Daniel tinha ido trabalhar há apenas uma hora, me deixando naquela bolha de paz e descanso que eu tanto amava depois da tempestade da lua de mel. Eu estava na sala, deitada no sofá com uma taça de vinho tinto na mão, me sentindo a mulher mais bem-sucedida do mundo: a esposa perfeita, a mulher amada, a dona de um segredo que ninguém mais podia tocar. A campainha tocou e eu nem precisei ver quem era pra saber que o veneno vinha em frasco bonito. Era a Paola.
Entrou com aquela segurança que sempre me intimidou e uma garrafa de vinho na mão. Servimos duas taças e o ar rapidamente se encheu daquela cumplicidade que só a gente entendia. **LAURA:** (Com um sorriso radiante e um tom de cumplicidade) Pao, você não imagina o quanto eu tô feliz. Ser a senhora do Daniel é... é uma sensação de poder incrível. Tudo é tão perfeito. Mas o Esteban não para de me mandar mensagem. Ele tá desesperado pra me comer de novo, mas eu quero descansar uns dias e curtir meu casamento antes de voltar pros joguinhos. **PAOLA:** (Servindo mais vinho e cravando o olhar nas minhas pernas nuas, eu tava de coquitos)
Ai, Laurita... você tão santinha por fora e com tanta vontade de ser arrombada de novo. Não se ilude não, que esse brilho no seu olho não é de paz, é de fome. Senti um arrepio descendo pela minha espinha. O jeito que ela me olhava não era de amiga; era de predadora. A Paola se aproximou do sofá. Não sentou do meu lado, sentou *em cima* de mim, invadindo meu espaço com uma naturalidade sufocante. Começou a acariciar minha coxa, subindo a mão devagar pelo meu joelho, enquanto os dedos dela se afundavam na minha pele com uma pressão que me fez soltar um suspiro involuntário. Os olhos dela desceram pros meus peitos e depois pra minha bunda, e por um momento senti que o olhar dela era tão físico quanto as mãos. **PAOLA:** Você tá mais gostosa agora que é mulher casada, Laura. Seus peitos tão mais firmes, sua bunda mais... apetitosa. Antes que eu pudesse responder, ela se jogou na minha boca. Não foi um beijo carinhoso; foi um ataque. Os lábios dela bateram nos meus com uma urgência violenta e a língua entrou na minha boca com uma voracidade que me deixou sem ar. Era um beijo molhado, profundo, com gosto de vinho e uma malícia que me desmontou por completo. Tentei empurrá-la por puro instinto, pelo costume de ser a mulher intocável, mas minhas mãos acabaram se enroscando no cabelo dela.
**LAURA:** (Respirando ofegante e com o coração a martelar) Pao... o que foi? Mmh!... Somos amigas! **PAOLA:** (Separando-se apenas alguns milímetros, com um sorriso malicioso e a voz carregada de autoridade) Não se faça de boba, Laura. Você sempre soube que eu gosto de mulheres. E desde que te vi na despedida de solteira abrindo as pernas pra aqueles dois strippers, fiquei com uma vontade doentia de te provar. Fiquei em choque. Meu coração quase explodiu. A ideia de que minha melhor amiga estivesse me desejando enquanto eu fazia papel de esposa perfeita me deu uma sacudida de tesão tão brutal que minha buceta encharcou na hora. Paola não esperou minha permissão; me beijou de novo, dessa vez com mais força, enquanto a mão dela descia e apertava minha bunda com uma possessividade que me fez soltar um gemido. Eu não resisti mais. Me entreguei ao tesão, fascinada pela ideia de ser devorada por alguém que conhecia meus segredos. Paola me pegou pela mão e me arrastou pro quarto principal. Me despiu com uma lentidão torturante, tirando cada peça de roupa até eu ficar nua e vulnerável sobre os lençóis de seda da minha cama de casal. Me sentia exposta, mas o tesão era um incêndio dentro de mim.
Ela se posicionou entre as minhas pernas e não perdeu tempo. Senti a língua quente e experiente dela encontrando o meu clitóris.
