Oi, desculpa pela demora. Se quiser mais histórias assim, comenta e me apoia na minha conta do X, lucy_escribe1. Isso aconteceu quando eu tinha 24 anos. E não, não foi algo que eu planejei. Simplesmente aconteceu, como uma tempestade que você não vê chegar até já estar toda molhada. Pra vocês me entenderem bem, tenho que contar como eu sou. Naquela época eu era bem safada. Não vou mentir, sempre tive uma libido alta e adorava transar. Sou do tipo que sabe o que quer e não tem medo de fazer o que for preciso. Mas também sei que tenho uma parcela de culpa no que aconteceu. Não toda, mas uma parte. Porque sempre soube o efeito que causo nos homens. Tenho peitos enormes. Sempre foram meu cartão de visitas, meu melhor atributo. E podem acreditar, chamam atenção. Não importa o que eu vista, sempre tem olhares que ficam um segundo a mais. Às vezes eu gosto, às vezes me incomoda, mas faz parte de mim. Além disso, sempre tive um estilo meio alternativo. Não sou gótica cem por cento, mas puxo pra esse lado. Roupa preta, botas plataforma, delineador escuro, algum colar. Tenho um estilo mais rockeiro, com um toque sombrio. Gosto de me sentir gostosa com um ar de mistério. E com esse corpo e esse estilo, já imaginam que eu não passo despercebida. Mas enfim, vamos continuar a história. Tudo começou com a minha mãe. Ela começou a sair com um homem que vamos chamar de Sebastião. E olha, ela não parava de falar dele. Era "super gentil", "muito cavalheiro", "um homem perfeito" em poucas palavras. Minha mãe e eu nos damos bem, não somos melhores amigas do mundo, mas temos uma boa relação. Porém, eu já tava de saco cheio de ouvir todas aquelas maravilhas. Obviamente não disse o que pensava, só sentia um puta incômodo toda vez que ela começava com esse assunto. Não é que eu fosse contra a felicidade dela, mas precisava insistir tanto? Eu não tinha conhecido esse tal de "homem perfeito". Até que uma noite, tudo mudou. Era tarde, minha mãe ia ter um encontro com ele. Eu desci pra cozinha pegar uma água, com o cabelo bagunçado e de pijama, quando ouvi a campainha. Minha mãe me chamou da entrada. —Lucía, vem aqui um momento! Fui arrastando os pés, ainda meio dormindo. E lá estava ele. Sebastián. Alto, bem vestido, com um sorriso perfeito. Minha mãe o segurou pelo braço, radiante. —Querida, esta é minha filha Lucía. Já te falei sobre ela —disse com uma empolgação que quase me deu vergonha alheia. Sebastián me olhou de cima a baixo. Não foi disfarçado. E então soltou: —Mas, amor, você não me disse que ela era tão gostosa. Dá pra ver que puxou a mãe —disse com um sorriso largo. —Ah, para! —respondeu minha mãe, corando feito uma adolescente. Foi constrangedor. Muito constrangedor. Ver minha mãe daquele jeito, toda tímida e sorridente, me deu uma mistura de ternura e nojo. Sebastián então se virou pra mim e estendeu a mão. —Espero que a gente se dê bem. Sua mãe me falou coisas muito boas sobre você —disse com uma voz grave e calma—. Tomara que a gente se conheça melhor em breve. Eu só consegui erguer o olhar por um momento e responder: —Igualmente, espero que a gente se dê bem. Mas por dentro eu já queria que aquele momento acabasse. Como qualquer filha, eu não queria saber mais nada da vida romântica da minha mãe. Era informação demais. Minha mãe olhou o relógio. —Ah, tá ficando tarde. A gente já tem que ir —disse, pegando a bolsa—. Lucía, tem comida na geladeira, tá? —Tá, mãe, não se preocupa. Fiquei na porta vendo elas irem embora. Sebastián abriu a porta da caminhonete pra minha mãe, todo cavalheiro. Mas bem quando ela entrava, notei que ele me olhou de canto. Um olhar que ficou um segundo a mais. Deixei passar. A situação toda tinha sido estranha, com certeza era só imaginação minha. Fechei a porta e segui minha vida. No dia seguinte, acordei e desci pra cozinha pra fazer meu café da manhã. Minha mãe já estava lá, tomando café com um sorriso de orelha a orelha. Parecia uma adolescente apaixonada. —Bom dia, mãe —falei, esfregando os olhos. —Ah, bom dia! Como você dormiu? —perguntou, toda radiante. —Bem, ainda com um pouco de sono, mas bem — respondi enquanto abria a geladeira. Fez-se um silêncio breve. E então veio a pergunta que eu sabia que ela ia fazer. —Mmm… e o que você achou? — disse ela, apoiando o queixo na mão. —Do quê? — perguntei, embora soubesse perfeitamente do que ela estava falando. —Ué… do seu futuro padrasto — disse com uma risadinha nervosa. —Mãe, não começa — respondi, colocando os ovos na frigideira. —Hahaha! Desculpa, é que eu tô animada que vocês finalmente se conheceram — disse ela, mexendo na xícara de café—. Mas, sério? O que você achou? O que você acha dele? Suspirei. Sabia que ela não ia largar do meu pé até eu falar alguma coisa. —Bom… achei ele alguém simpático — falei, virando os ovos—. Mas me deu uma vibe estranha. É que a gente só se cumprimentou, não dá pra dizer muita coisa só com isso. Minha mãe assentiu, como se minha resposta não tivesse desanimado ela nem um pouco. —Bom, ele ainda precisa te conhecer melhor — disse com otimismo—. Espero que vocês possam se aproximar logo. Não dei mais importância. Uma semana se passou e tudo continuava normal. Eu não tinha visto o Sebastián de novo. Até que chegou aquele dia. O dia em que tudo saiu do controle. Minha tia teve uma emergência médica, e minha mãe foi pro hospital cuidar dela. Fiquei sozinha em casa. Já era noite fechada e eu estava na cozinha preparando algo pra jantar, vestindo uma roupa casual, com o cabelo bagunçado. De repente, alguém bateu na porta da frente. Achei estranho naquela hora. Ninguém vinha me visitar sem avisar. Fui abrir com desconfiança. E lá estava ele. Sebastián. Vestia um terno muito elegante, mas usava de um jeito casual, como se tivesse acabado de sair de uma reunião importante. A caminhonete de luxo estava estacionada em frente à casa. Fiquei paralisada por um segundo.
