Ano novo em Madri (6)
Dani tinha gozado em cima da irmã enquanto ela chupava a pica do Manolo, o namorado dela.
Ela se sentiu envergonhada e puxou o namorado, levando ele pro quarto. Oi Marta, pra mim teu irmão é um cara de confiança. E daí com isso? Não vai contar nada do que vocês fazem? Mas Manolo, você tá com ideia de fazer alguma coisa de novo? É que agora, depois dessa noite. Manolo, você é um caso sério, cara…
Manolo se jogou em cima da Marta e a beijou. A Marta tentava desviar do beijo, mas a insistência do Manolo era maior. Agora estamos sozinhos, Marta É que Manolo, você não para nunca? Sou muito safadinho, garota… É claro que sim Quer que eu te conte uma coisa?
Manolo olhou pra Marta com malícia. Ela não conseguiu deixar de sentir aquela curiosidade e só respondeu. Vamos lá, Manolo, conta...
Manolo se acomodou na cama e disse pra Marta:
- Você conhece a Montse, a amiga da minha irmã? Sim, Manolo, mas a que vem isso Espera… é grande
Manolo se acomodou na cama e Marta se deitou por cima dele Eu era moleque e ela e minha irmã viviam zoando que iam estudar medicina as duas. Uma tarde lá em casa, nós três juntos, elas começaram a me encher o saco pra brincar de que eram doutoras e eu o paciente delas… Eu falei pra elas pararem de zoar, mas insistiram. Eu curtia a Montse, pra ser sincero. Você era um puto safado quando criança, Manolo. Sim. A parada é que elas começaram a brincar e num certo momento me deitaram na cama da minha irmã, cada uma de um lado. Me despiram, deixando só de cueca. Ficaram me examinando o corpo todo, e foi a Montse que avançou e, com a mão, acariciou meu peito e foi descendo. Elas se olharam quando viram a barraca armada na minha cueca. "Parece que o paciente tá muito bem." A Montse passou o iPod por cima do volume, fingindo que era um estetoscópio. Eu já não aguentava mais. Ai, Manolo, o que você tá me contando? É verdade ou você tá inventando? Te juro, Marta, que é verdade… É que é muito forte, sua irmã… e você. Bom, então a Montse, que era mais promíscua que minha irmã e mais ousada, disse "a gente tem que dar uma olhada direito" e tirou a minha roupa. Eu já tinha pelos e o mesmo tamanho de agora, e parece que elas gostaram do que viram porque se sorriram. É que é muito gostosa a sua pica.
Agora Marta acariciava o pacote do namorado. Parecia que a lembrança da história excitava o Manolo, porque o pau dele estava ficando duro devagar. Se continuar assim, garota, não vai dar certo a história Continua, Manolo, continua contando. Quando me baixaram, me deixaram completamente nu, começaram uma revista e encostavam o aparelho na minha pica, que estava estourando. Como agora Sim, como agora. Bom, o negócio é que minha irmã não pronunciava nenhuma palavra, mas ajudava em tudo. Quando a Montse pediu pra ela segurar minha rola, ela segurou e levantou pra verificar uma coisa, e foi minha própria irmã que, com um dedo, tocou na ponta e brincou com o líquido que saía. "Olha, Montse, tá vazando." Continuaram com a brincadeira e foi a Montse que começou uma masturbação lenta enquanto dizia: "O paciente tá sentindo dor?" Não, eu disse. E foi aí que a Montse olhou pra minha irmã: "Continua você" e ela continuou. Ela fazia com uma suavidade e um ritmo que me enlouqueciam. Ai, Manolo, cara, por que você tá me contando isso? É que é mais normal do que você pensa, Marta. Já entendi Então, minha irmã continuou e aqui está a parte mais incrível de tudo: eu lembro perfeitamente da maciez da mão dela, do jeito que ela me masturbou, do jeito que avisei que estava prestes a gozar, como ela colocou a outra mão para segurar a gozada, como me limpou com uns lenços de papel que não sei de onde surgiram. O que nunca consegui lembrar é onde Montse estava quando tudo isso aconteceu e depois.
