Antes de ele ir trabalhar em outra área, o Sr. do lixo que tanto tinha me comido e me feito dele, até já tinha me dado pelo meu cuzinho, um dia eu estava na minha casa cozinhando, quando de repente ouço a campainha, tinha chegado da academia então estava com meu shortinho de lycra e meu top, saí pra abrir e vi que era o Sr., ele me pegou pela cintura e me puxou pra perto dele, começando a me beijar apaixonadamente, eu coloquei minhas mãos no peito dele e comecei a empurrá-lo pra me soltar, ele me disse: vamos pra sua cama pra eu te dar onde você gosta, sua putinha, antes de eu ir embora te deixo bem recheadinha.
- não, agora não - por que não, putinha? - minha mãe tá em casa e pode nos ver - foda-se as duas, tua mãe também tô morrendo de vontade de comer - filha, quem é? Por que tá demorando tanto? Assim que ouviu a voz, ele me soltou rapidinho. Minha mãe saiu de casa e cumprimentou ele - Boa tarde, hoje não é o dia que você passa pra pegar o lixo - não, é que sua filha me pediu um favor e vim trazer a encomenda dela Eu nervosa pra caralho porque minha mãe fosse descobrir que o cara do lixo tava me comendo e metendo o pau em mim na casa dela, mas o senhor foi até atrás do carrinho dele e soltou o cachorro que ela tinha encomendado, pegou uma corda e me entregou na mão. - Bom, loirinha, já te arrumei o que você pediu, vou me retirando - Mãe, pode levar o cachorrinho pro jardim dos fundos, por favor, enquanto eu aproveito pra jogar o lixo fora - sim, filha - até logo, senhor - até logo, gostosa Ao ouvir esse comentário, minha mãe ficou olhando pra ele com cara de incredulidade, mas ao mesmo tempo se sentiu lisonjeada, parecia que ela tinha gostado que ele falasse aquilo, mas só se virou e foi embora. Também quando o senhor viu minha mãe, não perdeu tempo, comeu ela com os olhos e até ficou de sacanagem, dava pra ver no olhar que ele tava morrendo de vontade nela também. Esse dia, eu e minha mãe tínhamos ido correr, então ela também tava de roupa justa, e ao ver como ele olhava pra ela, dava pra ver que ele queria mesmo comer nós duas. Quando ele se virou, até se inclinou pra não perder detalhe dela e me disse: que rabão ela tem também, dá pra ver que senta muito gostoso igual você, já vi de onde você tirou essas nádegas enormes, sortudo também seu pai de poder colocar a cara ali e chupar e morder, mmmm, fiquei com vontade de enfiar bem fundo, ele me disse. - calma aí, respondi
Eu fingi que ia jogar o lixo fora, mas falei aquilo só pra ela ir embora e eu poder ficar a sós com o homem. Me joguei nele e abracei o pescoço dele, começando a beijá-lo, enfiando minha língua na boca dele. Ele me segurou pela cintura e começou a deslizar as mãos pra dentro do meu shortinho. Parece que aquilo fez ele esquecer da minha mãe. Me afastei dele e agradeci pelo cachorro. — Obrigada, love. Antes de você ir pra sua outra área de trabalho, vem aqui de noite que eu te dou uma coisa especial. — O que você vai me dar, güerita? — Vem e descobre. — Hoje não posso ir, me passa seu número e quando eu puder te mando mensagem. A gente trocou os números e, antes dele ir embora, ele me beijou de novo, enfiando a língua até o fundo. Me virei pra entrar em casa quando ouvi um baita tapa na minha bunda, como de costume. Me fez pular e ardeu de tanta força, mas dessa vez, em vez de reclamar, falei: — No dia que você vier, sua surpresa vai ser me arrebentar o cu. — Sério que você vai me deixar comer tua bunda? — Sim, love, você vai rasgar minha raba. Fechei a porta e fui ver o cachorro. Obviamente o cachorro tava num estado ruim, sujo, com fome, então aproveitei e levei ele no veterinário pra revisão, dar comida e vacinar. Mas eu queria dar banho nele pra começar a explorar e ver como o cachorro reagia. A gente entrou na banheira, ele parece que adora água porque não teve problema nenhum. Passei o shampoo que tinha acabado de comprar, água morna, e ensaboei ele inteiro. Meti minhas mãos por baixo da barriga dele e, normalmente, quando você faz isso com cachorro, o pauzinho rosa dele aparece. Nunca tinha me passado pela cabeça bater uma pro cachorro, até agora, que eu queria pica em toda oportunidade. Quando lavo meu outro cachorro, sempre tô de shorts curto. Dessa vez eu tava de biquíni, queria me sentir mais gostosa e mais puta, e também porque sempre que dou banho no meu outro cachorro eu fico toda molhada. Então tava lavando a parte de baixo dele e toquei no pau dele. Não sei se ele queria me passar algo, parecia tão engraçado com a pata dele. levantada me convidando a tocar o pinto dele, além disso, me olhava com aqueles olhinhos safados e meigos, que minha mão foi sozinha pro pinto dele, não sei o que me deu, mas peguei no pinto dele com uma certa devoção, devagarzinho fiquei movendo pra trás e pra frente, fiz ele deslizar na minha mão quase como faço com um homem. Acariciei as bolas grossas e pesadas dele com uma mão e com a outra continuei movendo a rola dele que parecia engrossar ainda mais. Me ajoelhei pra observar de pertinho, pensei que eu tinha um cachorro tarado e alguma coisa formigou entre minhas pernas, porque eu queria ele como meu macho e no fim ele é bem cachorro. O pinto canino dele tava lindo e nas minhas mãos tava quente. Tinha uma bola enorme na base que me intrigava e me atraía. Minhas mãos continuavam deslizando ao longo da rola comprida do Tomy, ele começou a agarrar minha mão: — Coitadinho! … Bom garoto! … olha o que a mamãe fez com você … fez sua coisa crescer … fez você ficar todo excitado, meu bebê … O olhar dele era muito doce, continuei batendo uma pra ele quase sem perceber, depois veio um arrependimento, achei patético estar batendo uma pra rola do Tomy e sentindo minha buceta encharcando e formigando. Eu tava até quase rebolando no ritmo que ele pegava minha mão, mas era rápido demais pra eu acompanhar. O que meus pais pensariam se me pegassem com a rola do Tomy nas mãos e vestida só de biquíni?
