No capítulo anterior, houve as primeiras aproximações entre meu filho Adan e minha esposa. Tinham se passado alguns meses, quando aconteceu outra aproximação entre eles. Dessa vez foi por causa de um aniversário de 15 anos para o qual fomos convidados por uns amigos. Nessa ocasião, minha esposa usou um vestido preto com uma fenda na coxa, usando uma fio dental da mesma cor e saltos número 5. Assim que nosso filho a viu, observei como ele devorava ela com os olhos a cada passo que ela dava. Quando subimos no carro, vi que ele esperou ela entrar para poder ver aquele par de pernas e coxas, depois ele entrou atrás e eu dirigi até o salão de festas. Lá, uma vez na festa, saímos para dançar, já que ela adora dançar, além de se mexer de um jeito muito sexy e sedutor na pista de dança. Observei que meu filho não tirava os olhos dela, e mais ainda quando ela rebolava as cadeiras no ritmo da dança. Tinha se passado uma hora e meia aproximadamente quando decidimos sentar para beber enquanto descansávamos. Ficamos conversando com as pessoas na mesa, e ela queria voltar a dançar porque começou a tocar a música Samba de Janeiro. Como eu estava conversando, comentei: - Eu: amor, estou um pouco cansado. Por que você não dança com o Adan? - Ela: Ai amor, você sabe que eu amo essa música. Filho, quer dançar comigo? - Filho: Cl-claro mãe, não sou muito fã desse tipo de música, mas se você quer, eu danço com você. - Ela: Vamos, vamos. No meio da música, vocês já imaginam, pelo clima e o tipo de música, ela rebolava as cadeiras no ritmo da canção, e obviamente tinha roçadas durante a dança. Enquanto a dança rolava, eu não perdia de vista como meu filho, com medo, tocava a mãe durante a dança como que "sem querer", mas ela, encantada por dançar, ou não ligava ou disfarçava, mas em várias ocasiões durante a dança ela virava de costas e se colava nele, ou seja, ela colocava a bunda à disposição do meu filho. Depois dessa, veio outra música, Destination de Calabria, onde ela começa a mexer a cintura e quadril, sendo uma delícia vê-la dançando. Vejo meu filho a todo momento, ele já tinha perdido o medo, ou o ambiente e as luzes o deixaram corajoso, o que fez com que ele começasse a tocar a mãe na cintura e, em alguns momentos, descer as mãos para os quadris dela, e se encostava nela toda vez que ela se mexia, dando empurrõezinhos com a bunda. Assim ficaram por uns 45 minutos ou mais, no meio da dança, com ele bajulando ela, mas ela não reclamou nem o repreendeu. Só que, em algumas ocasiões, ela tirava a mão dele da bunda e subia de volta pra cintura. Já eram umas 2:00, 3:30 da manhã quando resolvemos ir embora, e nisso ela me diz que os pés estavam doendo (ÓBVIO QUE ELA FOI DANÇAR SEM TIRAR OS SALTO). Quando chegamos em casa, estacionamos o carro na garagem, entramos, e por cansaço ou por capricho do destino, ela tropeça e meu filho a segura pra ela não cair, mas uma das mãos dele estava na cintura e a outra nos PEITOS dela. Ficou, sem exagero, uns 2-3 segundos com a mão ali enquanto ela se levantava. – Filho: Mãe, você tá bem, não se machucou? – Ela: Não, love, obrigada por me segurar pra eu não cair – Filho: O que aconteceu? – Ela: O salto quebrou e por isso escorreguei, se você não me segurasse eu teria me machucado, obrigada, love, você é meu herói. Naquele momento, vejo ela dar um beijo perto da comissura dos lábios dele e agradecer de um jeito bem... sedutor? – Eu: Ainda bem que você não caiu, e que bons reflexos você tem, filho, evitou que sua mãe caísse. Meu filho foi pro quarto dele e nós pro nosso pra descansar, só demos um beijo de boa noite e dormimos. Acordamos umas 4:00 da tarde com fome, então fizemos uns sanduíches, estávamos comendo, conversando sobre a festa e todo o show que os pais da moça fizeram, e daí a única coisa relevante foi que ela andou só com um micro short de tecido que dava pra ver e marcava tudo. a calcinha fio dental que ela usava naquele momento. Quando ela se afasta pra buscar gelo, vejo o olhar do meu filho indo direto pra bunda dela e como ela balança. Eu, brincando, falo pro meu filho: — Limpa essa baba aí que você tá molhando a mesa, kkkk. Ele fica todo vermelho, ela volta e chega com a cara e diz: — Do que vocês dois tão falando? Não me chamam pra fofoca? — Eu: De nada, love, é que o Adan viu uma coisa que deixou ele besta e por isso tô zoando ele. Ela abraça ele de um jeito que a cabeça dele fica entre os peitos dela e me fala: — Ah, você e suas piadinhas. Depois olha pra ele e fala: — Já te falei, não liga pro seu pai, ele não sabe