—Boa noite, Lucía, certo? —disse ele com aquele sorriso perfeito—. A Marisol já está pronta? Sua mãe? Pisquei várias vezes, processando. —Hmm… você não ia ter um encontro hoje? —perguntei, sem saber o que mais dizer. —Sim —respondeu, inclinando levemente a cabeça—. Algum problema? Tá tudo bem? —Tá, tá tudo bem —falei rápido, me sentindo idiota—. Só que minha tia teve uma emergência e minha mãe foi pro hospital cuidar dela. Imagino que pela pressa ela não te avisou. A expressão do Sebastián mudou para uma preocupação fingida. —Ah, espero que sua tia fique bem —disse, colocando a mão no peito—. Que azar. Eu tinha uma reserva num restaurante super exclusivo… pena perder. Ele fez uma pausa. Me encarou. Encara demais. —Oi… você topa jantar comigo? —perguntou, como se tivesse acabado de pensar nisso—. Já tenho a reserva, seria um desperdício perder. E além disso… a gente se conhece melhor, como sua mãe queria. Fiquei em silêncio, processando a oferta. Um jantar chique e de graça. Com um homem bonito, mais velho, que cheirava a dinheiro e perfume caro. E ainda podia conhecê-lo de verdade, ver se era esse "homem perfeito" que minha mãe tanto vendia. Ou descobrir se era só fachada. —Sim —falei, sem pensar muito—. Eu topo. Um sorriso se desenhou no rosto dele. Mas aí os olhos dele desceram um instante pros meus peitos. Só um segundo. Mas eu vi. —Você tá bem assim? —perguntou com um tom que queria parecer inocente—. Digo… talvez você queira vestir algo por cima. Pra não… sei lá… chamar tanta atenção. Ele sabia perfeitamente do que tava falando. Dos meus peitos. Da minha camisa apertada demais. De eu não estar de sutiã. —É, você tem razão —falei, e subi pro meu quarto correndo. Vesti uma camisa xadrez por cima, arrumei o cabelo e me olhei no espelho. Não estava produzida, mas também não tava nem aí. Não ia impressionar ninguém. Ou talvez fosse, mas sem me esforçar.
Saí de casa e ele me abriu a porta da caminhonete com uma cortesia que quase parecia ensaiada. O interior cheirava a couro novo e ao perfume dele. Entrei, ele fechou a porta, contornou o carro e sentou ao volante. —Pronta para uma noite inesquecível? —disse, ligando o motor. Eu só sorri, sem responder. Mas algo no tom dele me fez pensar que não estava falando só do jantar. Lá estava eu, sentada na caminhonete de luxo do Sebastián, com o coração batendo forte. Nervosa e animada ao mesmo tempo. Eu estava fazendo o que minha mãe queria: conhecê-lo. Mas por dentro, algo não batia. Uma vozinha me dizia que aquilo estava errado. Enquanto dirigia, eu sentia o olhar dele sobre mim. Era estranho. Os olhos dele começavam nas minhas pernas, subiam devagar até meus peitos, e ficavam ali um segundo a mais. Não falei nada. Achei que era preconceito meu, que todos os homens me olhavam assim por causa dos meus peitos. Dei o benefício da dúvida, por tudo o que minha mãe tinha dito sobre ele. Mas não conseguia tirar a sensação de que o olhar dele era de pura safadeza. O resto do caminho foi em silêncio. Desconfortável. Nenhum dos dois sabia do que falar. Até chegarmos no hotel. —Ué… isso não é um hotel? —perguntei, surpresa. —É —respondeu com calma—, mas no primeiro andar tem um restaurante. Desci do carro e segui o Sebastián de perto. O lugar era elegante, sofisticado. Eu me sentia deslocada com minha camisa e meus tênis gastos. Chegamos na recepção do restaurante. —Boa noite, tenho reserva para as 10, no nome de Sebastián —disse ele. A recepcionista consultou e assentiu. —Sim, uma reserva para dois. Sua mesa já está pronta. Sigam-me, você e seu acompanhante. Pensei em corrigir, mas pra quê? Não valia a pena. Só segui a recepcionista até uma mesa no centro do restaurante. —Espero que aproveitem o encontro —disse, e foi embora. Sebastián puxou a cadeira pra mim. Cavalheiro, sim. Mas ainda não me convencia de que era o "homem perfeito". Sentei e o silêncio voltou na hora. —Você vem muito aqui? —perguntei, quebrando o gelo. —Sim, gosto desse lugar. Comida boa e vinho bom. O garçom chegou com os cardápios. Abri e quase tive um treco. Os preços eram um absurdo. Com certeza deu pra perceber na minha cara, porque o Sebastián soltou uma risadinha. —Não se preocupa com os preços, eu pago. Pede o que quiser. —Melhor pedir você por mim —falei—. Não conheço nenhum desses pratos. —Kkkk, tudo bem. Espero que você goste. O garçom voltou e o Sebastián pediu tudo. Nomes de pratos que eu nunca tinha ouvido falar. Eu só balançava a cabeça, perdida. O garçom foi embora e o silêncio desconfortável voltou. De novo. —Há quanto tempo você tá saindo com a minha mãe? —perguntei. —Uns meses. E você, tá saindo com alguém? —Não, tive uns rolos mas nada sério. —E quais planos você tem pro futuro? —Pra ser sincera, não sei. Umas amigas me falaram pra eu criar um OnlyFans. Dizem que com esse meu corpo eu ia bombar. O que você acha? Falei pra provocar. Queria ver a reação dele. —Não entendo muito disso —respondeu com calma—. Procura algo mais seguro. Correto demais. Não era a reação que eu esperava. O garçom chegou com a comida e o vinho. Serviu as taças e foi embora. Eu nunca tinha provado vinho. Peguei a taça e dei um gole bem grande. Péssima ideia. O gosto me fez torcer o nariz e tossir. O Sebastián riu baixinho. Fiquei com raiva, mas o vinho começou a me relaxar. E foi aí que decidi colocar meu plano em ação. Terminamos de jantar. O garçom foi embora depois de servir mais vinho. E eu comecei. Devagar, sem fazer barulho, tirei um tênis embaixo da mesa. Depois, com cuidado, deslizei meu pé descalço até a virilha do Sebastián. Apoiei ali, sentindo o volume da calça dele. Comecei a mexer. Primeiro suave, como quem não quer nada. A sola do meu pé roçava o tecido da calça, sentindo o calor que ele