Mas seus olhos travessos continuavam sobre mim, ele curvou o tronco e me deu uma lambidinha carinhosa no ombro: —Eu sei, amor, a mamãe é uma mulher safada… e te deixou todo excitado… Terminei de enxaguar e saímos da banheira pra secar ele, ele sempre com aquela pica dura pra caralho: —Já, menino!… se acalma que a mamãe não tem o dia todo… e nem pensa que vou bater uma pra você, seu brinquedinho… então se acalma, agora não, depois você vai ser minha putinha e vai ser meu macho, mas fica tranquilo… Ele se jogou no tapete na saída do chuveiro e começou a lamber o próprio pau: —Isso, amor… brinca com seu pau que a mamãe tem outras coisas pra fazer. Eu até queria naquele momento ser empalada por ele, mas como ainda era meio da tarde, meus pais depois entravam no meu quarto sem bater e a cena que iam ver era super estranha: minha filha de quatro enquanto um cachorro monta nela e enfia o pinto… Mas a languidez do olhar dele me deu uma ternura enorme, era como se ele implorasse por algo mais. De repente ele se levantou e a língua dele tocou de cheio a parte da frente do meu biquíni, recuei rápido com as coxas apertadas. Minha buceta acendeu: —Quer ser safado com a mamãe?… Sei que fui eu que te deixei assim… Tá bom… vou fazer uma travessura com você… sei que você precisa de uma putinha, mas eu sou sua putinha… Devagar acariciei a cabeça dele, o lombo e minha mão desceu pra barriga dele, o pau dele continuava duro e quente. —Meu cachorrinho tá com ele todo durinho!… Falei pegando no pau dele e mexendo pra trás e pra frente, pra trás e pra frente, repetindo o movimento devagar e aos poucos aumentando a velocidade. Minha buceta estava ardendo, com as gotinhas que saíam do pau dele, peguei na minha mão e depois enfiei debaixo do meu biquíni pra molhar minha buceta, formou uma espécie de creminha, meu clitóris me fazia mexer a cintura imaginando como seria sentir aquele pau grosso pulsando na minha mão: —E por que não? Era pra isso que eu tinha pedido, pra ele me comer… Fiz ele sair pela borda da banheira. Não sei se o faro fino do cachorro percebeu o cheiro que minha buceta quente emanava, mas ele instintivamente enfiou o focinho na minha entreperna e o empurrou contra meu púbis, meu biquíni molhado se meteu entre meus lábios maiores e me fez arrepiar a pele. Eu queria me afastar no começo, porque sim, eu queria transar com ele, mas achava estranho e por isso hesitava, mas inexplicavelmente deixei ele fazer: —Ah, que fera! … Você também quer brincar, hein? … Parece que meu cheiro atraía ele, a língua dele acariciou minhas coxas e o nariz frio empurrou insistentemente entre meus lábios excitados. —O que você tá fazendo? … Ei!, essa é minha buceta … você gosta, hein? … sente como cheira gostoso? … A língua dele começou a desenhar o inchaço da minha pussy através do tecido fino do meu biquíni, os sucos da minha pussy molharam o pano, um arrepio percorreu todo o meu corpo. Me virei para me afastar. —Vem … tenho que te secar … Não foi tão fácil me afastar daquela língua feiticeira que me fazia sentir tão bem. —Vem … deita … é mais fácil pra mamãe te secar … você é tão grande, amor … Ele se deitou no tapete e eu sequei a barriga dele, mas meus olhos estavam grudados no membro rosado dele, meio azulado, brilhante, grosso, quente. Algo fez "clique" em mim. Me agachei ao lado dele com as pernas abertas. Minhas mãos voltaram a agarrar o arnês masculino dele. Imediatamente me lembrei daquelas histórias de mulheres que ousaram acolher uma cock enorme nas suas conchinhas. —Como será que vai ser se eu apoiar na minha pussy, me dava muito tesão? … Era algo que eu não conseguia resistir, brilhava tão lindamente e estava recém-banhado, impecavelmente limpo. Toquei várias vezes, era uma delicadeza e tão grande. Estava tão absorta admirando o pinto dele que de repente senti a língua dele entre minhas nádegas. Voltaram os arrepios, borboletas no meu estômago e também na minha pussy. —O que você quer? … bom … talvez só a pontinha … isso não deve doer … não vai contar pros seus donos … vamos … me deixa provar primeiro sua linguinha … Me sentei na frente dele com as pernas abertas e afastei meu biquíni para oferecer minha buceta já molhada de excitação, afastei ele para o lado. Ele esticou a cabeça para frente e senti seu nariz molhado contra mim. Houve um instante em que hesitei. Primeiro ele cheirou e depois sua língua comprida de veludo saiu como em câmera lenta de seu focinho e se chocou contra a fenda dos meus lábios vaginais. No começo parecia estranho, mas devo dizer que extraordinariamente gostoso, então pensei, que mal pode haver em mais algumas lambidas. Me aproximei mais dele e deslizei minha buceta sobre a cabeça dele para dar melhor acesso, me levantei e tirei meu biquíni jogando no chão, estava nua da parte de baixo no meu quarto: —Vem Tomy... levanta... Na