Vingança Deliciosa 2

Passaram-se três semanas desde aquele sábado transformador. Três semanas em que minha vida virou um turbilhão de segredos, mentiras e sexo delicioso. Seu Raul e eu tínhamos estabelecido uma rotina que me excitava até a medula: meu marido continuava "trabalhando até tarde" — que todos sabemos que significava comendo a assistente dele em hotéis de quatro estrelas — e eu aproveitava essas noites para aparecer na casa do meu sogro já com o plug colocado, pronta para ser usada. Mas a coisa não parou por aí. Minha sede de vingança, uma vez despertada, tinha virado um apetite insaciável. Comecei a ver todos os homens ao meu redor como presas em potencial. Por que me contentar só com o sogro quando eu podia ter mais? Por que limitar minha vingança a um único homem quando meu marido tinha me humilhado com aquela vagabunda? O primeiro foi o personal trainer da academia. Marco, um garoto de vinte e cinco anos, moreno, musculoso, com aquelas tatuagens tribais que percorriam os braços e uma pica que marcava obscenamente nos shorts de treino. Eu vinha provocando ele há meses, usando leggings que se enfiavam na minha bunda, fazendo agachamento na frente dele, deixando ele ver o suor entre meus peitos quando fazia cardio. Numa terça à noite, depois de uma sessão privada de treino em que "acidentalmente" deixei minha toalha cair e fiquei nua na frente dele no vestiário, o Marco não aguentou mais. Me empurrou contra os armários, me virou de costas, e enfiou a pica jovem e dura na minha buceta ali mesmo, com o risco de alguém entrar, com a adrenalina correndo nas nossas veias. Ele gozou rápido, rápido demais pro meu gosto, mas o esperma quente dele no meu útero foi um aperitivo delicioso.Vingança Deliciosa 2Depois veio o vizinho. Seu Gilberto, um homem de sessenta anos, viúvo, com cara de vovô querido, mas com umas mãos grandes e fortes que já tinham me tocado o rabo "sem querer" mais de uma vez quando a gente se cruzava no elevador. Numa quinta à tarde, quando meu marido estava na "reunião de negócios" dele, convidei seu Gilberto pra "tomar um café" lá em casa. Acabou me comendo na cozinha, sentada na bancada, com as mãos enrugadas dele apertando minhas tetas enquanto ele falava umas putarias sobre como a esposa dele nunca tinha sido tão safada quanto eu.vadiaMas o melhor, o que realmente me viciou, foi o mecânico. Um cara chamado Chuy, baixinho, fortinho, coberto de graxa, com cara de ter saído de um filme de ação dos anos noventa. Levei o carro do meu marido pra oficina com a desculpa de que "tava fazendo um barulho estranho", mas na real era porque eu tinha visto o Chuy de shorts e regata, e a pica dele parecia uma salaminho pendurada entre as pernas. Quando me inclinei sobre o capô do carro pra "olhar o motor", o Chuy não se fez de bobo: levantou minha saia, rasgou minha calcinha de renda com um movimento brutal, e me comeu contra o carro, na oficina, em plena luz do dia, com os colegas dele trabalhando lá no fundo. Aquela pica era enorme, grossa, curvada pra cima, e me fez gritar tanto que tiveram que colocar música pra abafar meus gemidos. Virei uma colecionadora de picas. Cada homem que me comia era uma vitória contra meu marido, um jeito de provar que eu valia mais do que a putinha loira dele. Meu corpo virou um templo de prazer pra qualquer um que quisesse usar, menos pro dono legítimo. Meu marido continuava dormindo do meu lado toda noite, me beijando com aquela boca que beijava outra, sem saber que o próprio pai dele tinha estado no meu cu horas antes, ou que o mecânico tinha me enchido de leite naquela mesma manhã. Mas todo aquele sexo selvagem, toda aquela putaria intensa e às vezes brutal, teve consequências. Comecei a sentir desconfortos. Uma dor surda no baixo ventre, ardência ao mijar, e — o mais preocupante — sangramento leve depois das sessões mais intensas com o seu Raúl, que cada vez ficava mais violento no jeito de me comer, como se quisesse me marcar por dentro pra sempre. Decidi ir ao médico. Precisava de uma revisão, precisava ter