soltava. Meus dedos se enrolavam levemente, acariciando o volume que começava a crescer. Subia e descia devagar, pressionando só um pouco, sentindo como endurecia sob meu pé. Ele ficou imóvel. Não disse nada. Mas a respiração dele mudou. Ficou pesada. mais profunda, mais pesada. Eu continuei. Movia meu pé em círculos lentos, sentindo cada centímetro da ereção dele crescer. O tecido esticava sob meus dedos. Pressionei um pouco mais, bem na ponta, e notei como ele estremeceu. — O que você tá fazendo? — sussurrou, com a voz rouca. — Nada — respondi, com um sorriso inocente —. Só tô confortável. E continuei. Movendo meu pé pra cima e pra baixo, devagar, torturante, sentindo ele ficar cada vez mais duro. Meus dedos brincavam com o zíper, roçando nele, como se fosse abaixar a qualquer momento. Apertava com a sola, sentindo o calor, a dureza, a grossura. Dava pra imaginar perfeitamente o que eu tava tocando. Ele não afastou meu pé. Não mandou parar. Só ficou ali, me encarando, com o maxilar travado e os olhos escuros. Bem nessa hora, o garçom voltou. — Senhor, gostariam de uma sobremesa? — perguntou —. Talvez sua filha queira algo doce. Naquele momento, senti a ereção dele endurecer ainda mais sob meu pé. Quase dava pra sentir pulsando. Sorri por dentro. Tava funcionando. — Não, obrigado — respondeu Sebastián, com a voz mais grave —. Minha filha se comportou mal, e merece outro tipo de sobremesa. Aquilo soou como duplo sentido. Adorei. O garçom foi embora. E então eu fiz. "Sem querer", deixei minha taça de vinho cair sobre meus peitos. O vinho tinto se derramou, encharcando minha blusa. O tecido grudou na minha pele, deixando à mostra o contorno dos meus mamilos. Senti o líquido frio e meus mamilos endureceram. — Ai, que atrapalhada! — exclamei —. Me molhei toda. Os olhos dele se cravaram nos meus peitos molhados. Ele engoliu seco. Eu vi. — Ai, Lucía — disse, com a voz rouca —. Tenho um quarto no hotel. Vamos, lá te limpam. — Não precisa — falei, surpresa —. Só me molhei um pouco. — Insisto. Vai ficar toda grudenta. — Mas a conta... — Já foi adicionada às minhas despesas. Vamos. Ele não cedeu. Então fui com ele. Caminhamos até o elevador. Meu pé já no lugar, minha blusa molhada colada no corpo. Eu tava nervosa, mas também excitada. Aquilo tava saindo do controle. As As portas do elevador se abriram. Lá dentro, éramos só nós dois. Ele apertou o botão do andar onde ficava o quarto dele. O elevador começou a subir. Eu não esperava por isso. Sério, não esperava. Mas dava pra aproveitar. Seguir com meu plano. Subimos vários andares no elevador em silêncio. Ele ia na minha frente, andando rápido, como se não pudesse esperar pra chegar. Tirou o cartão dele e abriu a porta do quarto. Me deixou entrar primeiro. Era uma suíte incrível. Cama enorme, televisão gigante, vista panorâmica. Puro luxo. Quase esqueci por que estava ali. —Naquela porta é o banheiro — disse ele, apontando—. Fica à vontade. —Sim, obrigada — respondi, com um sorriso safado—. Não vou demorar. Entrei no banheiro e fechei a porta. Respirei fundo. Tava nervosa, mas me acalmei rápido. Eu era quem tava no controle. Só queria ver se ele tentava alguma coisa. Só tava testando ele. Foi o que repeti pra mim mesma pra me acalmar. Agora, como é que eu podia provocar ele? Me veio uma ideia. Comecei a tirar minha roupa. Primeiro a camisa manchada de vinho. Depois o short. Em seguida as meias e a calcinha. Tudo. Fiquei completamente nua na frente do espelho. Me olhei por um instante: meus peitos grandes, meu corpo curvilíneo, minha pele branca. Eu sabia o que tava fazendo. Entrei no chuveiro. A água quente relaxou meus músculos. Pensava em sair recém-banhada, só de toalha. Sabia que ele não ia resistir. Esse era meu plano. Mas em poucos minutos, aconteceu algo que eu não esperava. Ouvi a porta do banheiro se abrir. Entrou o Sebastián. E ele tava completamente nu. Eu não entendia nada. Por que ele tinha entrado? Por que sem roupa? Meus olhos desceram sem querer. A pica dele ainda não tava totalmente dura, mas mesmo assim parecia bem grande. Não consegui evitar ficar excitada ao ver ela. Ele tinha um belo pacote, e conforme se aproximava, ia ficando mais duro. Percebi que era por minha causa. Na hora, tampei meus peitos e minha buceta com as mãos. Mas só consegui cobrir os bicos. O resto dos meus peitos ficou à mostra. —O que você tá fazendo aqui? — perguntei, tentando soar firme—. Por que você está nu? Não vê que estou tomando banho? Ele sorriu. Um sorriso que não me agradou nada. —O que eu estou fazendo aqui? —repetiu, com voz grave—. Você sabe perfeitamente o que eu estou fazendo. Agora não tenta bancar a santinha comigo. —Do que você está falando? Ele já tinha entrado no chuveiro. Não me deixava sair pela porta de vidro. Eu estava presa com ele. Sem escapatória. —Você ficou de putaria a noite inteira no jantar —disse, enquanto me segurava pelo pescoço com firmeza. Por reflexo, tentei afastá-lo. Mas ele tinha deixado meus peitos expostos. Ele agarrou um com a mão livre. Eu não conseguia afastá-lo. Ele era forte demais. Me senti impotente. —Você vai me conhecer melhor, vadia —sussurrou. Com muita facilidade, sem me soltar, ele me girou e me colocou com o rosto contra o vidro do banheiro. Ele abriu minhas pernas com o joelho. Fiquei à mercê dele, com minha buceta completamente exposta. —Perfeito —disse, e a voz dele saiu rouca—. Você já está molhada. Eu estava molhada pelo chuveiro, sim. Mas a verdade é que também estava pela excitação. Não podia mentir. Nisso, senti algo entre minhas nádegas. O pau dele. Já estava completamente duro. —Espera, espera —falei rápido—. Não é o que você pensa. Eu não queria es... Ele não me deixou nem terminar. Enfiou tudo de uma vez.
