[…] Abri os olhos com a pesadez de quem passou a noite numa vigília de prazer e tormento. Olhei para o teto por um momento, revivendo a maratona de imagens que meus olhos tinham devorado pela câmera no quarto de hóspedes. Ao me virar, notei que o lado da cama da Laura estava vazio e ainda guardava um rastro de calor. Um pressentimento, uma mistura de ansiedade e um vício que eu já não conseguia controlar, me obrigou a pegar o celular na mesa de cabeceira. Abri o aplicativo da câmera espiã e a imagem da sala se acendeu na minha tela. O coração deu um salto violento. Esteban estava sentado no sofá e a Laura estava montada nele, num ritmo lento e torturante. A câmera capturou num close obsceno a bunda da Laura; era hipnótico ver como ela apertava e contraía as nádegas com uma força rítmica pra afundar o pau do Esteban cada vez mais fundo enquanto subia e descia com uma calma exasperante. Senti uma ereção instantânea e violenta que me fez apertar os dentes. "Essa mina já nem tem vergonha de eu acordar e logo pegar os dois nessa...", pensei, sentindo a raiva e o tesão se misturando no meu sangue.
Pelo microfone da câmera, a voz do Esteban saiu trêmula, carregada de um medo que só alimentava minha excitação: Lau, isso é arriscado demais... e se o Daniel acordar e nos ver aqui na sala? A Laura não parou; olhou pra ele com um brilho de safadeza e pegou na mão dele pra levantá-lo. Calma, vamos rápido pro quartinho da lavanderia, sussurrou com uma cumplicidade que me partiu a alma e me incendiou o corpo ao mesmo tempo. Não consegui evitar. Me levantei da cama com movimentos felinos, descalço e em silêncio, seguindo o rastro da traição dela pelo corredor. Parei na porta do quartinho da lavanderia, escondido nas sombras. A cena era ainda mais selvagem. A Laura estava de frente, montada no Esteban enquanto no chão; era impossível não reparar como os peitos dela quicavam a cada investida violenta e como o rosto dela se contorcia numa careta de prazer absoluto. Isso, meu amor... vai com tudo, rápido, rápido antes que o meu Dani acorde, que eu tenho que ir fazer o café do meu gordinho! ela ofegou entre suspiros contidos, usando aquele apelido carinhoso enquanto o corpo dela se entregava pro outro homem.
Recuei para o quarto antes de ser descoberto, com a respiração cortada e o pau latejando com uma frustração insuportável. Me joguei na cama e me masturbei com uma rapidez desesperada, tentando apagar o incêndio que sentia nas entranhas, enquanto esperava o inevitável retorno da normalidade. Quando saí do quarto, fiz com a atuação da minha vida. Me espreguicei e estiquei os braços, fingindo um despertar lento e entediado. "Laura!... Meu amor, gata! Cadê você?" chamei com um tom de voz carinhoso e sem nenhuma suspeita. A encontrei na cozinha. Estava de pijama, irradiando uma luz de pureza que me pareceu um insulto. Estava radiante, sorridente, preparando os ovos e o café como se não tivesse acabado de ser possuída no tanque. Esteban estava sentado na sala de jantar, com o olhar baixo e um suor frio que tentava disfarçar enquanto bebia café. Laura se aproximou de mim e me deu um beijo doce na boca. Senti o rastro sutil de Esteban no hálito dela, um gosto metálico e proibido que me deu vontade de gritar. "Oi, meu amor, já tá quase pronto o café da manhã" me disse com uma doçura que me arrepiou a pele. Comemos os três num silêncio que eu preenchia com conversas triviais, enquanto Esteban se despedia agradecido pela hospitalidade e ia embora de cabeça baixa. A tarde passou numa calma enganosa. Ficamos no sofá vendo um filme; Laura se deitou no meu peito, manhosa, acariciando meu braço com uma atenção que parecia real. Mas debaixo do cobertor, meu polegar se movia freneticamente na tela do celular. [CHAT PAOLA PARA DANIEL]: "Que bom que você tá aproveitando, meu Dani. Finalmente a Laura se libertou daquela máscara de santinha". [CHAT DANIEL PARA PAOLA]: "Pao, me impressiona o quanto a Laura mudou... ela tá desinibida num nível que eu não esperava". [CHAT PAOLA PARA DANIEL]: "Sim, Dani... minha amiga evoluiu pra caralho. Tanto que eu acho que tem coisas que a Laura nem pra mim mostra ou conta. Aquela puta deve ter uns segredos escondidos". Essa frase Se cravou na minha mente como um punhal. A dúvida virou uma obsessão sufocante. À meia-noite, quando o silêncio do apartamento era absoluto e a respiração da Laura ficava pesada e ritmada pelo sono profundo, peguei o celular dela na mesa de cabeceira. Com as mãos trêmulas, desbloqueei e entrei no coração da mentira dela: a galeria oculta, o Telegram e os chats arquivados. O que encontrei não foi uma traição; foi um império de infidelidade. Primeiro apareceu **Camilo**. Uma pasta cheia de vídeos explícitos gravados no escritório; a Laura estava em cima da mesa, cavalgando ele com uma fúria que nunca tinha me mostrado, gritando o nome dele enquanto se acabava em orgasmos na frente da câmera do próprio celular dela.
Depois veio o **Esteban**. A evidência era esmagadora: uma sequência de mensagens diárias cheias de promessas e beijos, fotos em motéis onde ela mostrava a bunda dele em close enquanto ele a preenchia, e um áudio safado onde dava pra ouvir o som rítmico dos corpos se chocando: *Plap, plap, plap!*, enquanto a voz da Laura dizia entre gemidos: "Meu namorado na academia e eu aqui fazendo cardio com você...".

