Miriam Caballero Guerra.-Meu marido me entrega pros amigos dele.
Beleza, os amigos dele bebendo sem saber que também me pegaram.
Sábado à noite, como sempre, meu marido tinha organizado um encontro em casa e convidado alguns amigos pra assistir ao jogo e tomar umas cervejas, como fazia toda semana.
Não era que me incomodava, mas como a gente tinha acabado de casar, eu precisava de outro tipo de diversão, mas ele gostava mesmo de levar os amigos dele e dá pra ver que eles se divertiam pra caralho.
Isso já tinha virado rotina há alguns meses.
Naquele sábado em particular, todo mundo já estava meio bêbado, então sem vergonha nenhuma, os amigos me levaram pra dançar e eu aceitei, desde que eu visse meu marido feliz.
Na dança e na dança, os caras já estavam indo um pouco longe demais comigo, eles estavam roçando disfarçadamente nos meus peitos e na minha bunda. Eu fingi que estava com problemas com meu marido.
Por volta das 22h, meu marido me mandou até a loja da esquina comprar mais cervejas. Então eu rapidamente concordei para me livrar daqueles safados.
Cheguei na loja e fiz meu pedido, imediatamente Dom Manuel se preparou para me atender como sempre, jogando elogios discretos e me contando indiretas. Mas naquele momento eu não estava com humor para brincadeiras, então eu estava distante, um pouco seca.
Mas o homem era muito insistente e aproveitava qualquer descuido para me tocar. Não que me incomodasse tanto, mas naquela hora eu já estava muito mal.
Em uma dessas, ele sem querer se acomodou atrás de mim e roçou o pau na minha bunda, senti um arrepio tremendo, eu já sabia pelos boatos que o cara tava carregando um pacote muito bom, e naquele momento descobri que era verdade mesmo, então senti um frio na espinha da porra e me separei dele.
~O que foi, werita? Você gosta de mim? ~ ele teve a cara de pau de me perguntar.
~Ei, que ousadia, como você pode pensar nisso?~ Eu o repreendi sem muita convicção. Como se estivesse dizendo a ele que eu tinha gostado de sentir o pacote enorme dele roçando na minha bunda.
Senti um arrepio tremendo e rapidamente paguei e saí sem me despedir.
~Hoje vou fechar mais tarde, caso apareça alguma coisa pra você~ me disse o muito atrevido sem vergonha nenhuma.
Cheguei em casa com as cervejas, mas percebi que ainda estava pensando no velho safado e no tapa tremendo que ele tinha me dado, também percebi que ele tinha brincado comigo... e muito.
Os amigos do meu marido continuaram dançando comigo, mas eu não conseguia parar de pensar no velho e no pacote enorme dele, então, distraída, não percebi que os apalpões dos amigos do meu marido já estavam os mais sem vergonha possíveis e eu já estava ficando muito excitada sem querer, então fiquei provocante com eles deixando que fizessem e só sorria pra eles.
Logo depois, meu marido me pede para voltar à loja para trazer cigarros para eles. Então, sem pensar, corri de novo para a loja. Quando ele me viu chegando, o velho começou a cobrar de novo. ~O que aconteceu, werita? Você veio para mais? Eu queria responder que sim, mas, embora já estivesse muito excitada, ainda tinha vergonha de ser tão sem-vergonha, então eu disse para ela...
~Só vim aqui pra comprar uns charutos~
Entra, gatinha, eles estão aqui atrás do balcão ~ me disse aquele safado com dupla intenção.
Eu o segui até o fundo. Ele me pegou pela cintura por trás e me deu outro abraço daqueles que fez minhas pernas tremerem, não consegui resistir e, sem mais nem menos, quase no chão de joelhos, ele aproveitou pra tirar e ficar na minha frente, me mostrando.