frente dele, esperei que se aproximasse abrindo minhas pernas, estava na altura certa, ele me deu umas lambidas com sua língua gigantesca por toda a minha buceta. Ai, meu Deus!... que gostoso que é. Essa língua enorme entre minhas pernas me varria de cima para baixo e depois fazia de novo em boa velocidade, rapidamente separei meus lábios para sentir ele no meu clitóris. Achei que ia morrer, Uau!, que sensação tão avassaladora, ninguém nunca me lambeu assim. Queria ter filmado para guardar e ver depois para me masturbar. Mas senti que ia gozar, Ai! Que prazer, minha buceta começou a tremer e meus fluidos escorriam em torrentes, mas ele lambeu todos os meus fluidos. De repente senti a necessidade de sentir o pau dele na minha mão, quero fazer tudo com ela, já não me importava mais nada, podia acontecer qualquer coisa, de tudo, queria satisfazê-lo e que me fizesse sentir mulher, sua putinha. Me inclinei e agarrei ele por baixo da barriga dele, toquei, estava quente. Como eu faço para tê-lo dentro de mim? —Sim!... já sei o que você quer... eu também quero... mas não sei como fazer... Muitas coisas passavam pela minha cabeça, mas eu estava me convencendo cada vez mais de querer experimentar o desconhecido para mim, só que não sabia como fazer. Ao ler nos contos ou ver em alguns vídeos, tudo parecia simples, mas agora na hora Nada daquilo parecia funcionar, esse cachorro é gigantesco e eu, pequenininha, com a pica imensa dele debaixo dos meus olhos. Tranquei a porta do meu quarto pra evitar que me pegassem com meu cachorro metendo a pica em mim e comecei a planejar como ia tentar fazer aquilo. Subi ele na cama e mandei ele deitar, sentei do lado e fiz ele virar, depois montei em cima dele de pernas abertas, igual faço com um homem. Sacudi a pica magnífica dele que já estava bem dura: —Não se mexe, amor… a mamãe vai te fazer o favor… Com o pau firme na minha mão, só precisava achar coragem pra descer minha buceta na pica dele que já apontava ameaçadoramente pra fenda molhada da minha pussy, agora só precisava empurrar pra dentro de mim, pensei. Desci mais um pouco minha virilha e senti a ponta quente do pênis mastodôntico dele separar os lábios da minha pussy molhada, enquanto atrasava a penetração por uma indecisão de última hora, a verdade é que eu tava com medo mas queria muito, deslizava a vara pontuda e quente sobre meu clitóris delicado. Como sentei nele com as pernas bem abertas, minha buceta também tava escancarada, então esfreguei a pica dele por toda a minha pussy encharcada facilmente, pensei que o cachorro deitado de barriga pra cima fosse ficar agitado, mas ele ficou totalmente imóvel. —Ah!… Que sensação tão quente… Me inclinei sobre o Tomy convulsionando num orgasmo espontâneo, os pelos dele faziam cócegas na minha bunda, meus fluidos banhavam a pica dele que já tava molhada. Tudo isso me deixou ainda mais excitada. Com muito cuidado desci e me penetrei com vários centímetros daquela pica canina gorda, deslizou fácil pra dentro da minha pussy de tão molhada que tava. Por um momento perdi o controle. Ofegando e gemendo, me agachei com força, o Tomy soltou um gemido e um uivo baixinho, depois ficou silêncio. Já tava dentro de mim, respirei fundo e empurrei mais pra dentro. Tão fundo que meus lábios tocaram o pelo dele e os pelos acariciaram minha pussy. Senti a ponta afiada dentro da minha buceta e a bola dele que ainda não tinha crescido completamente, entrou e saiu da minha pussy me fazendo tremer numa série de micro orgasmos, fiquei quietinha enquanto meu corpo tremia. Me endireitei com o pau dele profundamente cravado em mim, peguei as patas traseiras dele e comecei a me mover devagar pra cima e pra baixo e, meio como um balanço, pra trás e pra frente. A bola dele cresceu tanto que ficou pra fora da minha pussy, tentei várias vezes fazê-la entrar abaixando minha virilha com força sobre ele até sentir as bolas, mas os gemidos suaves do Tomy me fizeram entender que eu poderia machucá-lo. Era difícil conter minha luxúria e meus movimentos eram meio descontrolados por causa do tesão que a verga grossa e quente dele me causava, mas eu não podia gemer muito porque poderiam me descobrir. Era como estar num orgasmo longo e prolongado, tentava fechar minhas pernas, mas não conseguia. Simplesmente me sentia sobrecarregada e aquelas sensações me dominavam, me senti desfalecer e me agarrei ao corpo dele. Ele estava grunhindo e gritando como uma fera e meus fluidos escorriam da minha buceta em torrentes. Entendi que só eu estava gozando, o Tomy precisava transar de quatro como cachorro e eu estava fazendo como humano. Me levantei um pouco, fiz ele se erguer e me meti debaixo dele, mas não funcionou, ele era grande e alto demais. Então desci da cama e fiquei de quatro, apoiada com meus peitos no colchão e a bunda bem levantada expondo