No capítulo anterior, ouvi pela primeira vez meu filho se masturbando pensando na mãe dele.
Ao ouvir meu filho se masturbando pensando na mãe dele, tive uma onda de excitação como nunca tinha sentido antes.
Fui até minha mulher, dei um beijo apaixonado, comecei a apalpar o corpo inteiro dela, ela me perguntou o porquê, eu disse que ver ela daquele jeito naquele biquíni me deixou excitado, quando ela viu minha ereção, pegou nela e me disse com aquele sorriso safado que é a marca dela:
– Ai, love, você tá assim só de me ver? Acho que vou andar sempre assim pra te ter desse jeito.
Fomos pro quarto, comecei a beijar os lábios dela, enquanto minhas mãos exploravam o corpo dela, cada centímetro era tocado pelos meus dedos, e enquanto eu beijava o pescoço dela, ouvia os gemidos contidos, então falei:
Eu: – Não se segura, você sabe que isso me deixa mais louco.
Ela: – Mas, love, o Adão pode nos ouvir.
Eu: – Esquece ele, com certeza tá jogando com o fone de ouvido e não vai te escutar.
Como ela ainda tava hesitando, desci devagar, arranquei a parte de baixo do biquíni que ela usava e aspirei a buceta dela, cheirava a mulher, a mulher excitada, rocei meu nariz na parte íntima dela e ela suspirou. Ahhh, a-love, não faz isso comigo, você sabe que eu adoro e não consigo segurar o gemido.
Então fiz de novo e passei a língua rápido, ela: Ahhh love, por favor, nosso filho pode nos ouvir.
Eu, sabendo que ele tava se masturbando pensando nela, ignorei, então comecei a fazer oral com toda a intenção de fazer ela se perder no prazer e começar a gemer.
Ela: AHHH, assim, minha vida, assim, AHHHH, você vai me fazer gritAAAR, ¡¡¡AHHH!!!
Quando tô chupando o clitóris dela, ela começa a ter um orgasmo brutal.
Ela: AHHHH, eu-eu tô gozando, love, love, por favor, se você continuar eu vou gozar AHHH MMMMM…
Ela tremendo com os espasmos do orgasmo, eu subo em cima dela, coloco as pernas dela nos meus ombros e vou esfregando minha ereção na entrada, e ela me diz:
Ela: Por favor, love, por por favor, já mete, não me faz esperar, por favor.
Nesse momento eu penetro ela devagar e ela começa a tremer de outro orgasmo que estava tendo. Começo a me mover de um jeito firme, movimentos lentos, rápidos, profundos, ela fica louca de prazer, começa a gemer mais alto, ela quer pegar um travesseiro pra tampar a boca e eu tiro dele e ela me fala: Por favor, love, não faz isso comigo, me deixa gritar.. AHHH, por favor, ai não, ai não, tô gozando, tô gozando, love… não para, NÃO PARA, NÃO PARA, ISSO, ISSO ISSO, CONTINUA ASSIM, ASSIM.. AHHHHHH… Quando tô quase gozando, eu aviso ela e ela me prende com as duas pernas com a pouca força que tem, vejo ela virar os olhos e começar a tremer do orgasmo que tava tendo de novo. A gente goza junto ao mesmo tempo.
Nesse momento que eu saio de dentro dela, vejo por um instante uma sombra na porta do nosso quarto que tava entreaberta e que se afasta rápido, consegui ouvir os passos rápidos, descalços do meu filho. Ele tinha nos visto de novo.
Durante a semana não teve mais incidentes, porque ele tava no período de provas bimestrais, então ele ficava no quarto dele estudando pras provas. Numa vez que ele ia fazer prova de matemática, ele ficou trancado estudando.
Nessa vez, como já é costume, ela tava usando um micro short e uma camiseta esportiva, com o sutiã, com o cabelo preso e eu falei pra ela levar um lanche pro nosso filho que tava estudando matemática. Ela aceita, leva o lanche, eu fico de olho no que pode ou não rolar, quando ela fecha a porta eu chego perto o bastante pra escutar
Ela: Filho, deixa isso um momento e come alguma coisa, às vezes você precisa arejar a mente. Trouxe isso pra você comer e descansar um pouco.