**LAURA:** ¡Mmmgh!... ¡Pao, meu Deus, ahhh!... ¡Ninguém nunca tinha me beijado assim lá embaixo!... ¡Ahhh, sim, chupa aí! O som da língua dela contra minha carne era um ritual obsceno: *Slurp, slurp, slurp*. A Paola era metódica; ela lambeu minha buceta com uma pressão rítmica e depois desceu a língua até meu cuzinho, explorando cada dobra com uma habilidade que nenhum homem tinha conseguido antes. Ela era mais detalhista, mais voraz, mais ligada no meu prazer. **LAURA:** (Ofegante e arqueando as costas) ¡Mmh!... ¡Uff!... ¡Ahhh!... ¡Sim, Pao, não para!... ¡Mmmgh!
Num movimento fluido, ela se acomodou por cima de mim numa posição de 69. Senti o clitóris dela contra a minha cara enquanto minha língua mergulhava na buceta dela, sentir aquele cheiro de xota suada me deixou louca. Era uma troca de fluidos e gemidos. Eu devorava a buceta dela, esfregava minha língua e meu nariz, subia, descia, e repetia, tava entregue ao tesão. Depois, entrelaçamos as pernas numa posição de tesoura, esfregando nossas bucetas encharcadas uma na outra num ritmo frenético. O roçar da buceta molhada dela contra a minha buceta molhada criou um som sufocante: *Chlap, chlap, chlap*. O orgasmo me atingiu como uma onda vulcânica, me fazendo contorcer e gritar no meio do quarto.


Meu Deus, a sensação era espetacular, o roçar, enquanto ela pegava nas minhas tetas eu só gemia! HAAA PAU, continua, continua MMMM! Quando eu achei que o mundo tinha parado e que meu corpo não aguentava mais, a Paola se levantou. Eu vi ela tirar algo da bolsa e meu sangue gelou de tesão. Era um cinto de couro com uma pica longa, grossa, que parecia um aviso. **PAOLA:** (Ajustando o cinto na cintura com um olhar de mando) Achou que isso ia acabar tão fácil, putinha? Agora você vai saber como uma mulher de verdade penetra. Ela me colocou de quatro nos lençóis bagunçados. Senti a mão dela na minha cintura, me segurando com uma força que não admitia resposta. E então, o impacto: a pica entrou na minha buceta com uma única estocada violenta.
**LAURA:** AAAAAHHH!... Sua puta, Pao!... Mmh!... Vai me partir!... Uff, que duro isso tá!
As estocadas eram rítmicas, profundas e sem nenhuma piedade. O dildo batia no meu colo do útero a cada investida: *Plap, plap, plap!*. Cravei as unhas nos travesseiros enquanto sentia ele me preenchendo por completo, me esticando até o limite.
**PAOLA:** Geme, vadia! Geme mais alto! Me diz de quem é essa buceta agora! **LAURA:** (Com a voz arrasada pelo prazer e a sufocação) Auhhh!... Pao, você vai me arrebentar, ahhh!... Mais forte, enfia tudo em mim, mmmgh!... É sua, Pao!... Ahhh, sim, eu sou sua!... Me come mais forte, não para, me destrói! A Paola me virou de quatro pra me olhar nos olhos enquanto me macetava sem piedade. Ver o rosto dela concentrado na minha destruição enquanto a pica de plástico me abria ao meio foi o auge da minha humilhação. Eu me entreguei por completo, gritando minha rendição enquanto um segundo orgasmo sacudia meu corpo até me deixar sem forças.
Fiquei jogada na cama, com o peito subindo e descendo com dificuldade, o corpo encharcado de suor e a mente num limbo de prazer e cansaço. A Paola se levantou com uma calma insultante. Ajeitou a blusa, serviu o último gole de vinho e me olhou com um sorriso de superioridade. **PAOLA:** Descansa, meu amor... Eu vou antes que a Dani chegue. E não se preocupa, isso fica entre a gente... Fiquei ali, tentando recuperar o fôlego, sentindo o vazio por dentro e a umidade nas coxas. Sorri por dentro, me sentindo a rainha da traição. Tinha conseguido o impossível: uma infidelidade tão perfeita, tão secreta e tão impune que nem o próprio céu conseguiria descobrir. Eu me sentia segura na minha mentira.