minha buceta e meu cu, me movia com muita dificuldade, porque ele vinha atrás de mim lambendo minha pussy me causando arrepios, gritinhos e gemidos que eu tinha que segurar. Me acomodei bem na beirada da cama, levantei minha bunda no ar e me dei uns tapinhas nas nádegas, ele começou a lamber meu cu e minha pussy, me matava de prazer com aquela língua investigadora, me mexia pra frente e pra trás, depois se introduzia e me provocava espasmos orgásmicos incontroláveis, até que jorrou xixi que não consegui segurar, eu tava encharcada dos meus fluidos e do mijo que não aguentei, minha cama já tava toda molhada kkkk e ele parecia gostar de chupar meus fluidos porque não parava de lamber minha buceta. Depois ele pulou nas minhas costas, mas ele é tão grande que o pau dele bateu nas minhas costas, umas vezes o pau dele passou pela minha bunda e o líquido pré-seminal molhou minha pele. Ele errou um montão de vezes, parecia que não ia rolar, eu tava me sentindo frustrada, mas minha tesão continuava apesar de tudo, eu queria ele dentro de mim, queria o pauzão dele na minha pussy. Ele continuava tentando enfiar o pau na minha buceta, então meti minha mão entre minhas pernas e alcancei o pau dele escorregadio e guiei até minha rajada molhada. Com uma estocada violenta, surpreendentemente o Tomy enfiou o pênis dele na minha buceta e me fez soltar um grito que tive que abafar mordendo meu lençol molhado com restos dos meus fluidos. Pensei que ia ser mais difícil, mas finalmente entrou sem muita resistência. No começo foi devagar, ele se acomodou com uns pulinhos, depois enfiou o pau dele de baixo pra cima, entrou uma boa parte na minha pussy molhada, me fez gritar várias vezes que achei que iam me ouvir e alertar minha mãe, mas como meus pais estavam em casa, não queria assustar eles, então mordi os lençóis pra abafar meus gemidos e meus gritos, depois senti aquela bola gigante pressionando meus lábios e alargando minha buceta até limites inimagináveis, entrou e saiu me causando uma sensação avassaladora pra depois ficar preso dentro da minha buceta, começando a me tremer toda, como se meu corpo inteiro fosse parte do pau gigante dele, puxava minha pussy pra dentro e pra fora, minhas entranhas tremiam e o prazer me fazia gritar e tentando manter meu equilíbrio não só físico, também meu equilíbrio mental, a sensação era insana. Meu orgasmo gigantesco e avassalador começou quando o sêmen dele começou a encher meu útero, ondas quentes de esperma encheram tudo meus recantos, alongaram todas as minhas dobras vaginais e fizeram minha barriguinha crescer. Minha buceta se contraiu uma e outra vez, sugando com meus músculos a poderosa pica que derramava líquido seminal no fundo do meu ser. Me senti desfalecer, quase perdi a consciência, quis parar assustada com a sensação poderosa, mas o Tomy continuou com suas pulsações e movimentos. A bola dele tinha inchado completamente dentro de mim e meus lábios vaginais se contraíram para prender ela e não deixar ir, ainda sentia jatos saindo da pica dele. Acariciei meu clitóris e gozei mais umas duas vezes. Por sorte o Tomy estava calmo e não me arrastou junto. Fiquei com a pica dele cravada na minha buceta por uns vinte minutos, estávamos grudados feito cachorros no acasalamento, basicamente eu era agora a putinha do Tomy, a fêmea dele, estava totalmente extasiada e cheia de orgasmos, minhas pernas tremiam rapidinho, estava completamente suada e minha buceta cheia de porra e meus suquinhos, que escorriam pelas minhas coxas até minhas pernas para cair no colchão, depois com um barulho surdo saiu disparada da minha pussy e com ela um mar de sêmen canino e meus fluidos se derramaram sobre o lençol, era uma quantidade enorme de porra quente. Fiquei chocada com a quantidade de semente canina derramada na minha cama, sentia escorrendo pela minha buceta. Terminamos de transar e fiquei deitada um tempo com as pernas abertas, o Tomy se aproximou e para consolar e satisfazer sua mulher limpou o sêmen dele da minha buceta com a língua, eu adorava muito que ele me chupasse, estava deixando bem limpinha mas não só isso, me dava muito prazer e fui tomar banho, ao sair o Tomy estava no chão dormindo, depois de satisfazer sua putinha kkkk, agora queria que ele me comesse pelo cu. Troquei os lençóis cheios de porra do Tomy, meus suquinhos e meu xixi e me deitei para tirar uma soneca, só estava com uma calcinha fio dental bem pequena, não de cordão mas daquelas que se enfiam bem na sua bunda, e meu top, o Tomy subiu na minha cama e como eu estava de bruços, o Tomy começou a cheirar minha bunda pequenininha recém-usada com uma lambida de vez em quando, isso me deixou com tesão de novo, mas eu tava tão cansada que decidi esperar pra transar com ele de novo. Enquanto ele curtia lambendo minha raba e cheirando minha bucetinha recém-usada.