Ele: Já sei, mãe, mas você sabe que eu gosto de me preparar pra matemática e dessa vez é pesada.
Ela: Sim, love, mas você precisa descansar um pouco, aliás, vem aqui, senta aqui.
Ele: Tô indo
Devo supor que ele sentou junto com ela na cama, porque começaram a falar de várias coisas, de como ela acha que foi nas outras matérias, dos amigos dela, que terminou uma rodada com eles, etc.
Em um momento, escuto ela dizer: Bom, love, já vou indo pra você continuar estudando.
Ele: Obrigado, mãe, me faz bem espairecer e, posso te falar uma coisa, mãe, sem você ficar brava ou contar pro pai?
Ela: Claro, love, aliás, nem contei o que aconteceu naquela vez na piscina, quando ouvi seu pai se aproximando e tirei de cima de você, isso e porque sentia que você estava me bicando kkk.
Ele: É, pensei que você tinha contado, mas que bom, capaz que ele me xingue ou me bata.
Ela: Não falei nada, fica tranquilo. Bom, me fala logo, porque você sabe que sou muito curiosa.
Ele: Você não vai ficar brava? Promete?
Ela: Sim, love, não fico brava, nem nada. Prometo.
Ele: Desde aquela vez da piscina, eu queria te ver mais usando aquele biquíni ou parecido, te deixa muito gostosa.
Ela: Ai, love, você acha mesmo que eu fico gostosa? Olha bem.
Ele: Sim, mãe, você tá muito bem agora com esse short, mas a verdade é que gosto mais de te ver de biquíni. Só era isso, espero que não fique brava comigo.
Ela: De jeito nenhum, love, fico lisonjeada. Bom, bom, já vou indo pra te deixar estudar.
Sinto que ela vai sair e eu vou pro quarto como se estivesse saindo e pergunto o que aconteceu, tudo bem, ela me diz que sim, que ele estava preocupado com a prova, porque não quer abaixar a média. E que ficou um tempo com ele fazendo hora enquanto comia (e comia ela com os olhos, imagino kkk) pra ele relaxar da prova.
O resto do dia passou sem novidade.
Já no fim de semana, lembrando daquela ocasião em que meu filho queria ver ela de biquíni de novo, sugeri que ficássemos na piscina de novo. Mas dessa vez eu queria fazer com que houvesse uma aproximação entre eles e, sabendo que eu era um obstáculo pro meu filho agir, tive a ideia de fazer o seguinte:
Estando todos na piscina brincando, nadando, dando uns amassos na minha mulher de forma sutil, ela ela apenas sorria, de forma nervosa. Pra preparar ela pro que eu pretendia fazer.
Num momento, decidi sair da água com a desculpa de que ia ao banheiro, me troco e começo a enrolar dentro de casa num lugar onde nenhum dos dois pudesse me ver e eu pudesse ouvir. Vejo meu filho se aproximar dela e começarem a conversar.
Ele: Mãe, esse biquíni que você tá usando te deixa muito, muito, mas muito gostosa.
Ela: Ai, love, que coisa você fala, me deixa envergonhada.
Ele: Sério, você tem um corpão que ninguém da escola chega perto de você.
Ela: Ai, love, para de me elogiar que eu vou acabar acreditando.
Pra ninguém desconfiar, voltei pra junto deles, mas falei que recebi um e-mail do trabalho pra revisar umas cláusulas do contrato. Então ia pro escritório que tenho em casa pra me conectar e revisar com calma. (Claro que não ia ser assim, mas eles não sabiam)
Me afasto e volto pra mesma posição onde podia ver e ouvir o que diziam. Se algum deles entrasse, eu poderia dizer que tava indo pegar água e ver como andavam.
Naquele momento, vejo meu filho nadando de um lado pro outro, minha esposa tava de costas, olhando nosso filho nadar.