Fiquei muito surpresa com a ousadia dele, e muito impressionada com o tamanho enorme, ele estava tão perto do meu rosto que eu podia até sentir o calor. Meus olhos ficaram vesgos, minha boca salivava, senti meus mamilos ficarem duros e senti claramente como minha buceta estava molhada.
Não lembro de ter visto algo tão grande, muito menos tão de perto. Não consegui evitar olhar praquele pau enorme com um descrença tremenda.
O homem aproveitou meu desespero e sem mais delongas, sua voz estava rouca, excitada e ansiosa.
~Aposto que você nunca viu nada igual, quer brincar?
~Ah, Dom Manuel, como você pensa nisso? Respondi muito nervosa, sem conseguir parar de olhar para ela.
~Só um pouquinho, você não vai ter muitas chances como essa~ ele continuava me dizendo insistentemente, pegando e balançando na minha frente a dois centímetros do meu rosto. Engoli em seco sem conseguir parar de olhar para ela.
Ele pegou minha mão e eu não consegui evitar, ele a colocou no pau dele e, sem conseguir evitar, eu instintivamente apertei.
Senti uma corrente elétrica tremenda percorrer todo o meu corpo. Ainda não estava muito duro, mas estava duro o suficiente para me dar uma ideia de tudo que eu poderia aproveitar com aquele animalzinho.
Logo, para minha surpresa, percebi que ele já a tinha nas duas mãos e a acariciava nervosamente, olhando para ela com espanto, notando como ela crescia e ficava cada vez maior e mais dura. Eu não conseguia acreditar, apesar de tê-la em minhas mãos.
O homem aproveitou e me pegou pela cabeça e empurrou pra dentro da minha boca me fazendo engasgar. Demorei um pouco mas finalmente consegui acomodar ele dentro da minha boca, era grande, muito grande, não cabia, mas por puro instinto, quase sem pensar, de repente me vi chupando e me surpreendi ao notar como era gostoso o sabor, então sem perceber, comecei a curtir... e bastante.
O velho sorriu sem vergonha nenhuma.
~Eu sabia, eu sabia que você não ia conseguir resistir, você é igual a qualquer puta como todas as outras~ as palavras dele estavam me deixando com tesão e eu sabia no fundo do meu ser, que não ia conseguir resistir mais, antes ele me tratava como puta e eu permitia. Eu ia impedir ele de fazer isso. Não acha?
O velho gostoso começou a esfregar meus peitos, colocando a mão por baixo da minha blusa e apalpando eles, apertando meus mamilos, muito tarado.
Senti como eu ficava cada vez mais excitada e percebi como os sucos começavam a sair. O velho já me deixava muito quente, eu estava totalmente à mercê dele, então quando ele me colocou de quatro, eu sabia que o inevitável estava chegando, então não coloquei a menor resistência.
Pelo contrário, abri minhas pernas, curvei minhas costas e empinei minhas nádegas, me oferecendo ao meu macho.
~Eu sabia, você já está muito excitada, não é, sua puta?~ Ele me disse, a voz dele refletia o triunfo, ele estava jogando indiretas pra mim há muito tempo e eu nunca tinha dado bola pra ele como um idiota, se eu soubesse o que ele carregava entre as pernas, desde quando eu teria oferecido minha bunda pra ele. Não existe puta que resista a um pau gostoso como o daquele velho safado.
~Sim papai, me faz tua ~ Me surpreendi respondendo sem conseguir evitar.
O velho se posicionou atrás de mim e começou a colocar devagar, colocava um pouco e depois tirava e colocava mais um pouco.
Eu já estava gritando, queria tudo de uma vez, mas o velho safado e experiente sabia que podia me machucar, então foi com calma.
Quando finalmente colocou tudo em mim, comecei a me mexer como uma puta gostosa aproveitando ao máximo o pau tremendo do velho. Aí, ele agarrou meus quadris e começou com seu movimento masculino tremendo e experiente me fazendo ver estrelas.