O terceiro homem era um **desconhecido**. Não tinha nome nos meus contatos, mas o rastro dele era um descalabro: vídeos de sexo rápido e selvagem num carro com vidros fumê, uma urgência animal que denunciava encontros furtivos e sem escrúpulos.


E finalmente, o golpe de misericórdia: **O ex-namorado dela**. Um histórico interminável de conversas que nunca foram encerradas. Áudios com murmúrios de saudade de como faziam antes, fotos íntimas trocadas e uma vida paralela que se estendia por anos, um relacionamento secreto que eu nunca soube que continuava vivo.


O colapso mental foi instantâneo. Senti o chão sumir debaixo dos meus pés. Entendi que eu não era o diretor dessa peça; eu era só um espectador num show que ela controlava com uma maestria aterrorizante. Laura não era uma mulher que tinha se deixado levar; era uma devoradora insaciável que tinha construído um mundo de carne e mentiras enquanto eu dormia ao lado dela. Com o celular iluminando meu rosto na escuridão total, minha mente se fragmentou. Olhei a foto da Laura dando a buceta pro Esteban e depois virei a cabeça pra vê-la dormindo do meu lado, com aquela cara de anjo inocente que agora me parecia a coisa mais nojenta do universo.
O pânico e uma excitação brutal e doentia colidiram no meu peito. Agarrei minha pica dura como pedra e engoli minha própria frustração, me punhetando selvagemente em silêncio sobre as cobertas, enquanto as lágrimas de raiva e a vontade de destruição se misturavam dentro de mim.
Pelo microfone da câmera, a voz do Esteban saiu trêmula, carregada de um medo que só alimentava minha excitação: Lau, isso é arriscado demais... e se o Daniel acordar e nos ver aqui na sala? A Laura não parou; olhou pra ele com um brilho de safadeza e pegou na mão dele pra levantá-lo. Calma, vamos rápido pro quartinho da lavanderia, sussurrou com uma cumplicidade que me partiu a alma e me incendiou o corpo ao mesmo tempo. Não consegui evitar. Me levantei da cama com movimentos felinos, descalço e em silêncio, seguindo o rastro da traição dela pelo corredor. Parei na porta do quartinho da lavanderia, escondido nas sombras. A cena era ainda mais selvagem. A Laura estava de frente, montada no Esteban enquanto no chão; era impossível não reparar como os peitos dela quicavam a cada investida violenta e como o rosto dela se contorcia numa careta de prazer absoluto. Isso, meu amor... vai com tudo, rápido, rápido antes que o meu Dani acorde, que eu tenho que ir fazer o café do meu gordinho! ela ofegou entre suspiros contidos, usando aquele apelido carinhoso enquanto o corpo dela se entregava pro outro homem.
Recuei para o quarto antes de ser descoberto, com a respiração cortada e o pau latejando com uma frustração insuportável. Me joguei na cama e me masturbei com uma rapidez desesperada, tentando apagar o incêndio que sentia nas entranhas, enquanto esperava o inevitável retorno da normalidade. Quando saí do quarto, fiz com a atuação da minha vida. Me espreguicei e estiquei os braços, fingindo um despertar lento e entediado. "Laura!... Meu amor, gata! Cadê você?" chamei com um tom de voz carinhoso e sem nenhuma suspeita. A encontrei na cozinha. Estava de pijama, irradiando uma luz de pureza que me pareceu um insulto. Estava radiante, sorridente, preparando os ovos e o café como se não tivesse acabado de ser possuída no tanque. Esteban estava sentado na sala de jantar, com o olhar baixo e um suor frio que tentava disfarçar enquanto bebia café. Laura se aproximou de mim e me deu um beijo doce na boca. Senti o rastro sutil de Esteban no hálito dela, um gosto metálico e proibido que me deu vontade de gritar. "Oi, meu