Quase fui pega pelo marido no meio da foda 3

Para quem me pediu pra eu me mostrar numa foto, bom, aqui está. Uma de perfil pra vocês verem a cara que eu fazia pro Steven.Quase fui pega pelo marido no meio da foda 3—Mami, me empresta essa buceta... quero estrear ela direitinho hoje —ele sussurrou pra mim, quero te arrebentar, você é toda gostosa e me excita te fazer gritar e ver essa bunda enorme engolindo minha pica. Eu tava pegando fogo. O medo de uns minutos atrás tinha virado uma entrega total. —Me dá, Steven! Faz o que quiser comigo! —gritei, perdendo a cabeça e sem ligar se meu filho pudesse ouvir. Ouvi o som da saliva dele caindo da boca na entrada da minha buceta, mas eu sabia que não ia ser suficiente, então falei que no banheiro tinha óleo de amêndoas. Ele pegou o frasco e começou a passar no pau dele e na entrada da minha buceta. Se ajeitou atrás de mim e, sem muita cerimônia, senti a ponta do pauzão dele procurando a entrada proibida kkkk. Com uma empurrada firme e lenta, ele começou a abrir caminho.vadia—Ai, caralho! —escapou um grito e um gemido bem forte por causa da dor que comecei a sentir, cravando as unhas no colchão. Sentia a pressão na minha bunda e a dor pelo tamanho do pau dele. Doía, me esticava de um jeito irreal, mas aquela dor vinha acompanhada de uma corrente que percorria minha espinha. Steven não teve pena; assim que a cabeça entrou, ele deu uma estocada seca que me preencheu por completo, mas ao mesmo tempo me fez soltar um gemido forte enquanto eu apertava os lençóis.gostosaSentir aquela grossura abrindo meu cu enquanto ele me puxava pelo cabelo pra me manter na posição me fez ver estrelas. Ele começou a me bombar com uma força bruta, eu não parava de gritar, com a voz já rouca, enquanto sentia ele me desmontando por dentro. O prazer era tão intenso que turvava minha visão; era uma sensação de plenitude que me fascinava e ao mesmo tempo me desequilibrava com a dor, fazendo meus gemidos e gritos ficarem incontroláveis. A gente tava no meio da foda quando a porta faz barulho. — Mami, cê tá bem? Era meu filho batendo, se ele resolvesse abrir já que não tinha tranca, me encontraria totalmente nua com o Steven, meu amante bem dotado, com o pau inteiro no meu cu até o fundo, e eu de quatro com a bunda empinada mostrando até a alma pro Steven. Tentei segurar a respiração pra parecer calma, o que foi difícil pra caralho recebendo a foda infernal do Steven que me fazia gemer demais. — Tô sim, meu amor, tô fazendo exercício, mas não entra porque passei inseticida. — Ok, mami, é que cê tava gritando e eu fiquei preocupado. Vou ver TV. — Tô sim, love, tô bem, muito bem. Ele continuou me penetrando bem forte no meu cu.infielDe repente, o Steven soltou um grunhido animalesco e deu as estocadas finais, enterrando até a base da pica dele sem nenhuma piedade, o que doía pra caralho, mas me excitava demais.cornoSenti o calor da ejaculação dele enchendo toda a minha bunda, era muita porra que ele tava me dando, uma pressão que fez as paredes do meu cu pulsarem em volta dele e eu apertar minhas nádegas pra espremer até a última gota. Ele ficou ali, me esmagando com o peso dele, suado e exausto, enquanto eu ficava ofegante, com as pernas bambas, a alma no chão de tanto prazer e o cu dolorido e cheio do sêmen dele. Depois a gente ficou ali jogado na cama bagunçada. O silêncio da casa, que dez minutos atrás era de terror, agora era cúmplice. O Steven tava deitado de barriga pra cima, ofegando, com o torso perfeito brilhando de suor e o pauzão dele ainda meio duro descansando na coxa, e eu com a cabeça apoiada no peito dele e meu cu expulsando todo o sêmen. A gente começou a