Não parei de ofegar, gemer e suspirar. O próprio cachorro me deixou no paraíso até eu sentir como ele me encheu com seus jatos de leite quente, me fazendo tremer e sem conseguir me conter mais, também gozei num orgasmo tremendo e incontrolável, o desgraçado tirou todos os sucos que eu não tinha tirado em meses. Finalmente, caímos desmaiados, deitados ofegantes no chão, ele com o pau ainda enfiado. Logo, finalmente me recomponho, pego os cigarros e saio às pressas sem me despedir do meu novo macho.
Quando cheguei em casa, vi que meu marido tinha adormecido e seus amigos, em vez de irem embora, estavam esperando eu voltar para continuar com o que tinham deixado pendente. Então, de novo, me levaram para dançar, continuando com aqueles apalpões sem vergonha, dessa vez eu me soltei, deixando eles colocarem as mãos em mim à vontade no meio de todo mundo. Nem preciso dizer que me apalparam como quiseram, me chuparam toda, me fizeram chupar junto e depois, um por um, meteram em mim, eu à vontade.
À meia-noite eles até me sanduicharam, me fodendo numa dupla penetração deliciosa, revezando e trocando de posição pra que todo mundo pudesse aproveitar a puta gostosa do amigo.
Me deixei foder pelo cu até a exaustão, planejei que meu cu estaria pronto pra receber meu novo macho pela porta dos fundos, o velho pervertido e envergonhado da loja, eu tinha que estar preparada e em boas condições, pra que, quando chegasse a hora, o velho me desse no cu sem me machucar.
Na semana seguinte, na sexta-feira, fui visitar o velho pervertido de novo, me oferecendo sem a menor vergonha, e ele me fez de puta quantas vezes quis.
Comecei a visitá-lo às quartas e sextas e, não demorou muito, já estava indo vê-lo todos os dias. Fiquei viciada naquela coisa enorme, quer dizer, viciada no pau gigante dele, especialmente quando ele começou a enfiar no meu cu, ele definitivamente se tornou minha planta macho.
Beleza, os amigos dele bebendo sem saber que também me pegaram.
Sábado à noite, como sempre, meu marido tinha organizado um encontro em casa e convidado alguns amigos pra assistir ao jogo e tomar umas cervejas, como fazia toda semana.
Não era que me incomodava, mas como a gente tinha acabado de casar, eu precisava de outro tipo de diversão, mas ele gostava mesmo de levar os amigos dele e dá pra ver que eles se divertiam pra caralho.Isso já tinha virado rotina há alguns meses.
Naquele sábado em particular, todo mundo já estava meio bêbado, então sem vergonha nenhuma, os amigos me levaram pra dançar e eu aceitei, desde que eu visse meu marido feliz.
Na dança e na dança, os caras já estavam indo um pouco longe demais comigo, eles estavam roçando disfarçadamente nos meus peitos e na minha bunda. Eu fingi que estava com problemas com meu marido.Por volta das 22h, meu marido me mandou até a loja da esquina comprar mais cervejas. Então eu rapidamente concordei para me livrar daqueles safados.
Cheguei na loja e fiz meu pedido, imediatamente Dom Manuel se preparou para me atender como sempre, jogando elogios discretos e me contando indiretas. Mas naquele momento eu não estava com humor para brincadeiras, então eu estava distante, um pouco seca.
Mas o homem era muito insistente e aproveitava qualquer descuido para me tocar. Não que me incomodasse tanto, mas naquela hora eu já estava muito mal.
Em uma dessas, ele sem querer se acomodou atrás de mim e roçou o pau na minha bunda, senti um arrepio tremendo, eu já sabia pelos boatos que o cara tava carregando um pacote muito bom, e naquele momento descobri que era verdade mesmo, então senti um frio na espinha da porra e me separei dele.~O que foi, werita? Você gosta de mim? ~ ele teve a cara de pau de me perguntar.
