Comeram minha esposa no nosso casamento 2

Desci do vaso sanitário com as pernas tremendo, não por fraqueza, mas por uma raiva quente que queimava minhas veias. Não dava pra ficar ali vendo minha esposa, a puta da Julia, esperar outro cara pra se encher mais de porra. Eu tinha que machucar ela, tinha que devolver o golpe baixo onde doesse mais. Saí do boxe ao lado sem fazer barulho, deixando ela lá com aquele sorriso de satisfação suja, e atravessei o corredor até o salão. O ar-condicionado do corredor bateu na minha cara suada, mas não me acalmou. Meus olhos varriam a sala como um radar, procurando a única pessoa que podia desencadear minha vingança imediata.

Vi ela na mesa número quatro, junto com umas tias velhas fofocando. Elena. A mãe da Julia. Era uma versão mais baixinha e compacta da minha esposa, mas meu deus, o que a natureza tinha negado em altura, tinha compensado no peito. Sempre olhei pra ela com respeito, achando que era uma coroa gostosa e elegante com aquele vestido brilhante dourado que apertava as curvas dela, mas naquele momento, só via ela como um instrumento de dor. Aproximei dela com passo firme, ignorando as outras mulheres, e agarrei o braço dela com força.

— Vem comigo, agora — falei, sem deixar espaço pra resposta.

— O que foi, filho? Tá bem? — perguntou preocupada, tentando se soltar, mas apertei mais forte e arrastei ela pro corredor de serviço.

— Sua filha é uma puta — sibilei no ouvido dela enquanto caminhávamos rápido pra área dos banheiros, longe do barulho da música —. Acabei de pegar ela no banheiro com um garçom, com a buceta cheia de porra. Ela tá me chifrando no nosso próprio casamento, sua filha da puta.

Ela parou de repente, com a mão na boca, horrorizada. — Não... não pode ser... Julia...

— Vi, Elena. Vi com meus próprios olhos — já tava pouco me fodendo, só queria justificar o que ia fazer —. E vou me vingar. Quero que você me ajude a fazer ela sentir o mesmo que eu.

— O que você tá dizendo! Cê tá louco! —tentou se virar, mas eu empurrei ela contra a parede do corredor, bem na frente do banheiro feminino, o outro banheiro que tava vazio.

Não dei chance pra ela pensar, nem pra moral católica dela aparecer. Avancei nela e beijei com uma violência que assustou até eu mesmo. Meti a língua na boca dela à força, saboreando o batom vermelho e a resistência inicial. Ela ficou dura, as mãos empurrando meu peito, mas eu pressionei com meu corpo, deixando ela sentir minha pica dura através da calça. Aos poucos, senti a força dela se desmanchar. O corpo dela amoleceu, as mãos pararam de empurrar e começaram a agarrar minha camisa, devolvendo o beijo com uma necessidade repentina e confusa. Ela gemeu baixinho, uma vibração contra meus lábios que me confirmou que tava pronta.

Peguei ela pela nuca e meti no banheiro feminino. Por sorte, tava vazio. Não tinha tempo pra romantismo nem pra trancar a porta. Empurrei ela pro primeiro box, o maior, e ela entrou tropeçando, com a respiração ofegante e os olhos vidrados, nublados por uma mistura de choque e tesão desenfreado. Ela fechou a porta com um baque seco e se apoiou nela, me olhando com aquela cara de mulher madura que de repente se sente desejada como uma novinha.

—Só faz rápido —sussurrou, se acariciando o peito por cima do vestido brilhante—. Faz essa ingrata pagar.

Virei ela e agarrei pelas cadeiras. Ela se virou, apoiando as mãos na parede do banheiro, me oferecendo a bunda. Levantei o vestido dourado com brutalidade, o tecido rasgando um pouco ao subir. Ela não tava de meia, as coxas grossas e brancas estavam à mostra, e só um fio dental preto cobria a buceta dela. Abri o zíper e tirei minha pica, pulsando e furiosa. Puxei o fio dental pro lado e, sem aviso, penetrei ela com uma só estocada seca e profunda.

—Ai, meu Deus! —gritou ela, arqueando as costas—. Isso, isso, mete bem fundo!

Comecei a comer ela como um animal, sem ritmo, só força bruta mesmo. Cada estocada fazia as bundas dela tremerem contra minha pélvis e as tetas enormes dela batendo na porta do banheiro. O barulho da carne batendo na carne ecoava no cubículo, misturado com nossas respirações pesadas e os gemidos agudos da Dona Elena.

