o novinho agora ficou putinho

continuando com a história
como sempre, espero que vocês curtam
E se vocês não leram a primeira parte, aqui deixo pra vocês


https://www.poringa.net/posts/relatos/6427397/Emputeciendo-a-mi-novia.html


aguardo seus comentários
e também os pontos dela










Naquela sexta à tarde, o Alejandro chegou. Só de olhar pra ele já fiquei todo excitado. Eu não estava mais diante do meu amigo, mas sentia que estava diante de um verdadeiro macho alfa. Me inundava a sensação de ser o grande perdedor. Ali estava minha amada Laura, aquela que eu mesmo tinha oferecido pra ele dar o prazer e o gozo que eu jamais poderia dar a ela. O visual dela era de uma puta: uma minissaia que mal cobria a bunda e uma camisa branca que deixava transparecer aqueles peitões. Assim que a Lau abriu a porta, abraçou o macho dela e, a partir daquele momento, eu virei parte da decoração. A Lau beijou ele e se deixou apalpar enquanto fazia o mesmo nele. Sentou ele no futon e ofereceu algo pra beber. Pra eles dois, era como se eu não estivesse ali naquela casa.


Ale, você sentiu minha falta, sua puta?
Laura, você não sabe o quanto essa casa precisa de um macho de verdade.
Ah, eu imagino que o cuck não serve pra isso.
Laura, o cornu é outra mina que quer competir comigo, você tem que desvirginar ela, a putinha morre de vontade de sentir o gosto de uma pica de verdade.
Ah, sinto muito por ele, vai ter que esperar. Eu quero uma mulher de verdade.
Laura, não seja tão mau, você vai fazer ele sofrer muito.
Ale por mim, quanto mais esse filho da puta sofrer, mais feliz ele me deixa.
Laura, então vamos pra cama?
Vamos pra mesma cama onde você dorme com aquele fracassado, assim quando eu não estiver por perto ele vai saber que naquela cama eu comi a namorada dele e transformei ela na minha putinha pessoal.


Custava acreditar que o meu melhor amigo até hoje me humilhasse daquele jeito, não fiquei com raiva, muito pelo contrário, me deixava com um tesão que nunca tinha sentido na vida, eu merecia ser subjugado, mas mais do que isso, eu desejava aquilo com toda a alma, queria estar no meio e ser usado igual à Laura, eles entraram no nosso quarto, a Laura sentou ele na cama, se ajoelhou na frente da pica dele, virou a cabeça e me fez sinal pra eu ir junto com ela, engatinhando como uma puta obediente fui pro lado dela


Laura dá o cockhold, me ajuda com a pica do meu macho, mostra pra ele do que você é capaz por uma pica assim, assim, assim, enfia na boca, engole tudo com cuidado, viu que é uma delícia, continua assim, meu amor, hoje você também vai ser a putinha dele.


Não conseguia parar de chupar aquela pica enorme, o gosto nojento de salgado parecia uma delícia pra mim, eu me engasgava, sentia ela perfurando minha garganta, mas era o que eu mais queria, ali estava a Laura, chupando as bolas peludas dele, enfiando elas na boca, ela soube antes de todo mundo que nosso macho gozava


Traga amor, traga todo o cum dele, é nojenta, mas você com certeza vai gostar.


Me engole até a última gota, já tava vencido, a Laura tinha razão, a porra do gozo do Alejandro é nojenta mesmo, mas tanto ela quanto ele curtiam me ver engolindo tudo e zoavam do meu jeito, rindo de como eu virei um baita perdedor, o Ale me empurrou pro lado e subiu a Laura na cama, a gorda sentou em cima de mim e ofereceu a bunda dela fazendo um sessenta e nove estranho


Laura, chupa minha buceta, seu pedaço de puta, serve pra alguma coisa


Obedeci sua ordem, pude ver em primeiro plano como aquela pica grande tomava conta do cu dela, minha pica estava prestes a explodir até que a Laura apertou com força minhas bolas, me fazendo me contorcer de dor, talvez a mesma dor que ela sentia. Ale pegava no cu dela, metia a pica até as bolas, fazendo elas batarem na minha cara. Não sei quanto tempo ele ficou arrombando o cu da minha amada, mas finalmente chegou o momento em que senti ele enchendo ela, uns jatos de porra e ele tirou a pica e, ainda soltando porra, colocou na minha cara. Só abri a boca e ele meteu até as bolas, me fazendo engasgar com a pica dele. Senti nojo do gosto de porra e merda, mas eu merecia, merecia até mais do que aquilo, já que quando ele fez isso, consegui soltar algumas gotas de porra da minha bucetinha. Foi nesse momento que o Ale tomou conta da buceta dela, já que a pica dele estava na minha cara, era impossível não sentir os espasmos da minha namorada, que agora sim me chupava a pica. O tempo passava devagar, tudo era uma delícia, até sentir os dois chegando ao orgasmo enquanto eu ficava na vontade.


Ale vai te engravidar, sua puta corna, e vou continuar te comendo mesmo com a barriga, a não ser que você engula tudo mais uma vez, seu inútil filho da puta perdedor.


