Peões em casa

Sabrina tinha trinta e seis anos e era dona de casa. Casada com um contador que trabalhava num escritório no centro, dois filhos adolescentes que naquela hora ainda estavam na escola. Morena de cabelo preto liso que chegava até o meio das costas, pele um pouco moreninha daquelas que bronzeiam fácil, gordinha da boa: peitos médios que balançavam com peso próprio, uma barriguinha macia que aparecia quando ela sentava e uma bunda enorme, redonda, pesada, daquelas que te obrigam a olhar quando ela anda. Tinha o costume de trair o marido sempre que podia, há anos. Ele sabia. Se fazia de otário, mas no fundo gostava. Ela também sabia disso. Naquela tarde estavam reformando a sala e o corredor da casa. Três peões paraguaios. O mais velho se chamava de Negão: quase dois metros, braços de tronco, pele escura, cheiro de cimento e suor rançoso. O do meio era o ruivo, mais magro mas com mais atitude. E o terceiro, o Chinês, mais baixinho, quieto, com cara de filho da puta e mãos enormes. Os três tinham paus enormes, daqueles que quando tiravam pra fora pesavam e balançavam sozinhos. E comiam como cavalos: sem pressa no começo, depois sem piedade. Estavam desde as oito da manhã. Ao meio-dia o marido tinha saído pra trabalhar. Os filhos não voltavam até as seis. Sabrina ficou sozinha com eles. Fazia calor. Um calor úmido de verão que grudava na roupa. Sabrina foi tomar banho. Deixou a porta do banheiro entreaberta de propósito. Tirou a roupa devagar, sabendo que algum deles podia passar pelo corredor e ver. A água quente escorria pelo corpo, molhava o cabelo, descia pelos peitos, pela barriga, pela bunda. Se ensaboou devagar, passando as mãos pelos mamilos, pela buceta, pelo cú. Quando terminou, se secou com uma toalha e vestiu um short de algodão cinza clarinho, daqueles que grudam na pele quando o corpo ainda tá úmido, e uma camiseta branca sem sutiã. A camiseta marcava perfeito os mamilos e as aréolas que eram cor de pele. O short entrava um pouco entre as bandas da bunda e marcava a racha. Saiu do banheiro. O Negro estava na cozinha bebendo água da torneira. Olhou ela de cima a baixo e nem disfarçou. Os olhos foram direto pras tetas marcadas e depois pro short cinza que comia a bunda dela. —Que calor, né? —disse ela, passando do lado dele, quase roçando. —Sim, senhora… um calor do caralho. Sabrina abriu a geladeira e tirou três garrafas de água gelada. —Querem beber alguma coisa? Levem, senão desidratam. Passou as garrafas pra eles. O ruivo e o Chino se aproximaram. Os três olhavam ela. O Negro não tirava os olhos dela. Sabrina percebeu. Sorriu por dentro. Se virou, apoiou as mãos na bancada e empinou a bunda pra trás, devagar, como quem não quer nada. O short cinza esticou contra as bandas. —Ou preferem outra coisa? —perguntou baixinho, olhando por cima do ombro. O Negro não respondeu com palavras. Se aproximou, colocou uma mão enorme numa banda da bunda e apertou. A carne macia escapava entre os dedos. Sabrina não se mexeu. Só respirou mais fundo. —Assim que eu gosto… —murmurou ela. O ruivo se juntou na hora. Colocou a outra mão na outra banda e apertou também. O Chino veio pela frente, levantou a camiseta dela até em cima das tetas e pegou uma com as duas mãos, pesando, passando o dedo no mamilo duro. Os três estavam de pé, apalpando ela na cozinha. O Negro baixou um pouco o short dela por trás e enfiou um dedo grosso entre os lábios da buceta. Tava molhada. O ruivo baixou mais o short e separou as bandas, olhando a bunda dela. O Chino chupou um mamilo por