Marta ficou olhando para ele e disse, encarando-o nos olhos:
- Deita, Manolo, e tira a roupa. A cama era assim? Mmmmm Vamos fazer uma terapia pra ver se você lembra, eu serei sua doutora / irmã.
Marta deitou Manolo e se preparou pra fazer uma punheta nele enquanto acariciava o peito dele. É muito excitante isso da sua irmã te fazer uma punheta? Sim, Marta, é muito excitante Agora não sou Marta, não sou tua namorada, sou tua irmã, Manolo.
Marta se levantou um pouco e beijou o namorado enquanto continuava se masturbando. E eu não sou seu namorado, garota, sou o Dani, seu irmão, e é pra ele que você tá fazendo uma punheta linda. Ayyy Manolo, que safada você me deixa E você pra mim, garota… Somos muito tarados, mas eu curto isso Eu também, maninha Somos dois irmãozinhos um pouco perversinhos, né? Chupa minha pica, irmãzinha… Mal posso esperar pra ter a pica do meu irmão na boca. Aghhh não vou aguentar muito, irmãzinha
Tanto o Manolo quanto a Marta não saíam dos seus personagens e continuavam se referindo um ao outro como "irmãozinho ou irmãzinha"
O Manolo estava tão pegando fogo que estava a um passo de gozar. Vou gozar na sua boca, irmã Vou engolir toda a porra do meu irmão Aghhmmmm
Manolo gozou num jato dentro da boca da namorada, que não parou de engolir e engolir.
Quando ela terminou, deixando o pau do namorado todo brilhando, soltou rindo: Agora, irmãozinho, você tem que me fazer gozar Mal posso esperar para chupar a buceta da minha irmã e ver como ela é. Vem pra cá, que mamãe e papai não tão em casa
Manolo se jogou no chão num instante e começou a lamber a buceta da namorada/irmã dele com uma dedicação e um amor que dava pra descrever em palavras Ayyy, maninho, como você chupa bem a minha rola Você gosta, maninha?
Era incrível como eles não conseguiam se desvencilhar do jogo de papéis que estavam encenando.
Principalmente a Marta, que era quem mais estava imersa no personagem de irmã. Não sabia que tinha tão perto todos os putos dias alguém que chupava tão bem a buceta A poucos passos do seu quarto, Marta Olha só o que o meu irmãozinho aprontava, o melhor chupa-buceta do planeta, hein. Quero que você goze na minha boca, irmãzinha Se você continuar assim, não vai faltar muito, irmão de alma…
Manolo não parou de chupar na região onde sabia que levava Marta ao orgasmo, enquanto agora metia dois dedos na buceta dela.
- Ayyy mano, vou gozar na sua boca, continua comendo minha buceta assim, por favor não paraaaa Aggmmmmmmmm
Marta gozou como uma possessa. Manolo sorria com a cara cheia de fluidos, da excitação da sua mina.
- Quero dormir com a minha irmã Eu também, irmãozinho, safado, vem cá.
Aquela noite, Manolo e Marta dormiram juntos. Passaram a noite e não voltaram a tocar no assunto.
Acordaram bem tarde e foram tomar um café com leite com umas torradas com azeite e tomate.
Mais tarde, o Dani apareceu e também agiu como se nada tivesse acontecido.
Claramente, era uma família que sabia representar bem os papéis e atuava de forma impecável.
Os pais ligaram para os irmãos irem para lá, e naquele exato momento aquela noite chegou ao fim.
Os três ficaram com vontade de mais, mas nenhum ousou contrariar os pais Velázquez, que eram tão rígidos.
Continua...
