Incesto em Rosário: mamãe não se esconde mais

Naquela mesma noite, depois de comer as milanesas que a María preparou, algo mudou definitivamente na casa de Fisherton.

Já não havia vergonha de ficar pelados. A María decidiu que, dentro daquelas quatro paredes, as regras de fora não existiam. Tirou toda a roupa depois de lavar os pratos e ficou assim, andando pela casa com total liberdade. As tetas grandes balançavam, a bunda larga rebolava a cada passo, e a buceta com pelo preto ficava à mostra sem nenhum disfarce.

O Lucas olhava o tempo todo, já sem se esconder.

— Vem — disse a María do sofá da sala, abrindo as pernas sem pudor—. Senta aqui do lado.

O Lucas se aproximou nu também, a pica meia-dura balançando. Sentou e a María imediatamente apoiou as pernas nas dele, se expondo por completo.

— Me toca — pediu com voz baixa mas firme—. Onde quiser, como quiser. Hoje quero sentir que não existe mais limite entre a gente.

O Lucas começou a acariciar as coxas grossas dela, subindo até a buceta. Abriu os lábios com dois dedos e viu como brilhava de molhada.

— Tá encharcada de novo, mãe…

— Porque não aguento mais a vontade — confessou ela—. Antes eu me tocava escondida no chuveiro pensando em você. Agora… não quero mais me esconder.

O Lucas enfiou dois dedos devagar, só até a metade, ainda respeitando a regra. A María soltou um gemido longo e fechou os olhos.

— Mais pra dentro… só um pouquinho mais — pediu.

Ele obedeceu, curvando os dedos enquanto com o polegar esfregava o clitóris inchado. A María começou a mexer a bacia contra a mão dele, gemendo sem vergonha.

Depois de um tempo, se ajoelhou no sofá, apoiando o peito no encosto e oferecendo a bunda.

— Vem. Esfrega entre as nádegas de novo… mas hoje quero que você me lamba também.

O Lucas se ajoelhou atrás e afundou a cara entre as carnes dela. Lambeu o cu com devoção, passando a língua em círculos enquanto enfiava dois dedos na buceta. Maria gemia forte, se agarrando no sofá.
—Ai, Deus... me lambe o cu, meu filho... me faz sentir suja... sua putinha de mãe...

A palavra "putinha" saiu da boca dela pela primeira vez com total naturalidade. Isso excitou muito o Lucas. Ele chupou o ânus dela com mais força, enfiando a língua enquanto esfregava o clitóris dela.

Maria gozou tremendo, molhando a mão e a cara dele inteira.

Quando desceu do orgasmo, ela se virou e olhou pra ele com olhos brilhantes.

— Agora é a sua vez. Senta.

Lucas sentou no sofá. Maria se ajoelhou entre as pernas dele e agarrou a pica grossa com as duas mãos.

— Olha que linda que você tem... tão grossa e cheia de veia — murmurou, quase com adoração —. Quero aprender a chupar melhor.

Ela começou a chupar com uma fome nova: descendo fundo, babando muito, lambendo as bolas e voltando pra cima. De vez em quando olhava nos olhos dele com a pica na boca. Lucas segurava o cabelo dela com suavidade.

— Assim, mãe... chupa tudo... você tá cada vez mais putinha.

Maria tirou a pica da boca por um segundo, com fios de saliva pendurados.

— Você gosta que sua mãe seja uma putinha pra você? — perguntou, provocando.

— Sim... me deixa louco.

— Então me fala o que você quer. Hoje eu tô disposta a quase tudo.

Lucas fez ela subir no sofá e a colocou de quatro. Esfregou a pica entre as nádegas de novo, mas dessa vez também enfiou a cabeça entre os lábios da buceta, sem penetrar, só esfregando de cima pra baixo.

Maria empurrava pra trás, desesperada.

— Esfrega a buceta com a pica... assim... bem forte.

Passaram quase uma hora explorando: se esfregando em posições diferentes, se lambendo mutuamente, se tocando sem pressa. Maria gozou mais duas vezes. Lucas gozou nos peitos dela e depois na boca, e ela engoliu tudo olhando nos olhos dele.

Mais tarde, já na cama da Maria, nus e abraçados, conversaram em voz baixa enquanto ele acariciava a barriga dela.

— Isso já não é só tesão — disse Maria, séria, mas —calma—. Estou me apaixonando por você de um jeito que não deveria. Você me dá medo, Lucas. Medo de que isso nos destrua… mas também medo de que pare.

Lucas a abraçou mais forte e beijou sua testa.

—Eu já estou apaixonado por você há um tempão, mãe. Não só pelo seu corpo. Por tudo. Por como você é forte, por como você se mata de trabalhar por mim, por como você geme quando eu te como… por tudo.

Maria suspirou e acariciou o pau dele suavemente.

—Então a gente vai continuar sendo livre aqui dentro —sussurrou—. A gente vai fazer tudo o que tiver vontade. Sem vergonha. Mas lá fora… a gente continua sendo mãe e filho. Entendeu?

—Entendido.

A noite continuava quente em Rosário. Dentro daquela casa humilde, mãe e filho tinham aberto uma porta que já não queriam fechar. Cada dia exploravam mais seus corpos e seus desejos mais obscuros, cada vez com menos limites e mais cumplicidade.

1 comentários - Incesto em Rosário: mamãe não se esconde mais