NAYELI NO PARQUE DA CIDADE PARTE 1
Me descrevo pra vocês terem uma ideia de como eu sou, ok. Sou morena clara, cabelo meio comprido, castanho escuro e ondulado, olhos castanhos claros, não muito grandes, mas com cílios chineses e longos, lábios finos. Sou alta, tenho 1,90 atualmente, e sou meio gordinha também, não nego, mas graças a isso tenho uns peitos, pernas longas e uma bunda normal, mas gostosa e apertadinha. Me depilo porque tenho o problema de ser meio peludinha. Nada afeminado nem óbvio, mas muito submissa e complacente na intimidade. Já tinha passado um tempo desde a parada com meu tio, e na real eu me acostumei a andar de coleira, além de que me lembrava minha condição e meu gosto. Assim também com calcinhas fio dental e minha joia anal, então comecei a usar todo dia. Não parecia aquela de cachorro, mas era uma coleira de couro justa com argolas, e a outra coisa realmente não dava pra notar.
Como sempre fazia, matei aula na escola onde estudava. Era uma quinta-feira, umas 9h da manhã, quando tava indo pro parque da cidade, um parque que tem bichos e um lago onde as famílias vão se distrair nos fins de semana, mas durante a semana geralmente fica vazio. Já dentro, comecei a andar e a olhar os animais e a viajar na maionese. Chegou um momento em que me deitei num dos bancos pra descansar, quando do nada comecei a sentir que alguém tava me olhando, mas não liguei, só que a sensação continuava. De repente, levantei a cabeça e, na minha frente, em outro banco, vi um cara um pouco mais velho que eu me encarando intensamente. Ele era gato e parecia que trabalhava com coisa pesada, porque tinha uma cara de bruto. Não dei muita bola e me deitei de novo, mas a sensação não sumia, o que me deixava nervoso. Aí me levantei e fui continuar andando. Quando já tinha caminhado um tempão ao redor do lago, parei pra olhar a água e, nisso, o cara se aproximou e me cumprimentou: "Oi, tudo bem, linda? Qual é o seu nome?" Isso me desmontou, porque ele me chamou de linda. A única coisa que fiz foi falar que ele tava enganado, e ele, rindo, respondeu: "Tem certeza, linda? Porque essa calcinha fio dental que você tá usando diz outra coisa." Aí eu me toquei que, em algum momento em que me curvei, ele pode ter visto a fio dental que eu tava usando, já que desde muito novo sempre gostei de usar roupa de mulher, é meu tesão, principalmente calcinhas, meias e saias curtas. E naquele dia eu tava de fio dental, e ele deve ter visto. Fiquei muito nervoso e não soube o que falar. Ele só riu e disse que não tinha problema, que se eu tivesse incomodado ou não quisesse, ele iria embora, e deu meia-volta, me deixando sozinho ali. Tenho que admitir que isso me balançou e me desestabilizou, porque no fundo sempre fui muito safado e, principalmente, sempre me senti uma menina no corpo de um homem, e sou submisso por natureza. Adoro me sentir sob o domínio de homens de verdade, malvados, fortes e dominadores, que me subjuguem e me usem. dominem e me façam de sua puta, e ele era um desses mesmo sendo mais baixo que eu, algo dentro de mim disparou e me fez falar, não era o certo, mas a única coisa que disse foi: não vai embora, por favor. Ele virou a cabeça com um sorriso de orelha a orelha, o que me deu arrepios e excitação ao mesmo tempo. Depois ele voltou e me pegou pela