Minha segunda vez como Nayeli, bom, continuando o relato, um dia ele me disse: que eu deveria me preparar porque ele voltaria por uma semana e queria me ver na casa dele para servi-lo como sua empregadinha puta durante toda aquela semana, que eu ficaria o tempo todo como mulher e que não poderia sair de lá, que ele já tinha falado com meu pai para pedir permissão. Então não pude recusar, e na real nem queria, porque eu estava super animada, excitadíssima e com um tesão que fazia tempo que não sentia. Depois de uns dias, meu pai me avisou que meu tio passaria na quinta-feira para me buscar, já que no fim de semana eles viajariam. Aí eu me empolguei. Ele disse: que eu só deveria levar uma muda de roupa para vestir e nada mais, que ele cuidava do resto. Foi o que fiz, e ele passou por mim na caminhonete dele. Fomos para a casa dele, o caminho foi normal, sem novidade. Eu estava muito nervosa e não falei nada, mas ele ficava contando como ia ser a semana e o quanto tinha sentido minha falta, enquanto acariciava minhas pernas. Devo dizer que até parecia carinhoso, mas tudo mudou quando entramos na casa dele. Ali ele virou o macho dominante e forte que me enlouquecia. Primeiro me deu um beijo que mais parecia que estava estuprando minha boca com a língua enquanto apalpava minha bunda. Depois se afastou e me disse: vai pro quarto e se troca, sua puta, ok. Fui pro quarto, onde encontrei uma fantasia de empregada de látex, daquelas com touca e avental. A minissaia era curtíssima e tinha um sutiã no lugar da blusa, umas sandálias de salto alto transparentes, meias de látex, uma calcinha fio dental também de látex, uma mordaça para a boca, pulseiras e tornozeleiras de couro grosso com argolas de metal, um aparelho de castidade que prendia meu pau com um cadeadinho do qual ele tinha a chave, minha touca e minha coleira de puta com uma plaquinha que dizia: Nayeli, puta, propriedade do David. Depois de me arrumar, saí do quarto e o encontrei ali na frente da porta, me olhando com uma cara de puro tesão que me deixou ainda mais molhada. Depois disso, ele me disse: que eu devia arrumar tudo, mas que antes precisava me dar algo mais. Ele tirou meu sutiã e colocou pinças em cada mamilo, ligadas por uma correntinha, que doíam muito, mas mesmo assim me faziam sentir tanto prazer. Depois, me fez inclinar, lambeu meu cu e passou um tipo de óleo que eu não sabia o que era, mas cheirava estranho, e me mandou abrir as pernas. Sem me dar tempo, enfiou um plug com um rabo tipo o da Foxy e o ajustou na minha calcinha fio dental de um jeito que parecia que eu era a putinha dele. Me fez ficar de quatro e disse: que era assim que eu devia andar por enquanto. Depois, colocou uma coleira presa ao meu colar e me fez segui-lo. Ele me levou passeando pela casa toda: o quintal, a garagem, os quartos, a cozinha, a sala, o banheiro, enfim, não deixou um cômodo sem percorrer. Tudo ia bem até ele me levar pro quintal dos fundos. Aí sim eu fiquei com medo, porque dava pra ver o quintal dele das casas de trás, e pensei que alguém poderia nos ver. Fiquei nervosa, mas ele soube como tirar isso de mim com umas boas palmadas que me fizeram reagir e seguir em frente. Eu estava vermelha de vergonha, mas aparentemente ninguém percebeu. Depois de um tempo, o amo me mandou entrar e disse: que eu ficasse de pé e fizesse as tarefas da casa, limpar, trocar a cama e essas coisas. E foi o que fiz enquanto ele assistia TV. Cada vez que eu passava, ele me dava palmadas ou beliscões. Quando terminava cada tarefa, eu dizia: "amo, terminei, pode verificar se essa putinha fez direito?" E ele verificava. Se algo não estava certo ou faltava, ele dizia: que eu devia me inclinar e oferecer minha bunda pra ele açoitar como castigo. No total, ele me deu umas 25 palmadas. Depois, ele disse: que eu fosse com ele ao banheiro e o acompanhasse lá. Primeiro, me fez despir ele e também me fez ensaboar o corpo inteiro dele, principalmente o membro dele, que eu não só ensaboei, mas também massageei e cuidei com as mãos como se fosse a coisa mais preciosa que existisse. Massageei suas enormes bolas peludas de macho, seu pênis gostoso e gordo, sua cabecinha rosada e grossa. Foi algo sublime, eu me sentia feliz por tamanha honra. De repente, ele me afastou e disse: que eu me pusesse de joelhos e abrisse bem a boca, e foi o que fiz sem saber o