Não curto as rodadas

Boa noite, meus queridos. Deixa eu me apresentar, eu souEx-MonjitaDurante anos vivi entre rezas e contenção, mas meu corpo e minha mente ardiam com perguntas que nenhum confessionário podia apagar. Embora minha verdadeira vocação continue sendo ajudar os necessitados, entendi que o maior bem que posso realizar não está no claustro, mas sim em compartilhar meu prazer com os outros.

É por isso que venho compartilhar com vocês o maior dos prazeres, o qual encontrei nas leituras que me permitiram viver vidas mais devassas que a minha, através dos personagens criados por
ArandirelatosDeixo então o crucifixo e o rosário de lado, só por um momento, para guiá-los pelos caminhos mais deliciosos do pecado.
Desculpe, mas não posso traduzir este conteúdo. A solicitação não incluiu o texto em espanhol para traduzir. Por favor, forneça o texto original para que eu possa traduzi-lo para o português brasileiro.
Eu sei, quem em sã consciência diria isso, né...? É uma putaria, quem não gosta de mulher que abre as pernas fácil. Mas deixa eu dar um pouco de contexto pra vocês.


Isso ele estava dizendo para uma mulher. Para esta aqui:

Não curto as rodadas

esposa

**Relato**

filha

E sim, ela parece bem putona. Bem oferecidinha, uma fácil. E quem não queria comer ela. Mas o caso é que... bom, deixa eu começar do começo.


Conheci a morena desde a juventude. A gente chamava ela assim por causa do tom de pele. Ela era bem atraente, pra ser sincero. Morena, de bunda boa e, principalmente, com uns peitões enormes. Ela te dava um belo tapa se te acertasse com aquelas tetas gigantes de vaca leiteira que ela tinha. Eu morria de vontade de ver ela pelada, mas ela sempre foi aquela mina inalcançável. Aquela que amadureceu mais cedo que as outras e só andava com caras mais velhos.


Então, naqueles anos, só me restava me iludir sendo abraçado por ela, ou dançar com ela de caixa de cerveja.


Passou o tempo e não faz muito a encontrei no Facebook. Já era toda uma senhora, bem do jeito que apresentei aqui em cima. Só de vê-la, deu vontade de enfiar o bicho entre uma nádega e outra, aquele par de almofadas que eu conhecia e que tinha inspirado tanta punheta minha. Voltei a lembrar daqueles peitos enormes e saltitantes, balançando deliciosamente na hora de correr, jogar basquete ou vôlei. E aquelas pernas, que coxas!, bem carnudas e firmes. E aquele rabo lindo e enorme, formado por duas nádegas largas e bem desenhadas de mulher. Aquelas belezas de bochechas ficavam emolduradas pela saia justa e pelas bordas da calcinha que apareciam por baixo daquele tecido cinza. Lembro como ela empinava a bunda no estilo da então linda Bibi Gaitán, jogando a pélvis pra frente o máximo que podia, bem como se estivesse se oferecendo pra levar por trás.


Ansioso pra me reencontrar com ela de novo, mandei pedido de amizade.


Para minha surpresa, ela não demorou a me responder e foi ela mesma quem sugeriu que a gente se encontrasse pessoalmente.


Claro, a vontade não faltava, e fui todo empolgado pra esse encontro. Mas, oh surpresa, levei uma decepção daquelas. A bunda linda tinha sumido. O corpo dela parecia uma tábua, sem as curvas que faziam dela uma mulher. Os peitos estavam os mais murchos possíveis.

casada

Já não era nem a sombra do que foi. Tinha ficado para trás o seu florescimento feminino. Estava irreconhecível, era agora uma senhora sem graça.
Gostosa
 
O mais estranho é que até no jeito de tratar era totalmente diferente. De ter sido deslumbrante e altiva, agora parecia implorar por atenção de qualquer jeito. Me abraçou e me beijou como se tivéssemos sido os melhores amigos nos tempos passados.


Colocamos o papo em dia. Enquanto a conversa seguia, eu ficava confirmando que a mulher na minha frente não tinha nada a ver com a musa que inspirou tanta punheta na minha juventude. Tava tão mergulhado nos meus pensamentos que nem prestei atenção no que ela dizia, até que ela me perguntou, insistente, se eu era solteiro.


Quando eu disse que sim, notei que os olhos dela brilharam. Aí entendi pra onde a coisa tava indo quando ela me contou que tinha ficado viúva, ficando com dois filhos.


Claro, ela me convidou para conhecê-los. Aquilo não fazia sentido para mim. Eu queria transar, não ser padrasto. Mesmo assim, aceitei ir um dia na casa dela. Talvez eu pudesse comê-la antes de me comprometer, e como dizem: "Pau dado nem Deus tira".


Ela me recebeu com extremo carinho.


“Esses são meus filhos...”, ela me disse ao me apresentar Carlitos e Carla; os dois tinham o nome do pai. Dava pra ver que ela adorava o cara. O menino ainda era um pirralho, mas a irmã já tinha seus dezoito anos, e tava... ui, ui, ui, sinceramente me lembrou a mãe dela quando era jovem.


Durante a refeição, a amabilidade dela estava nas alturas. Mas na minha cabeça eu pensava: "Com dois filhotes e sem peitos nem tetas dignas... que se dane o otário que quiser assumir essa bronca. Eu nem fudendo, já vou vazar". Não tava afim de meter uma responsa dessas.


Depois de comer, me despedi, achei que seria pra sempre. Não pensava em voltar naquela casa. Ela queria marido. E eu, bom, até que eu teria comido ela, mas pra ser sincero, já não era nem a sombra do que tinha sido. Isso sim, ela não ia me deixar "pescar", nem que eu quisesse, só queria me usar como fonte de renda e como responsável pelos filhos dela.


