O pacto 17

O Triunfo do Descaramento e o Retorno da Oficina Esteban saiu do apartamento aterrorizado, olhando para todos os lados como se a polícia fosse pegá-lo no corredor. Enquanto isso, a quilômetros dali, numa oficina mecânica imunda, eu estava preso. Tinha as mãos pretas de graxa, a camiseta encharcada de suor e meu pai gritando comigo a um metro de distância pra eu passar as ferramentas. Mas minha mente e meu pau estavam a milhares de rotações. Tava com os fones de ouvido e o celular escondido atrás do capô, vendo na tela como meu próprio amigo tinha acabado de gozar dentro da minha mulher na minha própria cama. Não demorou nem três minutos pra chegarem as notificações que terminaram de explodir minha cabeça. [CHAT LAURA PRA PAOLA]: "Amiga, consegui... que tesão do caralho, já é o segundo cara que eu trago pra dentro de casa". [CHAT PAOLA PRA LAURA]: "Você é uma puta sem jeito, Lau. Tô morrendo de rir com seu descaramento. Eu te falei!". [CHAT LAURA PRA PAOLA]: "Não sinto nem um pingo de culpa, Pao. Tive um orgasmo gostoso com o Esteban, mas tô esperando ansiosa o Dani chegar da oficina pra me rechear nessa mesma cama... bem em cima do rastro fresco do amigo". Quando finalmente consegui me livrar do meu pai e cheguei no apartamento, o ar cheirava a uma mistura do meu suor com a fragrância cara da Laura. Ela me recebeu na porta com um sorriso radiante e uma doçura tão fingida que me pareceu obscena. Não falei nem uma palavra. Peguei ela pelo braço com brutalidade, joguei ela no colchão do nosso quarto principal — o mesmo que ainda guardava o calor do corpo do Esteban — e puxei a calça dela pra baixo. — Aii! Dani, meu amor... que delícia, que agressivo você veio! — ela gemia, cravando as unhas nas minhas costas enquanto eu penetrava ela sem rodeios. Eu procurava o som seco da nossa carne batendo: Plap, plap, plap!O pacto 17—Sim, meu amor... me enche todinha, me faz sua! —ela gritava no meu ouvido entre gemidos e sussurros safados—: «Uff... aaah... sim, assim dócil que eu te adoro... tava precisando da sua piroca!».infielEu a possuía sobre o mesmo lençol que minutos antes tinha sido o palco da traição, sentindo um tesão esmagador ao saber que cada uma das minhas investidas esmagava a mentira dela sobre o esperma fresco do meu melhor amigo. Os dias seguintes viraram uma dança de hipocrisia perfeita. Esteban e Laura tinham cruzado um ponto sem volta; os chats deles já não eram de sondagem, mas de uma cumplicidade absoluta. [CHAT ESTEBAN PRA LAURA]: "O que você tá fazendo, meu amor?". [CHAT LAURA PRA ESTEBAN]: "Aqui com o Dani vendo TV, meu amor, quando a gente se vê?". O mais bizarro era vê-la na minha frente. Laura tinha virado a "esposa perfeita". Tava mais gostosa do que nunca: se vestia com uma elegância provocante, a pele dela sempre cheirava a perfume caro, me fazia comida com uma atenção devota e me procurava na cama com uma paixão que eu nunca tinha visto nela. Era uma mulher radiante que refletia um fogo que eu sabia que não era meu. Esse fogo quem acendia era o Esteban nos motéis e nos carros, encontros que ela reportava pra Paola em áudios cheios de tesão. [ÁUDIO DA LAURA PRA PAOLA]: "Pao, você não sabe o que é o Esteban num motel... é um animal. Tô maluca com essas perversões que a gente faz lá fora, mas aqui em casa eu tenho que ser a santinha do Dani. É um jogo excitante demais!". Eu ouvia esses relatos através da Paola e sentia uma abstinência insuportável. Saber que eles tavam se pegando lá fora em carros e motéis sem que eu pudesse ver cada movimento, cada gemido e cada gota de suor, me dava uma impotência que revirava minhas entranhas. Eu precisava vê-los. Precisava presenciar a profanação ao vivo de novo. A Armadilha do Sábado Pra recuperar o controle do meu voyeurismo, eu tomei a iniciativa. — Amor, por que a gente não convida o Esteban pra tomar uns drinks aqui em casa no sábado? — propus numa sexta à tarde. Laura aceitou com uma surpresa que escondia uma alegria transbordante. Ela achava que a sorte tava do lado dela; não eu sabia que eu era o arquiteto da própria armadilha dele. O sábado chegou com uma tensão insuportável. Esteban chegou ao apartamento e o ar ficou denso. Olhares disfarçados, roçadas de mãos acidentais enquanto eu servia as bebidas, a impaciência contida nos olhos dele... tudo estava no lugar. À meia-noite, fomos dormir. Esteban se acomodou no quarto de hóspedes e Laura e eu entramos no nosso quarto principal. Me aproximei dela na penumbra da cama e a beijei com uma intensidade que escondia meu veneno. — Você me