cima da camiseta primeiro e depois levantou ela de vez e enfiou a teta na boca. Sabrina gemia baixinho, se deixando tocar. Agarrou as picas deles por cima dos shorts. As três estavam duras, enormes, pesadas. Marcavam tudo. completas. —Vengan —disse de repente—. Não aqui. Pegou na mão do Negro e do ruivo e os levou pelo corredor até o quarto de casal. O Chinês seguiu atrás, fechando a porta. A cama grande, arrumada, com os lençóis limpos que ela tinha posto de manhã. Sabrina subiu na cama de joelhos, de costas para eles, e baixou o short até as coxas. O rabo enorme ficou no ar, a buceta brilhante, o cu apertado. —Me comam aqui —disse—. Na cama do meu marido. O Negro baixou o short de uma vez. A pica pulou grossa, escura, cheia de veias, enorme. Ajoelhou atrás dela e encostou a cabeça entre os lábios da buceta, esfregando devagar. Sabrina empurrou o rabo para trás. Ele foi entrando centímetro por centímetro. Quando entrou inteiro, ela soltou um gemido longo. O Negro começou a comê-la devagar no começo, fundo, tirando todo o ar dela cada vez que chegava no fundo. O ruivo subiu na cama pela frente, tirou a pica e colocou na boca dela. Sabrina agarrou com as duas mãos e chupou com vontade, babada, fazendo barulho. O Chinês tirou a roupa e ficou de lado, batendo uma enquanto via a pica do Negro entrando e os glúteos afundando a cada estocada. Os paraguaios comiam mesmo como cavalos. Sem pressa no começo, depois sem piedade. O Negro metia cada vez mais forte, o som das bolas batendo na buceta molhada enchia o quarto. Quando sentiu que ia gozar, avisou: —Vou gozar, puta… Sabrina não se mexeu. Ele se enterrou até o fundo e encheu a buceta dela de porra quente, jatos grossos que rebotaram lá dentro. Quando tirou a pica, a porra começou a escorrer sozinha, espessa, descendo pelos lábios da buceta e manchando os lençóis brancos. O ruivo não esperou. Virou ela, deitou de costas e meteu de uma vez na buceta cheia. A porra do Negro escorria ao redor da pica a cada que entrava e saía. Pegou ela com força, levantando as pernas dela, olhando na cara dela. Sabrina pedia mais, mais forte, mais fundo. Quando gozou, também gozou dentro, somando mais uma carga. A cum dos dois se misturou e começou a manchar mais os lençóis, uma poça branca que crescia embaixo da bunda dela. O Chino colocou ela de lado. Cuspiu no cu dela, meteu dois dedos primeiro e depois a pica enorme. Sabrina gritou quando entrou inteira. Doía pra caralho. O Chino comeu ela devagar no começo, depois mais rápido, agarrando uma nádega pra abrir mais. Quando gozou, encheu o cu dela. A cum escorreu na hora, descendo pela coxa e se juntando à poça nos lençóis. Não pararam aí. Os três se revezaram de novo. O Negro meteu na boca dela até o fundo e gozou na garganta. Sabrina engoliu tudo, sem cuspir uma gota, enquanto o ruivo metia de novo na buceta e o Chino chupava os peitos dela. Depois o ruivo gozou na boca dela também. De novo ela engoliu. O Chino meteu no cu dela outra vez e deixou mais uma carga. Os lençóis estavam um desastre: cum pra todo lado, manchas brancas, o cheiro de sexo e suor de pedreiro enchendo o quarto. Colocaram ela de quatro outra vez. O Negro comeu ela de novo na buceta, fundo, e quando gozou pela terceira vez a cum saiu com pressão. O ruivo meteu na boca dela e encheu a garganta de novo. O Chino comeu o cu dela e deixou a última carga. Sabrina estava tremendo, cara desfigurada, a buceta e o cu abertos e escorrendo, os lençóis completamente manchados, o colchão embaixo também molhado. Foi aí que o marido