mão, eu tremia porque era a primeira vez que estava com um desconhecido sozinha. Então ele começou a se aproximar mais e a sussurrar coisas, me convidou para caminhar. Durante o passeio, ele me disse: se eu o acompanhava até a casa dele, que lá poderíamos continuar conversando tranquilos. Eu assenti, e ele disse: que eu devia segui-lo, mas com o olhar no chão, ao lado dele, e calada, que uma puta só fala quando tem permissão. E eu assenti com a cabeça. Ele sorriu e disse para a gente ir. Saímos do parque e caminhamos em direção a Carmelo Pérez e Chimalhuacán. No caminho, falamos sobre meus gostos, confessando que eu gostava de ser uma sissy submissa e que adorava agradar homens de verdade. Ele sorriu encantado e disse: acho que finalmente vou me divertir pra caralho. E continuamos falando de coisas triviais e sem importância. Chegamos na casa dele e entramos, era uma vila. Entramos no quarto dele e ele me disse: para eu me sentir à vontade. Ele me trouxe uma cerveja e me ordenou beber. Eu obedeci, e ele disse: que eu devia ser mais feminina, que seria uma boa puta, e do guarda-roupa dele tirou uma blusa decotada, um sutiã e uma minissaia. Ele disse que eram da irmã dele e que eu deveria vesti-los. Eu estava morrendo de medo, mas com o álcool criei coragem. Eu ia indo para o banheiro quando ele disse: não, faz aqui mesmo. Coisa que eu tive que fazer. Me despi devagarzinho e depois me vesti de novo. Ele só bebia e sorria, me chamando de puta muito gostosa e dizendo que ia adorar me dar o que eu merecia. Eu respondi, mas esqueci que não devia falar sem permissão dele, então ele me deu um tapa forte na cara que virou meu rosto e disse: para eu calar a boca ou ele me expulsaria. assim pra rua e não me devolveria minhas coisas, isso sim me assustou porque era quase meio-dia e todo mundo estaria lá fora e me veriam, e se eu saísse na rua vestida sozinha, mas nunca sozinha, então me acalmei e assenti com a cabeça, ele sorriu e me pegou pelo queixo e me disse: bem, boa slut, viu como não é necessário te castigar, se comporta bem e só vai ter prazer, mas no menor erro eu te castigo, entendido? eu assenti de novo e ele se levantou e tirou de uma gaveta uma mordaça, uma corda e uns pregadores de roupa, voltou até mim e tirou meus peitos pra fora da blusa e colocou os pregadores nos meus mamilos e me disse: que eu não reclamasse ou me daria mal, eu só mordi os lábios pra não gemer porque aquilo me excitava, depois abriu minha boca e colocou a bola fechando na minha nuca, então pegou a corda, amarrou no meu colar e deslizou pra baixo sobre meu peito e abdômen e amarrou na base da minha piroquinha, depois amarrou minha glande e passou pra trás puxando pra trás, foi então que ele viu a joia anal que eu sempre usava, o presente do meu tio, ele me disse que então eu era mesmo uma puta e me deu um tapa na bunda, eu só assenti, então ele passou entre minhas nádegas e puxou bastante até minha piroquinha ficar escondida entre minhas bolas, depois subiu pelas minhas costas e amarrou de novo no meu colar, me disse: me segue, slut, que agora você vai fazer algumas coisas e se fizer bem e se comportar, talvez eu te dê seu prêmio, eu estava no céu, me sentir usada de novo, dominada, a serviço de um macho, de um homem de verdade me deixa louca de verdade, não consigo evitar.