~Ei, que ousadia, como você pode pensar nisso?~ Eu o repreendi sem muita convicção. Como se estivesse dizendo a ele que eu tinha gostado de sentir o pacote enorme dele roçando na minha bunda.
Senti um arrepio tremendo e rapidamente paguei e saí sem me despedir.
~Hoje vou fechar mais tarde, caso apareça alguma coisa pra você~ me disse o muito atrevido sem vergonha nenhuma.
Cheguei em casa com as cervejas, mas percebi que ainda estava pensando no velho safado e no tapa tremendo que ele tinha me dado, também percebi que ele tinha brincado comigo... e muito.
Os amigos do meu marido continuaram dançando comigo, mas eu não conseguia parar de pensar no velho e no pacote enorme dele, então, distraída, não percebi que os apalpões dos amigos do meu marido já estavam os mais sem vergonha possíveis e eu já estava ficando muito excitada sem querer, então fiquei provocante com eles deixando que fizessem e só sorria pra eles.
Logo depois, meu marido me pede para voltar à loja para trazer cigarros para eles. Então, sem pensar, corri de novo para a loja. Quando ele me viu chegando, o velho começou a cobrar de novo. ~O que aconteceu, werita? Você veio para mais? Eu queria responder que sim, mas, embora já estivesse muito excitada, ainda tinha vergonha de ser tão sem-vergonha, então eu disse para ela...
~Só vim aqui pra comprar uns charutos~Entra, gatinha, eles estão aqui atrás do balcão ~ me disse aquele safado com dupla intenção.
Eu o segui até o fundo. Ele me pegou pela cintura por trás e me deu outro abraço daqueles que fez minhas pernas tremerem, não consegui resistir e, sem mais nem menos, quase no chão de joelhos, ele aproveitou pra tirar e ficar na minha frente, me mostrando.
Fiquei muito surpresa com a ousadia dele, e muito impressionada com o tamanho enorme, ele estava tão perto do meu rosto que eu podia até sentir o calor. Meus olhos ficaram vesgos, minha boca salivava, senti meus mamilos ficarem duros e senti claramente como minha buceta estava molhada.
Não lembro de ter visto algo tão grande, muito menos tão de perto. Não consegui evitar olhar praquele pau enorme com um descrença tremenda.
O homem aproveitou meu desespero e sem mais delongas, sua voz estava rouca, excitada e ansiosa.
~Aposto que você nunca viu nada igual, quer brincar?
~Ah, Dom Manuel, como você pensa nisso? Respondi muito nervosa, sem conseguir parar de olhar para ela.
~Só um pouquinho, você não vai ter muitas chances como essa~ ele continuava me dizendo insistentemente, pegando e balançando na minha frente a dois centímetros do meu rosto. Engoli em seco sem conseguir parar de olhar para ela.
Ele pegou minha mão e eu não consegui evitar, ele a colocou no pau dele e, sem conseguir evitar, eu instintivamente apertei.
Senti uma corrente elétrica tremenda percorrer todo o meu corpo. Ainda não estava muito duro, mas estava duro o suficiente para me dar uma ideia de tudo que eu poderia aproveitar com aquele animalzinho.
Logo, para minha surpresa, percebi que ele já a tinha nas duas mãos e a acariciava nervosamente, olhando para ela com espanto, notando como ela crescia e ficava cada vez maior e mais dura. Eu não conseguia acreditar, apesar de tê-la em minhas mãos.
O homem aproveitou e me pegou pela cabeça e empurrou pra dentro da minha boca me fazendo engasgar. Demorei um pouco mas finalmente consegui acomodar ele dentro da minha boca, era grande, muito grande, não cabia, mas por puro instinto, quase sem pensar, de repente me vi chupando e me surpreendi ao notar como era gostoso o sabor, então sem perceber, comecei a curtir... e bastante.
O velho sorriu sem vergonha nenhuma.
