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A gente era um casal sem muitos recursos, morávamos com minha sogra pra economizar uma grana, mas a morte trágica da minha esposa num acidente de trânsito pegou todo mundo de surpresa, deixando uma mulher madura e o genro de 28 anos sozinhos naquela casinha pequena.
Desde a morte da minha esposa, eu tinha pego o hábito de tomar umas cervejas toda noite, afogando a mágoa e sem querer conhecer outra mulher. Então eu chegava em casa toda noite levemente bêbado e excitado, ia pro meu quarto, do lado do da minha sogra, e tirava umas revistas pornô com umas minas novinhas peladas de debaixo do armário, e aí, baixando as calças, batia uma até esvaziar minhas bolas com a porra toda. Depois me vestia de novo e descia pra jantar, fazendo companhia pra minha sogra por uns minutos.
Mas aquela noite ia ser diferente. Tirando as revistas, eu abri uma página com uma loira gostosa de um corpo espetacular, e enquanto com uma mão comecei a acariciar meu pau, com a outra dava uns massagens suaves nas minhas bolas. Assim eu curtia me masturbando devagar, aproveitando o momento pelado na cama com a revista. Minha excitação crescia conforme eu acariciava meu pau devagar, sentia meu pau completamente duro mostrando todo o esplendor dos seus 22 cm. Continuei me acariciando enquanto imaginava como eu comeria aquela mina da revista, fecho os olhos e me masturbo furiosamente, "AHHH" sinto os jatos de porra saindo expelidos do meu pau, o primeiro bate na minha barriga, outro no umbigo "AHHH". E o terceiro jato cai na minha mão.
Recuperando o fôlego aos poucos, quando de repente escuto um grito vindo da porta do meu quarto, lá estava minha sogra com uma mão tampando a boca aberta, os olhos dela olhando direto pro meu pau que ainda tava completamente duro. Minhas mãos iam sobre meu pau tentando esconder minha ereção. Então minha sogra gritava:
"Porco, você é um homem muito porco."
E então eu via ela sair do quarto rapidamente. Meu coração batia forte, eu limpava rápido a porra do meu corpo, vestia minha roupa, sentava na cama pensando no que tinha acontecido, não fazia ideia do que minha sogra ia me dizer quando eu saísse do quarto.
Quando desci, minha sogra estava sentada à mesa, ela enxugava as lágrimas dos olhos e não falava nada.
A senhora devia ter batido na porta e não aberto assim, senhora.
Eu sei, mas é que eu não imaginava que você fizesse essas coisas sujas na minha casa.
Muita gente faz, senhora, a senhora precisa entender minha solidão, desde que minha esposa morreu eu não fico com nenhuma mulher e é o único jeito de eu me aliviar.
Sim, mas eu não pensei que você fizesse isso, só me entenda, agora sua janta está esfriando, por favor come, antes que esfrie mais.
Jantamos em silêncio, então ela me disse no fim da janta:
Eu nunca mais vou voltar ao seu quarto de novo, eu prometo.
Então, como toda noite, me despedi da minha sogra com um beijo na bochecha e fui pro meu quarto.
Nos dias seguintes, eu me cuidei pra não me masturbar no quarto, mas um dia, quando cheguei de tomar umas cervejas, escutei da entrada, em silêncio, uma conversa da minha sogra com uma senhora amiga dela. A amiga da minha sogra falava:
O que ele faz é natural, ele é um homem adulto, e tem necessidades.
Sim, mas são coisas sujas.
Um homem se masturbar não é coisa suja, todo mundo faz. *disse dona Elena, a amiga da minha sogra*
Sim, mas eu quase morri, entrar lá e ver meu genro pelado na cama masturbando aquela coisa, era tão grande e parecia tão dura.
Bom, a senhora teve sorte de ter visto uma coisa dessas.
Eu não conseguia tirar os olhos daquela coisa, era a maior coisa que já vi, a do meu falecido marido era menos da metade daquilo. Pois insisto, a senhora é muito sortuda de ter visto isso.