Ele me levou até a cozinha e me disse: que lavasse a louça e deixasse tudo limpo enquanto ele me observava da porta. Eu me dispus a fazer o que foi ordenado, lavando os pratos que não eram muitos, limpando e passando o pano. Depois ele entrou e revisou tudo, encontrando alguns detalhes, mas me dizendo: "bem, vadia, vejo que te falta cuidado, mas isso a gente corrige já. Você teve 10 erros, então vai levar 10 palmadas, entendido?" Eu só assenti, mas ele continuou: "isso vai ser no final, vadia. Agora segue com o quarto e a sala, ok? Tudo limpo, e aí a gente vê quantos erros a mais você comete." Eu me dispus a limpar, arrumar a cama, sacudir e passar o pano. Terminando tudo, ele revisou e encontrou mais 20 erros. Tenho que admitir que, entre o fato de ser muito difícil me mover, a excitação e o desejo sincero de ser açoitada, cometi alguns erros de propósito. Depois disso, ele me disse: "bem, vadia, pronta pro seu castigo? Quero que você fique de quatro, com a cara no chão, e que empine bem essa bunda de vadia que você tem, ok? Mãos nas costas, cruzadas, e nada de mexer, entendido? E com cada palmada, quero ouvir você contar e me agradecer, entendido?" E assim eu fiz. Depois, ele só deu umas voltas ao meu redor, como se me observasse, e então tirou o cinto e começou a passá-lo pelas minhas costas, rosto, pernas e bunda, o que me deixava muito tensa, nervosa e ansiosa. Devo admitir que eu ansiava e realmente precisava daquilo como uma louca. Lá no fundo, eu implorava para que ele começasse e me deixasse sentir o calor do couro na minha pele, a sensação de correção e domínio, mas acima de tudo meu desejo de entrega e submissão. A primeira palmada não demorou, e eu obedeci. "Um... obrigada. Dois... obrigada. Três... obrigada. Trinta... obrigada." A cada golpe, minha pele ficava mais e mais quente, e meus gemidos já eram impossíveis de esconder, mesmo com a bola na boca, mas eu não ligava, só queria continuar sentindo aquilo. Eu desejava e precisava daquilo. Meu dono (temporário) percebeu isso e, me agarrando pelo cabelo, aproximou meu rosto do dele. e me disse: então essa putinha gosta de ser açoitada e maltratada né, então é isso que a puta vai ter, mas antes puta, quero que você me coma o cu, as bolas e a pica, entendeu? dizendo isso, ele baixou a calça e colocou meu rosto entre as nádegas peludas dele, com um cheiro forte de macho que, em vez de me dar nojo, me deixava ainda mais excitada. comecei a lamber ao redor do cu dele e a deslizar minha língua até as bolas enormes dele, que até aquele momento eu não tinha percebido que ele tinha uma pica e uns ovos de tamanho bem considerável, e aquilo me assustou, mas também me excitou pra caralho. fiquei lambendo e chupando o cu e as bolas dele por um bom tempo, de repente ele se levantou e se virou: agora sim, puta, vem comer o ferro, chupa e não tira as mãos das costas, entendeu? e também me olha na cara, quero ver a cara de puta que você faz enquanto me chupa, puta. comecei beijando a glande e passando a língua por ela, depois comecei a enfiar a pica dele na boca devagar, chupando e lambendo, aproveitando, mas ele tinha outra ideia e intenção. senti ele agarrar minha nuca e, de uma vez, enterrar o mastro dele até minha garganta, fazendo meus olhos arregalarem enquanto ele controlava o boquete, eu só tentava respirar e não tirar as mãos das costas enquanto olhava pra ele, mas era muito difícil me controlar, eu começava a me desesperar e ele percebia, intensificando meu suplício. sem conseguir evitar, tirei as mãos das costas, o que o irritou e ele me repreendeu, gritando: puta estúpida, vejo que você não entende e não aprende, agora você vai ver o que é bom, vagabunda, vamos, estúpida! e continuou aquela violação na minha garganta enquanto começava a açoitar meu cu e minhas costas com o cinto dele, não batia forte, mas batia muitas vezes, o que tornava tudo desesperador, e eu sem conseguir respirar direito, sentia tudo ficar turvo e de repente desmaiei. quando acordei, ainda estava no chão, mas com a novidade de ter minhas mãos e pés amarrados entre si, ou seja, minha perna e braço direito juntos, e da mesma forma, meus membros esquerdos, de modo que eu não conseguia me soltar nem me mexer, porque também estava presa ao chão, meus mamilos foram amarrados com corda de cânhamo e também presos ao chão bem esticados, de forma que eu também não pudesse mover meu tronco, minha pequena rola era puxada junto com minhas bolas por uma corda para baixo, fazendo com que se eu tentasse levantar o quadril, ela puxasse e doesse, meu pescoço estava acorrentado a uma correntinha minúscula presa a uma argola no chão, tornando impossível mover ou levantar a cabeça, o que me assustou, porque eu nem tinha percebido que aquilo estava no chão, mas enfim, de repente ouvi meu senhor falando atrás de mim, dizendo: muito bem, que bom que você já acordou, vadia, vejo que já percebeu que não consegue se mexer, né? bem, agora tenho uma surpresinha pra você, olha, convidei uns amigos que estão chegando, e entre todos vamos te dar uma fodida especial, vadia, porque vejo que você é uma vadia pervertida e submisso, e não posso deixar de exibir a putinha que acabei de arranjar, sinceramente, você tem muito a aprender, mas hoje vai aprender a fazer muitas coisas, estúpida, meus amigos são um pouco desajeitados e brutos, te aviso que você vai agradar e servir eles por enquanto, então só se limita a receber as rolas deles no seu cu, que aliás vai ficar bem destruído depois de hoje hahahahahaha, mas enfim, já te aviso, vadia, você não vai sair daqui até a gente se esvaziar por completo, mas eu sei que você adora isso, né?, eu não conseguia esconder nem disfarçar a cara de prazer, vício, degeneração e desejo que eu tinha, se eu estava com medo, sim, estava à mercê de um louco, mas estava prestes a ser usada por vários caras e estaria cheia de porra.