rir, uma risada nervosa e cheia de adrenalina por quase ter sido pegos pelo policial. Me aproximei do ouvido dele e, enquanto desenhava os abdominais com a ponta dos dedos, soltei a bomba: — Steven... tenho que confessar uma coisa. Tô grávida. Era um segredo que eu guardava e que eu sabia que não era dele, mas queria assustá-lo kkkk mas vi como os olhos dele arregalaram de puro susto e ele ficou pálido num segundo, com certeza se imaginando com fraldas e uma viatura perseguindo ele pela cidade toda. Mas antes que ele dissesse qualquer coisa, eu soltei uma gargalhada e acalmei ele. — Relaxa, que é do meu marido. Ele me pediu um segundo filho e a gente tem transado pra conseguir. Já fiz o teste e deu positivo, mas queria ver sua reação kkkk. O Steven soltou um suspiro de alívio e começou a rir comigo, relaxando os ombros. — Que bom, quase me mata do susto, mami! — ele disse, me puxando de volta pra perto dele —. E agora? A gente vai parar de transar por causa disso? Mas se eu pudesse, eu te engravidava, viu. Dei um tapa brincalhão no braço dele e cravei o olhar. — Nem louca! Tô te contando porque agora que já tô grávida, não tem mais risco de nada. A partir de agora a gente vai poder transar sem preocupações, além disso se você tivesse me engravidado eu teria dito pro meu marido que era dele, por isso mesmo que você gozasse dentro da minha buceta eu não tomava a pílula, porque meu marido me enchia de porra toda noite pra eu engravidar, mas agora Steven... Você não tem que se preocupar, me enche de porra. Assim que eu disse isso, vi como o pauzão dele reagiu na hora, ficando duro que nem um cacete de novo. Steven pulou da cama, segurou minha cara com aquelas mãos grandes e me deu um beijo animado, cheio de uma luxúria nova. Saber que agora ele podia me encher por completo sem preocupação, sem freio e com a "desculpa" perfeita da gravidez na frente do meu marido, deixou ele feito um bicho no cio. Steven não perdeu nem um segundo. —Vem cá, gostosa! —ele rosnou, me agarrando pelas coxas e me puxando pra beira da cama com uma força que me fez soltar um grito de puro tesão. Ele abriu minhas pernas por completo, expondo minha buceta pro olhar faminto dele. Se acomodou entre minhas coxas e, sem rodeios, encostou a cabeça do pau na minha entrada. Sentir o calor direto da carne dele contra a minha, aquele roçar molhado e vivo que eu tinha sentido tanta falta, me fez arquear as costas antes mesmo dele entrar. Com uma estocada profunda, Steven se enterrou em mim de uma vez só. —Filho da puta! —eu gemi com a voz trêmula, sentindo a grossura dele esticar as paredes da minha buceta de um jeito bem agressivo, mas gostoso pra caralho. Sentir ele lá no fundo do meu ser era uma sensação de plenitude absoluta. Steven começou a me bombar com uma cadência bruta, os abdominais de aço dele batendo na minha barriga, onde já crescia o filho de outro, mas onde só ele mandava naquele momento. As mãos grandes dele apertavam meus peitos com uma possessão que me deixava louca, enquanto ele devorava minha boca com beijos que tinham gosto de céu.muito gostosa—Assim que eu queria te sentir, apertadinha e gostosa! —me dizia no ouvido, acelerando o ritmo até que as estocadas viraram golpes rítmicos que faziam a cama do meu marido ranger. Eu não aguentava mais. Me agarrava nos ombros tensos dele, sentindo o relevo das veias sob meu toque, enquanto o prazer me cegava. Saber que ele estava me enchendo de porra uma e outra vez me excitava, que o leite dele estava se misturando com o meu, me fez chegar a um orgasmo tão violento que senti que ia desmaiar. Steven soltou um grunhido animalesco, se enterrou até a raiz e se esvaziou