Melhor mudarmos de assunto, esse não é um tema apropriado para senhoras como nós.
Então eu entrava e ia para o meu quarto, meu pau doía de tão duro que estava por tudo o que eu tinha ouvido. Duas mulheres mais velhas, minha sogra de 55 anos e a amiga dela de idade parecida, estavam comentando sobre o ocorrido.
Em outra ocasião, enquanto voltava de novo, ouvi a conversa das senhoras.
E você não viu seu genro pelado de novo?
Não, Elena, mas tenho que confessar uma coisa: desde que isso aconteceu, toda vez que o Bruno volta do bar para casa, eu tenho pensamentos sujos sobre o que ele vai fazer no quarto dele, não consigo parar de pensar no que vi... aliás, toda vez que ele se despede de mim para ir dormir e me beija na bochecha, sinto minha buceta ficando molhada.
Rá rá, então a senhora precisa de alguém pra coçar essa coceira.
Chega, Elena, essas não são maneiras de falar de uma senhora, te conto porque não sei o que está acontecendo comigo, me dá muita vergonha na verdade pensar que uma velha como eu tenha esse tipo de pensamento com o marido da minha filha falecida.
Essa conversa na verdade estava me excitando, então fazendo um pouco de barulho, indicando que eu tinha chegado, elas se calaram e começaram a conversar sobre outra coisa.
Assim se passaram vários dias, até que uma noite, em que bebi mais do que devia, nem tinha chegado em casa para jantar com minha sogra, a verdade é que eu estava muito tarado, fazia dias que não me masturbava, e meu pau parecia uma barraca de acampamento no caminho para casa, ia decidido a bater uma boa punheta no meu quarto.
Quando cheguei na frente da casa, vi minha sogra, parada na entrada, ela me viu subir os degraus da entrada.
Ela estava muito preocupada, pensei que tinha acontecido algo com ela.
OH... não, senhora, é só que me distraí um pouco mais no bar.
Eu olhei a expressão de preocupação e um pouco de irritação quando entrava na casa, também vi como ela olhou direto para a protuberância na minha calça, acho que ela sabia o que eu faria assim que chegasse no meu quarto.
Ela ia me dizer algo, mas resolveu ficar em silêncio, eu queria saber se a buceta velha dela ficava molhada ao ver minha ereção evidente na calça. Subi as escadas para ir ao meu quarto, então ela me chamou. Eu me virei, minha ereção estava totalmente visível.
— Eu vou jantar em dez minutos.
Trinta minutos depois, jantávamos em silêncio. Depois, quando íamos nos recolher aos nossos quartos como todas as noites, eu ia dar um beijo de despedida nela. Então ela me dizia:
— Não me beija, Bruno, eu não mereço, sou uma mulher muito safada, eu andei tendo pensamentos muito sujos.
Então ela virava as costas e saía para o quarto dela, eu ficava um tempo lá embaixo pensando no que a minha velha sogra tinha acabado de me falar.
Quando eu ia subir para o meu quarto, passando na frente do quarto dela, ela me chamava:
— Bruno!
Eu abria a porta e entrava no quarto dela, a luminária estava apagada, só iluminava a luz que vinha do corredor, minha sogra estava em cima da cama, quando eu me aproximava via ela de bruços, com o roupão levantado nas nádegas, que eram grandes e pálidas, estavam completamente nuas, minha sogra estava praticamente pelada na minha frente. Eu me sentava na beira da cama olhando aquele par de montanhas gêmeas de carne redonda.
— Deus me perdoe — *sussurrava minha sogra*.
— Levanta, sogra, deixa eu te cobrir com o lençol.
— Eu mereço a humilhação de você estar me vendo, pelos meus pensamentos sujos eu mereço ser açoitada.
— Não, por que eu faria uma coisa dessas?
— Me açoita... — *ela me suplicava*.
Então, colocando minha mão nas costas dela, bem acima das nádegas, eu estava surpreso com o quanto a pele dela estava quente, o cabelo ruivo de tintura se mexia no travesseiro.
