Minha sexta vez como Nayeli e última com meu dono. Bem, se não me lembro mal, contei sobre a vez com o garoto da pizza e que no dia seguinte meu dono iria embora. Passei grande parte da noite chorando e pensando em como minha vida ficaria vazia e solitária sem ele ao meu lado, e o quanto eu tinha evoluído desde que ele entrou nela. Eu sabia de antemão que era um objeto, um que só servia para servir e dar prazer ao dono, mas sem ele eu seria só um objeto sem nada, vazia e perdida. Depois de muito pensar e chorar, acabei pegando no sono e na manhã seguinte, umas 9h, ouvi ele entrar no meu cercado e me dizer: "slutty, bom dia", batendo na minha grade. Abri os olhos e o vi parado ao meu lado com roupa casual e me mostrando minha coleira, o que me fez levantar animada porque íamos sair, embora também ficasse bem nervosa, já que conhecendo ele, me faria sair e se humilhar na rua e os vizinhos dele me veriam de novo. Mas deixei como sempre na decisão e nas mãos do meu dono. Depois de me tirar da jaula e me levar até minha tigela de comida onde estava meu café da manhã, claro com seu yummy cum por cima, comi como uma louca e enquanto estava de quatro, ele me pegou pelo rabo e tirou o plug com a bunda, me dizendo: que minha bunda aberta assim estava tasty. Depois colocou minha joia anal e me disse: que quando terminasse de comer, fosse ao banheiro, tomasse banho e me vestisse com o que ele deixasse na cama dele, e que me maquiasse bem, que eu tinha no máximo 1 hora. Depois ele simplesmente foi e sentou no sofá pra ver TV. Enquanto eu terminava de comer e assim como estava, fui de quatro até o banheiro onde tomei banho e me depilei. Depois fui pro quarto onde estava em cima da cama um vestido preto não muito justo, já que sou meio gordinha, umas meias de rede, uma calcinha fio dental preta também, uns saltos altos de uns 13 cm com plataforma, tudo preto. Depois de me secar bem e colocar a joia anal de novo, comecei a me vestir. Depois disso, me maquiei, coloquei minha peruca lisa e coloquei de novo minhas pulseiras de pés e mãos e com meu colar, claro, o que não posso tirar, já que o amo tem a chave do cadeado. Voltei para a sala vestida e animada, perguntando ao meu amo o que a gente ia fazer. Ele me olhou e sorriu, me disse: que seria surpresa e que com que direito eu andava pela casa em pé, que eu sou só a putinha dele e que putinha anda de quatro. Então me ajoelhei e fiquei na posição, e sendo sincera, é assim que eu gosto mais de ficar. Depois ele mandou eu esperar e saiu pra pegar a caminhonete, fechou e buzinou pra mim. Aí eu entendi que o que ele queria era me exibir lá fora na rua, pros vizinhos dele, e eu fiquei vermelha que nem tomate, mas com passo firme me preparei pra sair. Ao abrir a porta, vi meu amo sorrindo me olhando de cima da caminhonete. Olhei pra rua e vi na venda aqueles mesmos moleques da outra vez, e caminhando do jeito mais gostosa que eu consegui, virei pra olhar eles e sorri. Ao abrir a caminhonete e subir a perna de novo, apareceu minha bunda toda, o que deixou eles animados e voltaram os elogios safados, mas deliciosos. E é que eu não consigo explicar, mas aquela sensação de se sentir desejada, feminina, excitante, é uma delícia saber que os caras de verdade te desejam como a putinha deles e que você tá ali só pra servi-los, isso me deixa louca demais. Assim me subi e, sorrindo pro meu amo, falei: pronto, amo, vamos embora. E ele me respondeu: bem, putinha, vejo que você tá gostando dessa vida nova que eu tô te ensinando, e que cada dia você é mais putinha, que bom, fico feliz. Agora você já sabe seu trabalho: chupar. E foi o que eu fiz. Subi minhas pernas no banco do carona, empinei a bunda na direção da janela e tirei a pica gostosa do amo pra fora, e ele começou a dirigir. Eu tava super excitada e muito, muito feliz. Passaram vários minutos em que fiquei chupando aquela pica gostosa e sentindo o olhar das pessoas ao redor ou dos motoristas gritando coisas que me deixavam a mil. Depois de um tempo ele gozou e eu engoli tudo, depois limpei e guardei. Então me endireitei por ordens dele e percebi que a gente tava no centro. concretamente na zona de Izazaga, embora