Podem deixar seus comentários emreybaco2005@gmail.comO no Telegram @reybaco2005

Dani tinha gozado em cima da irmã enquanto ela chupava a pica do Manolo, o namorado dela.
Ela se sentiu envergonhada e puxou o namorado, levando ele pro quarto. Oi Marta, pra mim teu irmão é um cara de confiança. E daí com isso? Não vai contar nada do que vocês fazem? Mas Manolo, você tá com ideia de fazer alguma coisa de novo? É que agora, depois dessa noite. Manolo, você é um caso sério, cara…
Manolo se jogou em cima da Marta e a beijou. A Marta tentava desviar do beijo, mas a insistência do Manolo era maior. Agora estamos sozinhos, Marta É que Manolo, você não para nunca? Sou muito safadinho, garota… É claro que sim Quer que eu te conte uma coisa?
Manolo olhou pra Marta com malícia. Ela não conseguiu deixar de sentir aquela curiosidade e só respondeu. Vamos lá, Manolo, conta...
Manolo se acomodou na cama e disse pra Marta:
- Você conhece a Montse, a amiga da minha irmã? Sim, Manolo, mas a que vem isso Espera… é grande
Manolo se acomodou na cama e Marta se deitou por cima dele Eu era moleque e ela e minha irmã viviam zoando que iam estudar medicina as duas. Uma tarde lá em casa, nós três juntos, elas começaram a me encher o saco pra brincar de que eram doutoras e eu o paciente delas… Eu falei pra elas pararem de zoar, mas insistiram. Eu curtia a Montse, pra ser sincero. Você era um puto safado quando criança, Manolo. Sim. A parada é que elas começaram a brincar e num certo momento me deitaram na cama da minha irmã, cada uma de um lado. Me despiram, deixando só de cueca. Ficaram me examinando o corpo todo, e foi a Montse que avançou e, com a mão, acariciou meu peito e foi descendo. Elas se olharam quando viram a barraca armada na minha cueca. "Parece que o paciente tá muito bem." A Montse passou o iPod por cima do volume, fingindo que era um estetoscópio. Eu já não aguentava mais. Ai, Manolo, o que você tá me contando? É verdade ou você tá inventando? Te juro, Marta, que é verdade… É que é muito forte, sua irmã… e você. Bom, então a Montse, que era mais promíscua que minha irmã e mais ousada, disse "a gente tem que dar uma olhada direito" e tirou a minha roupa. Eu já tinha pelos e o mesmo tamanho de agora, e parece que elas gostaram do que viram porque se sorriram. É que é muito gostosa a sua pica.
Agora Marta acariciava o pacote do namorado. Parecia que a lembrança da história excitava o Manolo, porque o pau dele estava ficando duro devagar. Se continuar assim, garota, não vai dar certo a história Continua, Manolo, continua contando. Quando me baixaram, me deixaram completamente nu, começaram uma revista e encostavam o aparelho na minha pica, que estava estourando. Como agora Sim, como agora. Bom, o negócio é que minha irmã não pronunciava nenhuma palavra, mas ajudava em tudo. Quando a Montse pediu pra ela segurar minha rola, ela segurou e levantou pra verificar uma coisa, e foi minha própria irmã que, com um dedo, tocou na ponta e brincou com o líquido que saía. "Olha, Montse, tá vazando." Continuaram com a brincadeira e foi a Montse que começou uma masturbação lenta enquanto dizia: "O paciente tá sentindo dor?" Não, eu disse. E foi aí que a Montse olhou pra minha irmã: "Continua você" e ela continuou. Ela fazia com uma suavidade e um ritmo que me enlouqueciam. Ai, Manolo, cara, por que você tá me contando isso? É que é mais normal do que você pensa, Marta. Já entendi Então, minha irmã continuou e aqui está a parte mais incrível de tudo: eu lembro perfeitamente da maciez da mão dela, do jeito que ela me masturbou, do jeito que avisei que estava prestes a gozar, como ela colocou a outra mão para segurar a gozada, como me limpou com uns lenços de papel que não sei de onde surgiram. O que nunca consegui lembrar é onde Montse estava quando tudo isso aconteceu e depois.