— A gente precisa conversar sobre como está sendo pra nós dois ficar sozinhos juntos numa casa, eu — sem uma mulher com quem transar. *mas ignorava*
Me bate, genro, eu fui uma mulher muito má, tenho o diabo dentro do meu corpo e preciso tirá-lo.
Então minha mão se movia e descia, sinto sua pele macia e quente que já estava envelhecendo, minha mão agora desliza por suas nádegas carnudas, eu deixo meus dedos deslizarem pela parte mais redonda, até onde começam suas pernas, então um dos meus dedos penetra suavemente entre elas, eu sinto como ela sente um arrepio.
A senhora está com frio...
Não...
Nervosa?
Eu nunca imaginaria que deixaria meu genro me tocar...
A senhora quer que eu pare?
Ela fica em silêncio, então meus dedos vão até a parte mais baixa de suas nádegas e apertam a carne branca, meus dedos tentam abrir caminho entre suas pernas completamente fechadas, eu sinto um pouco de pelos ali.
Por favor, aí não... *minha sogra gemia*
Então, tirando minha mão, eu a levantava e dava um tapa nas nádegas dela.
É isso que a senhora quer...
Ela confirmava com o rosto ainda enfiado no travesseiro, então eu dava um tapa e outro, ouvia como minhas mãos batiam na carne das nádegas dela, ela levantava um pouco o quadril, e então depois de outro tapa ela afastava um pouco as pernas.
Minha pica, que tinha ficado dura desde que eu vi as nádegas dela nuas, agora pulsava mais forte dentro da minha calça a cada tapa que eu dava na minha sogra, então com uma mão tento ajustá-la dentro da calça, e a cabeça da minha sogra virava de lado no travesseiro, ao notar meu movimento.
O que você está fazendo, não me diga que essa coisa ficou dura.
Claro que sim, ou a senhora acha que eu não ficaria de pau duro olhando seu rabo nu.
Já estava me perguntando se meu traseiro velho conseguiria te excitar...
Pois bem, conseguiu, estou com uma ereção dura desde que estou dando tapas nas suas nádegas.
Então, apertando de novo uma das nádegas dela com minha mão, com as duas mãos eu esticava suas nádegas, mostrando sua Rosado e enrugado buraco do cu, a pele era mais escura ao redor e então com minhas mãos eu a virava ficando de barriga pra cima, a mata dela era abundante, isso me excitava mais, levando uma das minhas mãos até a entrada da buceta dela, toquei seus lábios vaginais, estava quente então eu disse:
A senhora gostaria de ver meu pau de novo, sogra?
Por favor Bruno, não fale assim comigo, não use essa linguagem suja comigo.
Eu tô tentando ser sincero, senhora, se a senhora quer me ver de pau duro tem que me falar.
Minha sogra tremia. Então eu tirava a camiseta, depois pegava o cinto da minha calça, abria o zíper, baixava a calça até os tornozelos, e então a tirava.
A senhora quer que eu coma ela, sogra?
Por favor, não use essas palavras horríveis comigo..
Então eu tirava a cueca, agora estava nu ao lado dela na cama.
A senhora queria ver meu pau, então aqui está, senhora, todo pra você, sogrinha. Toca nele… *eu dizia enquanto mostrava em toda a extensão meu pau duro e grosso*
Ela estendia a mão e deslizava timidamente a mão sobre meu pau.
OHH… é tão duro…
Quer sentir ele dentro, sogra?
Eu preciso ser castigada, pelos pensamentos sujos que eu tive.
Comer a senhora é um castigo, sogra?
Sim, é um castigo por ser uma velha suja e pecadora…
Então eu sinto um pouco de raiva ao ouvir as palavras dela e me deitando sobre ela de lado, aproximo meu pau da entrada da buceta dela, que mal estava molhada, então empurrando com um pouco de força deslizo meu pau pra dentro da buceta dela, sentindo meus 22 cm de pau abrindo caminho na buceta estreita e quente dela, dava pra notar que fazia muito tempo que ela não transava, me excitava a ideia de ter meu pau dentro da rachada da minha velha sogra.