Entrou com aquela segurança que sempre me intimidou e uma garrafa de vinho na mão. Servimos duas taças e o ar rapidamente se encheu daquela cumplicidade que só a gente entendia. **LAURA:** (Com um sorriso radiante e um tom de cumplicidade) Pao, você não imagina o quanto eu tô feliz. Ser a senhora do Daniel é... é uma sensação de poder incrível. Tudo é tão perfeito. Mas o Esteban não para de me mandar mensagem. Ele tá desesperado pra me comer de novo, mas eu quero descansar uns dias e curtir meu casamento antes de voltar pros joguinhos. **PAOLA:** (Servindo mais vinho e cravando o olhar nas minhas pernas nuas, eu tava de coquitos)
Ai, Laurita... você tão santinha por fora e com tanta vontade de ser arrombada de novo. Não se ilude não, que esse brilho no seu olho não é de paz, é de fome. Senti um arrepio descendo pela minha espinha. O jeito que ela me olhava não era de amiga; era de predadora. A Paola se aproximou do sofá. Não sentou do meu lado, sentou *em cima* de mim, invadindo meu espaço com uma naturalidade sufocante. Começou a acariciar minha coxa, subindo a mão devagar pelo meu joelho, enquanto os dedos dela se afundavam na minha pele com uma pressão que me fez soltar um suspiro involuntário. Os olhos dela desceram pros meus peitos e depois pra minha bunda, e por um momento senti que o olhar dela era tão físico quanto as mãos. **PAOLA:** Você tá mais gostosa agora que é mulher casada, Laura. Seus peitos tão mais firmes, sua bunda mais... apetitosa. Antes que eu pudesse responder, ela se jogou na minha boca. Não foi um beijo carinhoso; foi um ataque. Os lábios dela bateram nos meus com uma urgência violenta e a língua entrou na minha boca com uma voracidade que me deixou sem ar. Era um beijo molhado, profundo, com gosto de vinho e uma malícia que me desmontou por completo. Tentei empurrá-la por puro instinto, pelo costume de ser a mulher intocável, mas minhas mãos acabaram se enroscando no cabelo dela.
**LAURA:** (Respirando ofegante e com o coração a martelar) Pao... o que foi? Mmh!... Somos amigas! **PAOLA:** (Separando-se apenas alguns milímetros, com um sorriso malicioso e a voz carregada de autoridade) Não se faça de boba, Laura. Você sempre soube que eu gosto de mulheres. E desde que te vi na despedida de solteira abrindo as pernas pra aqueles dois strippers, fiquei com uma vontade doentia de te provar. Fiquei em choque. Meu coração quase explodiu. A ideia de que minha melhor amiga estivesse me desejando enquanto eu fazia papel de esposa perfeita me deu uma sacudida de tesão tão brutal que minha buceta encharcou na hora. Paola não esperou minha permissão; me beijou de novo, dessa vez com mais força, enquanto a mão dela descia e apertava minha bunda com uma possessividade que me fez soltar um gemido. Eu não resisti mais. Me entreguei ao tesão, fascinada pela ideia de ser devorada por alguém que conhecia meus segredos. Paola me pegou pela mão e me arrastou pro quarto principal. Me despiu com uma lentidão torturante, tirando cada peça de roupa até eu ficar nua e vulnerável sobre os lençóis de seda da minha cama de casal. Me sentia exposta, mas o tesão era um incêndio dentro de mim.
Ela se posicionou entre as minhas pernas e não perdeu tempo. Senti a língua quente e experiente dela encontrando o meu clitóris.