certeza de que não tinha me machucado com tanto sexo anal agressivo. Procurei um ginecologista novo, um que não conhecesse minha família, um onde eu pudesse ser anônima. Encontrei o doutor Andrade numa clínica do outro lado da cidade. Quarenta e poucos anos anos, segundo a foto dele no site, com um ar sério, profissional, daqueles médicos que parecem saídos de uma série de médicos gostosos. Cheguei na clínica numa quarta de manhã, vestida de forma conservadora pela primeira vez em semanas: um vestido azul-marinho que batia no joelho, sapatos baixos, cabelo preso num coque. Queria parecer uma paciente respeitável, uma mulher casada preocupada com a saúde. A recepcionista me mandou entrar no consultório do doutor Andrade. Ele era um homem atraente, mais do que eu esperava. Alto, cabelo escuro com uns fios grisalhos nas têmporas, olhos verdes intensos, e um porte de autoridade que me deixou nervosa de um jeito estranho. Não a excitação habitual que eu sentia com os homens, mas uma vulnerabilidade que eu não curtia. — Bom dia, senhora... — ele olhou a ficha — ...senhora Martínez. O que a traz aqui? Sentei na maca, cruzando as pernas, sentindo o papel descartável estalar debaixo da minha bunda. — Doutor, eu tive... uns incômodos. Dor abdominal, ardor ao urinar, e... sangramento depois das relações. — Desde quando? — ele perguntou, anotando, a voz profissional mas acolhedora. — Umas três semanas. Desde que... comecei a ter relações mais... intensas. Ele me olhou por cima dos óculos, e por um instante achei que ele tinha captado algo no meu tom. — Entendo. Vou fazer um exame físico. Pode se despir da cintura pra baixo e vestir essa bata? Eu volto em alguns minutos. Quando ele saiu, me despi devagar. Tirei a calcinha — preta de renda, molhada por algum motivo que eu não queria analisar — e vesti a bata de papel aberta atrás. Me deitei na maca, olhando pro teto, ouvindo o ar-condicionado. O doutor Andrade voltou com uma enfermeira, uma mulher de meia-idade que parecia entediada com a própria vida. Ele me fez umas perguntas de rotina enquanto o doutor lavava as mãos, e depois a enfermeira saiu, me deixando sozinha com ele. — Vou examiná-la agora — ele disse, calçando umas luvas de látex azuis que se ajustavam às mãos grandes. Começou com o exame das mamas, suas mãos frias e profissionais se movendo sobre meus peitos, pressionando, apalpando. Tentei não pensar em como o corpo dele estava perto do meu, no hálito dele perto do meu pescoço. —Tudo bem por aqui —murmurou—. Agora vou fazer o exame pélvico. Por favor, abra as pernas e coloque os pés nos apoios. Obedeci, sentindo o papel da maca amassar debaixo da minha bunda exposta. O doutor sentou no banquinho com rodinhas e se posicionou entre minhas pernas. Senti os olhos dele sobre mim, olhando minha buceta, e de repente me senti exposta de um jeito diferente. Não era a exposição de puta que eu procurava, mas a de paciente vulnerável. Ele inseriu um espéculo frio, e eu gemi involuntariamente quando ele abriu, deixando meu colo do útero exposto. O doutor fez um exame visual, depois pegou um cotonete para amostras. —Tem uma irritação —comentou—. E... —ele parou, e senti o tom dele mudar— ...senhora Martínez, a senhora teve relações anais recentemente? Meu coração parou. Porra. Como ele sabia? —Eu... sim —gaguejei—. Por que o senhor pergunta? —Porque há sinais evidentes —disse, e a voz dele soava diferente, mais grave—. Tem pequenas fissuras, irritação severa do canal anal, e... —fez uma pausa— ...tem resíduo de sêmen. Senhora, isso parece resultado de penetração anal violenta, recente e frequente. Eu queria morrer de vergonha, mas ao mesmo tempo, senti um calor estranho descendo pelo meu ventre. O jeito que ele falou, aquela autoridade médica misturada com... era impressão minha ou tinha algo mais na voz dele? —Doutor, eu... —comecei a me desculpar, mas ele levantou a mão. —A senhora não precisa me explicar sua vida sexual —disse, mas não saiu de entre minhas pernas. Se tanto, chegou mais perto—. Mas preciso avisar que está