Não consegui evitar gemer. Senti ele chegando no fundo de mim. A grossura. O comprimento. Dava pra sentir cada centímetro perfeitamente dentro de mim. Ele começou a se mover, me dando estocadas fortes. A cada uma, meus peitos batiam contra o vidro frio. Eu não dizia nada, só gemia. Eu não queria aquilo. Mas também não queria que parasse. As estocadas dele eram fortes e brutas. Provocavam um som bem safado: o choque da minha bunda contra a pélvis dele. Em um momento, ele se inclinou e sussurrou no meu ouvido: — Você tem uma buceta muito boa. Não para de apertar. Aquilo me excitou mais. Não sei por quê, mas o pau dele era tão gostoso. Eu não queria que parasse. De repente, ele começou a acelerar o ritmo. — Se prepara — disse, com a respiração ofegante —. Aí vem a primeira carga. Essa palavra começou a ecoar na minha cabeça. E naquele momento eu percebi: ele não estava usando camisinha. — Espera, espera — falei, tentando me virar —. Você não pode gozar dentro! — Agora você tem voz, gostosa — respondeu, rindo —. Há pouco você estava tão satisfeita, só gemendo. — Cala a boca — falei, ofegante —. Pode continuar, só não goza dentro. — Uma putinha não vai vir me dar ordens — ele riu —. Parece que você ainda não entendeu seu lugar. Além disso, é isso que você merece. Ele começou a ser mais bruto. Me segurou pela cintura com muita força. Não me deixava escapar. As estocadas dele eram cada vez mais fortes. Eu já estava no limite. Com uma última estocada, eu gozei bem na hora que ele gozou. Senti ele começando a me encher com o esperma dele. — Você é um idiota — falei, com a voz embargada. Mas não tinha acabado. Alguns minutos depois, ele me pegou pela mão, me tirou do chuveiro e me empurrou contra a cama. Me colocou de bruços. — Ainda não terminamos — disse. Senti o pau dele na minha bunda. Ele ainda estava duro. A gente mal tinha transado, como era possível? Sem me deixar descansar, ele me penetrou de novo. Eu ainda estava sensível, mas ele continuou com a mesma intensidade. Não podia acreditar que um maldito velho estava me comendo daquele jeito gostoso. Sem aviso, senti uma forte Palmada que me arrancou um gemido. — Que que você tá fazendo, idiota? — falei, virando a cabeça. — E ainda vem com esse tom? — respondeu, rindo —. Você precisa aprender a me respeitar. Mas parece que você é uma masoquista. — Que nada, não sou. Outra palmada. Mais forte. Gemi de novo. — Kkkk, claro — disse, com tom de deboche. Me irritou que ele curtisse me humilhar. Então decidi não dar esse gosto pra ele. O resto daquela posição fiquei calada, tentando segurar os gemidos. Mas um ou outro escapava. Em poucos minutos, ele me fez ter outro orgasmo. Eu tava exausta demais. Minhas pernas tremiam, não paravam de tremer. Ele era tão intenso que eu mal conseguia acompanhar o ritmo. — Parece que você tá curtindo muito, vagabunda — disse. Com a respiração ofegante, só consegui falar: — Cala a boca. De repente, ele me carregou como se eu não pesasse nada. Me colocou numa posição que eu nunca tinha experimentado: passou os braços por cima das minhas pernas e apoiou as mãos na minha nuca, de costas, com o pau dentro de mim, enquanto continuava de pé. Senti a respiração dele na minha nuca.
— O que você está fazendo? — perguntei —. Me solta. — Ainda não terminei de aproveitar seu corpo — respondeu. — Espera, pelo menos me deixa descansar. Mas ele já estava me penetrando naquela posição. Era tão humilhante. Era a primeira vez que alguém me colocava daquele jeito. Não podia fazer nada, estava à mercê dele. E por algum motivo, isso me excitava ainda mais. Eu gozei várias vezes naquela posição. As investidas dele faziam meus peitos balançarem. Ele terminou quando gozou de novo dentro de mim. Caiu de costas na cama comigo por cima. Mesmo ele tendo feito todo o trabalho, eu estava exausta. Fiquei sentada em cima dele, com o pau ainda dentro de mim. Lá dentro, eu sentia ele ainda duro. Aquilo não tinha acabado. Ele começou a se mover de novo. A gente estava se olhando cara a cara. A expressão dele era de arrogância e satisfação. Me dava raiva. — Você parece bem satisfeito — falei, com a voz cansada —. Seu pervertido do caralho, comer a filha da sua namorada. — Kkkkk — ele riu —. Olha quem fala. Não ouvi nenhuma reclamação sua. E além disso, você é quem está se mexendo. Percebi que ele tinha razão. Eu estava me movendo por conta própria. Queria parar, estava cansada. Mas era tão bom... queria mais. É só um vibrador, pensei. Só estou usando ele como um vibrador. Repetia isso na minha cabeça enquanto continuava me movendo. Mas ele de repente me empurrou com mais força, me pegou e me virou de bruços. — Um vibrador faria isso? — disse. E começou a me comer com mais força, enquanto me segurava pelo pescoço. Eu estava confusa. Como ele sabia o que eu estava pensando? Aí entendi: eu tinha falado sem perceber. Com uma última investida forte, a gente gozou ao mesmo tempo. Fiquei jogada na cama, exausta. Meu corpo tremia, minhas pernas não respondiam. Ele se deitou ao meu lado, também ofegante. Eu estava completamente acabada e satisfeita. Meu corpo continuava tremendo, ainda excitado apesar de tudo. Descansamos um momento em silêncio. Ele também estava cansado, mas não tanto quanto eu. Depois de um tempo, ele se levantou e foi pro banheiro. Ouvi a água cair. água do chuveiro. Aproveitei para recuperar o fôlego, mas minhas pernas não paravam de tremer. Tinha sido intenso demais. Em poucos minutos, ele saiu. Já vestido, com aquela porra daquela atitude de superioridade. Jogou minha roupa pra mim. —Veste isso — disse, sem me olhar—. Já temos que ir. Não falei nada. Só olhei pra ele com raiva. Me sentia humilhada. Usada. Mas também excitada, e era isso que mais me enfurecia. Me vesti em silêncio. A camisa ainda estava molhada de vinho, mas não ligava. Só queria sair daquele lugar. Ele já estava esperando na porta, com o cartão na mão. Eu o segui por trás pelo corredor até o elevador. Minhas pernas ainda estavam fracas, custava pra andar. E cada vez que ele percebia que eu cambaleava ou mancava, soltava uma risadinha baixa. Aquela risada maldita de satisfação. Dava vontade de socar ele. Não disse uma palavra. Só