**LAURA:** ¡Mmmgh!... ¡Pao, meu Deus, ahhh!... ¡Ninguém nunca tinha me beijado assim lá embaixo!... ¡Ahhh, sim, chupa aí! O som da língua dela contra minha carne era um ritual obsceno: *Slurp, slurp, slurp*. A Paola era metódica; ela lambeu minha buceta com uma pressão rítmica e depois desceu a língua até meu cuzinho, explorando cada dobra com uma habilidade que nenhum homem tinha conseguido antes. Ela era mais detalhista, mais voraz, mais ligada no meu prazer. **LAURA:** (Ofegante e arqueando as costas) ¡Mmh!... ¡Uff!... ¡Ahhh!... ¡Sim, Pao, não para!... ¡Mmmgh!
Num movimento fluido, ela se acomodou por cima de mim numa posição de 69. Senti o clitóris dela contra a minha cara enquanto minha língua mergulhava na buceta dela, sentir aquele cheiro de xota suada me deixou louca. Era uma troca de fluidos e gemidos. Eu devorava a buceta dela, esfregava minha língua e meu nariz, subia, descia, e repetia, tava entregue ao tesão. Depois, entrelaçamos as pernas numa posição de tesoura, esfregando nossas bucetas encharcadas uma na outra num ritmo frenético. O roçar da buceta molhada dela contra a minha buceta molhada criou um som sufocante: *Chlap, chlap, chlap*. O orgasmo me atingiu como uma onda vulcânica, me fazendo contorcer e gritar no meio do quarto.


Meu Deus, a sensação era espetacular, o roçar, enquanto ela pegava nas minhas tetas eu só gemia! HAAA PAU, continua, continua MMMM! Quando eu achei que o mundo tinha parado e que meu corpo não aguentava mais, a Paola se levantou. Eu vi ela tirar algo da bolsa e meu sangue gelou de tesão. Era um cinto de couro com uma pica longa, grossa, que parecia um aviso. **PAOLA:** (Ajustando o cinto na cintura com um olhar de mando) Achou que isso ia acabar tão fácil, putinha? Agora você vai saber como uma mulher de verdade penetra. Ela me colocou de quatro nos lençóis bagunçados. Senti a mão dela na minha cintura, me segurando com uma força que não admitia resposta. E então, o impacto: a pica entrou na minha buceta com uma única estocada violenta.
**LAURA:** AAAAAHHH!... Sua puta, Pao!... Mmh!... Vai me partir!... Uff, que duro isso tá!
As estocadas eram rítmicas, profundas e sem nenhuma piedade. O dildo batia no meu colo do útero a cada investida: *Plap, plap, plap!*. Cravei as unhas nos travesseiros enquanto sentia ele me preenchendo por completo, me esticando até o limite.
**PAOLA:** Geme, vadia! Geme mais alto! Me diz de quem é essa buceta agora! **LAURA:** (Com a voz arrasada pelo prazer e a sufocação) Auhhh!... Pao, você vai me arrebentar, ahhh!... Mais forte, enfia tudo em mim, mmmgh!... É sua, Pao!... Ahhh, sim, eu sou sua!... Me come mais forte, não para, me destrói! A Paola me virou de quatro pra me olhar nos olhos enquanto me macetava sem piedade. Ver o rosto dela concentrado na minha destruição enquanto a pica de plástico me abria ao meio foi o auge da minha humilhação. Eu me entreguei por completo, gritando minha rendição enquanto um segundo orgasmo sacudia meu corpo até me deixar sem forças.
Fiquei jogada na cama, com o peito subindo e descendo com dificuldade, o corpo encharcado de suor e a mente num limbo de prazer e cansaço. A Paola se levantou com uma calma insultante. Ajeitou a blusa, serviu o último gole de vinho e me olhou com um sorriso de superioridade. **PAOLA:** Descansa, meu amor... Eu vou antes que a Dani chegue. E não se preocupa, isso fica entre a gente... Fiquei ali, tentando recuperar o fôlego, sentindo o vazio por dentro e a umidade nas coxas. Sorri por dentro, me sentindo a rainha da traição. Tinha conseguido o impossível: uma infidelidade tão perfeita, tão secreta e tão impune que nem o próprio céu conseguiria descobrir. Eu me sentia segura na minha mentira.
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