chegou. Tinha saído mais cedo do serviço. Entrou pela porta dos fundos sem fazer barulho. Ouviu os gemidos do corredor. Ficou parado. Reconheceu a voz dela. Reconheceu o som molhado das picas entrando e saindo. Sentiu a pica endurecer na hora. Encostou na parede e olhou pelo batente da a porta do quarto. Viu os três. O Negro estava comendo ela de novo, de pé na beira da cama, levantando uma perna dela, enfiando fundo na buceta enquanto o ruivo chupava um peito dela e o Chinês metia os dedos no cu ainda cheio. Sabrina tinha a cara destruída de prazer, os olhos meio fechados, a boca aberta. O marido abaixou o zíper e tirou a pica pra fora. Começou a bater uma devagar, olhando como as picas enormes entravam e saíam da mulher dele, como a porra escorria pelas coxas dela e sujava mais os lençóis. Passaram alguns minutos. Ela abriu os olhos de repente e viu ele. Estava escondido meio atrás da porta, a pica na mão, olhando fixo pra ela. Sabrina não disse nada. Não avisou os paraguaios. Só olhou pra ele. Sustentou o olhar enquanto o Negro continuava metendo como um cavalo. Ela sorriu com aquele sorriso de puta que ele conhecia tão bem. E continuou olhando. Cada vez que enfiavam a pica até o fundo, ela gemia mais alto e não tirava os olhos dele. O marido batia uma mais rápido. Mas não gozou, queria se guardar pra puta da mulher dele. Os peões não perceberam nada. Continuaram usando ela por mais um tempo. Quando terminaram, se limparam com o mesmo lençol sujo, se vestiram e foram embora continuar o serviço como se nada. "Amanhã seguimos com o reboco", disse o Negro enquanto saía. Sabrina só assentiu, ainda jogada na cama, as pernas abertas, a buceta e o cu escorrendo, os lençóis uma bagunça de porra. O marido esperou eles saírem pela porta dos fundos. Depois entrou. Sabrina ainda estava na cama, as pernas abertas, a camiseta levantada, os peitos de fora, o short jogado no chão. Olhou pra ele e sorriu, cansada e satisfeita. —Chegou cedo. Ele não disse nada. Se ajoelhou entre as pernas dela, tirou a pica e enfiou de uma vez na buceta cheia de porra alheia. Sabrina ofegou e envolveu a cintura dele com as pernas. —Me conta —disse ele, transando devagar, sentindo como a cum dos outros vazava ao redor da pica—. Me conta tudo. Ela segurou o rosto dele com as duas mãos e falou no ouvido dele enquanto ele metia, a voz rouca e baixa: —Me chuparam primeiro… o Negão me abriu a bunda com a língua… depois me meteram os três na cama… me encheram a pussy, o cu e a boca… gozaram várias vezes dentro de mim… engoli toda a cum… não cuspi nada… os lençóis estão todos manchados… eu gostei… gostei de ser usada como uma puta… e gostei mais ainda quando te vi me olhando… fiquei mais puta ainda… te vi com a pica na mão e me molhei mais… queria que você me visse levando até o fundo… queria que você visse eu engolindo cada gota e como eles deixaram a cama um bagaço… O marido metia mais forte agora. Ela continuava falando, sem parar, descrevendo cada estocada, cada gozada, o gosto da cum, o cheiro de suor de pedreiro, como tinham aberto o cu dela, como tinha doído, como ela se sentiu puta e feliz ao mesmo tempo enquanto olhava pra ele se batendo escondido. Ele gozou dentro dela ouvindo aquilo. Depois ficou por cima, respirando pesado. Sabrina acariciou o cabelo dele e sussurrou: —Amanhã eles voltam… quer que eu te avise pra você assistir de novo? Ele não respondeu. Só beijou ela na boca, sabendo que ia provar a cum dos três. E ela deixou, sorrindo.

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