o segui como uma puta obediente. A atitude arrogante dele, como se tivesse me vencido, fervia meu sangue. Do lado de fora do hotel, esperamos a caminhonete. Eu estava calada, olhando pro chão, desejando que aquilo acabasse logo. Mas algo dentro de mim não queria que terminasse daquele jeito. Não podia deixar ele ir embora com aquela sensação de vitória. Quando subimos na caminhonete, pus minha mão na perna dele. Não sabia bem por quê. Talvez pra deixá-lo nervoso, pra fazer ele sentir um pouco de culpa. Ou talvez pra lembrar ele do que tinha acontecido. Mas ele nem se mexeu. Só continuou dirigindo, com aquele sorriso de superioridade. Chegamos na frente da minha casa. O motor desligou. Peguei a maçaneta pra abrir a porta, mas não abria. Ele tinha travado. —Ei, espera — disse, com um tom calmo que me arrepiou toda—. Pra onde vai tão rápido? Antes de ir, você me deve um boquete. Fiquei congelada. —O quê? — perguntei, sem acreditar. — Ou você quer que sua mãe saiba que a filha dela é uma puta? — disse, me mostrando o celular dele—. Tenho um vídeo bem interessante dessa noite. Meu coração parou. Não sabia que vídeo era aquele ou se era real, mas não queria me arriscar. Minha mãe não podia saber. Não assim. —Seu desgraçado —sussurrei, com os punhos cerrados. Mas aceitei. Não tinha escolha. E além disso, uma parte de mim ainda estava excitada. Não queria admitir, mas era verdade. Me inclinei sobre ele e desabotoei a calça dele. O pau dele já estava meio duro, como se estivesse esperando por isso. Tirei pra fora e segurei com a mão. Estava quente, grosso. Comecei a lamber a ponta, devagar, com a língua. Fiz círculos ao redor da glande, sentindo o gosto salgado da pele dele. Ele suspirou, jogando a cabeça pra trás. Peguei com meus lábios e comecei a chupar. Primeiro suave, só a cabeça, movendo a língua em círculos enquanto sugava. Aos poucos, fui enfiando mais na minha boca. Sentia ele endurecer completamente, preenchendo minha garganta. —Assim —disse ele, com a voz rouca—. Usa essa boquinha pra algo útil. Me deu raiva, mas não parei. Continuei chupando com vontade, subindo e descendo a cabeça. Minha mão percorria o que minha boca não alcançava, acariciando as bolas dele enquanto ele gemia. Cada vez que chegava no fundo, sentia o pau dele tocando minha garganta, e eu apertava, sugava com força. —Porra —sussurrou, colocando a mão na minha cabeça—. Assim, continua assim. Acelerei o ritmo. Minha boca se movia mais rápido, minha língua lambia todo o comprimento a cada subida. Saliva escorria pelo meu queixo, mas não ligava. Só queria terminar logo. Comecei a chupar com mais força, fazendo pressão com as bochechas enquanto movia a cabeça. Ele começou a ofegar, a empurrar o quadril pra cima, buscando mais profundidade. Deixei. Queria que ele gozasse logo. —Vou gozar —disse, com a voz entrecortada. Apertei mais a sucção, subi e desci rápido. E em segundos, senti ele se tensar e gozar na minha boca. O esperma dele encheu minha garganta. Fiquei um momento assim, sentindo ele se esvaziar, antes de me afastar e engolir tudo. Limpei o canto dos lábios com as costas da mão. Olhei pra ele com ódio. Ele só sorriu, satisfeito. —Agora sim —disse—. Usando sua boquinha pra algo útil. Não respondi. Desci da caminhonete e fui andando até minha casa. Minhas pernas ainda tremiam. Não olhei pra trás. Entrei, subi as escadas e cheguei no meu quarto. Me joguei na cama, exausta, humilhada. Meu corpo ainda vibrava. E na minha cabeça, só pensava em como ia contar pra minha mãe o que tinha acontecido. Minha mente era um caos, mas tinha um pensamento claro: Deus, o que eu fiz, fiz uma coisa horrível com a minha mãe. Nisso, meu celular tocou. Eu tinha deixado ele na mesa de cabeceira. Era uma mensagem de um número desconhecido. Abri. Era um vídeo. Meu. Dando aquela mamada no Sebastián na caminhonete. Não tinha áudio, mas dava pra ver perfeitamente minha cara. Outra mensagem chegou logo em seguida: "Se você contar pra sua mãe, vou mostrar esse vídeo pra ela. E você não parece uma boa filha no vídeo. Kkkkk. Espero que a gente se divirta de novo em breve." Fiquei olhando pra tela, sem conseguir respirar. Senti um aperto no estômago. Isso não tinha acabado. Tinha só começado. E o que aconteceu depois... bom, isso fica pra outra história.
—Boa noite, Lucía, certo? —disse ele com aquele sorriso perfeito—. A Marisol já está pronta? Sua mãe? Pisquei várias vezes, processando. —Hmm… você não ia ter um encontro hoje? —perguntei, sem saber o que mais dizer. —Sim —respondeu, inclinando levemente a cabeça—. Algum problema? Tá tudo bem? —Tá, tá tudo bem —falei rápido, me sentindo idiota—. Só que minha tia teve uma emergência e minha mãe foi pro hospital cuidar dela. Imagino que pela pressa ela não te avisou. A expressão do Sebastián mudou para uma preocupação fingida. —Ah, espero que sua tia fique bem —disse, colocando a mão no peito—. Que azar. Eu tinha uma reserva num restaurante super exclusivo… pena perder. Ele fez uma pausa. Me encarou. Encara demais. —Oi… você topa jantar comigo? —perguntou, como se tivesse acabado de pensar nisso—. Já tenho a reserva, seria um desperdício perder. E além disso… a gente se conhece melhor, como sua mãe queria. Fiquei em silêncio, processando a oferta. Um jantar chique e de graça. Com um homem bonito, mais velho, que cheirava a dinheiro e perfume caro. E ainda podia conhecê-lo de verdade, ver se era esse "homem perfeito" que minha mãe tanto vendia. Ou descobrir se era só fachada. —Sim —falei, sem pensar muito—. Eu topo. Um sorriso se desenhou no rosto dele. Mas aí os olhos dele desceram um instante pros meus peitos. Só um segundo. Mas eu vi. —Você tá bem assim? —perguntou com um tom que queria parecer inocente—. Digo… talvez você queira vestir algo por cima. Pra não… sei lá… chamar tanta atenção. Ele sabia perfeitamente do que tava falando. Dos meus peitos. Da minha camisa apertada demais. De eu não estar de sutiã. —É, você tem razão —falei, e subi pro meu quarto correndo. Vesti uma camisa xadrez por cima, arrumei o cabelo e me olhei no espelho. Não estava produzida, mas também não tava nem aí. Não ia impressionar ninguém. Ou talvez fosse, mas sem me esforçar.