Ohhh… Bruno, é tão bom, me sinto tão cheia…
Pronta pra ser comida.
Não é o que a gente tá fazendo?
Não, senhora, isso é só o começo…
E dizendo isso eu tirei meu pau e enfiei de novo com força, aumentando a velocidade em que eu tirava e metia pau da sua racha.
OHhh… Eu sinto que estou morrendo, me sinto tão bem ahh… oh sim, não para Bruno, dá pra essa coroa todo o prazer que puder. *minha sogra gemia agora mais forte*
Oh, o que está acontecendo comigo…
Eu sentia a buceta dela se contraindo e apertando meu pau que deslizava pra dentro, dando muito prazer pra ela, acelerando minhas estocadas, sinto meu gozo jorrando lá dentro da caverna quente dela.
AHHH… toma, sogrinha, todo o meu leite, é pra você, toma, aproveita, tudo ahhh…
OOOHH… sim Bruno, me dá AHHH… que delícia… isso, assim, tudo dentro de mim… ohhh… *ela gemeu sentindo eu encher a buceta dela com meu leite quente*
Assim abraçados, com meu pau ainda dentro daquela buceta velha dela, a gente dormiu.
Na manhã seguinte, quando acordei, minha sogra não estava na cama, eu a ouvia na cozinha. Eu me via nu na cama, meu pau ainda tinha restos de gozo misturados com os sucos da minha sogra. Me levantando, vesti a calça. O que aconteceria agora à luz do dia? O que ela me diria? Eu fui pra cozinha, minha sogra estava fazendo o café da manhã, ela me disse com um sorriso:
Bom dia.
Bom dia, senhora, um dia lindo, né?
Ela me serviu o café.
A senhora não vai comer?
Eu já comi, vou pra sala que tenho muita coisa pra fazer, com licença.
A gente era um casal sem muitos recursos, morávamos com minha sogra pra economizar uma grana, mas a morte trágica da minha esposa num acidente de trânsito pegou todo mundo de surpresa, deixando uma mulher madura e o genro de 28 anos sozinhos naquela casinha pequena.
Desde a morte da minha esposa, eu tinha pego o hábito de tomar umas cervejas toda noite, afogando a mágoa e sem querer conhecer outra mulher. Então eu chegava em casa toda noite levemente bêbado e excitado, ia pro meu quarto, do lado do da minha sogra, e tirava umas revistas pornô com umas minas novinhas peladas de debaixo do armário, e aí, baixando as calças, batia uma até esvaziar minhas bolas com a porra toda. Depois me vestia de novo e descia pra jantar, fazendo companhia pra minha sogra por uns minutos.
Mas aquela noite ia ser diferente. Tirando as revistas, eu abri uma página com uma loira gostosa de um corpo espetacular, e enquanto com uma mão comecei a acariciar meu pau, com a outra dava uns massagens suaves nas minhas bolas. Assim eu curtia me masturbando devagar, aproveitando o momento pelado na cama com a revista. Minha excitação crescia conforme eu acariciava meu pau devagar, sentia meu pau completamente duro mostrando todo o esplendor dos seus 22 cm. Continuei me acariciando enquanto imaginava como eu comeria aquela mina da revista, fecho os olhos e me masturbo furiosamente, "AHHH" sinto os jatos de porra saindo expelidos do meu pau, o primeiro bate na minha barriga, outro no umbigo "AHHH". E o terceiro jato cai na minha mão.
Recuperando o fôlego aos poucos, quando de repente escuto um grito vindo da porta do meu quarto, lá estava minha sogra com uma mão tampando a boca aberta, os olhos dela olhando direto pro meu pau que ainda tava completamente duro. Minhas mãos iam sobre meu pau tentando esconder minha ereção. Então minha sogra gritava:
"Porco, você é um homem muito porco."
