Parte 1:https://www.poringa.net/posts/relatos/6400037/Soy-una-puta.htmlParte 2:https://www.poringa.net/posts/relatos/6401573/Soy-una-puta---Parte-2-usa-mi-culo-y-mi-cara.html
Ele tirou várias fotos minhas enquanto eu o chupava, ainda com o sêmen dele na testa, pálpebras e nariz. Eu sentia o gosto da minha própria bunda misturado com a pica dele e a porra dele. Olhava para a câmera quando ele pedia. Não me escondia. Deixava que ele me visse completamente pelo que eu era.
Quando terminou de tirar as fotos, passou o dedo no meu lábio, pegou o sêmen e colocou na minha boca.
Me levantei para me vestir. Quando fui ao banheiro para me limpar, ele me segurou pelo pulso.
Ele: não. Não se limpa. Putas saem na rua cheias de porra. Quero que você vá assim, que dê para notar o que acabaram de fazer com você e o que você é.
Não consigo descrever o que senti naquele momento, mas se aceitei é porque sou uma puta de verdade.
Antes de ir, ele tirou uma última foto minha na entrada: eu vestida, com a cara ainda suja, olhando para a câmera. Ele me mostrou por um segundo e eu fui embora. Eu estava prestes a fazer um cumwalk...
Saí da casa dele com o sêmen secando na minha pele. Enquanto caminhava pela rua, sentia ele esfriando e grudando em mim. Cada vez que sentia a textura no meu rosto, lembrava das fotos. Longe de me arrepender, eu ficava mais excitada. Caminhava de cabeça baixa para não chamar atenção e ainda assim cumprir o que ele tinha me mandado. Me dava tesão, mas não queria exibir abertamente.
Enquanto caminhava, sentia cada detalhe. O sêmen tinha escorrido pela minha testa e secava nas minhas sobrancelhas. Nas minhas bochechas, tinha ficado mais grosso e pegajoso. Cada vez que mexia o rosto, sentia uma textura estranha, repuxando. Um fio tinha entrado no canto dos meus lábios e de vez em quando eu lambia sem pensar. Mas mais que o sabor ou a textura, o que eu mais sentia era a sensação de sujeira. Era uma sujeira íntima e profunda. Era a prova do que eu tinha deixado fazerem comigo. Eu tinha mijado na boca dele, ele tinha fodido minha bunda, eu tinha chupado ele depois, ele encheu minha cara de porra, me fotografou e me mandou para a rua. Eu me sentia suja por fora e por dentro, e essa sujeira me excitava. Não era apenas a marca do que ele tinha feito comigo, mas a marca do que eu era.
As pessoas passavam por mim. Ninguém me encarava, ou era o que eu achava. Mesmo assim, toda vez que alguém se aproximava, eu sentia um arrepio. Eu não queria ser descoberta, mas ao mesmo tempo, a possibilidade de alguém descobrir me excitava. Eu estava ficando molhada de novo só de pensar nisso.
Passei os dedos pela minha bochecha. O esperma ainda não tinha secado em algumas áreas. Senti minha buceta ficar molhada de novo. Eu tinha aceitado ser a putinha dele. Deixei ele me fotografar coberta de porra e chupando o pau dele, e agora eu estava andando na rua do jeito que ele queria: marcada, suja e usada por ele.
Quando cheguei em casa, me olhei no espelho do hall de entrada. A imagem que vi me deixou paralisada. Rosto brilhante, restos de porra na testa, no nariz, ao redor dos lábios, o cabelo meio grudado em algumas partes. Fiquei me olhando e sorri, cansada e excitada ao mesmo tempo. Dessa vez, eu mesma tirei a foto, queria uma lembrança do que tinha feito.
Não me limpei. Já estava em casa e sozinha, e podia dar vazão à minha excitação. Fui pro meu quarto, tirei a saia e a calcinha fio dental e me meti na cama ainda coberta de porra. Deitei de barriga pra cima, e com uma mão passei os dedos pelas minhas bochechas pra sentir a textura pegajosa. A sensação de sujeira era tão forte... Com a outra mão, comecei a tocar minha buceta, esfregando meu clitóris enquanto lembrava de tudo. Peguei meu satisfyer, coloquei no máximo e não demorei pra gozar enquanto olhava a foto que eu mesma tinha tirado do meu rosto.
Me gozei em silêncio, cheirando e manchada de porra. Depois fiquei deitada, respirando ofegante e ainda suja. Fui ao banheiro pra tomar um bom banho, onde acabei me tocando de novo, inevitavelmente.