Saí de casa e ele me abriu a porta da caminhonete com uma cortesia que quase parecia ensaiada. O interior cheirava a couro novo e ao perfume dele. Entrei, ele fechou a porta, contornou o carro e sentou ao volante. —Pronta para uma noite inesquecível? —disse, ligando o motor. Eu só sorri, sem responder. Mas algo no tom dele me fez pensar que não estava falando só do jantar. Lá estava eu, sentada na caminhonete de luxo do Sebastián, com o coração batendo forte. Nervosa e animada ao mesmo tempo. Eu estava fazendo o que minha mãe queria: conhecê-lo. Mas por dentro, algo não batia. Uma vozinha me dizia que aquilo estava errado. Enquanto dirigia, eu sentia o olhar dele sobre mim. Era estranho. Os olhos dele começavam nas minhas pernas, subiam devagar até meus peitos, e ficavam ali um segundo a mais. Não falei nada. Achei que era preconceito meu, que todos os homens me olhavam assim por causa dos meus peitos. Dei o benefício da dúvida, por tudo o que minha mãe tinha dito sobre ele. Mas não conseguia tirar a sensação de que o olhar dele era de pura safadeza. O resto do caminho foi em silêncio. Desconfortável. Nenhum dos dois sabia do que falar. Até chegarmos no hotel. —Ué… isso não é um hotel? —perguntei, surpresa. —É —respondeu com calma—, mas no primeiro andar tem um restaurante. Desci do carro e segui o Sebastián de perto. O lugar era elegante, sofisticado. Eu me sentia deslocada com minha camisa e meus tênis gastos. Chegamos na recepção do restaurante. —Boa noite, tenho reserva para as 10, no nome de Sebastián —disse ele. A recepcionista consultou e assentiu. —Sim, uma reserva para dois. Sua mesa já está pronta. Sigam-me, você e seu acompanhante. Pensei em corrigir, mas pra quê? Não valia a pena. Só segui a recepcionista até uma mesa no centro do restaurante. —Espero que aproveitem o encontro —disse, e foi embora. Sebastián puxou a cadeira pra mim. Cavalheiro, sim. Mas ainda não me convencia de que era o "homem perfeito". Sentei e o silêncio voltou na hora. —Você vem muito aqui? —perguntei, quebrando o gelo. —Sim, gosto desse lugar. Comida boa e vinho bom. O garçom chegou com os cardápios. Abri e quase tive um treco. Os preços eram um absurdo. Com certeza deu pra perceber na minha cara, porque o Sebastián soltou uma risadinha. —Não se preocupa com os preços, eu pago. Pede o que quiser. —Melhor pedir você por mim —falei—. Não conheço nenhum desses pratos. —Kkkk, tudo bem. Espero que você goste. O garçom voltou e o Sebastián pediu tudo. Nomes de pratos que eu nunca tinha ouvido falar. Eu só balançava a cabeça, perdida. O garçom foi embora e o silêncio desconfortável voltou. De novo. —Há quanto tempo você tá saindo com a minha mãe? —perguntei. —Uns meses. E você, tá saindo com alguém? —Não, tive uns rolos mas nada sério. —E quais planos você tem pro futuro? —Pra ser sincera, não sei. Umas amigas me falaram pra eu criar um OnlyFans. Dizem que com esse meu corpo eu ia bombar. O que você acha? Falei pra provocar. Queria ver a reação dele. —Não entendo muito disso —respondeu com calma—. Procura algo mais seguro. Correto demais. Não era a reação que eu esperava. O garçom chegou com a comida e o vinho. Serviu as taças e foi embora. Eu nunca tinha provado vinho. Peguei a taça e dei um gole bem grande. Péssima ideia. O gosto me fez torcer o nariz e tossir. O Sebastián riu baixinho. Fiquei com raiva, mas o vinho começou a me relaxar. E foi aí que decidi colocar meu plano em ação. Terminamos de jantar. O garçom foi embora depois de servir mais vinho. E eu comecei. Devagar, sem fazer barulho, tirei um tênis embaixo da mesa. Depois, com cuidado, deslizei meu pé descalço até a virilha do Sebastián. Apoiei ali, sentindo o volume da calça dele. Comecei a mexer. Primeiro suave, como quem não quer nada. A sola do meu pé roçava o tecido da calça, sentindo o calor que ele soltava. Meus dedos se enrolavam levemente, acariciando o volume que começava a crescer. Subia e descia devagar, pressionando só um pouco, sentindo como endurecia sob meu pé. Ele ficou imóvel. Não disse nada. Mas a respiração dele mudou. Ficou pesada. mais profunda, mais pesada. Eu continuei. Movia meu pé em círculos lentos, sentindo cada centímetro da ereção dele crescer. O tecido esticava sob meus dedos. Pressionei um pouco mais, bem na ponta, e notei como ele estremeceu. — O que você tá fazendo? — sussurrou, com a voz rouca. — Nada — respondi, com um sorriso inocente —. Só tô confortável. E continuei. Movendo meu pé pra cima e pra baixo, devagar, torturante, sentindo ele ficar cada vez mais duro. Meus dedos brincavam com o zíper, roçando nele, como se fosse abaixar a qualquer momento. Apertava com a sola, sentindo o calor, a dureza, a grossura. Dava pra imaginar perfeitamente o que eu tava tocando. Ele não afastou meu pé. Não mandou parar. Só ficou ali, me encarando, com o maxilar travado e os olhos escuros. Bem nessa hora, o garçom voltou. — Senhor, gostariam de uma sobremesa? — perguntou —. Talvez sua filha queira algo doce. Naquele momento, senti a ereção dele endurecer ainda mais sob meu pé. Quase dava pra sentir pulsando. Sorri por dentro. Tava funcionando. — Não, obrigado — respondeu Sebastián, com a voz mais grave —. Minha filha se comportou mal, e merece outro tipo de sobremesa. Aquilo soou como duplo sentido. Adorei. O garçom foi embora. E então eu fiz. "Sem querer", deixei minha taça de vinho cair sobre meus peitos. O vinho tinto se derramou, encharcando minha blusa. O tecido grudou na minha pele, deixando à mostra o contorno dos meus mamilos. Senti o líquido frio e meus mamilos endureceram. — Ai, que atrapalhada! — exclamei —. Me molhei toda. Os olhos dele se cravaram nos meus peitos molhados. Ele engoliu seco. Eu vi. — Ai, Lucía — disse, com a voz rouca —. Tenho um quarto no hotel. Vamos, lá te limpam. — Não precisa — falei, surpresa —. Só me molhei um pouco. — Insisto. Vai ficar toda grudenta. — Mas a conta... — Já foi adicionada às minhas despesas. Vamos. Ele não cedeu. Então fui com ele. Caminhamos até o elevador. Meu pé já no lugar, minha blusa molhada colada no corpo. Eu tava nervosa, mas também excitada. Aquilo tava saindo do controle. As As portas do elevador se abriram. Lá dentro, éramos só nós dois. Ele apertou o botão do andar onde ficava o quarto dele. O elevador começou a subir. Eu não esperava por isso. Sério, não esperava. Mas dava pra aproveitar. Seguir com meu plano. Subimos