que ia acontecer, quando me dei conta ele pegou a pica divina dele e apontou na minha cara e boca mandando eu abrir, eu não imaginava naquele momento o que ele faria, mas não pensava em negar nada porque eu realmente queria ser dele, me entregar e me submeter aos desejos dele, e de repente soltou o primeiro jato de mijo e me disse: que eu não deixasse cair nada ou ia passar mal, fiz o que pude mas alguns jatos caíram, e depois de terminar me perguntou: como se diz, e eu só consegui dizer obrigada, senhor, isso o alegrou mas ele disse: que por isso não ia deixar passar meu erro, depois de me fazer limpar com a língua os jatos que caíram e limpar bem a rola dele. Ele me levou pra sala e me disse: que esperasse ali em pé, e foi o que fiz, depois de meia hora a campainha tocou e ele me disse: que eu fosse abrir, eu não queria, estava muito nervosa, faria qualquer coisa menos aquilo, mas ele não ligou, me deu um tapa bem forte que deixou minha bunda marcada com o cinto dele e me obrigou a abrir, tive que fazer, e quando abri, quem tocou a campainha era um entregador de comida, um cara de uns 30 anos, gordo, com barba e bigode, marcas de espinha no rosto, óculos, cabelo liso meio bagunçado, olhar tarado, não muito alto, que trazia um pedido, quando me viu ficou todo sem graça, mas parecia bem intrigado, eu tava morrendo de vergonha, paguei ele e meu senhor de trás da porta onde não dava pra ver me disse: que eu não fechasse ainda, que deixasse ele me ver e que eu até devia me virar pra mostrar minha bunda de puta pra ele, agradecendo e pedindo que se ele quisesse podia tocar no meu rabo, e o garoto não hesitou nem um instante e me deu um tapa forte e apertou minha bunda, depois puxou minha bunda pequena tirando um pouco o plug e depois empurrou de volta pra dentro, eu me sentia morrendo mas não posso negar, super gostoso e excitada, depois ele me ordenou: me oferecer como puta se ele quisesse algo mais, coisa que fiz tremendo e gaguejando, gostoso… quando quiser e tiver tempo… Se você precisar ou quiser alguém que te atenda... seria um prazer ser seu saco de porra, que você me use... e me arrebente o cu com força, gostoso. Pode me usar como quiser e como meu dono autorizar. Ele só respondeu: que seria ótimo, que agora tinha que voltar pro trabalho, que não tinha muito tempo, que voltaria amanhã à noite se eu topasse. Eu só sorri pra ele, agradeci pela comida e pela apalpada, e disse que ia esperar. Fechei a porta. Ele, visivelmente excitado e intrigado, me perguntou: o que eu tinha sentido. Eu não soube o que responder, tava morrendo de vergonha, mas tava super excitada. Depois ele me disse: que eu ficasse de quatro e o seguisse, que a partir daquele momento eu não podia mais falar, só latir. Eu obedeci. Chegamos na cozinha, ele pegou a comida e sentou pra comer. Me deixou do lado dele, olhando. Depois que terminou, baixou o prato com as sobras e me disse: que eu comesse, mas sem as mãos, como uma verdadeira puta. Custou muito, mas eu fiz. Depois me deu água numa tigela, e eu fiquei ali. De repente, ele saiu da cozinha. Quando voltou, senti algo cheirando minha bunda e, ao me virar, vi que era um cachorro grande. Não sei bem a raça, mas era preto com marrom, grande. Acho que era um rottweiler. Fiquei muito nervosa, porque não tinha visto ele antes, e meu dono me disse: que era o cachorro do amigo dele, que tinha deixado com ele pra cuidar naquele dia, e que eu seria a puta dele e devia satisfazê-lo em tudo, absolutamente em tudo. Eu não sabia o que fazer. Vamos combinar que eu sou bem safada e gosto de experimentar, mas isso nunca tinha passado pela minha cabeça. Eu só balançava a cabeça dizendo que não, mas ele só riu e me disse: que não era pergunta, que eu tinha que fazer sem questionar. Ele nos levou pros dois pro quintal dos fundos. Eu tava apavorada, agora ainda mais pelo que ele pretendia fazer. Ele se aproximou e me colocou umas luvas nas mãos que me impediam de usar os dedos, prendeu minhas mãos na minha coleira, deixando meus cotovelos no chão, e me colocou umas cotoveleiras. ele disse: que era para eu não me machucar no chão, depois colocou umas correias em volta dos meus braços, impossibilitando que eu afastasse o braço do antebraço, aí me colocou uma barra em cada perna amarrando minha coxa e minha panturrilha, fazendo meus joelhos ficarem rentes ao chão e