Marta ficou olhando para ele e disse, encarando-o nos olhos:
- Deita, Manolo, e tira a roupa. A cama era assim? Mmmmm Vamos fazer uma terapia pra ver se você lembra, eu serei sua doutora / irmã.
Marta deitou Manolo e se preparou pra fazer uma punheta nele enquanto acariciava o peito dele. É muito excitante isso da sua irmã te fazer uma punheta? Sim, Marta, é muito excitante Agora não sou Marta, não sou tua namorada, sou tua irmã, Manolo.
Marta se levantou um pouco e beijou o namorado enquanto continuava se masturbando. E eu não sou seu namorado, garota, sou o Dani, seu irmão, e é pra ele que você tá fazendo uma punheta linda. Ayyy Manolo, que safada você me deixa E você pra mim, garota… Somos muito tarados, mas eu curto isso Eu também, maninha Somos dois irmãozinhos um pouco perversinhos, né? Chupa minha pica, irmãzinha… Mal posso esperar pra ter a pica do meu irmão na boca. Aghhh não vou aguentar muito, irmãzinha
Tanto o Manolo quanto a Marta não saíam dos seus personagens e continuavam se referindo um ao outro como "irmãozinho ou irmãzinha"
O Manolo estava tão pegando fogo que estava a um passo de gozar. Vou gozar na sua boca, irmã Vou engolir toda a porra do meu irmão Aghhmmmm
Manolo gozou num jato dentro da boca da namorada, que não parou de engolir e engolir.
Quando ela terminou, deixando o pau do namorado todo brilhando, soltou rindo: Agora, irmãozinho, você tem que me fazer gozar Mal posso esperar para chupar a buceta da minha irmã e ver como ela é. Vem pra cá, que mamãe e papai não tão em casa
Manolo se jogou no chão num instante e começou a lamber a buceta da namorada/irmã dele com uma dedicação e um amor que dava pra descrever em palavras Ayyy, maninho, como você chupa bem a minha rola Você gosta, maninha?
Era incrível como eles não conseguiam se desvencilhar do jogo de papéis que estavam encenando.
Principalmente a Marta, que era quem mais estava imersa no personagem de irmã. Não sabia que tinha tão perto todos os putos dias alguém que chupava tão bem a buceta A poucos passos do seu quarto, Marta Olha só o que o meu irmãozinho aprontava, o melhor chupa-buceta do planeta, hein. Quero que você goze na minha boca, irmãzinha Se você continuar assim, não vai faltar muito, irmão de alma…
Manolo não parou de chupar na região onde sabia que levava Marta ao orgasmo, enquanto agora metia dois dedos na buceta dela.
- Ayyy mano, vou gozar na sua boca, continua comendo minha buceta assim, por favor não paraaaa Aggmmmmmmmm
Marta gozou como uma possessa. Manolo sorria com a cara cheia de fluidos, da excitação da sua mina.
- Quero dormir com a minha irmã Eu também, irmãozinho, safado, vem cá.
Aquela noite, Manolo e Marta dormiram juntos. Passaram a noite e não voltaram a tocar no assunto.
Acordaram bem tarde e foram tomar um café com leite com umas torradas com azeite e tomate.
Mais tarde, o Dani apareceu e também agiu como se nada tivesse acontecido.
Claramente, era uma família que sabia representar bem os papéis e atuava de forma impecável.
Os pais ligaram para os irmãos irem para lá, e naquele exato momento aquela noite chegou ao fim.
Os três ficaram com vontade de mais, mas nenhum ousou contrariar os pais Velázquez, que eram tão rígidos.
Continua...
Podem deixar seus comentários emreybaco2005@gmail.comO no Telegram @reybaco2005
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