naquela altura eu acho que já é a Av. Chapultepec, perto da Biblioteca México, onde ficava naquela época o cinema pornô Ciudadela, que hoje já não existe mais, mas enfim, chegamos e ele estacionou e entramos no cinema, era um cinema enorme, tinha dois níveis, no térreo todo era para homens sozinhos e o de cima para casais. Quando entramos, o meu dono me levou para a zona normal para homens sozinhos. Ao entrar, estava passando um filme de estilo europeu pornô, meio antigo mas muito excitante, tinha mais gente do que eu imaginaria num lugar assim. Eu não me afastei do meu dono até ele me dizer: "bem, sua putinha, isso é o que vamos fazer: primeiro sentamos aqui na última fileira, e depois quero que você vá dar uma volta inteira pelo cinema para todo mundo te ver, e se alguém falar com você, você se aproxima e cumprimenta. Isso sim, só cumprimentar, e se quiser algo de você, primeiro tem que perguntar ao seu dono, ok? E manda ele falar comigo, e eu vejo o que rola. Mas te aviso que hoje você vai se fartar de tanta rola, sua putinha. Vai." E eu me levantei um pouco nervosa e muito excitada pelo que me esperava. Meu dono ia me prostituir e me dar para outros homens, muitos, pelo que entendi, e depois comprovei que seria o paraíso, mmmmmmmmmmmmmmm. Comecei a andar e a dar voltas, no caminho um ou outro homem me olhou e falou comigo, eu disse o que meu dono me ordenou, eles sorriram e me disseram que iriam ver. Depois de dar a volta completa, sentei ao lado do meu dono, e ele sorrindo me disse que foi bom, que eu parecia muito putinha fazendo aquelas coisas e que ele adorava. Depois de um tempo, o filme terminou e não veio ninguém. Meu dono começava a ficar impaciente e eu sinceramente a ficar triste porque talvez não acontecesse nada, mas quando as luzes se acenderam, meu dono viu uma nova oportunidade de me humilhar e me exibir, então me ordenou dar uma nova volta assim, com a luz acesa. Eu, ainda mais nervosa, me levantei e percebi que atrás de nós, num muro baixinho, estavam vários homens que me olharam de cima a baixo e sorriam pra mim, eu só baixava o olhar, não por vergonha, mas porque como deve ser, uma slut nunca deve olhar um macho de verdade nos olhos, a menos que ele ordene ou deseje. Eu me pus a andar e vários me diziam coisas tipo: que yummy slutty, quanto a mamada, quanto pra comer a slut, vamos pro banheiro, e coisas assim. Eu tava com as pernas tremendo de excitação e tesão. Depois disso, comecei a dar a volta e vários me viram e igualmente me perguntaram, eu disse o mesmo e voltei pro meu amo, quente, vermelha e morrendo de vontade de ver o que ia rolar. Depois, me sentei. As luzes se apagaram de novo, o que significava que ia começar outro filme, e eu sentada ali comecei a ver várias pessoas que se sentavam ao nosso redor, isso me excitou e virei pra ver o amo, ele sorrindo me disse: vamos mostrar do que você é capaz, slutty, e tirou o pau pra fora. Eu por instinto me abaixei pra chupar o pau do meu senhor e comecei a chupar e lamber como se fosse um doce. E assim o amo levantou meu vestido pelas nádegas, deixando à mostra a joia anal, e os que estavam atrás de mim e em cima viram perfeitamente e começaram a murmurar. De repente, comecei a sentir várias mãos tocando minha bunda, me beliscando, puxando minha calcinha fio dental e meias, acariciando minhas pernas, e isso me deixava a mil, coisa que meu amo notou na hora porque eu comecei a chupar com muito mais vontade. Depois de um tempo, o amo gozou na minha boca, mas me disse: que eu não engolisse, que levantasse a cara e mostrasse pra todos os presentes, coisa que fiz com prazer, ao verem todos se animaram. Depois ele me disse: engole, slut. Depois disso, aconteceu a parte mais gostosa e excitante que já fiz até agora: o amo me ordenou tirar a joia e sentar no pau dele ali na frente de todos. Eu fiz como uma boa slut, me inclinei pra frente de um jeito que quase beijava o homem na minha frente, e ele disse pros que estavam ali que podiam aproveitar minha boca enquanto ele gozava. Então começaram a passar um atrás do outro e enquanto o amo me comia gostoso, eu... Chupei vários paus, outros só se contentavam