E então eu via ela sair do quarto rapidamente. Meu coração batia forte, eu limpava rápido a porra do meu corpo, vestia minha roupa, sentava na cama pensando no que tinha acontecido, não fazia ideia do que minha sogra ia me dizer quando eu saísse do quarto.
Quando desci, minha sogra estava sentada à mesa, ela enxugava as lágrimas dos olhos e não falava nada.
A senhora devia ter batido na porta e não aberto assim, senhora.
Eu sei, mas é que eu não imaginava que você fizesse essas coisas sujas na minha casa.
Muita gente faz, senhora, a senhora precisa entender minha solidão, desde que minha esposa morreu eu não fico com nenhuma mulher e é o único jeito de eu me aliviar.
Sim, mas eu não pensei que você fizesse isso, só me entenda, agora sua janta está esfriando, por favor come, antes que esfrie mais.
Jantamos em silêncio, então ela me disse no fim da janta:
Eu nunca mais vou voltar ao seu quarto de novo, eu prometo.
Então, como toda noite, me despedi da minha sogra com um beijo na bochecha e fui pro meu quarto.
Nos dias seguintes, eu me cuidei pra não me masturbar no quarto, mas um dia, quando cheguei de tomar umas cervejas, escutei da entrada, em silêncio, uma conversa da minha sogra com uma senhora amiga dela. A amiga da minha sogra falava:
O que ele faz é natural, ele é um homem adulto, e tem necessidades.
Sim, mas são coisas sujas.
Um homem se masturbar não é coisa suja, todo mundo faz. *disse dona Elena, a amiga da minha sogra*
Sim, mas eu quase morri, entrar lá e ver meu genro pelado na cama masturbando aquela coisa, era tão grande e parecia tão dura.
Bom, a senhora teve sorte de ter visto uma coisa dessas.
Eu não conseguia tirar os olhos daquela coisa, era a maior coisa que já vi, a do meu falecido marido era menos da metade daquilo. Pois insisto, a senhora é muito sortuda de ter visto isso.
Melhor mudarmos de assunto, esse não é um tema apropriado para senhoras como nós.
Então eu entrava e ia para o meu quarto, meu pau doía de tão duro que estava por tudo o que eu tinha ouvido. Duas mulheres mais velhas, minha sogra de 55 anos e a amiga dela de idade parecida, estavam comentando sobre o ocorrido.
Em outra ocasião, enquanto voltava de novo, ouvi a conversa das senhoras.
E você não viu seu genro pelado de novo?
Não, Elena, mas tenho que confessar uma coisa: desde que isso aconteceu, toda vez que o Bruno volta do bar para casa, eu tenho pensamentos sujos sobre o que ele vai fazer no quarto dele, não consigo parar de pensar no que vi... aliás, toda vez que ele se despede de mim para ir dormir e me beija na bochecha, sinto minha buceta ficando molhada.
Rá rá, então a senhora precisa de alguém pra coçar essa coceira.
Chega, Elena, essas não são maneiras de falar de uma senhora, te conto porque não sei o que está acontecendo comigo, me dá muita vergonha na verdade pensar que uma velha como eu tenha esse tipo de pensamento com o marido da minha filha falecida.
Essa conversa na verdade estava me excitando, então fazendo um pouco de barulho, indicando que eu tinha chegado, elas se calaram e começaram a conversar sobre outra coisa.
Assim se passaram vários dias, até que uma noite, em que bebi mais do que devia, nem tinha chegado em casa para jantar com minha sogra, a verdade é que eu estava muito tarado, fazia dias que não me masturbava, e meu pau parecia uma barraca de acampamento no caminho para casa, ia decidido a bater uma boa punheta no meu quarto.
Quando cheguei na frente da casa, vi minha sogra, parada na entrada, ela me viu subir os degraus da entrada.
Ela estava muito preocupada, pensei que tinha acontecido algo com ela.
OH... não, senhora, é só que me distraí um pouco mais no bar.