também impossibilitando que eu esticasse as pernas. Amarrou outra cadeira igual, garantindo a posição das minhas pernas. Depois colocou uma espécie de gancho nas minhas narinas e esticou a outra parte até prender no colar, deixando meu nariz levantado como o de um porco (o que eu felizmente sou). Depois tirou o plug e me passou algo nas nádegas e na buceta, naquele momento eu não sabia o que era, só depois descobri que eram feromônios. Aí nos colocou uma corrente, nos deixando acorrentados juntos. Eu estava apavorada porque não sabia o que ia acontecer, mas o meu dono estava feliz. Então o cachorro, sem mais, ficou se aproximando muito de mim e parecia excitado, não sei por quê. Ele me disse: que eu devia satisfazer o meu macho. Eu não sabia o que fazer, nem conseguia falar de tanto nervosismo e pela posição desconfortável em que minha cara ficava presa. Então ele ficou bravo e me disse: que eu obedecesse, que eu devia ser uma boa putinha. O cachorro só latia e me olhava estranho. Então ele me disse: que eu virasse o rosto, que eu devia colocar a língua pra fora e lamber as bolas e o pau dele, que eu devia latir e ofegar como o que eu era: uma puta porca. Eu, super assustada, fiz. Depois ele me disse: que eu lambesse a ponta da vara dele, mas eu estava com medo, achava que ele poderia me morder ou algo assim, mas o cachorro se deixava fazer e eu comecei a lamber aos poucos. Fui ganhando confiança e degustando aquele sabor tão diferente do de um homem, mas igualmente viciante e delicioso. Enfiei na minha boca e comecei a chupar. O cachorro estava louco e soltava um líquido de gosto azedo. Depois de um bom tempo ali chupando, sugando, enfiando tudo na boca até a bola e brincando com a minha língua enquanto estava na minha boca, senti ele gozar toda aquela porra amarga, mas excitante, era uma quantidade enorme de líquido. caindo bastante da minha boca, o resto eu ainda tinha dentro. Quando eu ia cuspir, ele me disse: que eu devia ser uma boa putinha e não desperdiçar a porra do meu macho, que eu tinha que engolir. Mas eu não conseguia, e então ele se aproximou e com o cinto dele começou a me dar chicotadas na bunda. Eu, do jeito que dava, engoli por causa da dor, do nervosismo, do nojo — já até tinha esquecido onde estava e que alguém poderia me ver. Depois de engolir, ele me fez limpar o resto do chão e da pica do cachorro. Ele colocou minha coleira e, do jeito que eu estava, pegou uma mangueira e começou a me molhar. A água estava gelada, mas não fazia muito frio, por sorte. Ele me ensaboou, enxaguou de novo e me deixou ali por alguns minutos pra eu secar. Depois ele me desamarrou e tirou tudo o que era extra, me deixando só com a coleira, as pulseiras nos pés e nas mãos, as luvas, o sutiã, a calcinha fio dental, as meias, as pinças nos mamilos e minha coleira de condução, com a qual ele me levou pra dentro de casa. Ele me disse: pra eu lavar meu focinho rápido, e eu fiz isso, mesmo muito confusa e perturbada com o que tinha acontecido, também pensando no que viria a seguir e o que mais ele me faria fazer, que limite eu cruzaria por ele e quanto eu teria que me rebaixar pra satisfazê-lo. Mas, estranhamente, eu continuava excitada e muito tesuda. E ao sair do banheiro, lá estava ele, nu e com a pica bem dura, me dizendo: que eu o seguisse, e ele me levou pro quarto. Uma vez lá dentro, ele me disse: que eu me ajoelhasse. Ele se sentou na cama e me disse: que eu chupasse ele. E eu fiz isso, com a cabeça cheia de dúvidas e perguntas, mas também com muito prazer, desejosa, quente, excitada com tudo o que tinha acontecido até então. Embora eu realmente não soubesse o que mais me excitava: ter sido exibida e oferecida como uma putinha, ter sido apalpada, ou ter sido forçada a ficar com o cachorro. O que sei é que, pelo que pude ver, ele estava gostando muito, porque ele só dizia coisas como: "que putinha gostosa que eu tenho, você é uma grande puta, de verdade você é uma puta excepcional, continua assim e você vai ser uma puta completa". "Você teria querido que o cachorro montasse em você?", ele me perguntou. Eu não consegui negar, dava pra ver na minha cara, e a perversão e a humilhação de saber que eu estava possuída e ser a puta mais suja e gostosa, eu tive que aceitar que, embora no começo não coubesse na minha cabeça, depois do que aconteceu, eu teria adorado que fosse