medir as brincadeiras. Ele responde: — Tá bom, mãe, fica tranquila. Assim passou o dia, sem mais novidade. No dia seguinte, aí sim teve algo que marcou um pouco mais a relação entre eles. Como tava calor, decidimos ficar na piscina. Eu vesti meu short sem camisa, nosso filho uma camiseta esportiva e um short igual, mas minha esposa, quis ser como sempre o centro das atenções. Ela sai com um biquíni, na parte de cima fazia os peitos se juntarem e parecerem mais volumosos, embaixo terminava com uma espécie de fio dental, com um pareô, os óculos de sol. Ela se deita na cadeira, começa a passar protetor solar, eu entro na água, nadando um pouco, matando tempo. Nisso, vejo meu filho se aproximar e falar: — Filho: Quer que eu te ajude a passar nas costas? — Ela: Pode sim, obrigada, love. Enquanto eu tô indo de um lado pro outro, tô vendo meu filho passando o protetor nas costas dela, ela deitada, enquanto vejo ele babando pela mãe. As mãos dele se aproximam tremendo das costas dela, ele começa a espalhar o protetor, ela fala: passa mais pra baixo também, love. Ele, com a cara de surpreso, passa o protetor nas palmas e começa a aplicar na bunda da minha esposa, as mãos dele iam e vinham seguindo o contorno do rabo dela, ela começa a dizer que tá gostoso e que se ele pode passar também nas pernas, coisa que ele faz com muito, muito, mas muito prazer. Já depois de ao terminar de aplicar, percebo que o short do meu filho está marcando a barraca da ereção, e pra ela não perceber, ele anda o mais rápido possível e entra na água. A gente ficou brincando um pouco, quando ela decide entrar na água com a gente, quando ela mergulha, o tecido do biquíni fica transparente, e os mamilos ficam marcando deliciosamente. Meu filho ao ver, tenta desviar o olhar e fingir que está nadando. Em um desses momentos ele mergulha, enquanto minha esposa está na água, vejo que ela dá um sobressalto, vejo que meu filho segura ela pelas pernas e coloca nos ombros dele e levanta ela sobre ele, fazendo com que ela fique sentada nos ombros. Ela pede pra ele descer com cuidado, ele e eu rimos da cara dela que pensou que iam jogar ela. Em um momento ela decide sair e pergunta se a gente quer beber algo, a gente diz que sim, ela sai da água, a gente vê com deleite que o biquíni dela fica todo transparente. Nesse momento eu falo pro meu filho: - Agora que ela voltar, faz o mesmo com ela, gostei de ver a reação dela pensando que você ia jogar ela. - Filho: Cê tá seguro pa ela não ficar brava? - Eu: Não se preocupa, a gente tá brincando. Ela já sabe que tanto você quanto eu somos assim. Nesse momento ela volta com os refrigerantes e a gente começa a tomar. Nesse momento eu preciso ir ao banheiro. Quando volto, escuto as risadas deles, andando devagar observo que eles estão conversando, mas estão bem juntinhos, basicamente ela tá abraçada nele, colando os peitos nele. Mas me chamou a atenção que uma das mãos dele tá nas costas dela descendo lenta e perigosamente em direção à bunda dela, e ela não fala nada nem impede que continue descendo. Nesse momento ele mergulha e faz o que eu falei, mas com um detalhe, fez isso de frente pra frente. Nesse momento ela solta um suspiro, se abraça por instinto nele, ficando praticamente a buceta dela de frente pra cara do meu filho. Não demorou nem 5 segundos quando ele desceu ela devagar, ela com a cara bem corada dá Uma batidinha leve no ombro dela. Aí ela fala: -Ela: Não faz isso de novo, você me assustou -Ele: Desculpa -Ela: Ah, você e suas brincadeiras, saiu igual ao seu pai. Mas aí eu notei uma coisa bem peculiar: ela estava abraçada nele com as pernas, e ele segurava ela pela cintura. -Ela: Filho, isso que eu tô sentindo é...! -Ele: Desculpa, desculpa. Nisso eu vejo meu filho saindo em disparada pra casa, e eu saindo pra piscina, pergunto pro meu filho: tá tudo bem? Ele me responde: Tô, tô, me deu uma dor no estômago. Ele chega onde tá minha esposa, toda corada, meio ofegante. Eu pergunto: o que aconteceu, você tá bem? Ela me responde que sim, e me pergunta apressada: vou preparar a comida, já tô com fome. Nesse momento eu vou pro quarto e pra isso tenho que passar pelo quarto do nosso filho, vejo que a porta tá fechada, mas escuto suspiros, gemidos... e nesse momento escuto ele dizer: MÃE, MÃE, que cheiro gostoso você tem. Fiquei chocado, uma coisa é imaginar, fantasiar, outra é viver e ser testemunha de algo que nasceu entre eles. Se quiserem a continuação, deem like, se inscrevam no meu patreon.
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