Levantariam uns 20 minutos mais ou menos, mas pra mim foi uma eternidade. Ouvi baterem na porta e quando meu senhor saiu, percebi que já estava escurecendo. Aí entraram 3 caras além do meu senhor, eram morenos, gordos, feios, imundos... um sonho realizado. Dava pra ver que eram pedreiros ou algo do tipo. Me cercaram e começaram a falar um monte de coisa pra mim, tipo: "olha que puta gostosa que esse aí arrumou pra gente", "essa puta vai aguentar a gente sim", "que rabo mais apertado que essa puta tem, olha", "parece uma puta mesmo, olha", "olha, deixou ela bem preparadinha pra gente". Aí eu ouvi eles perguntando se a tarifa seria a mesma, e ele respondeu que não, que ia aumentar porque essa era uma puta especial. O que aconteceu depois foi incrível, mas isso eu conto na próxima parte do meu relato. Abraços e lembrem de deixar seus comentários.
Me descrevo pra vocês terem uma ideia de como eu sou, ok. Sou morena clara, cabelo meio comprido, castanho escuro e ondulado, olhos castanhos claros, não muito grandes, mas com cílios chineses e longos, lábios finos. Sou alta, tenho 1,90 atualmente, e sou meio gordinha também, não nego, mas graças a isso tenho uns peitos, pernas longas e uma bunda normal, mas gostosa e apertadinha. Me depilo porque tenho o problema de ser meio peludinha. Nada afeminado nem óbvio, mas muito submissa e complacente na intimidade. Já tinha passado um tempo desde a parada com meu tio, e na real eu me acostumei a andar de coleira, além de que me lembrava minha condição e meu gosto. Assim também com calcinhas fio dental e minha joia anal, então comecei a usar todo dia. Não parecia aquela de cachorro, mas era uma coleira de couro justa com argolas, e a outra coisa realmente não dava pra notar.