dentro de mim com uma força que me fez pulsar ao redor dele por um bom tempo. Ficamos ali, fundidos num abraço suado e pegajoso, curtindo o segredo mais sujo e delicioso do mundo. Meu marido achava que estava formando uma família, sem saber que o segundo filho dele tinha me ajudado a me entregar de corpo e alma ao garanhão de 24 anos que me fazia sentir mulher de verdade e que enchia minha boca, meu cu e minha buceta com o esperma dele. Depois daquele round tão intenso, a adrenalina continuava nas alturas. Entramos no banho juntos pra tirar o rastro da batalha, mas a água quente só serviu pra acender a chispa de novo. Debaixo do chuveiro, Steven me abraçava por trás, passando as mãos grandes pela minha barriga de grávida que ainda nem aparecia, acariciando com uma mistura de tesão e carinho. Sentia o pauzão dele roçando na minha bunda, ainda firme e quente entre a água e o sabão. —Mami, você não sabe o que me dá tesão pensar que vou te comer quando você estiver barriguda e vou te dar umas sentadas bem gostosas—me sussurrava no ouvido enquanto mordia meu ombro—. Quero sentir como sua buceta me aperta estando prenha, te sentir toda minha de verdade. A gente ria e se beijava debaixo do jato d'água, nos sentindo os donos do mundo por ter passado a perna no "cuck" do meu marido daquele jeito tão descarado. Mas o tempo tava voando e a gente já tinha ficado tempo demais trancados no banheiro. Saímos pra nos secar e trocar de roupa rápido antes que meu marido chegasse. Mas fiquei besta olhando ele se vestir. Steven vestiu a cueca box cinza e o volume que marcava era uma loucura. Ver ele parado ali, com aqueles abdominais perfeitos, me deu uma urgência que não consegui controlar. Tava tão tesuda que, sem pensar duas vezes, me ajoelhei no chão na frente dele. Ele me olhou surpreso, soltando uma risada rouca. — De novo, mamãe? Você não se satisfaz com nada — ele disse, mas ficou parado, curtindo minha entrega. Desci a cueca dele devagar e, ao ver aquela pica veiuda pulando de novo na minha cara, comecei a chupar com uma gulodice desesperada. Eu amava a vista de baixo; ver os músculos tensos dele, os braços veiudos e aquele olhar de poder que ele fazia quando eu tava aos pés dele. Saborear cru, sentir o cheiro e o gosto daquela rola gostosa, era a confirmação de que essa gravidez era a melhor coisa que podia ter acontecido pro nosso prazer. Depois daquele último contato no chão, Steven terminou de se vestir correndo, ainda com a respiração ofegante e aquele sorriso de superioridade de quem sabe que te deixou marcada. Eu o tirei pela porta dos fundos bem quando o sol começava a cair. Vê-lo indo embora me deixou com um vazio na buceta que só a lembrança do pauzão dele podia preencher. Tive só 2 horas quando ouvi a viatura estacionar de verdade pra ficar, meu coração deu um pulo, mas dessa vez de pura adrenalina de atriz. Meu marido entrou com o uniforme vestido, parecendo cansado e com aquele cheiro de rua e escritório que tanto me entediava. Ele me viu ali, sentada no sofá com uma expressão que ele confundiu com ternura. — Gordo, vem cá... tenho uma coisa pra te falar — soltei, fingindo que minha voz tremia de "emoção". Ele tirou o boné, sentou do meu lado e segurou minha mão. Quando soltei que o teste tinha dado positivo e que finalmente teríamos o segundo filho que ele tanto pediu, o rosto dele se iluminou. Ele me abraçou com uma força que me fez lembrar como Steven me apertava há algumas horas, e me plantou um beijo longo nos lábios. Eu correspondia ao beijo, fechando os olhos e sentindo ainda o rastro de Steven na minha boca, o sabor daquele garanhão que tinha me deixado de joelhos minutos