causando dano. Precisa descansar, usar mais lubrificante, e... —outra pausa, mais longa dessa vez— ...talvez um parceiro mais cuidadoso. —Não é só um parceiro —soltou antes que eu pudesse me segurar, e então me amaldiçoei—. São... vários. Os olhos os do doutor Andrade se encontraram com os meus. Havia algo ali, um brilho que não tinha antes. Curiosidade mórbida, luxúria reprimida, ou talvez só fascínio profissional por uma paciente promíscua. — Vários — repetiu, e não era uma pergunta. — Sim — sussurrei, e não sei por quê, mas continuei —. Meu marido me trai. Eu me vinguei. Eu fodo com quem eu quero. Com o pai dele, com o vizinho, com o treinador... com qualquer um de pau duro que queira me dar. O doutor ficou imóvel por um momento que pareceu eterno. Então, lentamente, tirou as luvas de látex com um estalo audível. Levantou-se. Trancou a porta do consultório. O clique soou forte na sala silenciosa. — Senhora Martinez — disse, virando-se para mim, e agora sim, definitivamente, havia luxúria pura nos olhos dele —. O que a senhora está fazendo é destrutivo para a sua saúde. Mas... — aproximou-se da maca, as mãos fortes agarrando meus joelhos — ...eu entendo a necessidade. Entendo o vazio que se sente. — Doutor? — minha voz saiu como um sussurro. — Minha esposa também me traiu — disse, e as mãos dele subiram pelas minhas coxas, empurrando o avental para cima —. Há anos. E desde então... — as mãos dele chegaram às minhas ancas — ...aprendi a tomar o que quero quando aparece. — O que o senhor está fazendo? — perguntei, mas não me mexi. Não fechei as pernas. Se tanto, abri mais. — Estou fazendo o que deveria ter feito há anos com pacientes como você — grunhiu, e de repente me agarrou pelos tornozelos, puxando-me até minha bunda ficar na beira da maca —. Estou pegando o que você me oferece com essa boca de puta e esse cu destruído. E então abaixou a cabeça e me lambeu. Não a buceta, não. Lambeu meu cu diretamente, aquele cu que ele tinha diagnosticado como danificado, violentado, usado. Sua língua quente e úmida percorreu minhas fendas, lambeu meu cuzinho sensível, fazendo-me arquear e gemer na maca do hospital como uma puta no cio. — Doutor... por favor... — ofeguei, agarrando o lençol de papel. — Cala a boca e aguenta isso. —grunhiu contra a minha bunda, e então enfiou dois dedos na minha buceta enquanto continuava comendo o meu cu—. Você tá com a buceta tão molhada, sua puta. Tão pronta. Te excita saber que seu médico te usa assim? Que ele sabe o quão gostosa você é? —Sim... sim, doutor... —eu chorei, rebolando contra a boca dele—. Por favor, me fode. Me fode como os outros. Me fode melhor. Ele se levantou de repente. Eu vi ele desabotoar o cinto, baixar a calça do terno. A pica dele pulou pra fora, e porra, era linda. Grossa, comprida, com uma veia grossa correndo pela lateral, a ponta brilhando de pré-gozo. Ele colocou uma camisinha com movimentos rápidos, de quem sabia o que fazia. —Você vai sentir isso —disse ele, se posicionando—. E vai lembrar que eu sou seu médico toda vez que doer pra andar. Ele entrou na minha buceta de uma estocada só. Eu tava tão molhada, tão pronta, que ele entrou sem resistência, me preenchendo por completo. Mas não parou por aí. Enquanto fodia minha buceta com estocadas fortes, ele enfiou um dedo no meu cu, aquele cu tão usado, tão violentado, e começou a me foder com o dedo no mesmo ritmo. —Ai, porra... ai, sim... —eu gritei, sem me importar quem ouvisse lá fora—. Mais forte, doutor. Mais forte. —Aguenta isso, sua puta doente —ele grunhiu, trocando de buraco. Ele tirou a pica da minha buceta, encostou no meu cu, e empurrou. Entrou com facilidade, facilidade demais, meu cu já tava tão usado que oferecia pouca resistência. Mas o doutor não parou. Ele me segurou pelos joelhos, levantando minhas pernas até meus tornozelos ficarem nos ombros dele, e começou a me dar uma surra anal brutal, enfiando até o fundo a cada vez, o quadril batendo com força na minha bunda. —Olha isso —ordenou—. Olha como eu te fodo, sua puta. Olha como eu destruo seu