Aquela noite dormi super bem, sabendo que tinha aceitado ser a putinha dele e dos amigos dele. E eu gostava da sujeira.
Ele tirou várias fotos minhas enquanto eu o chupava, ainda com o sêmen dele na testa, pálpebras e nariz. Eu sentia o gosto da minha própria bunda misturado com a pica dele e a porra dele. Olhava para a câmera quando ele pedia. Não me escondia. Deixava que ele me visse completamente pelo que eu era.
Quando terminou de tirar as fotos, passou o dedo no meu lábio, pegou o sêmen e colocou na minha boca.
Me levantei para me vestir. Quando fui ao banheiro para me limpar, ele me segurou pelo pulso.
Ele: não. Não se limpa. Putas saem na rua cheias de porra. Quero que você vá assim, que dê para notar o que acabaram de fazer com você e o que você é.
Não consigo descrever o que senti naquele momento, mas se aceitei é porque sou uma puta de verdade.
Antes de ir, ele tirou uma última foto minha na entrada: eu vestida, com a cara ainda suja, olhando para a câmera. Ele me mostrou por um segundo e eu fui embora. Eu estava prestes a fazer um cumwalk...
Saí da casa dele com o sêmen secando na minha pele. Enquanto caminhava pela rua, sentia ele esfriando e grudando em mim. Cada vez que sentia a textura no meu rosto, lembrava das fotos. Longe de me arrepender, eu ficava mais excitada. Caminhava de cabeça baixa para não chamar atenção e ainda assim cumprir o que ele tinha me mandado. Me dava tesão, mas não queria exibir abertamente.
Enquanto caminhava, sentia cada detalhe. O sêmen tinha escorrido pela minha testa e secava nas minhas sobrancelhas. Nas minhas bochechas, tinha ficado mais grosso e pegajoso. Cada vez que mexia o rosto, sentia uma textura estranha, repuxando. Um fio tinha entrado no canto dos meus lábios e de vez em quando eu lambia sem pensar. Mas mais que o sabor ou a textura, o que eu mais sentia era a sensação de sujeira. Era uma sujeira íntima e profunda. Era a prova do que eu tinha deixado fazerem comigo. Eu tinha mijado na boca dele, ele tinha fodido minha bunda, eu tinha chupado ele depois, ele encheu minha cara de porra, me fotografou e me mandou para a rua. Eu me sentia suja por fora e por dentro, e essa sujeira me excitava. Não era apenas a marca do que ele tinha feito comigo, mas a marca do que eu era.
As pessoas passavam por mim. Ninguém me encarava, ou era o que eu achava. Mesmo assim, toda vez que alguém se aproximava, eu sentia um arrepio. Eu não queria ser descoberta, mas ao mesmo tempo, a possibilidade de alguém descobrir me excitava. Eu estava ficando molhada de novo só de pensar nisso.
Passei os dedos pela minha bochecha. O esperma ainda não tinha secado em algumas áreas. Senti minha buceta ficar molhada de novo. Eu tinha aceitado ser a putinha dele. Deixei ele me fotografar coberta de porra e chupando o pau dele, e agora eu estava andando na rua do jeito que ele queria: marcada, suja e usada por ele.
Quando cheguei em casa, me olhei no espelho do hall de entrada. A imagem que vi me deixou paralisada. Rosto brilhante, restos de porra na testa, no nariz, ao redor dos lábios, o cabelo meio grudado em algumas partes. Fiquei me olhando e sorri, cansada e excitada ao mesmo tempo. Dessa vez, eu mesma tirei a foto, queria uma lembrança do que tinha feito.
Não me limpei. Já estava em casa e sozinha, e podia dar vazão à minha excitação. Fui pro meu quarto, tirei a saia e a calcinha fio dental e me meti na cama ainda coberta de porra. Deitei de barriga pra cima, e com uma mão passei os dedos pelas minhas bochechas pra sentir a textura pegajosa. A sensação de sujeira era tão forte... Com a outra mão, comecei a tocar minha buceta, esfregando meu clitóris enquanto lembrava de tudo. Peguei meu satisfyer, coloquei no máximo e não demorei pra gozar enquanto olhava a foto que eu mesma tinha tirado do meu rosto.
Me gozei em silêncio, cheirando e manchada de porra. Depois fiquei deitada, respirando ofegante e ainda suja. Fui ao banheiro pra tomar um bom banho, onde acabei me tocando de novo, inevitavelmente. Aquela noite dormi super bem, sabendo que tinha aceitado ser a putinha dele e dos amigos dele. E eu gostava da sujeira.
1 comentários - Sou uma putinha - Parte 3 (final): aceitei ser a putinha del