antes. Meu marido acariciava minha barriga, jurando que cuidaria de todos nós, sem desconfiar que aquele bebê era minha desculpa para me entregar sem freios ao prazer proibido. —Você é a melhor mulher do mundo — ele me disse no ouvido, me dando um beijo na bochecha. Eu só sorri, me sentindo dona de um segredo absoluto: enquanto meu esposo celebrava sua paternidade, eu celebrava que, a partir de amanhã, toda vez que Steven viesse, não haveria mais nada que nos separasse nem que pudéssemos ter um erro. Apesar das náuseas e do cansaço típicos da gravidez, meu corpo pedia aos gritos sua dose de Steven, aliás, eu estava ainda mais safada. Amava a sensação do pauzão dele entrando em mim. Ao terminar, sentir o cum dele escorrendo da minha buceta me fazia sentir mais viva e marcada por ele do que nunca. Até o quinto mês, ainda fugíamos para motéis para transar com tudo, mas conforme a barriga crescia e os movimentos ficavam mais pesados, mudamos a estratégia. Meu marido, o policial, saía de madrugada para seus turnos de vigilância, deixando a cama quente. Assim que eu ouvia a viatura se afastando, minha mão voava para o celular. —Ele já foi. Vem rápido, que eu tô morrendo de vontade — eu escrevia para Steven. Ele chegava como um fantasma. Entrava na cama que meu esposo acabava de deixar e acalmava minhas vontades com uma força que me fazia esquecer qualquer mal-estar. Ver os abdominais definidos dele sob a luz da lua que entrava pela janela, enquanto ele me possuía com cuidado mas com firmeza, era meu ritual sagrado. Ele me comia de quatro, eu cavalgava nele, e se ele me pegava com força, cuidava do meu bebê. Assim seguimos, mês após mês, desafiando a lógica e o perigo, até chegar o dia do parto. Depois que o bebê nasceu e as coisas se Acalmamos em casa, o fogo com o Steven não apagou, mas tivemos que optar pela camisinha. Quando meu marido saía de madrugada, o Steven continuava chegando na minha cama, só que agora a camisinha virou nossa aliada pra evitar surpresas, às vezes eu até dava o presente de deixar ele me comer sem camisinha e eu tomava a pílula. Ele entrava em silêncio, e a gente se perdia no prazer casual daquelas horas proibidas. Minha história com o Steven foi um fogo delicioso. Mas o clima em casa começou a mudar. Meu marido ficou muito ciumento. Não sei se ele desconfiava de algum homem ou se simplesmente intuía que a mulher dele estava mais radiante e satisfeita do que o normal, ou se tava na cara algo além das marcas que ele me deixava kkkk. Então, por segurança, decidimos dar uma pausa. Passávamos semanas sem nos ver, mas quando voltávamos, voltávamos recarregados, com uma fome que fazia as paredes da casa tremerem. Nesses intervalos, a vida do Steven também mudou; ele começou a sair com outras minas e, finalmente, me confessou que tinha entrado de cabeça no mundo swinger como "single". Esse foi um ponto de virada. Embora o desejo continuasse ali, a dinâmica mudou e a gente parou com aqueles encontros semanais. Isso sim, não vou mentir: teve umas recaídas. Uma ou outra noite de bebida onde a cachaça me deixava corajosa e o corpo pedia aos gritos aquele pauzão que me conhecia tão bem. Eu ligava pra ele, ele chegava com aquela agilidade de sempre, e por algumas horas a gente voltava a ser aqueles amantes fugitivos que burlavam a lei no próprio quarto. Hoje, toda vez que vejo meu marido com o uniforme dele, não consigo evitar um sorrisinho interno. Ele acha que sabe de tudo, mas eu guardo na memória cada canto onde o Steven me fez sentir viva e como um dia eu o escondi no depósito da minha casa enquanto ele tava em casa.

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