Eu olhei a expressão de preocupação e um pouco de irritação quando entrava na casa, também vi como ela olhou direto para a protuberância na minha calça, acho que ela sabia o que eu faria assim que chegasse no meu quarto.
Ela ia me dizer algo, mas resolveu ficar em silêncio, eu queria saber se a buceta velha dela ficava molhada ao ver minha ereção evidente na calça. Subi as escadas para ir ao meu quarto, então ela me chamou. Eu me virei, minha ereção estava totalmente visível.
— Eu vou jantar em dez minutos.
Trinta minutos depois, jantávamos em silêncio. Depois, quando íamos nos recolher aos nossos quartos como todas as noites, eu ia dar um beijo de despedida nela. Então ela me dizia:
— Não me beija, Bruno, eu não mereço, sou uma mulher muito safada, eu andei tendo pensamentos muito sujos.
Então ela virava as costas e saía para o quarto dela, eu ficava um tempo lá embaixo pensando no que a minha velha sogra tinha acabado de me falar.
Quando eu ia subir para o meu quarto, passando na frente do quarto dela, ela me chamava:
— Bruno!
Eu abria a porta e entrava no quarto dela, a luminária estava apagada, só iluminava a luz que vinha do corredor, minha sogra estava em cima da cama, quando eu me aproximava via ela de bruços, com o roupão levantado nas nádegas, que eram grandes e pálidas, estavam completamente nuas, minha sogra estava praticamente pelada na minha frente. Eu me sentava na beira da cama olhando aquele par de montanhas gêmeas de carne redonda.
— Deus me perdoe — *sussurrava minha sogra*.
— Levanta, sogra, deixa eu te cobrir com o lençol.
— Eu mereço a humilhação de você estar me vendo, pelos meus pensamentos sujos eu mereço ser açoitada.
— Não, por que eu faria uma coisa dessas?
— Me açoita... — *ela me suplicava*.
Então, colocando minha mão nas costas dela, bem acima das nádegas, eu estava surpreso com o quanto a pele dela estava quente, o cabelo ruivo de tintura se mexia no travesseiro.
— A gente precisa conversar sobre como está sendo pra nós dois ficar sozinhos juntos numa casa, eu — sem uma mulher com quem transar. *mas ignorava*
Me bate, genro, eu fui uma mulher muito má, tenho o diabo dentro do meu corpo e preciso tirá-lo.
Então minha mão se movia e descia, sinto sua pele macia e quente que já estava envelhecendo, minha mão agora desliza por suas nádegas carnudas, eu deixo meus dedos deslizarem pela parte mais redonda, até onde começam suas pernas, então um dos meus dedos penetra suavemente entre elas, eu sinto como ela sente um arrepio.
A senhora está com frio...
Não...
Nervosa?
Eu nunca imaginaria que deixaria meu genro me tocar...
A senhora quer que eu pare?
Ela fica em silêncio, então meus dedos vão até a parte mais baixa de suas nádegas e apertam a carne branca, meus dedos tentam abrir caminho entre suas pernas completamente fechadas, eu sinto um pouco de pelos ali.
Por favor, aí não... *minha sogra gemia*
Então, tirando minha mão, eu a levantava e dava um tapa nas nádegas dela.
É isso que a senhora quer...
Ela confirmava com o rosto ainda enfiado no travesseiro, então eu dava um tapa e outro, ouvia como minhas mãos batiam na carne das nádegas dela, ela levantava um pouco o quadril, e então depois de outro tapa ela afastava um pouco as pernas.
Minha pica, que tinha ficado dura desde que eu vi as nádegas dela nuas, agora pulsava mais forte dentro da minha calça a cada tapa que eu dava na minha sogra, então com uma mão tento ajustá-la dentro da calça, e a cabeça da minha sogra virava de lado no travesseiro, ao notar meu movimento.
O que você está fazendo, não me diga que essa coisa ficou dura.
Claro que sim, ou a senhora acha que eu não ficaria de pau duro olhando seu rabo nu.
Já estava me perguntando se meu traseiro velho conseguiria te excitar...