Como sempre fazia, matei aula na escola onde estudava. Era uma quinta-feira, umas 9h da manhã, quando tava indo pro parque da cidade, um parque que tem bichos e um lago onde as famílias vão se distrair nos fins de semana, mas durante a semana geralmente fica vazio. Já dentro, comecei a andar e a olhar os animais e a viajar na maionese. Chegou um momento em que me deitei num dos bancos pra descansar, quando do nada comecei a sentir que alguém tava me olhando, mas não liguei, só que a sensação continuava. De repente, levantei a cabeça e, na minha frente, em outro banco, vi um cara um pouco mais velho que eu me encarando intensamente. Ele era gato e parecia que trabalhava com coisa pesada, porque tinha uma cara de bruto. Não dei muita bola e me deitei de novo, mas a sensação não sumia, o que me deixava nervoso. Aí me levantei e fui continuar andando. Quando já tinha caminhado um tempão ao redor do lago, parei pra olhar a água e, nisso, o cara se aproximou e me cumprimentou: "Oi, tudo bem, linda? Qual é o seu nome?" Isso me desmontou, porque ele me chamou de linda. A única coisa que fiz foi falar que ele tava enganado, e ele, rindo, respondeu: "Tem certeza, linda? Porque essa calcinha fio dental que você tá usando diz outra coisa." Aí eu me toquei que, em algum momento em que me curvei, ele pode ter visto a fio dental que eu tava usando, já que desde muito novo sempre gostei de usar roupa de mulher, é meu tesão, principalmente calcinhas, meias e saias curtas. E naquele dia eu tava de fio dental, e ele deve ter visto. Fiquei muito nervoso e não soube o que falar. Ele só riu e disse que não tinha problema, que se eu tivesse incomodado ou não quisesse, ele iria embora, e deu meia-volta, me deixando sozinho ali. Tenho que admitir que isso me balançou e me desestabilizou, porque no fundo sempre fui muito safado e, principalmente, sempre me senti uma menina no corpo de um homem, e sou submisso por natureza. Adoro me sentir sob o domínio de homens de verdade, malvados, fortes e dominadores, que me subjuguem e me usem. dominem e me façam de sua puta, e ele era um desses mesmo sendo mais baixo que eu, algo dentro de mim disparou e me fez falar, não era o certo, mas a única coisa que disse foi: não vai embora, por favor. Ele virou a cabeça com um sorriso de orelha a orelha, o que me deu arrepios e excitação ao mesmo tempo. Depois ele voltou e me pegou pela mão, eu tremia porque era a primeira vez que estava com um desconhecido sozinha. Então ele começou a se aproximar mais e a sussurrar coisas, me convidou para caminhar. Durante o passeio, ele me disse: se eu o acompanhava até a casa dele, que lá poderíamos continuar conversando tranquilos. Eu assenti, e ele disse: que eu devia segui-lo, mas com o olhar no chão, ao lado dele, e calada, que uma puta só fala quando tem permissão. E eu assenti com a cabeça. Ele sorriu e disse para a gente ir. Saímos do parque e caminhamos em direção a Carmelo Pérez e Chimalhuacán. No caminho, falamos sobre meus gostos, confessando que eu gostava de ser uma sissy submissa e que adorava agradar homens de verdade. Ele sorriu encantado e disse: acho que finalmente vou me divertir pra caralho. E continuamos falando de coisas triviais e sem importância. Chegamos na casa dele e entramos, era uma vila. Entramos no quarto dele e ele me disse: para eu me sentir à vontade. Ele me trouxe uma cerveja e me ordenou beber. Eu obedeci, e ele disse: que eu devia ser mais feminina, que seria uma boa puta, e do guarda-roupa dele tirou uma blusa decotada, um sutiã e uma minissaia. Ele disse que eram da irmã dele e que eu deveria vesti-los. Eu estava morrendo de medo, mas com o álcool criei coragem. Eu ia indo para o banheiro quando ele disse: não, faz aqui mesmo. Coisa que eu tive que fazer. Me despi devagarzinho e depois me vesti de novo. Ele só bebia e sorria, me chamando de puta muito gostosa e dizendo que ia adorar me dar o que eu merecia. Eu respondi, mas esqueci que não devia falar sem permissão dele, então ele me deu um tapa forte na cara que virou meu rosto e disse: para eu calar a boca ou ele me expulsaria. assim pra rua e não me devolveria minhas coisas, isso sim me assustou porque era quase meio-dia e todo mundo estaria lá fora e me veriam, e se eu saísse na rua vestida sozinha, mas nunca sozinha, então me acalmei e assenti com a cabeça, ele sorriu e me pegou pelo queixo e me disse: bem, boa slut, viu como não é necessário te castigar, se comporta bem e só vai ter prazer, mas no menor erro eu te castigo, entendido? eu assenti de novo e ele se levantou e tirou de uma gaveta uma mordaça, uma corda e uns pregadores de roupa, voltou até mim e tirou meus peitos pra fora da blusa e colocou os pregadores nos meus mamilos e me disse: que eu não reclamasse ou me daria mal, eu só mordi os lábios pra não gemer porque aquilo me excitava, depois abriu minha boca e colocou a bola fechando na minha nuca, então pegou a corda, amarrou no meu colar e deslizou pra baixo sobre meu peito e abdômen e amarrou na base da minha piroquinha, depois amarrou minha glande e passou pra trás puxando pra trás, foi então que ele viu a joia anal que eu sempre usava, o presente do meu tio, ele me disse que então eu era mesmo uma puta e me deu um tapa na bunda, eu só assenti, então ele passou entre minhas nádegas e puxou bastante até minha piroquinha ficar escondida entre minhas bolas, depois subiu pelas minhas costas e amarrou de novo no meu colar, me disse: me segue, slut, que agora você vai fazer algumas coisas e se fizer bem e se comportar, talvez eu te dê seu prêmio, eu estava no céu, me sentir usada de novo, dominada, a serviço de um macho, de um homem de verdade me deixa louca de verdade, não consigo evitar.