- não, agora não - por que não, putinha? - minha mãe tá em casa e pode nos ver - foda-se as duas, tua mãe também tô morrendo de vontade de comer - filha, quem é? Por que tá demorando tanto? Assim que ouviu a voz, ele me soltou rapidinho. Minha mãe saiu de casa e cumprimentou ele - Boa tarde, hoje não é o dia que você passa pra pegar o lixo - não, é que sua filha me pediu um favor e vim trazer a encomenda dela Eu nervosa pra caralho porque minha mãe fosse descobrir que o cara do lixo tava me comendo e metendo o pau em mim na casa dela, mas o senhor foi até atrás do carrinho dele e soltou o cachorro que ela tinha encomendado, pegou uma corda e me entregou na mão. - Bom, loirinha, já te arrumei o que você pediu, vou me retirando - Mãe, pode levar o cachorrinho pro jardim dos fundos, por favor, enquanto eu aproveito pra jogar o lixo fora - sim, filha - até logo, senhor - até logo, gostosa Ao ouvir esse comentário, minha mãe ficou olhando pra ele com cara de incredulidade, mas ao mesmo tempo se sentiu lisonjeada, parecia que ela tinha gostado que ele falasse aquilo, mas só se virou e foi embora. Também quando o senhor viu minha mãe, não perdeu tempo, comeu ela com os olhos e até ficou de sacanagem, dava pra ver no olhar que ele tava morrendo de vontade nela também. Esse dia, eu e minha mãe tínhamos ido correr, então ela também tava de roupa justa, e ao ver como ele olhava pra ela, dava pra ver que ele queria mesmo comer nós duas. Quando ele se virou, até se inclinou pra não perder detalhe dela e me disse: que rabão ela tem também, dá pra ver que senta muito gostoso igual você, já vi de onde você tirou essas nádegas enormes, sortudo também seu pai de poder colocar a cara ali e chupar e morder, mmmm, fiquei com vontade de enfiar bem fundo, ele me disse. - calma aí, respondi
Eu fingi que ia jogar o lixo fora, mas falei aquilo só pra ela ir embora e eu poder ficar a sós com o homem. Me joguei nele e abracei o pescoço dele, começando a beijá-lo, enfiando minha língua na boca dele. Ele me segurou pela cintura e começou a deslizar as mãos pra dentro do meu shortinho. Parece que aquilo fez ele esquecer da minha mãe. Me afastei dele e agradeci pelo cachorro. — Obrigada, love. Antes de você ir pra sua outra área de trabalho, vem aqui de noite que eu te dou uma coisa especial. — O que você vai me dar, güerita? — Vem e descobre. — Hoje não posso ir, me passa seu número e quando eu puder te mando mensagem. A gente trocou os números e, antes dele ir embora, ele me beijou de novo, enfiando a língua até o fundo. Me virei pra entrar em casa quando ouvi um baita tapa na minha bunda, como de costume. Me fez pular e ardeu de tanta força, mas dessa vez, em vez de reclamar, falei: — No dia que você vier, sua surpresa vai ser me arrebentar o cu. — Sério que você vai me deixar comer tua bunda? — Sim, love, você vai rasgar minha raba. Fechei a porta e fui ver o cachorro. Obviamente o cachorro tava num estado ruim, sujo, com fome, então aproveitei e levei ele no veterinário pra revisão, dar comida e vacinar. Mas eu queria dar banho nele pra começar a explorar e ver como o cachorro reagia. A gente entrou na banheira, ele parece que adora água porque não teve problema nenhum. Passei o shampoo que tinha acabado de comprar, água morna, e ensaboei ele inteiro. Meti minhas mãos por baixo da barriga dele e, normalmente, quando você faz isso com cachorro, o pauzinho rosa dele aparece. Nunca tinha me passado pela cabeça bater uma pro cachorro, até agora, que eu queria pica em toda oportunidade. Quando lavo meu outro cachorro, sempre tô de shorts curto. Dessa vez eu tava de biquíni, queria me sentir mais gostosa e mais puta, e também porque sempre que dou banho no meu outro cachorro eu fico toda molhada. Então tava lavando a parte de baixo dele e toquei no pau dele. Não sei se ele queria me passar algo, parecia tão engraçado com a pata dele. levantada me convidando a tocar o pinto dele, além disso, me olhava com aqueles olhinhos safados e meigos, que minha mão foi sozinha pro pinto dele, não sei o que me deu, mas peguei no pinto dele com uma certa devoção, devagarzinho fiquei movendo pra trás e pra frente, fiz ele deslizar na minha mão quase como faço com um homem. Acariciei as bolas grossas e pesadas dele com uma mão e com a outra continuei movendo a rola dele que parecia engrossar ainda mais. Me ajoelhei pra observar de pertinho, pensei que eu tinha um cachorro tarado e alguma coisa formigou entre minhas pernas, porque eu queria ele como meu macho e no fim ele é bem cachorro. O pinto canino dele tava lindo e nas minhas mãos tava quente. Tinha uma bola enorme na base que me intrigava e me atraía. Minhas mãos continuavam deslizando ao longo da rola comprida do Tomy, ele começou a agarrar minha mão: — Coitadinho! … Bom garoto! … olha o que a mamãe fez com você … fez sua coisa crescer … fez você ficar todo excitado, meu bebê … O olhar dele era muito doce, continuei batendo uma pra ele quase sem perceber, depois veio um arrependimento, achei patético estar batendo uma pra rola do Tomy e sentindo minha buceta encharcando e formigando. Eu tava até quase rebolando no ritmo que ele pegava minha mão, mas era rápido demais pra eu acompanhar. O que meus pais pensariam se me pegassem com a rola do Tomy nas mãos e vestida só de biquíni?