Assim que tirei o pau da buceta da Laura, eu me apossei dela e fiquei lambendo tudo o que saía dela enquanto ele ria às gargalhadas e ela gemia que nem uma gata. O Ale tinha toda a razão, como homem eu não servia pra nada e, por mais que pareça mentira, era isso que eu queria. Eu tinha virado o depósito de porra do macho da minha amada. Eles me levantaram da cama e mandaram eu preparar algo pra jantar. A Laura me pôs o avental dela, eu pelado daquele jeito, e o Ale zoava de ver como ficava em mim. Eles foram tomar banho e me deixaram sozinho na cozinha. Preparei uns sanduíches e arrumei a mesa como se eu fosse a empregada. Eles voltaram do banho sorrindo, sentaram à mesa e assim jantamos os três. A noite já tava acabando, e eu queria que o Ale ficasse. Meu desejo agora era que ele continuasse me humilhando. Eu adorava aquele pau, mas tinha muito medo de ser desvirginado.


Laura dá pra ele, fica essa noite, o corno morre de vontade de sentir sua pica, faz isso, sua putinha, olha a carinha dele, ele tem uma bunda gostosa, não me fala
Ale vai ter que se esforçar muito, não é pra qualquer um que eu dou minha rola


Sério que a minha bucetinha não merece a sua pica?


Olha aqui, cuck, você vai chorar que nem uma mocinha, vai ser mais puta que a sua namorada.


Talvez seja isso que eu mereço, ela me diz isso o tempo todo


Ah, agora eu tô muito cansado, outro dia eu volto pra te transformar na minha putinha.


Laura, não vai embora agora, porque a gente não fumou um baseado ainda, você pode ficar pra dormir comigo


Ah, tá bom, pode crer, você faz qualquer coisa só pra ver eu arrebentar a bunda do corno do seu namoradinho.


Laura, não se esquece, você é o único macho dessa casa, ele é só um saco inútil incapaz de satisfazer uma mulher, quero ver como você transforma ele numa putinha barata, ele quer muito isso e não esquece que ele é seu amigo de infância.


Ah, bom, amigo é muito dizer, sempre fui a concorrência dele, isso você não contou pra ele, não é, corno?


Laura não, ela nunca me contou nada.


Ale, o cuck, era o clássico perdedor e no ensino médio eu pegava no pé dele, zoava ele todo dia até que uma tarde a coroa dele me chamou na casa dela, depois de resolver uns roles com ela as coisas melhoraram muito com ele e assim a gente virou muito amigo, nunca mais enchi o saco dele nem deixei ninguém encher.


Laura, não me diga que você comeu a mãe dele?


Ah não, como é que você pensa isso, o que é verdade é que eu fiz dela minha putinha particular igual a você e quando cansei de comer ela, compartilhei com uns amigos


Laura, você vai fazer isso comigo também?


Ah não, pra você eu não vou dividir a nova puta não. Já me deixou de pau duro, vamos pro quarto, vai, corno, prepara teu rabo, que eu vou arrebentar ele.


É difícil descrever o que senti naquele momento, o Ale tinha trazido à tona nosso segredo, e ao mesmo tempo em que me sentia frustrado, a putaria de me tornar um verdadeiro perdedor me inundava, mais do que nunca eu queria ser possuído por um macho como o Alejandro. Entrei sozinho no quarto, me deitei aos pés da cama e abri minhas pernas oferecendo minha bunda pra ele destruir. A Laura, em silêncio, lubrificou meu cu e logo o Ale apoiou a pica. Senti meu mundo desmoronar, desejava com toda a alma que ele destruísse meu rabo, só queria sentir a dor de ser enrabado pela pica que tinha comido minha mina, e garanto que senti muito pior do que imaginava. Ele tinha razão, eu ia chorar como uma mocinha, e chorei como tal, pode acreditar. Ele teve muita dificuldade pra meter a pica, e conforme ia entrando, eu comemorava e implorava pra ele não parar de meter. Gritava pra ele me destruir, e quando ele meteu até o fundo e começou a comer meu cu, me senti acabado enquanto a Laura e o Ale zoavam de como eu recebia como um viado. As lágrimas caíam e eu não podia fazer nada pra evitar. Estranhamente, me sentia orgulhoso de estar perdendo minha masculinidade, mentalmente era isso que eu sempre tinha querido, sentia que era só pra isso que eu servia. Depois de uma longa cavalgada cheia de humilhações, como cereja do bolo, ele me fez sentir as gozadas bem no fundo do meu cu. Já estava cansado de bater no colchão da cama e minhas pernas, exaustas de se mover no ritmo das sentadas, eu já não controlava mais. Aí ele me deixou, como se eu fosse descartável, foi pra sala com minha mina enquanto eu tentava inutilmente me recuperar sem parar de pensar em como eu tinha fracassado daquele jeito. Foi assim que, talvez pelo cansaço, acabei dormindo. O que aconteceu depois eu não lembro, só sei que amanheci deitado na cama de bruços com o cu totalmente destruído.

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