Num instante, vejo ele se aproximar, jogar água nela e fazer ela começar a revidar a brincadeira, e eles começam uma guerra de água. Nesse momento, ele mergulha e abraça ela, levantando ela como fez naquela outra ocasião. Ela se agarra nele, com as pernas, brincando, e as mãos dele pousaram direto na bunda dela. Pois o biquíni era menor que o anterior (eu escolhi de propósito pra essa ocasião). Vejo eles começarem a se debater na brincadeira, mas era mais carinho do que brincadeira, eu sabia pela expressão da minha esposa, que tava toda vermelha por causa das pegadas que nosso filho dava nela. Durante esse tempo, eles foram se encostando na borda da piscina mais próxima, e quando encostaram, pude ver ela colocar as mãos na cabeça dele e direcionar pros peitos dela. Ele não perde a oportunidade de começar a beijá-los. Ela, por sua vez, inclina a cabeça pra trás pra aproveitar o momento. os beijos que o filho dela dava nela.
Naquele momento, eu escuto minha esposa começar a gemer baixinho.
Ela: Ahh, ahhh, ahhh, love. Is-isso tá errado, não ahhhh, não devia ahhh a gente devia fazer isso, seu pai pode chegar ahhh.
Ele não liga, continua beijando ela no meio dos peitos, aí eu vejo ele beijando por cima do tecido do biquíni, o mamilo que já tava bem marcado, e minha esposa começa a gemer mais forte.
Ela: Ahhh, love, love. Não faz isso comigo, é uma área muito sensível, para love, pa-para, pa-aaaahhhhh, ai love.
Aí eu noto que meu filho aperta ela e vejo ele fazendo movimentos na água, acho que ele gozou com a sensação e os gemidos da mãe dele.
Ela: Já me solta, love, já terminei. Ai love, isso foi errado, não sei como deixei você fazer isso. A gente machucou seu pai assim.
Ele: Desculpa mãe, é que na real desde a primeira vez que te vi de biquíni, eu fico de pau duro e não consegui evitar. Desculpa, cê deve tá pensando que eu sou um monstro ou um doente.
Ela: Não love, não fala isso, nunca vou pensar isso de você. Mas o que a gente fez não tá certo, imagina se seu pai vê e vira a terceira guerra mundial. Não se preocupa, não vou falar nada, vamos entrar em casa antes que seu pai veja a gente assim.
Quando vi eles começando a sair da água, decidi ir pro escritório fingir que tava lendo o contrato, com uma ereção que até doía.
Quando vejo minha esposa entrar meio acalorada (por motivos óbvios, deixei ela com vontade), ela me pergunta se falta muito pra eu terminar. Falei que faltava um pouco, perguntei por quê, ela disse que nada não. Mas como eu tava vendo ela e com a tesão que tava pelo show que vi, falei:
Eu: Sabe, faz tempo que você não me faz um boquete aqui embaixo da escrivaninha, e te ver assim me dá vontade de você fazer. Topa?
Ela: Ai meu amor, cê tá muito tarado, mas... me dá um tempo que eu vejo o que nosso filho tá fazendo e volto.
Aí vejo ela saindo do jeito que tava, só de biquíni mesmo, não vestiu mais nada. Minutos depois ela volta e me fala que mandou ele entrar no banho. Ela: Enquanto seu filho toma banho, posso te fazer, meu amor.
Ela se ajoelha, começa a me tocar, percebe que está bem durinho e me diz: "ai, love, já deixou preparado pra mim". Ela abaixa meu short e minha cueca juntos, ao mesmo tempo, e começa a me fazer um boquete de campeão.
Percebo que ela começa a se tocar também, enquanto me faz o oral.
Ela: Glup. Glup, love, que delícia, que durinha você tá, quer gozar na minha boca, na cara ou nos peitos?
Eu disse que adoro ver ela com minha porra nos peitos. Ela começa a me fazer o oral mais gostoso e rápido, e quando aviso que tô quase gozando, ela puxa o biquíni pro lado, começa a fazer uma cubana com eles e eu falo: "já tô quase, love".
Ela: Me dá, love, me dá, meu rei, assim, assim... e ela começa a tremer de tanto gozar.
Na hora de terminar, eu jorro nos peitos dela, na cara, e falo pra ela limpar com a boca, coisa que ela faz com todo gosto. Ela se levanta, limpa a boca e me diz: "agora vou pro nosso banheiro tomar um banho. Beijos, meu love".
Eu fico extasiado com a experiência que vivi e fico pensando até onde estou disposto a ir e se ela também estaria.