Mas seus olhos travessos continuavam sobre mim, ele curvou o tronco e me deu uma lambidinha carinhosa no ombro: —Eu sei, amor, a mamãe é uma mulher safada… e te deixou todo excitado… Terminei de enxaguar e saímos da banheira pra secar ele, ele sempre com aquela pica dura pra caralho: —Já, menino!… se acalma que a mamãe não tem o dia todo… e nem pensa que vou bater uma pra você, seu brinquedinho… então se acalma, agora não, depois você vai ser minha putinha e vai ser meu macho, mas fica tranquilo… Ele se jogou no tapete na saída do chuveiro e começou a lamber o próprio pau: —Isso, amor… brinca com seu pau que a mamãe tem outras coisas pra fazer. Eu até queria naquele momento ser empalada por ele, mas como ainda era meio da tarde, meus pais depois entravam no meu quarto sem bater e a cena que iam ver era super estranha: minha filha de quatro enquanto um cachorro monta nela e enfia o pinto… Mas a languidez do olhar dele me deu uma ternura enorme, era como se ele implorasse por algo mais. De repente ele se levantou e a língua dele tocou de cheio a parte da frente do meu biquíni, recuei rápido com as coxas apertadas. Minha buceta acendeu: —Quer ser safado com a mamãe?… Sei que fui eu que te deixei assim… Tá bom… vou fazer uma travessura com você… sei que você precisa de uma putinha, mas eu sou sua putinha… Devagar acariciei a cabeça dele, o lombo e minha mão desceu pra barriga dele, o pau dele continuava duro e quente. —Meu cachorrinho tá com ele todo durinho!… Falei pegando no pau dele e mexendo pra trás e pra frente, pra trás e pra frente, repetindo o movimento devagar e aos poucos aumentando a velocidade. Minha buceta estava ardendo, com as gotinhas que saíam do pau dele, peguei na minha mão e depois enfiei debaixo do meu biquíni pra molhar minha buceta, formou uma espécie de creminha, meu clitóris me fazia mexer a cintura imaginando como seria sentir aquele pau grosso pulsando na minha mão: —E por que não? Era pra isso que eu tinha pedido, pra ele me comer… Fiz ele sair pela borda da banheira. Não sei se o faro fino do cachorro percebeu o cheiro que minha buceta quente emanava, mas ele instintivamente enfiou o focinho na minha entreperna e o empurrou contra meu púbis, meu biquíni molhado se meteu entre meus lábios maiores e me fez arrepiar a pele. Eu queria me afastar no começo, porque sim, eu queria transar com ele, mas achava estranho e por isso hesitava, mas inexplicavelmente deixei ele fazer: —Ah, que fera! … Você também quer brincar, hein? … Parece que meu cheiro atraía ele, a língua dele acariciou minhas coxas e o nariz frio empurrou insistentemente entre meus lábios excitados. —O que você tá fazendo? … Ei!, essa é minha buceta … você gosta, hein? … sente como cheira gostoso? … A língua dele começou a desenhar o inchaço da minha pussy através do tecido fino do meu biquíni, os sucos da minha pussy molharam o pano, um arrepio percorreu todo o meu corpo. Me virei para me afastar. —Vem … tenho que te secar … Não foi tão fácil me afastar daquela língua feiticeira que me fazia sentir tão bem. —Vem … deita … é mais fácil pra mamãe te secar … você é tão grande, amor … Ele se deitou no tapete e eu sequei a barriga dele, mas meus olhos estavam grudados no membro rosado dele, meio azulado, brilhante, grosso, quente. Algo fez "clique" em mim. Me agachei ao lado dele com as pernas abertas. Minhas mãos voltaram a agarrar o arnês masculino dele. Imediatamente me lembrei daquelas histórias de mulheres que ousaram acolher uma cock enorme nas suas conchinhas. —Como será que vai ser se eu apoiar na minha pussy, me dava muito tesão? … Era algo que eu não conseguia resistir, brilhava tão lindamente e estava recém-banhado, impecavelmente limpo. Toquei várias vezes, era uma delicadeza e tão grande. Estava tão absorta admirando o pinto dele que de repente senti a língua dele entre minhas nádegas. Voltaram os arrepios, borboletas no meu estômago e também na minha pussy. —O que você quer? … bom … talvez só a pontinha … isso não deve doer … não vai contar pros seus donos … vamos … me deixa provar primeiro sua linguinha … Me sentei na frente dele com as pernas abertas e afastei meu biquíni para oferecer minha buceta já molhada de excitação, afastei ele para o lado. Ele esticou a cabeça para frente e senti seu nariz molhado contra mim. Houve um instante em que hesitei. Primeiro ele cheirou e depois sua língua comprida de veludo saiu como em câmera lenta de seu focinho e se chocou contra a fenda dos meus lábios vaginais. No começo parecia estranho, mas devo dizer que extraordinariamente gostoso, então pensei, que mal pode haver em mais algumas lambidas. Me aproximei mais dele e deslizei minha buceta sobre a cabeça dele para dar melhor acesso, me levantei e tirei meu biquíni jogando no chão, estava nua da parte de baixo no meu quarto: —Vem Tomy... levanta... Na frente