vários andares no elevador em silêncio. Ele ia na minha frente, andando rápido, como se não pudesse esperar pra chegar. Tirou o cartão dele e abriu a porta do quarto. Me deixou entrar primeiro. Era uma suíte incrível. Cama enorme, televisão gigante, vista panorâmica. Puro luxo. Quase esqueci por que estava ali. —Naquela porta é o banheiro — disse ele, apontando—. Fica à vontade. —Sim, obrigada — respondi, com um sorriso safado—. Não vou demorar. Entrei no banheiro e fechei a porta. Respirei fundo. Tava nervosa, mas me acalmei rápido. Eu era quem tava no controle. Só queria ver se ele tentava alguma coisa. Só tava testando ele. Foi o que repeti pra mim mesma pra me acalmar. Agora, como é que eu podia provocar ele? Me veio uma ideia. Comecei a tirar minha roupa. Primeiro a camisa manchada de vinho. Depois o short. Em seguida as meias e a calcinha. Tudo. Fiquei completamente nua na frente do espelho. Me olhei por um instante: meus peitos grandes, meu corpo curvilíneo, minha pele branca. Eu sabia o que tava fazendo. Entrei no chuveiro. A água quente relaxou meus músculos. Pensava em sair recém-banhada, só de toalha. Sabia que ele não ia resistir. Esse era meu plano. Mas em poucos minutos, aconteceu algo que eu não esperava. Ouvi a porta do banheiro se abrir. Entrou o Sebastián. E ele tava completamente nu. Eu não entendia nada. Por que ele tinha entrado? Por que sem roupa? Meus olhos desceram sem querer. A pica dele ainda não tava totalmente dura, mas mesmo assim parecia bem grande. Não consegui evitar ficar excitada ao ver ela. Ele tinha um belo pacote, e conforme se aproximava, ia ficando mais duro. Percebi que era por minha causa. Na hora, tampei meus peitos e minha buceta com as mãos. Mas só consegui cobrir os bicos. O resto dos meus peitos ficou à mostra. —O que você tá fazendo aqui? — perguntei, tentando soar firme—. Por que você está nu? Não vê que estou tomando banho? Ele sorriu. Um sorriso que não me agradou nada. —O que eu estou fazendo aqui? —repetiu, com voz grave—. Você sabe perfeitamente o que eu estou fazendo. Agora não tenta bancar a santinha comigo. —Do que você está falando? Ele já tinha entrado no chuveiro. Não me deixava sair pela porta de vidro. Eu estava presa com ele. Sem escapatória. —Você ficou de putaria a noite inteira no jantar —disse, enquanto me segurava pelo pescoço com firmeza. Por reflexo, tentei afastá-lo. Mas ele tinha deixado meus peitos expostos. Ele agarrou um com a mão livre. Eu não conseguia afastá-lo. Ele era forte demais. Me senti impotente. —Você vai me conhecer melhor, vadia —sussurrou. Com muita facilidade, sem me soltar, ele me girou e me colocou com o rosto contra o vidro do banheiro. Ele abriu minhas pernas com o joelho. Fiquei à mercê dele, com minha buceta completamente exposta. —Perfeito —disse, e a voz dele saiu rouca—. Você já está molhada. Eu estava molhada pelo chuveiro, sim. Mas a verdade é que também estava pela excitação. Não podia mentir. Nisso, senti algo entre minhas nádegas. O pau dele. Já estava completamente duro. —Espera, espera —falei rápido—. Não é o que você pensa. Eu não queria es... Ele não me deixou nem terminar. Enfiou tudo de uma vez.
Não consegui evitar gemer. Senti ele chegando no fundo de mim. A grossura. O comprimento. Dava pra sentir cada centímetro perfeitamente dentro de mim. Ele começou a se mover, me dando estocadas fortes. A cada uma, meus peitos batiam contra o vidro frio. Eu não dizia nada, só gemia. Eu não queria aquilo. Mas também não queria que parasse. As estocadas dele eram fortes e brutas. Provocavam um som bem safado: o choque da minha bunda contra a pélvis dele. Em um momento, ele se inclinou e sussurrou no meu ouvido: — Você tem uma buceta muito boa. Não para de apertar. Aquilo me excitou mais. Não sei por quê, mas o pau dele era tão gostoso. Eu não queria que parasse. De repente, ele começou a acelerar o ritmo. — Se prepara — disse, com a respiração ofegante —. Aí vem a primeira carga. Essa palavra começou a ecoar na minha cabeça. E naquele momento eu percebi: ele não estava usando camisinha. — Espera, espera — falei, tentando me virar —. Você não pode gozar dentro! — Agora você tem voz, gostosa — respondeu, rindo —. Há pouco você estava tão satisfeita, só gemendo. — Cala a boca — falei, ofegante —. Pode continuar, só não goza dentro. — Uma putinha não vai vir me dar ordens — ele riu —. Parece que você ainda não entendeu seu lugar. Além disso, é isso que você merece. Ele começou a ser mais bruto. Me segurou pela cintura com muita força. Não me deixava escapar. As estocadas dele eram cada vez mais fortes. Eu já estava no limite. Com uma última estocada, eu gozei bem na hora que ele gozou. Senti ele começando a me encher com o esperma dele. — Você é um idiota — falei, com a voz embargada. Mas não tinha acabado. Alguns minutos depois, ele me pegou pela mão, me tirou do chuveiro e me empurrou contra a cama. Me colocou de bruços. — Ainda não terminamos — disse. Senti o pau dele na minha bunda. Ele ainda estava duro. A gente mal tinha transado, como era possível? Sem me deixar descansar, ele me penetrou de novo. Eu ainda estava sensível, mas ele continuou com a mesma intensidade. Não podia acreditar que um maldito velho estava me comendo daquele jeito gostoso. Sem aviso, senti uma forte Palmada que me arrancou um gemido. — Que que você tá fazendo, idiota? — falei, virando a cabeça. — E ainda vem com esse tom? — respondeu, rindo —. Você precisa aprender a me respeitar. Mas parece que você é uma masoquista. — Que nada, não sou. Outra palmada. Mais forte. Gemi de novo. — Kkkk, claro — disse, com tom de deboche. Me irritou que ele curtisse me humilhar. Então decidi não dar esse gosto pra ele. O resto daquela posição fiquei calada, tentando segurar os gemidos. Mas um ou outro escapava. Em poucos minutos, ele me fez ter outro orgasmo. Eu tava exausta demais. Minhas pernas tremiam, não paravam de tremer. Ele era tão intenso que eu mal conseguia acompanhar o ritmo. — Parece que você tá curtindo muito, vagabunda — disse. Com a respiração ofegante, só consegui falar: — Cala a boca. De repente, ele me carregou como se eu não pesasse nada. Me colocou numa posição que eu nunca tinha experimentado: passou os braços por cima das minhas pernas e apoiou as mãos na minha nuca, de costas, com o pau dentro de mim, enquanto continuava de pé. Senti a respiração dele na minha nuca.