cu. Eu abri os olhos e vi no espelho do teto que eles tinham pros pacientes. A visão era obscena: eu, deitada na maca do hospital, vestida de paciente mas com as pernas abertas igual uma gostosa, e ele, o doutor Andrade, com o jaleco branco aberto, o terno desabotoado, cravando a pica no meu cu com uma fúria selvagem. —Vou gozar no seu cu —anunciou, e as investidas dele ficaram desesperadas, erráticas—. Vou te encher de porra, sua puta. Vou te curar com meu leite. —Sim, doutor, sim... —gemi, sentindo meu próprio orgasmo se aproximando, aquela mistura de dor e prazer que me enlouquecia—. Goza no meu cu. Me enche. Sou sua puta doente, doutor. Me usa. —Ah, puta! —gritou, e se cravou até o fundo, ficando parado, pulsando dentro de mim. Senti o esperma quente dele enchendo a camisinha dentro do meu cu, mas ele não parou. Continuou se movendo, tirando e metendo, fazendo a camisinha deslizar parcialmente, deixando o esperma escapar dentro de mim, cru, quente, se misturando com o do seu Raúl e o do Chuy e todos os outros que tinham estado ali antes dele. Quando finalmente saiu, a camisinha ficou dentro de mim, cheia de porra. Ele tirou com cuidado, dando um nó, e depois me olhou com uma mistura de culpa e satisfação. —Isso... isso não pode se repetir —disse, ofegante, arrumando o terno. Sentei devagar na maca, sentindo o esperma dele escorrendo pelas minhas coxas, meu cu pulsando, minha buceta se contraindo vazia. —Ah, doutor Andrade —sorri, com a maquiagem borrada, o cabelo desfeito, minha cara de puta usada—. Isso acabou de começar. Agora você tem meu histórico médico. Sabe tudo sobre mim. E eu sei que você é um médico que fode suas pacientes. Acha que vou deixar isso terminar aqui? O rosto dele empalideceu, mas vi como o pau dele, ainda meio duro, se mexeu. Ele já estava pensando na próxima vez. Me vesti devagar, deixando ele ver o estrago que tinha feito em mim, a porra manchando minhas coxas, as marcas dos dedos dele nos meus joelhos. Quando saí do consultório, a recepcionista me olhou estranho pelo meu aspecto bagunçado. —A próxima consulta é em duas semanas, senhora Martínez —disse o doutor Andrade da porta do consultório dele, a voz profissional mas com um tremor quase imperceptível—. Para... acompanhamento. —Duas semanas, doutor —repeti, sorrindo—. Mal posso esperar pela minha... revisão. Saí da clínica sob o sol do meio-dia, com a bunda dolorida, cheia de porra do meu médico, e uma nova adição à minha coleção. Meu marido continuava sem saber de nada, continuava comendo a putinha dele, continuava achando que tinha uma esposa fiel em casa. Mas eu já não era mais a esposa dele. Eu era a puta do pai dele, a gostosa do vizinho, a vadia do personal trainer, e agora, a paciente favorita do médico dele. E cada pau que me comia, cada homem que me enchia de porra, era mais uma vitória, mais uma forma de provar que eu era muito mais do que a traição dele, muito mais do que o descarte dele. Naquela noite, quando meu marido chegou em casa cheirando a perfume barato da amante, eu já tinha estado com o seu Raúl naquela tarde. Meu sogro tinha me comido contra a janela da sala dele, com risco de os vizinhos verem, e tinha gozado no meu cu, como sempre. E quando meu marido me deu um beijo de boa noite, eu sabia que estava carregando a porra do próprio pai dele dentro de mim, misturada com a do meu médico daquela manhã. A vingança nunca tinha sido tão doce, tão suja, tão perfeita. E eu não tinha a menor intenção de parar. Tinha tantos homens por aí, tantos paus duros esperando pra serem usados, tantas formas de humilhar meu marido sem ele saber. Adormeci com um sorriso nos lábios, sonhando com a minha próxima consulta médica, com o próximo encontro com o sogro, com o próximo homem que eu transformaria no meu brinquedo. Porque eu era uma puta, sim. Mas era uma puta com um propósito. E esse propósito me mantinha mais viva, mais excitada, mais satisfeita do que nunca antes na minha vida.buceta
gostosaO jogo mal tinha começado.

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