A imagem é uma representação de como minha esposa estava naquele dia.
Ao ouvir meu filho se masturbando pensando na mãe dele, tive uma onda de excitação como nunca tinha sentido antes.
Fui até minha mulher, dei um beijo apaixonado, comecei a apalpar o corpo inteiro dela, ela me perguntou o porquê, eu disse que ver ela daquele jeito naquele biquíni me deixou excitado, quando ela viu minha ereção, pegou nela e me disse com aquele sorriso safado que é a marca dela:
– Ai, love, você tá assim só de me ver? Acho que vou andar sempre assim pra te ter desse jeito.
Fomos pro quarto, comecei a beijar os lábios dela, enquanto minhas mãos exploravam o corpo dela, cada centímetro era tocado pelos meus dedos, e enquanto eu beijava o pescoço dela, ouvia os gemidos contidos, então falei:
Eu: – Não se segura, você sabe que isso me deixa mais louco.
Ela: – Mas, love, o Adão pode nos ouvir.
Eu: – Esquece ele, com certeza tá jogando com o fone de ouvido e não vai te escutar.
Como ela ainda tava hesitando, desci devagar, arranquei a parte de baixo do biquíni que ela usava e aspirei a buceta dela, cheirava a mulher, a mulher excitada, rocei meu nariz na parte íntima dela e ela suspirou. Ahhh, a-love, não faz isso comigo, você sabe que eu adoro e não consigo segurar o gemido.
Então fiz de novo e passei a língua rápido, ela: Ahhh love, por favor, nosso filho pode nos ouvir.
Eu, sabendo que ele tava se masturbando pensando nela, ignorei, então comecei a fazer oral com toda a intenção de fazer ela se perder no prazer e começar a gemer.
Ela: AHHH, assim, minha vida, assim, AHHHH, você vai me fazer gritAAAR, ¡¡¡AHHH!!!
Quando tô chupando o clitóris dela, ela começa a ter um orgasmo brutal.
Ela: AHHHH, eu-eu tô gozando, love, love, por favor, se você continuar eu vou gozar AHHH MMMMM…
Ela tremendo com os espasmos do orgasmo, eu subo em cima dela, coloco as pernas dela nos meus ombros e vou esfregando minha ereção na entrada, e ela me diz:
Ela: Por favor, love, por por favor, já mete, não me faz esperar, por favor.
Nesse momento eu penetro ela devagar e ela começa a tremer de outro orgasmo que estava tendo. Começo a me mover de um jeito firme, movimentos lentos, rápidos, profundos, ela fica louca de prazer, começa a gemer mais alto, ela quer pegar um travesseiro pra tampar a boca e eu tiro dele e ela me fala: Por favor, love, não faz isso comigo, me deixa gritar.. AHHH, por favor, ai não, ai não, tô gozando, tô gozando, love… não para, NÃO PARA, NÃO PARA, ISSO, ISSO ISSO, CONTINUA ASSIM, ASSIM.. AHHHHHH… Quando tô quase gozando, eu aviso ela e ela me prende com as duas pernas com a pouca força que tem, vejo ela virar os olhos e começar a tremer do orgasmo que tava tendo de novo. A gente goza junto ao mesmo tempo.
Nesse momento que eu saio de dentro dela, vejo por um instante uma sombra na porta do nosso quarto que tava entreaberta e que se afasta rápido, consegui ouvir os passos rápidos, descalços do meu filho. Ele tinha nos visto de novo.
Durante a semana não teve mais incidentes, porque ele tava no período de provas bimestrais, então ele ficava no quarto dele estudando pras provas. Numa vez que ele ia fazer prova de matemática, ele ficou trancado estudando.
Nessa vez, como já é costume, ela tava usando um micro short e uma camiseta esportiva, com o sutiã, com o cabelo preso e eu falei pra ela levar um lanche pro nosso filho que tava estudando matemática. Ela aceita, leva o lanche, eu fico de olho no que pode ou não rolar, quando ela fecha a porta eu chego perto o bastante pra escutar
Ela: Filho, deixa isso um momento e come alguma coisa, às vezes você precisa arejar a mente. Trouxe isso pra você comer e descansar um pouco.