Ele me levou até a cozinha e me disse: que lavasse a louça e deixasse tudo limpo enquanto ele me observava da porta. Eu me dispus a fazer o que foi ordenado, lavando os pratos que não eram muitos, limpando e passando o pano. Depois ele entrou e revisou tudo, encontrando alguns detalhes, mas me dizendo: "bem, vadia, vejo que te falta cuidado, mas isso a gente corrige já. Você teve 10 erros, então vai levar 10 palmadas, entendido?" Eu só assenti, mas ele continuou: "isso vai ser no final, vadia. Agora segue com o quarto e a sala, ok? Tudo limpo, e aí a gente vê quantos erros a mais você comete." Eu me dispus a limpar, arrumar a cama, sacudir e passar o pano. Terminando tudo, ele revisou e encontrou mais 20 erros. Tenho que admitir que, entre o fato de ser muito difícil me mover, a excitação e o desejo sincero de ser açoitada, cometi alguns erros de propósito. Depois disso, ele me disse: "bem, vadia, pronta pro seu castigo? Quero que você fique de quatro, com a cara no chão, e que empine bem essa bunda de vadia que você tem, ok? Mãos nas costas, cruzadas, e nada de mexer, entendido? E com cada palmada, quero ouvir você contar e me agradecer, entendido?" E assim eu fiz. Depois, ele só deu umas voltas ao meu redor, como se me observasse, e então tirou o cinto e começou a passá-lo pelas minhas costas, rosto, pernas e bunda, o que me deixava muito tensa, nervosa e ansiosa. Devo admitir que eu ansiava e realmente precisava daquilo como uma louca. Lá no fundo, eu implorava para que ele começasse e me deixasse sentir o calor do couro na minha pele, a sensação de correção e domínio, mas acima de tudo meu desejo de entrega e submissão. A primeira palmada não demorou, e eu obedeci. "Um... obrigada. Dois... obrigada. Três... obrigada. Trinta... obrigada." A cada golpe, minha pele ficava mais e mais quente, e meus gemidos já eram impossíveis de esconder, mesmo com a bola na boca, mas eu não ligava, só queria continuar sentindo aquilo. Eu desejava e precisava daquilo. Meu dono (temporário) percebeu isso e, me agarrando pelo cabelo, aproximou meu rosto do dele. e me disse: então essa putinha gosta de ser açoitada e maltratada né, então é isso que a puta vai ter, mas antes puta, quero que você me coma o cu, as bolas e a pica, entendeu? dizendo isso, ele baixou a calça e colocou meu rosto entre as nádegas peludas dele, com um cheiro forte de macho que, em vez de me dar nojo, me deixava ainda mais excitada. comecei a lamber ao redor do cu dele e a deslizar minha língua até as bolas enormes dele, que até aquele momento eu não tinha percebido que ele tinha uma pica e uns ovos de tamanho bem considerável, e aquilo me assustou, mas também me excitou pra caralho. fiquei lambendo e chupando o cu e as bolas dele por um bom tempo, de repente ele se levantou e se virou: agora sim, puta, vem comer o ferro, chupa e não tira as mãos das costas, entendeu? e também me olha na cara, quero ver a cara de puta que você faz enquanto me chupa, puta. comecei beijando a glande e passando a língua por ela, depois comecei a enfiar a pica dele na boca devagar, chupando e lambendo, aproveitando, mas ele tinha outra ideia e intenção. senti ele agarrar minha nuca e, de uma vez, enterrar o mastro dele até minha garganta, fazendo meus olhos arregalarem enquanto ele controlava o boquete, eu só tentava respirar e não tirar as mãos das costas enquanto olhava pra ele, mas era