assim, na real. Já que estava bem molhada, ele passou a pica na minha saliva e me disse: que eu me inclinasse que ele ia me dar meu prêmio, e eu, gostosa, me inclinei e me ofereci pra ele, abrindo minhas nádegas. Ele tirou meu plug e cuspiu no meu cu, como eu amava que ele fizesse isso, sério. Depois ele colocou a cabeça da pica dele no meu cu e empurrou. Graças ao plug, dessa vez não doeu tanto, mas mesmo assim era delicioso sentir a ardência e a dor que te deixa meter algo no cu. Assim ficou um bom tempo me comendo com força e me dando palmadas, me xingando com: você é uma puta, uma puta, minha puta, puta Nayeli, minha e de mais ninguém. Eu gemia e gritava de prazer com o que ele fazia, e o que ele dizia me excitava cada vez mais. Depois de um tempo, ele gozou dentro de mim, me enchendo. De novo, ele colocou o plug pra nada vazar e me fez limpar a pica dele com a boca. Uma vez limpa, ele me disse que era hora de jantar. Trouxe algo pra comer, ele comeu na mesa e eu aos pés dele. Depois disso, ele me disse que eu tinha que dormir porque ele ia embora cedo no dia seguinte. Então ele me disse: que eu o seguisse. Ele me levou pra um quartinho onde tinha uma cadeira, me disse pra eu sentar, embora com o plug fosse bem difícil. Eu me acomodei como pude e ele começou a me amarrar com as mãos acima da cabeça, pra trás. Ele amarrou a correntinha dos meus mamilos nas algemas de pulso, de um jeito que se eu mexesse os braços, puxaria meus mamilos. Depois, minhas pernas ele amarrou nas algemas dos pés, fazendo com que meus pés não tocassem o chão e que meu corpo fosse pra frente, fazendo o plug se empurrar e entrar mais pra dentro, doendo um pouco. Então ele amarrou minhas algemas de pulso nas de tornozelo e no aparelho de castidade, amarrou de um jeito que puxasse pra trás, não com força, mas bem desconfortável. Depois, enquanto me olhava, ele colocou uma camisinha e gozou nela. Depois tirou e a enfiou em mim. de boca, de forma que o líquido fosse escorrendo pra dentro da minha boca. Ele me colocou a mordaça deixando uma parte da camisinha pra fora, pra eu não me engasgar. O plug tinha um modo de vibração que eu não tinha percebido, e ele ligou, deixando tudo mais desconfortável naquela posição. E foi assim que ele me deixou, foi dormir e me deixou a noite inteira daquele jeito. De manhã ele acordou, entrou no meu lugar — eu não tinha conseguido dormir nada, parte pelo desconforto, parte pela tesão de imaginar como eu tava parecendo. Ele tirou a mordaça, checou a camisinha, jogou fora e puxou a rola pra fora, sem mais nem menos, meteu na minha boca e eu comecei a sentir o líquido quente da urina dele. Depois de terminar e de eu limpar a rola dele, ele me desamarrou toda. Meu corpo doía e tava dormente. Depois de um tempo jogada no chão sem conseguir me mexer, ele me disse: pra eu levantar, preparar o café da manhã e depois ir ao banheiro com ele. Foi o que eu fiz, só preparei uns ovos mexidos, café, nada difícil, e fui pro banheiro. Lá eu tive que dar banho nele e chupar a rola dele até receber o cum gostoso dele, que engoli com prazer, como é minha obrigação. Depois de se vestir e comer, ele me disse: pra eu limpar tudo. Quando terminei, ele me deu meu café da manhã: um pão com café com cum de macho. Ele disse: você tem que se arrumar do seguinte jeito, ok? Veste esse vestido vermelho lindíssimo de lycra, bem colado, que mal cobria minha bunda, a calcinha fio dental preta de látex, umas meias de rede pretas com liga, as sapatilhas, se maquia e coloca essa peruca — uma peruca loira comprida e linda. Não tira nem o colar nem as pulseiras, ok? E enfia essa joia anal, coisa que fiz com gosto, porque vamos a um almoço com um amigo. Eu tava morrendo de medo. Uma coisa era o que eu já tinha vivido, outra bem diferente era sair vestida daquele jeito. O que rolou no almoço e o que aconteceu depois à noite, deixo pra outro relato. Obrigada. Agradeço os comentários, sugestões e principalmente as propostas, caso alguém se interesse em ser meu amo e experimentar muitas dessas coisas ou mais. Obrigada. PROCURO MACHOS DEGENERADOS VICIOSOS GROSSEIROS PERVERTIDOS TOSCOS UM DONO OU AMO CAFETÃO QUE ME TIRE E ME EXIBA À NOITE ME FEMINIZE E COLOQUE PIERCING NOS MAMILOS E MARCAS DE ESCRAVA FAÇA SUA putinha putinha REAL ESTOU AOS SEUS PÉS.
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