Ele: Já sei, mãe, mas você sabe que eu gosto de me preparar pra matemática e dessa vez é pesada.
Ela: Sim, love, mas você precisa descansar um pouco, aliás, vem aqui, senta aqui.
Ele: Tô indo
Devo supor que ele sentou junto com ela na cama, porque começaram a falar de várias coisas, de como ela acha que foi nas outras matérias, dos amigos dela, que terminou uma rodada com eles, etc.
Em um momento, escuto ela dizer: Bom, love, já vou indo pra você continuar estudando.
Ele: Obrigado, mãe, me faz bem espairecer e, posso te falar uma coisa, mãe, sem você ficar brava ou contar pro pai?
Ela: Claro, love, aliás, nem contei o que aconteceu naquela vez na piscina, quando ouvi seu pai se aproximando e tirei de cima de você, isso e porque sentia que você estava me bicando kkk.
Ele: É, pensei que você tinha contado, mas que bom, capaz que ele me xingue ou me bata.
Ela: Não falei nada, fica tranquilo. Bom, me fala logo, porque você sabe que sou muito curiosa.
Ele: Você não vai ficar brava? Promete?
Ela: Sim, love, não fico brava, nem nada. Prometo.
Ele: Desde aquela vez da piscina, eu queria te ver mais usando aquele biquíni ou parecido, te deixa muito gostosa.
Ela: Ai, love, você acha mesmo que eu fico gostosa? Olha bem.
Ele: Sim, mãe, você tá muito bem agora com esse short, mas a verdade é que gosto mais de te ver de biquíni. Só era isso, espero que não fique brava comigo.
Ela: De jeito nenhum, love, fico lisonjeada. Bom, bom, já vou indo pra te deixar estudar.
Sinto que ela vai sair e eu vou pro quarto como se estivesse saindo e pergunto o que aconteceu, tudo bem, ela me diz que sim, que ele estava preocupado com a prova, porque não quer abaixar a média. E que ficou um tempo com ele fazendo hora enquanto comia (e comia ela com os olhos, imagino kkk) pra ele relaxar da prova.
O resto do dia passou sem novidade.
Já no fim de semana, lembrando daquela ocasião em que meu filho queria ver ela de biquíni de novo, sugeri que ficássemos na piscina de novo. Mas dessa vez eu queria fazer com que houvesse uma aproximação entre eles e, sabendo que eu era um obstáculo pro meu filho agir, tive a ideia de fazer o seguinte:
Estando todos na piscina brincando, nadando, dando uns amassos na minha mulher de forma sutil, ela ela apenas sorria, de forma nervosa. Pra preparar ela pro que eu pretendia fazer.
Num momento, decidi sair da água com a desculpa de que ia ao banheiro, me troco e começo a enrolar dentro de casa num lugar onde nenhum dos dois pudesse me ver e eu pudesse ouvir. Vejo meu filho se aproximar dela e começarem a conversar.
Ele: Mãe, esse biquíni que você tá usando te deixa muito, muito, mas muito gostosa.
Ela: Ai, love, que coisa você fala, me deixa envergonhada.
Ele: Sério, você tem um corpão que ninguém da escola chega perto de você.
Ela: Ai, love, para de me elogiar que eu vou acabar acreditando.
Pra ninguém desconfiar, voltei pra junto deles, mas falei que recebi um e-mail do trabalho pra revisar umas cláusulas do contrato. Então ia pro escritório que tenho em casa pra me conectar e revisar com calma. (Claro que não ia ser assim, mas eles não sabiam)
Me afasto e volto pra mesma posição onde podia ver e ouvir o que diziam. Se algum deles entrasse, eu poderia dizer que tava indo pegar água e ver como andavam.
Naquele momento, vejo meu filho nadando de um lado pro outro, minha esposa tava de costas, olhando nosso filho nadar.