— O que você está fazendo? — perguntei —. Me solta. — Ainda não terminei de aproveitar seu corpo — respondeu. — Espera, pelo menos me deixa descansar. Mas ele já estava me penetrando naquela posição. Era tão humilhante. Era a primeira vez que alguém me colocava daquele jeito. Não podia fazer nada, estava à mercê dele. E por algum motivo, isso me excitava ainda mais. Eu gozei várias vezes naquela posição. As investidas dele faziam meus peitos balançarem. Ele terminou quando gozou de novo dentro de mim. Caiu de costas na cama comigo por cima. Mesmo ele tendo feito todo o trabalho, eu estava exausta. Fiquei sentada em cima dele, com o pau ainda dentro de mim. Lá dentro, eu sentia ele ainda duro. Aquilo não tinha acabado. Ele começou a se mover de novo. A gente estava se olhando cara a cara. A expressão dele era de arrogância e satisfação. Me dava raiva. — Você parece bem satisfeito — falei, com a voz cansada —. Seu pervertido do caralho, comer a filha da sua namorada. — Kkkkk — ele riu —. Olha quem fala. Não ouvi nenhuma reclamação sua. E além disso, você é quem está se mexendo. Percebi que ele tinha razão. Eu estava me movendo por conta própria. Queria parar, estava cansada. Mas era tão bom... queria mais. É só um vibrador, pensei. Só estou usando ele como um vibrador. Repetia isso na minha cabeça enquanto continuava me movendo. Mas ele de repente me empurrou com mais força, me pegou e me virou de bruços. — Um vibrador faria isso? — disse. E começou a me comer com mais força, enquanto me segurava pelo pescoço. Eu estava confusa. Como ele sabia o que eu estava pensando? Aí entendi: eu tinha falado sem perceber. Com uma última investida forte, a gente gozou ao mesmo tempo. Fiquei jogada na cama, exausta. Meu corpo tremia, minhas pernas não respondiam. Ele se deitou ao meu lado, também ofegante. Eu estava completamente acabada e satisfeita. Meu corpo continuava tremendo, ainda excitado apesar de tudo. Descansamos um momento em silêncio. Ele também estava cansado, mas não tanto quanto eu. Depois de um tempo, ele se levantou e foi pro banheiro. Ouvi a água cair. água do chuveiro. Aproveitei para recuperar o fôlego, mas minhas pernas não paravam de tremer. Tinha sido intenso demais. Em poucos minutos, ele saiu. Já vestido, com aquela porra daquela atitude de superioridade. Jogou minha roupa pra mim. —Veste isso — disse, sem me olhar—. Já temos que ir. Não falei nada. Só olhei pra ele com raiva. Me sentia humilhada. Usada. Mas também excitada, e era isso que mais me enfurecia. Me vesti em silêncio. A camisa ainda estava molhada de vinho, mas não ligava. Só queria sair daquele lugar. Ele já estava esperando na porta, com o cartão na mão. Eu o segui por trás pelo corredor até o elevador. Minhas pernas ainda estavam fracas, custava pra andar. E cada vez que ele percebia que eu cambaleava ou mancava, soltava uma risadinha baixa. Aquela risada maldita de satisfação. Dava vontade de socar ele. Não disse uma palavra. Só o segui como uma puta obediente. A atitude arrogante dele, como se tivesse me vencido, fervia meu sangue. Do lado de fora do hotel, esperamos a caminhonete. Eu estava calada, olhando pro chão, desejando que aquilo acabasse logo. Mas algo dentro de mim não queria que terminasse daquele jeito. Não podia deixar ele ir embora com aquela sensação de vitória. Quando subimos na caminhonete, pus minha mão na perna dele. Não sabia bem por quê. Talvez pra deixá-lo nervoso, pra fazer ele sentir um pouco de culpa. Ou talvez pra lembrar ele do que tinha acontecido. Mas ele nem se mexeu. Só continuou dirigindo, com aquele sorriso de superioridade. Chegamos na frente da minha casa. O motor desligou. Peguei a maçaneta pra abrir a porta, mas não abria. Ele tinha travado. —Ei, espera — disse, com um tom calmo que me arrepiou toda—. Pra onde vai tão rápido? Antes de ir, você me deve um boquete. Fiquei congelada. —O quê? — perguntei, sem acreditar. — Ou você quer que sua mãe saiba que a filha dela é uma puta? — disse, me mostrando o celular dele—. Tenho um vídeo bem interessante dessa noite. Meu coração parou. Não sabia que vídeo era aquele ou se era real, mas não queria me arriscar. Minha mãe não podia saber. Não assim. —Seu desgraçado —sussurrei, com os punhos cerrados. Mas aceitei. Não tinha escolha. E além disso, uma parte de mim ainda estava excitada. Não queria admitir, mas era verdade. Me inclinei sobre ele e desabotoei a calça dele. O pau dele já estava meio duro, como se estivesse esperando por isso. Tirei pra fora e segurei com a mão. Estava quente, grosso. Comecei a lamber a ponta, devagar, com a língua. Fiz círculos ao redor da glande, sentindo o gosto salgado da pele dele. Ele suspirou, jogando a cabeça pra trás. Peguei com meus lábios e comecei a chupar. Primeiro suave, só a cabeça, movendo a língua em círculos enquanto sugava. Aos poucos, fui enfiando mais na minha boca. Sentia ele endurecer completamente, preenchendo minha garganta. —Assim —disse ele, com a voz rouca—. Usa essa boquinha pra algo útil. Me deu raiva, mas não parei. Continuei chupando com vontade, subindo e descendo a cabeça. Minha mão percorria o que minha boca não alcançava, acariciando as bolas dele enquanto ele gemia. Cada vez que chegava no fundo, sentia o pau dele tocando minha garganta, e eu apertava, sugava com força. —Porra —sussurrou, colocando a mão na minha cabeça—. Assim, continua assim. Acelerei o ritmo. Minha boca se movia mais rápido, minha língua lambia todo o comprimento a cada subida. Saliva escorria pelo meu queixo, mas não ligava. Só queria terminar logo. Comecei a chupar com mais força, fazendo pressão com as bochechas enquanto movia a cabeça. Ele começou a ofegar, a empurrar o quadril pra cima, buscando mais profundidade. Deixei. Queria que ele gozasse logo. —Vou gozar —disse, com a voz entrecortada. Apertei mais a sucção, subi e desci rápido. E em segundos, senti ele se tensar e gozar na minha boca. O esperma dele encheu minha garganta. Fiquei um momento assim, sentindo ele se esvaziar, antes de me afastar e engolir tudo. Limpei o canto dos lábios com as costas da mão. Olhei pra ele com ódio. Ele só sorriu, satisfeito. —Agora sim —disse—. Usando sua boquinha pra algo útil. Não respondi. Desci da caminhonete e fui andando até minha casa. Minhas pernas ainda tremiam. Não olhei pra trás. Entrei, subi as escadas e cheguei no meu quarto. Me joguei na cama, exausta, humilhada. Meu corpo ainda vibrava. E na minha cabeça, só pensava em como ia contar pra minha mãe o que tinha acontecido. Minha mente era um caos, mas tinha um pensamento claro: Deus, o que eu fiz, fiz uma coisa horrível com a minha mãe. Nisso, meu celular tocou. Eu tinha deixado ele na mesa de cabeceira. Era uma mensagem de um número desconhecido. Abri. Era um vídeo. Meu. Dando aquela mamada no Sebastián na caminhonete. Não tinha áudio, mas dava pra ver perfeitamente minha cara. Outra mensagem chegou logo em seguida: "Se você contar pra sua mãe, vou mostrar esse vídeo pra ela. E você não parece uma boa filha no vídeo. Kkkkk. Espero que a gente se divirta de novo em breve." Fiquei olhando pra tela, sem conseguir respirar. Senti um aperto no estômago. Isso não tinha acabado. Tinha só começado. E o que aconteceu depois... bom, isso fica pra outra história.
0 comentários - Comi o namorado da minha mãe