dele, esperei que se aproximasse abrindo minhas pernas, estava na altura certa, ele me deu umas lambidas com sua língua gigantesca por toda a minha buceta. Ai, meu Deus!... que gostoso que é. Essa língua enorme entre minhas pernas me varria de cima para baixo e depois fazia de novo em boa velocidade, rapidamente separei meus lábios para sentir ele no meu clitóris. Achei que ia morrer, Uau!, que sensação tão avassaladora, ninguém nunca me lambeu assim. Queria ter filmado para guardar e ver depois para me masturbar. Mas senti que ia gozar, Ai! Que prazer, minha buceta começou a tremer e meus fluidos escorriam em torrentes, mas ele lambeu todos os meus fluidos. De repente senti a necessidade de sentir o pau dele na minha mão, quero fazer tudo com ela, já não me importava mais nada, podia acontecer qualquer coisa, de tudo, queria satisfazê-lo e que me fizesse sentir mulher, sua putinha. Me inclinei e agarrei ele por baixo da barriga dele, toquei, estava quente. Como eu faço para tê-lo dentro de mim? —Sim!... já sei o que você quer... eu também quero... mas não sei como fazer... Muitas coisas passavam pela minha cabeça, mas eu estava me convencendo cada vez mais de querer experimentar o desconhecido para mim, só que não sabia como fazer. Ao ler nos contos ou ver em alguns vídeos, tudo parecia simples, mas agora na hora Nada daquilo parecia funcionar, esse cachorro é gigantesco e eu, pequenininha, com a pica imensa dele debaixo dos meus olhos. Tranquei a porta do meu quarto pra evitar que me pegassem com meu cachorro metendo a pica em mim e comecei a planejar como ia tentar fazer aquilo. Subi ele na cama e mandei ele deitar, sentei do lado e fiz ele virar, depois montei em cima dele de pernas abertas, igual faço com um homem. Sacudi a pica magnífica dele que já estava bem dura: —Não se mexe, amor… a mamãe vai te fazer o favor… Com o pau firme na minha mão, só precisava achar coragem pra descer minha buceta na pica dele que já apontava ameaçadoramente pra fenda molhada da minha pussy, agora só precisava empurrar pra dentro de mim, pensei. Desci mais um pouco minha virilha e senti a ponta quente do pênis mastodôntico dele separar os lábios da minha pussy molhada, enquanto atrasava a penetração por uma indecisão de última hora, a verdade é que eu tava com medo mas queria muito, deslizava a vara pontuda e quente sobre meu clitóris delicado. Como sentei nele com as pernas bem abertas, minha buceta também tava escancarada, então esfreguei a pica dele por toda a minha pussy encharcada facilmente, pensei que o cachorro deitado de barriga pra cima fosse ficar agitado, mas ele ficou totalmente imóvel. —Ah!… Que sensação tão quente… Me inclinei sobre o Tomy convulsionando num orgasmo espontâneo, os pelos dele faziam cócegas na minha bunda, meus fluidos banhavam a pica dele que já tava molhada. Tudo isso me deixou ainda mais excitada. Com muito cuidado desci e me penetrei com vários centímetros daquela pica canina gorda, deslizou fácil pra dentro da minha pussy de tão molhada que tava. Por um momento perdi o controle. Ofegando e gemendo, me agachei com força, o Tomy soltou um gemido e um uivo baixinho, depois ficou silêncio. Já tava dentro de mim, respirei fundo e empurrei mais pra dentro. Tão fundo que meus lábios tocaram o pelo dele e os pelos acariciaram minha pussy. Senti a ponta afiada dentro da minha buceta e a bola dele que ainda não tinha crescido completamente, entrou e saiu da minha pussy me fazendo tremer numa série de micro orgasmos, fiquei quietinha enquanto meu corpo tremia. Me endireitei com o pau dele profundamente cravado em mim, peguei as patas traseiras dele e comecei a me mover devagar pra cima e pra baixo e, meio como um balanço, pra trás e pra frente. A bola dele cresceu tanto que ficou pra fora da minha pussy, tentei várias vezes fazê-la entrar abaixando minha virilha com força sobre ele até sentir as bolas, mas os gemidos suaves do Tomy me fizeram entender que eu poderia machucá-lo. Era difícil conter minha luxúria e meus movimentos eram meio descontrolados por causa do tesão que a verga grossa e quente dele me causava, mas eu não podia gemer muito porque poderiam me descobrir. Era como estar num orgasmo longo e prolongado, tentava fechar minhas pernas, mas não conseguia. Simplesmente me sentia sobrecarregada e aquelas sensações me dominavam, me senti desfalecer e me agarrei ao corpo dele. Ele estava grunhindo e gritando como uma fera e meus fluidos escorriam da minha buceta em torrentes. Entendi que só eu estava gozando, o Tomy precisava transar de quatro como cachorro e eu estava fazendo como humano. Me levantei um pouco, fiz ele se erguer e me meti debaixo dele, mas não funcionou, ele era grande e alto demais. Então desci da cama e fiquei de quatro, apoiada com meus peitos no colchão e a bunda bem levantada expondo minha buceta e meu cu, me