Pois bem, conseguiu, estou com uma ereção dura desde que estou dando tapas nas suas nádegas.
Então, apertando de novo uma das nádegas dela com minha mão, com as duas mãos eu esticava suas nádegas, mostrando sua Rosado e enrugado buraco do cu, a pele era mais escura ao redor e então com minhas mãos eu a virava ficando de barriga pra cima, a mata dela era abundante, isso me excitava mais, levando uma das minhas mãos até a entrada da buceta dela, toquei seus lábios vaginais, estava quente então eu disse:
A senhora gostaria de ver meu pau de novo, sogra?
Por favor Bruno, não fale assim comigo, não use essa linguagem suja comigo.
Eu tô tentando ser sincero, senhora, se a senhora quer me ver de pau duro tem que me falar.
Minha sogra tremia. Então eu tirava a camiseta, depois pegava o cinto da minha calça, abria o zíper, baixava a calça até os tornozelos, e então a tirava.
A senhora quer que eu coma ela, sogra?
Por favor, não use essas palavras horríveis comigo..
Então eu tirava a cueca, agora estava nu ao lado dela na cama.
A senhora queria ver meu pau, então aqui está, senhora, todo pra você, sogrinha. Toca nele… *eu dizia enquanto mostrava em toda a extensão meu pau duro e grosso*
Ela estendia a mão e deslizava timidamente a mão sobre meu pau.
OHH… é tão duro…
Quer sentir ele dentro, sogra?
Eu preciso ser castigada, pelos pensamentos sujos que eu tive.
Comer a senhora é um castigo, sogra?
Sim, é um castigo por ser uma velha suja e pecadora…
Então eu sinto um pouco de raiva ao ouvir as palavras dela e me deitando sobre ela de lado, aproximo meu pau da entrada da buceta dela, que mal estava molhada, então empurrando com um pouco de força deslizo meu pau pra dentro da buceta dela, sentindo meus 22 cm de pau abrindo caminho na buceta estreita e quente dela, dava pra notar que fazia muito tempo que ela não transava, me excitava a ideia de ter meu pau dentro da rachada da minha velha sogra.
Ohhh… Bruno, é tão bom, me sinto tão cheia…
Pronta pra ser comida.
Não é o que a gente tá fazendo?
Não, senhora, isso é só o começo…
E dizendo isso eu tirei meu pau e enfiei de novo com força, aumentando a velocidade em que eu tirava e metia pau da sua racha.
OHhh… Eu sinto que estou morrendo, me sinto tão bem ahh… oh sim, não para Bruno, dá pra essa coroa todo o prazer que puder. *minha sogra gemia agora mais forte*
Oh, o que está acontecendo comigo…
Eu sentia a buceta dela se contraindo e apertando meu pau que deslizava pra dentro, dando muito prazer pra ela, acelerando minhas estocadas, sinto meu gozo jorrando lá dentro da caverna quente dela.
AHHH… toma, sogrinha, todo o meu leite, é pra você, toma, aproveita, tudo ahhh…
OOOHH… sim Bruno, me dá AHHH… que delícia… isso, assim, tudo dentro de mim… ohhh… *ela gemeu sentindo eu encher a buceta dela com meu leite quente*
Assim abraçados, com meu pau ainda dentro daquela buceta velha dela, a gente dormiu.
Na manhã seguinte, quando acordei, minha sogra não estava na cama, eu a ouvia na cozinha. Eu me via nu na cama, meu pau ainda tinha restos de gozo misturados com os sucos da minha sogra. Me levantando, vesti a calça. O que aconteceria agora à luz do dia? O que ela me diria? Eu fui pra cozinha, minha sogra estava fazendo o café da manhã, ela me disse com um sorriso:
Bom dia.
Bom dia, senhora, um dia lindo, né?
Ela me serviu o café.
A senhora não vai comer?
Eu já comi, vou pra sala que tenho muita coisa pra fazer, com licença.
1 comentários - Transei com minha sogra