ama, Laura? — perguntei no ouvido dela, buscando a mentira mais pura dos lábios dela. — Claro que sim, meu amor... você é o amor da minha vida, o pai dos meus filhos — respondeu ela num murmúrio, se derretendo num abraço que me deu uma descarga de tesão brutal. Fingi estar profundamente adormecido. Ouvi a respiração agitada dela e a impaciência entre as cobertas. Vinte minutos depois, ouvi ela sussurrar bem baixinho:cornudo—Dani?... ¿Dani, amor? Sem receber resposta, ouvi os pés descalços dela se afastando em silêncio absoluto pelo corredor em direção ao quarto de hóspedes. O Espetáculo das Sombras e o Corredor Me levantei sem fazer barulho, me movendo como um fantasma pelo corredor na penumbra até me acomodar no batente da porta do quarto de visitas. A visão foi imediata. Laura tinha entrado nas sombras e se ajoelhado diante de Esteban. Ela baixou a calça dele com uma voracidade animal e começou a chupar a rola dele com uma devoção obscena: Glub, glub, glub!.cornudo—Lau, isso é uma loucura... —sussurrou Esteban, tremendo de nervos—. Uma coisa é a gente se ver em motel, outra é fazer aqui na casa de vocês. E se o Daniel acordar? —Não acontece nada, cala a boca e aproveita logo... —respondeu Laura num murmúrio safado enquanto o som da saliva escorria pelo pau de Esteban—. Mmm... essa rola é minha e vou comer ela inteira. Laura tirou a blusa rapidinho e subiu em cima dele na posição de frango assado, cavalgando com uma força selvagem. Subia e descia com raiva enquanto os peitos dela quicavam na cara do Esteban: —Mmm... ahhh... isso, meu amor, mete tudo! —murmurava ela fora de si.namorada infielFiquei ali, observando ela se despir da penumbra do corredor. Lembrei do que senti quando a vi com o Camilo e confessei pra mim mesmo que tinha me tornado completamente viciado nessa degradação. Isso era a melhor coisa do mundo. A Laura se virou na cama de hóspedes e ficou de quatro, levantando a raba de forma obscena na direção da porta do corredor. Ela se agarrou na cabeceira e exigiu que o Esteban a pegasse sem piedade. —Vem, meu Estevita! —disse num gemido descarado, bem mais alto e safado do que quando esteve com o Camilo—. Enfia essa piroca por trás e me deixa bem preenchida! Aah... uff... isso, assim! O Esteban agarrou ela com força pela cintura e meteu de uma vez só, com tudo.namorada vadia—!!PLAF, PLAF, PLAF!! —o som das nádegas da minha mulher batendo nas coxas do meu amigo ecoava no quarto de hóspedes. —Isso, meu amor... mete forte, não tem vergonha não! —gritava a Laura, soltando gemidos sem pudor—: Aah... aah... que puta eu me sinto!... Pra não ser pego no corredor e levado pela pressão insuportável no meu meio das pernas, voltei em silêncio pra minha cama no quarto principal e liguei o aplicativo da câmera espiã no meu celular. A tela acendeu em HD. O Esteban tinha ela com as pernas levantadas, metendo com uma fúria implacável: plaf-plaf-plaf-plaf!. A Laura abraçava o pescoço dele, entrelaçando os dedos nos dele e beijando ele apaixonadamente na boca com um frenesi que nunca mostrou pra mim.cornudo consentido
vadia gostosa—Mmmgh... ahhh... sim... beijos, meu amor, me beija assim! —se ouvia pelos meus fones entre gemidos molhados—: Aah... vou gozar com você... aah! Ver minha namorada se contorcendo de prazer, beijando meu irmão de alma e gritando pra ele enchê-la enquanto eu estava a poucos metros na minha própria cama, me fez perder a razão. Me agarrei na pica dura como pedra e gozei selvagemente em cima das minhas cobertas, soltando um gemido abafado enquanto na tela o Esteban se esvaziava fundo dentro dela com um rugido de libertação. Quando o clímax passou, a câmera capturou um momento de uma cara de pau gelada. Esteban e Laura ficaram deitados na cama, suados e ofegantes. Laura se deitou no peito dele, acariciou o rosto dele e falou com uma naturalidade banal de casal: —Como foi seu dia no trabalho hoje, meu amor? —Bem, minha vida... mas você quase me matou do susto —respondeu ele, beijando a testa dela. Laura se vestiu com total calma, ajustando o sutiã e a calcinha sem o menor sinal de culpa. Desliguei a tela e fiquei imóvel, fingindo dormir. Senti a porta abrir suavemente, a cama afundar e ela deslizar por baixo das cobertas. Me abraçou por trás, colando o corpo ainda quente, suado e marcado pelo sexo com Esteban contra a minha pele. Fechei os olhos na penumbra, saboreando o veneno da minha própria vitória: a profanação em casa tinha se consumado e a normalidade era agora a nossa maior e mais excitante mentira.

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