com força. Subi lentamente até a boca dela e dei um beijo. — Gostou? Julieta — Sim... — Quer experimentar? Julieta — Como? Tirei a calcinha e tudo que eu tinha por cima. — Só me chupa do mesmo jeito que eu fiz com você. Quando senti a boca dela na minha pussy molhada, peguei o cabelo dela e fui guiando. Subi ela até meus peitos e terminei de criar ela, parecia um bebê com muita fome. Descansamos um pouco e Julieta continuava sem dizer nada, mas dava pra ver que ela tava curtindo muito. — Vira de bruços, quero que você sinta uma coisa que vai gostar. Comecei a beijar o pescoço dela e descendo pelas costas devagar, fui até a bunda dela. Ao chegar embaixo, lentamente separei a bunda dela com as duas mãos, comecei a chupar o cu dela tentando enfiar minha língua dentro. — Levanta a raba. Terminei de comer o cu dela. — Quer provar também? Julieta... Fiquei de quatro com o cu aberto. — Chupa. Tá gostando? Julieta — ... Não gosto muito... tem um gosto estranho... — Ah... É que eu gosto quando você faz, continua fazendo, Julieta... Terminei de ensinar como era transar, nos vestimos, abracei ela antes de dormir. — Juli, a gente não pode contar isso, é nosso segredo, senão não vamos poder fazer de novo. Julieta — Sim... Tá bem... Dormimos e ao amanhecer ficamos como se nada tivesse acontecido, tudo era normal, mas eu passava o dia inteiro pensando naquilo. Não foi a única vez que fizemos, fiquei 5 meses morando com meus tios, então... Teve mais disso. Até hoje a gente nunca mais mencionou depois de tantos anos que se passaram. ainda nos encontramos e eu continuo pensando nela, mas ela talvez tenha deixado tudo isso pra trás, não sei.
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