Num instante, vejo ele se aproximar, jogar água nela e fazer ela começar a revidar a brincadeira, e eles começam uma guerra de água. Nesse momento, ele mergulha e abraça ela, levantando ela como fez naquela outra ocasião. Ela se agarra nele, com as pernas, brincando, e as mãos dele pousaram direto na bunda dela. Pois o biquíni era menor que o anterior (eu escolhi de propósito pra essa ocasião). Vejo eles começarem a se debater na brincadeira, mas era mais carinho do que brincadeira, eu sabia pela expressão da minha esposa, que tava toda vermelha por causa das pegadas que nosso filho dava nela. Durante esse tempo, eles foram se encostando na borda da piscina mais próxima, e quando encostaram, pude ver ela colocar as mãos na cabeça dele e direcionar pros peitos dela. Ele não perde a oportunidade de começar a beijá-los. Ela, por sua vez, inclina a cabeça pra trás pra aproveitar o momento. os beijos que o filho dela dava nela.
Naquele momento, eu escuto minha esposa começar a gemer baixinho.
Ela: Ahh, ahhh, ahhh, love. Is-isso tá errado, não ahhhh, não devia ahhh a gente devia fazer isso, seu pai pode chegar ahhh.
Ele não liga, continua beijando ela no meio dos peitos, aí eu vejo ele beijando por cima do tecido do biquíni, o mamilo que já tava bem marcado, e minha esposa começa a gemer mais forte.
Ela: Ahhh, love, love. Não faz isso comigo, é uma área muito sensível, para love, pa-para, pa-aaaahhhhh, ai love.
Aí eu noto que meu filho aperta ela e vejo ele fazendo movimentos na água, acho que ele gozou com a sensação e os gemidos da mãe dele.
Ela: Já me solta, love, já terminei. Ai love, isso foi errado, não sei como deixei você fazer isso. A gente machucou seu pai assim.
Ele: Desculpa mãe, é que na real desde a primeira vez que te vi de biquíni, eu fico de pau duro e não consegui evitar. Desculpa, cê deve tá pensando que eu sou um monstro ou um doente.
Ela: Não love, não fala isso, nunca vou pensar isso de você. Mas o que a gente fez não tá certo, imagina se seu pai vê e vira a terceira guerra mundial. Não se preocupa, não vou falar nada, vamos entrar em casa antes que seu pai veja a gente assim.
Quando vi eles começando a sair da água, decidi ir pro escritório fingir que tava lendo o contrato, com uma ereção que até doía.
Quando vejo minha esposa entrar meio acalorada (por motivos óbvios, deixei ela com vontade), ela me pergunta se falta muito pra eu terminar. Falei que faltava um pouco, perguntei por quê, ela disse que nada não. Mas como eu tava vendo ela e com a tesão que tava pelo show que vi, falei:
Eu: Sabe, faz tempo que você não me faz um boquete aqui embaixo da escrivaninha, e te ver assim me dá vontade de você fazer. Topa?
Ela: Ai meu amor, cê tá muito tarado, mas... me dá um tempo que eu vejo o que nosso filho tá fazendo e volto.
Aí vejo ela saindo do jeito que tava, só de biquíni mesmo, não vestiu mais nada. Minutos depois ela volta e me fala que mandou ele entrar no banho. Ela: Enquanto seu filho toma banho, posso te fazer, meu amor.
Ela se ajoelha, começa a me tocar, percebe que está bem durinho e me diz: "ai, love, já deixou preparado pra mim". Ela abaixa meu short e minha cueca juntos, ao mesmo tempo, e começa a me fazer um boquete de campeão.
Percebo que ela começa a se tocar também, enquanto me faz o oral.
Ela: Glup. Glup, love, que delícia, que durinha você tá, quer gozar na minha boca, na cara ou nos peitos?
Eu disse que adoro ver ela com minha porra nos peitos. Ela começa a me fazer o oral mais gostoso e rápido, e quando aviso que tô quase gozando, ela puxa o biquíni pro lado, começa a fazer uma cubana com eles e eu falo: "já tô quase, love".
Ela: Me dá, love, me dá, meu rei, assim, assim... e ela começa a tremer de tanto gozar.
Na hora de terminar, eu jorro nos peitos dela, na cara, e falo pra ela limpar com a boca, coisa que ela faz com todo gosto. Ela se levanta, limpa a boca e me diz: "agora vou pro nosso banheiro tomar um banho. Beijos, meu love".
Eu fico extasiado com a experiência que vivi e fico pensando até onde estou disposto a ir e se ela também estaria.
A imagem é uma representação de como minha esposa estava naquele dia.
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