em me ver e bater uma punheta, mas o meu dono disse pra eu ajudar eles e comecei a masturbá-los com as mãos. O dono falou: "todo mundo pode usar as mãos e a boca, mas ninguém goza dentro, gozam na cara ou nas costas em cima do vestido, ok? E você, vadia, agradece toda vez que alguém gozar, entendeu, vadia?" Eu assenti com a cabeça e continuei. Então todos obedeceram, começando pelo que estava na minha boca: ele gozou e jorrou tudo na minha cara. Depois veio outro e mais outro. Naquele dia, felizmente, chupei uns 10 paus — uns pequenos, outros grandes, gordos, feios, limpos, sujos — mas pra uma vadia, todos eram um verdadeiro manjar. Eu me sentia feliz, plena, cheia e, acima de tudo, completa. Outros ainda gozaram nas minhas mãos e nas minhas costas. Meu dono gozou enchendo meu cu com a porra gostosa dele e ordenou: "não deixa vazar nada". Eu me levantei e, assim, de quatro, com um pau na boca, ele enfiou de novo minha joia anal, me deixando bem cheinha. Depois disso, o dono disse: "bom, espero que tenham aproveitado, porque acabou. Vamos embora, vadia." Eu continuei chupando e me apressei pra fazer o cara gozar, mas, pela empolgação, ele não aguentou e gozou dentro da minha boca, e eu engoli tudo. Mas o dono não percebeu, porque já tinha se levantado e estava conversando com um cara bem sério. Então ele me deu um tapa na bunda e disse: "vamos, vadia, se despede." Eu, agradecida e coberta de porra na cara toda, no cabelo e na roupa, falei: "muito obrigada por alimentar essa vadia safada, espero voltar em breve." E olha que voltei mesmo, mas isso é outra história. Depois de sair do cinema, a gente caminhou até a caminhonete, o que me deu muita vergonha porque eu tava com a maquiagem toda borrada e toda pegajosa, mas feliz. O dono mandou eu entrar na caçamba, já que não me levaria assim na caminhonete dele porque eu sujaria tudo, e foi o que fiz. Ele abriu e eu subi, todo mundo ficava me encarando, mas eu não ligava, eu tava feliz. E tenho que admitir que fiquei só lambendo minhas mãos e dedos, provando aquela porra gostosa de macho de verdade que eu tinha em cima de mim. Depois, a volta foi tranquila, e em... silêncio, chegamos na casa do amo e ele estacionou a caminhonete, saiu e abriu a porta pra mim, me disse: desce, sua puta, e se lava e troca de roupa, porque eu tenho que te levar pra sua casa já. ok, muito triste e com lágrimas nos olhos, saí correndo pra dentro, pro banheiro, onde me tranquei, abri o chuveiro e deixei a água cair em cima de mim, me lavando obviamente sem tirar a joia, já que eu queria usar e conservar a porra do meu amo. depois de sair e me acalmar um pouco, peguei minhas roupas e minha mochila, meu amo me viu e sorriu dizendo que isso doía mais nele do que em mim, mas era necessário, ele tinha que ir embora e não podia me levar com ele. então fomos pra casa dos meus pais, entramos, eles me cumprimentaram como se nada tivesse acontecido, e eu me despedi do meu amo, claro, com as limitações que isso envolve, abracei ele e disse que sentiria falta. não chorei, embora quisesse, mas levantaria suspeitas. depois disso, eles ficaram conversando na hora em que meu tio se despedia, e da janela eu o vi indo embora. tristemente, essa foi a última vez que o vi, porque ele nunca mais voltou, teve um acidente de trabalho que interrompeu a vida dele e meu desejo de ser e pertencer a ele pra sempre. mas enfim, essa é a minha história, e pra quem acha que foi mentira ou imaginação, eu esclareço que não foi, cada uma das coisas contadas aqui aconteceu e eu não me arrependo de ter vivido, só espero que um dia eu possa repetir, mesmo sabendo que já sou mais velha e talvez menos atraente, mas espero encontrar um amo pra servir. Vou contar outras anedotas e experiências que vivi e espero que seja do agrado de vocês, beijos e um abraço da nayeli, uma puta sozinha com desejo de servir e aprender. PROCURO machos degenerados viciados grosseiros pervertidos brutos, um dono ou cafetão que me tire e me exiba à noite, me feminize e coloque piercing nos mamilos e marcas de escrava. Faça de mim sua puta de verdade, estou aos seus pés.
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