amor, já tá quase pronto o café da manhã" me disse com uma doçura que me arrepiou a pele. Comemos os três num silêncio que eu preenchia com conversas triviais, enquanto Esteban se despedia agradecido pela hospitalidade e ia embora de cabeça baixa. A tarde passou numa calma enganosa. Ficamos no sofá vendo um filme; Laura se deitou no meu peito, manhosa, acariciando meu braço com uma atenção que parecia real. Mas debaixo do cobertor, meu polegar se movia freneticamente na tela do celular. [CHAT PAOLA PARA DANIEL]: "Que bom que você tá aproveitando, meu Dani. Finalmente a Laura se libertou daquela máscara de santinha". [CHAT DANIEL PARA PAOLA]: "Pao, me impressiona o quanto a Laura mudou... ela tá desinibida num nível que eu não esperava". [CHAT PAOLA PARA DANIEL]: "Sim, Dani... minha amiga evoluiu pra caralho. Tanto que eu acho que tem coisas que a Laura nem pra mim mostra ou conta. Aquela puta deve ter uns segredos escondidos". Essa frase Se cravou na minha mente como um punhal. A dúvida virou uma obsessão sufocante. À meia-noite, quando o silêncio do apartamento era absoluto e a respiração da Laura ficava pesada e ritmada pelo sono profundo, peguei o celular dela na mesa de cabeceira. Com as mãos trêmulas, desbloqueei e entrei no coração da mentira dela: a galeria oculta, o Telegram e os chats arquivados. O que encontrei não foi uma traição; foi um império de infidelidade. Primeiro apareceu **Camilo**. Uma pasta cheia de vídeos explícitos gravados no escritório; a Laura estava em cima da mesa, cavalgando ele com uma fúria que nunca tinha me mostrado, gritando o nome dele enquanto se acabava em orgasmos na frente da câmera do próprio celular dela.
Depois veio o **Esteban**. A evidência era esmagadora: uma sequência de mensagens diárias cheias de promessas e beijos, fotos em motéis onde ela mostrava a bunda dele em close enquanto ele a preenchia, e um áudio safado onde dava pra ouvir o som rítmico dos corpos se chocando: *Plap, plap, plap!*, enquanto a voz da Laura dizia entre gemidos: "Meu namorado na academia e eu aqui fazendo cardio com você...".

O terceiro homem era um **desconhecido**. Não tinha nome nos meus contatos, mas o rastro dele era um descalabro: vídeos de sexo rápido e selvagem num carro com vidros fumê, uma urgência animal que denunciava encontros furtivos e sem escrúpulos.


E finalmente, o golpe de misericórdia: **O ex-namorado dela**. Um histórico interminável de conversas que nunca foram encerradas. Áudios com murmúrios de saudade de como faziam antes, fotos íntimas trocadas e uma vida paralela que se estendia por anos, um relacionamento secreto que eu nunca soube que continuava vivo.


O colapso mental foi instantâneo. Senti o chão sumir debaixo dos meus pés. Entendi que eu não era o diretor dessa peça; eu era só um espectador num show que ela controlava com uma maestria aterrorizante. Laura não era uma mulher que tinha se deixado levar; era uma devoradora insaciável que tinha construído um mundo de carne e mentiras enquanto eu dormia ao lado dela. Com o celular iluminando meu rosto na escuridão total, minha mente se fragmentou. Olhei a foto da Laura dando a buceta pro Esteban e depois virei a cabeça pra vê-la dormindo do meu lado, com aquela cara de anjo inocente que agora me parecia a coisa mais nojenta do universo.
O pânico e uma excitação brutal e doentia colidiram no meu peito. Agarrei minha pica dura como pedra e engoli minha própria frustração, me punhetando selvagemente em silêncio sobre as cobertas, enquanto as lágrimas de raiva e a vontade de destruição se misturavam dentro de mim.
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