— Assim, assim, filho da puta — ela soltava, mordendo as costas da mão —. Mete forte, que sua esposa não sabe o que tá perdendo.

Eu tava comendo ela com tanta raiva que o decote do vestido brilhante dela não aguentou o tranco. De tanto empurrar ela contra a porta e sacudir, as tetona dela, enormes e pesadas, pularam pra fora do pano, ficando no ar. Eram espetaculares, dois montes brancos com bicos grandes e escuros, durinhos de frio e tesão, que balançavam sem controle a cada metida que eu dava. Agarrei elas, usando como apoio pra enterrar mais fundo na buceta dela, apertando aqueles melões com força até fazer ela gritar de dor e prazer.

Do nada, a porta principal do banheiro abriu de uma vez. Os passos de sapatos de serviço ecoaram nos azulejos. Congelei por um segundo, mas não tirei a pica. Era o garçom. O mesmo moleque que tinha acabado de gozar dentro da minha esposa. Ele entrou, talvez procurando papel higiênico ou pra lavar as mãos, e parou de repente quando nos viu no espelho que dava pro corredor dos cubículos. A porta do nosso cubículo tava entreaberta por causa do movimento dos nossos corpos, então o cara viu tudo.

Ele viu minhas mãos apalpando as tetas nuas da mãe da noiva. Viu minha pica sumindo na buceta madura dela. Viu a expressão de prazer bestial na cara da Elena. O garçom ficou paralisado, de boca aberta, processando a cena brutal e vingativa. A gente se olhou nos olhos. Ele sabia o que tinha acabado de fazer com a Julia, e eu sabia que ele sabia. Não falou nada. Não teve vergonha, só um pacto silencioso de perversão no ar. Ele virou e saiu do banheiro, fechando a porta atrás dele com um clique suave.

Aquela visão, saber que a gente tinha sido visto pelo amante da minha esposa, me levou ao limite. Tirei minha piroca molhada dos sucos dela e virei ela. Ela se ajoelhou no vaso, com os peitos ainda pra fora, e meteu na boca na hora. Me chupou com gosto, com a experiência que só os anos dão, limpando os próprios fluidos da minha cabeça enquanto me olhava de baixo pra cima com aqueles olhos escuros e brilhantes.

— Que piroca gostosa você tem, genro — murmurou entre as lambidas, cuspindo na ponta —. Com certeza é melhor que a dos caras que levam sua esposa.

Não aguentei mais. Levantei ela e coloquei de costas de novo, dessa vez levantando uma perna pra penetrar ainda mais fundo. Comi ela num ritmo frenético, sentindo meu gozo ferver nos colhões.

— Já vou gozar! Vou me esporrar dentro de você, sogra! — gritei.

— Isso, enche tudo, genro — respondeu ela, apertando os músculos da buceta pra estrangular minha piroca.

Com um rugido abafado, enfiei até o fundo e soltei toda a carga. Gozei com uma intensidade que me deixou cego, enchendo a vagina madura dela com meu esperma quente, sentindo cada jato sair disparado pra vingar a traição da Julia. Ficamos assim um momento, grudados, tremendo, com o suor frio escorrendo pelas costas.

Me retirei e arrumei as calças. Ela ficou parada um segundo, sentindo meu gozo escorrer por dentro. Depois, com uma calma surpreendente, abaixou o vestido, enfiando os peitões enormes de volta no decote, e ajeitou a fio dental. Se olhou no espelho, passou a mão no cabelo bagunçado e arrumou o batom.

— Valeu, filho — disse com um sorriso safado, saindo do cubículo.

Eu segui ela. Caminhamos até a porta do banheiro. Ela parou um instante, abriu as pernas um pouco e passou a mão na coxa de dentro, verificando que o líquido grosso já estava descendo, manchando o tecido interno das coxas e brilhando na sua pele. Ela saiu como se nada fosse pelo corredor com passos firmes, com as coxas escorrendo meu gozo, pronta pra voltar pra festa e cumprimentar a filha dela com minha porra escorrendo entre as pernas.

1 comentários - Comeram minha esposa no nosso casamento 2

Genial, temos que continuar. A noite é longa e tá só começando, como será que vai terminar?