~Eu sabia, eu sabia que você não ia conseguir resistir, você é igual a qualquer puta como todas as outras~ as palavras dele estavam me deixando com tesão e eu sabia no fundo do meu ser, que não ia conseguir resistir mais, antes ele me tratava como puta e eu permitia. Eu ia impedir ele de fazer isso. Não acha?
O velho gostoso começou a esfregar meus peitos, colocando a mão por baixo da minha blusa e apalpando eles, apertando meus mamilos, muito tarado.
Senti como eu ficava cada vez mais excitada e percebi como os sucos começavam a sair. O velho já me deixava muito quente, eu estava totalmente à mercê dele, então quando ele me colocou de quatro, eu sabia que o inevitável estava chegando, então não coloquei a menor resistência.
Pelo contrário, abri minhas pernas, curvei minhas costas e empinei minhas nádegas, me oferecendo ao meu macho.
~Eu sabia, você já está muito excitada, não é, sua puta?~ Ele me disse, a voz dele refletia o triunfo, ele estava jogando indiretas pra mim há muito tempo e eu nunca tinha dado bola pra ele como um idiota, se eu soubesse o que ele carregava entre as pernas, desde quando eu teria oferecido minha bunda pra ele. Não existe puta que resista a um pau gostoso como o daquele velho safado.
~Sim papai, me faz tua ~ Me surpreendi respondendo sem conseguir evitar.
O velho se posicionou atrás de mim e começou a colocar devagar, colocava um pouco e depois tirava e colocava mais um pouco.
Eu já estava gritando, queria tudo de uma vez, mas o velho safado e experiente sabia que podia me machucar, então foi com calma.
Quando finalmente colocou tudo em mim, comecei a me mexer como uma puta gostosa aproveitando ao máximo o pau tremendo do velho. Aí, ele agarrou meus quadris e começou com seu movimento masculino tremendo e experiente me fazendo ver estrelas.
Não parei de ofegar, gemer e suspirar. O próprio cachorro me deixou no paraíso até eu sentir como ele me encheu com seus jatos de leite quente, me fazendo tremer e sem conseguir me conter mais, também gozei num orgasmo tremendo e incontrolável, o desgraçado tirou todos os sucos que eu não tinha tirado em meses. Finalmente, caímos desmaiados, deitados ofegantes no chão, ele com o pau ainda enfiado. Logo, finalmente me recomponho, pego os cigarros e saio às pressas sem me despedir do meu novo macho.
Quando cheguei em casa, vi que meu marido tinha adormecido e seus amigos, em vez de irem embora, estavam esperando eu voltar para continuar com o que tinham deixado pendente. Então, de novo, me levaram para dançar, continuando com aqueles apalpões sem vergonha, dessa vez eu me soltei, deixando eles colocarem as mãos em mim à vontade no meio de todo mundo. Nem preciso dizer que me apalparam como quiseram, me chuparam toda, me fizeram chupar junto e depois, um por um, meteram em mim, eu à vontade.
À meia-noite eles até me sanduicharam, me fodendo numa dupla penetração deliciosa, revezando e trocando de posição pra que todo mundo pudesse aproveitar a puta gostosa do amigo.
Me deixei foder pelo cu até a exaustão, planejei que meu cu estaria pronto pra receber meu novo macho pela porta dos fundos, o velho pervertido e envergonhado da loja, eu tinha que estar preparada e em boas condições, pra que, quando chegasse a hora, o velho me desse no cu sem me machucar.
Na semana seguinte, na sexta-feira, fui visitar o velho pervertido de novo, me oferecendo sem a menor vergonha, e ele me fez de puta quantas vezes quis.
Comecei a visitá-lo às quartas e sextas e, não demorou muito, já estava indo vê-lo todos os dias. Fiquei viciada naquela coisa enorme, quer dizer, viciada no pau gigante dele, especialmente quando ele começou a enfiar no meu cu, ele definitivamente se tornou minha planta macho.
0 comentários - Miriam Caballero Guerra - Meu marido dá