muito difícil me controlar, eu começava a me desesperar e ele percebia, intensificando meu suplício. sem conseguir evitar, tirei as mãos das costas, o que o irritou e ele me repreendeu, gritando: puta estúpida, vejo que você não entende e não aprende, agora você vai ver o que é bom, vagabunda, vamos, estúpida! e continuou aquela violação na minha garganta enquanto começava a açoitar meu cu e minhas costas com o cinto dele, não batia forte, mas batia muitas vezes, o que tornava tudo desesperador, e eu sem conseguir respirar direito, sentia tudo ficar turvo e de repente desmaiei. quando acordei, ainda estava no chão, mas com a novidade de ter minhas mãos e pés amarrados entre si, ou seja, minha perna e braço direito juntos, e da mesma forma, meus membros esquerdos, de modo que eu não conseguia me soltar nem me mexer, porque também estava presa ao chão, meus mamilos foram amarrados com corda de cânhamo e também presos ao chão bem esticados, de forma que eu também não pudesse mover meu tronco, minha pequena rola era puxada junto com minhas bolas por uma corda para baixo, fazendo com que se eu tentasse levantar o quadril, ela puxasse e doesse, meu pescoço estava acorrentado a uma correntinha minúscula presa a uma argola no chão, tornando impossível mover ou levantar a cabeça, o que me assustou, porque eu nem tinha percebido que aquilo estava no chão, mas enfim, de repente ouvi meu senhor falando atrás de mim, dizendo: muito bem, que bom que você já acordou, vadia, vejo que já percebeu que não consegue se mexer, né? bem, agora tenho uma surpresinha pra você, olha, convidei uns amigos que estão chegando, e entre todos vamos te dar uma fodida especial, vadia, porque vejo que você é uma vadia pervertida e submisso, e não posso deixar de exibir a putinha que acabei de arranjar, sinceramente, você tem muito a aprender, mas hoje vai aprender a fazer muitas coisas, estúpida, meus amigos são um pouco desajeitados e brutos, te aviso que você vai agradar e servir eles por enquanto, então só se limita a receber as rolas deles no seu cu, que aliás vai ficar bem destruído depois de hoje hahahahahaha, mas enfim, já te aviso, vadia, você não vai sair daqui até a gente se esvaziar por completo, mas eu sei que você adora isso, né?, eu não conseguia esconder nem disfarçar a cara de prazer, vício, degeneração e desejo que eu tinha, se eu estava com medo, sim, estava à mercê de um louco, mas estava prestes a ser usada por vários caras e estaria cheia de porra.
Levantariam uns 20 minutos mais ou menos, mas pra mim foi uma eternidade. Ouvi baterem na porta e quando meu senhor saiu, percebi que já estava escurecendo. Aí entraram 3 caras além do meu senhor, eram morenos, gordos, feios, imundos... um sonho realizado. Dava pra ver que eram pedreiros ou algo do tipo. Me cercaram e começaram a falar um monte de coisa pra mim, tipo: "olha que puta gostosa que esse aí arrumou pra gente", "essa puta vai aguentar a gente sim", "que rabo mais apertado que essa puta tem, olha", "parece uma puta mesmo, olha", "olha, deixou ela bem preparadinha pra gente". Aí eu ouvi eles perguntando se a tarifa seria a mesma, e ele respondeu que não, que ia aumentar porque essa era uma puta especial. O que aconteceu depois foi incrível, mas isso eu conto na próxima parte do meu relato. Abraços e lembrem de deixar seus comentários.
0 comentários - Minha história como a puta viada que sou