movia com muita dificuldade, porque ele vinha atrás de mim lambendo minha pussy me causando arrepios, gritinhos e gemidos que eu tinha que segurar. Me acomodei bem na beirada da cama, levantei minha bunda no ar e me dei uns tapinhas nas nádegas, ele começou a lamber meu cu e minha pussy, me matava de prazer com aquela língua investigadora, me mexia pra frente e pra trás, depois se introduzia e me provocava espasmos orgásmicos incontroláveis, até que jorrou xixi que não consegui segurar, eu tava encharcada dos meus fluidos e do mijo que não aguentei, minha cama já tava toda molhada kkkk e ele parecia gostar de chupar meus fluidos porque não parava de lamber minha buceta. Depois ele pulou nas minhas costas, mas ele é tão grande que o pau dele bateu nas minhas costas, umas vezes o pau dele passou pela minha bunda e o líquido pré-seminal molhou minha pele. Ele errou um montão de vezes, parecia que não ia rolar, eu tava me sentindo frustrada, mas minha tesão continuava apesar de tudo, eu queria ele dentro de mim, queria o pauzão dele na minha pussy. Ele continuava tentando enfiar o pau na minha buceta, então meti minha mão entre minhas pernas e alcancei o pau dele escorregadio e guiei até minha rajada molhada. Com uma estocada violenta, surpreendentemente o Tomy enfiou o pênis dele na minha buceta e me fez soltar um grito que tive que abafar mordendo meu lençol molhado com restos dos meus fluidos. Pensei que ia ser mais difícil, mas finalmente entrou sem muita resistência. No começo foi devagar, ele se acomodou com uns pulinhos, depois enfiou o pau dele de baixo pra cima, entrou uma boa parte na minha pussy molhada, me fez gritar várias vezes que achei que iam me ouvir e alertar minha mãe, mas como meus pais estavam em casa, não queria assustar eles, então mordi os lençóis pra abafar meus gemidos e meus gritos, depois senti aquela bola gigante pressionando meus lábios e alargando minha buceta até limites inimagináveis, entrou e saiu me causando uma sensação avassaladora pra depois ficar preso dentro da minha buceta, começando a me tremer toda, como se meu corpo inteiro fosse parte do pau gigante dele, puxava minha pussy pra dentro e pra fora, minhas entranhas tremiam e o prazer me fazia gritar e tentando manter meu equilíbrio não só físico, também meu equilíbrio mental, a sensação era insana. Meu orgasmo gigantesco e avassalador começou quando o sêmen dele começou a encher meu útero, ondas quentes de esperma encheram tudo meus recantos, alongaram todas as minhas dobras vaginais e fizeram minha barriguinha crescer. Minha buceta se contraiu uma e outra vez, sugando com meus músculos a poderosa pica que derramava líquido seminal no fundo do meu ser. Me senti desfalecer, quase perdi a consciência, quis parar assustada com a sensação poderosa, mas o Tomy continuou com suas pulsações e movimentos. A bola dele tinha inchado completamente dentro de mim e meus lábios vaginais se contraíram para prender ela e não deixar ir, ainda sentia jatos saindo da pica dele. Acariciei meu clitóris e gozei mais umas duas vezes. Por sorte o Tomy estava calmo e não me arrastou junto. Fiquei com a pica dele cravada na minha buceta por uns vinte minutos, estávamos grudados feito cachorros no acasalamento, basicamente eu era agora a putinha do Tomy, a fêmea dele, estava totalmente extasiada e cheia de orgasmos, minhas pernas tremiam rapidinho, estava completamente suada e minha buceta cheia de porra e meus suquinhos, que escorriam pelas minhas coxas até minhas pernas para cair no colchão, depois com um barulho surdo saiu disparada da minha pussy e com ela um mar de sêmen canino e meus fluidos se derramaram sobre o lençol, era uma quantidade enorme de porra quente. Fiquei chocada com a quantidade de semente canina derramada na minha cama, sentia escorrendo pela minha buceta. Terminamos de transar e fiquei deitada um tempo com as pernas abertas, o Tomy se aproximou e para consolar e satisfazer sua mulher limpou o sêmen dele da minha buceta com a língua, eu adorava muito que ele me chupasse, estava deixando bem limpinha mas não só isso, me dava muito prazer e fui tomar banho, ao sair o Tomy estava no chão dormindo, depois de satisfazer sua putinha kkkk, agora queria que ele me comesse pelo cu. Troquei os lençóis cheios de porra do Tomy, meus suquinhos e meu xixi e me deitei para tirar uma soneca, só estava com uma calcinha fio dental bem pequena, não de cordão mas daquelas que se enfiam bem na sua bunda, e meu top, o Tomy subiu na minha cama e como eu estava de bruços, o Tomy começou a cheirar minha bunda pequenininha recém-usada com uma lambida de vez em quando, isso me deixou com tesão de novo, mas eu tava tão cansada que decidi esperar pra transar com ele de novo. Enquanto ele curtia lambendo minha raba e cheirando minha bucetinha recém-usada.
1 comentários - Meu macho especial