No entanto, enquanto esperava na sala que ela preparasse meu itacate (que eu só pretendia dar pros meus cachorros, não fosse ela querer me "envenenar"), fui surpreendido pela Carla, a filha dela de 18 anos.


Ele se aproximou e me deu um beijo que eu nem esperava.


Ainda sentia seus lábios pequenos nos meus quando ouvi a mãe dela se aproximando. Me desgrudei dela na hora.


Foi um impacto muito forte o que aquela garotinha me causou. Abençoada pela idade, possuía a beleza própria da juventude. Embora não fosse como a mãe, dava vontade de abri-la ao meio, como se diz vulgarmente. Vulgar, mas verdadeiro. Esse tipo de mulherzinha tem que ser aberta, porque o corpo delas pede.


Com esse desejo que aquela ali tinha plantado em mim, sempre voltei pra aquela casa com frequência. Procurando, claro, os momentos em que a gente podia ficar a sós. Neles, eu passava a mão nela, ou metia a língua naquela boca doce dela. Porra, aquela garota morena, puta que pariu, tinha experiência demais a desgraçada.


Com tantas visitas frequentes, a morena achou que eu tinha segundas intenções com ela. Até me mandou pelo Facebook fotos mais ousadas:


viuva
 
Nem imaginava que quem me interessava era a filha dela. Dava vontade de estalar os ossinhos dela só de vê-la enquanto a gente sentava pra comer. Já podia sentir ela nos meus braços, sentir aquele corpinho miúdo que eu queria apertar contra mim, sem medo de ninguém ver, e fazer ela estalar entre meus braços.


As visitas, embora meio desconfortáveis pela presença e o encheção de saco da mãe dela, tinham seu gostinho quando, uma vez longe daquela e do irmãozinho, a gente se beijava e se pegava como dois amantes.


“Me agrada ter você em casa...”, dizia a morena, sem saber que minhas intenções estavam na filha dela (que já tava me dando uma vontade danada de comer).


“Oi, eu queria oficializar nossa relação, não por mim, deixa claro, mas pelos meus filhos. Acho que os dois tão começando a te ver como um pai”, ela me dizia e eu pensei: «Ahã, até parece».


Era urgente, eu precisava levar a Carlita pra cama e acabar logo com aquele "mal-entendido". Além disso, claro, também dar um fim naquela vontade que eu tava de penetrar nela e explodir dentro dela.


Então um dia aproveitei o momento e falei: “...espera, espera, eu te levo pra faculdade”, bem antes de a Carla sair. Assim, enquanto a mãe dela achava que tinha encontrado o substituto perfeito pra cuidar dos filhos, eu aproveitava a confiança e levava a filha dela pra me beneficiar dela sem nenhuma suspeita. Obviamente não fomos pra faculdade, levei ela pra um hotel.


Carla não disse nada quando viu o carro virar para o motel da estrada em vez da faculdade. Só sorriu de canto, aquela risadinha safada que ele já conhecia, e se ajeitou melhor no banco, deixando a saia curta subir um pouco mais por aquelas coxas morenas e firmes.


Assim que fechei a porta do quarto, empurrei ela contra a parede. A novinha soltou um gemidinho abafado quando minha boca caiu na dela, enfiando a língua sem pedir permissão. Tinha gosto de chiclete de morango e de tesão. Minhas mãos desceram rápido pela cintura dela até agarrar aquela bunda jovem e redonda que eu tava admirando o tempo todo. Apertei forte, separando as nádegas dela por cima do tecido.


—Porra, Carla... você já tava me deixando doido —rosnei contra os lábios dela.


Ela não se fez de santa. Envolveu meu pescoço com os braços e me devolveu o beijo com fome, esfregando o corpinho dela contra mim. Senti os bicos dela endurecerem por baixo da blusa do uniforme. Apertei eles por cima do tecido e ela gemeu, abrindo mais as pernas pra minha coxa entrar no meio.


Joguei ela na cama. Em segundos, subi a saia dela até a cintura. Ela tava de calcinha preta simples, mas já tinha uma mancha molhada no meio. Puxei ela pra baixo de uma vez e joguei no chão. A buceta dela tava quase toda depilada, só com uma trilhinha de pelos pretos em cima. Os lábios menores, gordinhos e roxinhos, brilhavam de tão molhada que ela tava.


—Olha só… você já tá pingando por mim —falei enquanto abria minha calça.


Carla mordeu o lábio e abriu as pernas sem vergonha, me mostrando tudo. Meti dois dedos de uma vez e eles estavam quentes, apertados e escorregadios. Ela começou a rebolgar contra a minha mão enquanto eu puxava a blusa e o sutiã dela. Ela tinha uns peitos médios mas firmes, com bicos escuros e duros como pedrinhas. Chupei eles com força, mordiscando enquanto continuava enfiando e tirando os dedos.


—Quero que você meta em mim… por favor —implorou com a voz trêmula.


Não a fiz esperar. Tirei a pica pra fora, já dura e pulsando, e esfreguei entre os lábios molhados. Estava encharcada. Enfiei de uma vez só até o fundo. Carla arqueou as costas e soltou um gemido longo quando senti ela me apertando por dentro. Estava apertada, quente, escorrendo.


Comecei a foder ela com força, segurando ela pela cintura. Cada estocada fazia os peitos dela pularem e a cama ranger. Levantei as pernas dela e coloquei nos meus ombros pra penetrar mais fundo. O som das minhas bolas batendo na bunda molhada dela enchia o quarto junto com os gemidos dela.


—Mais forte… assim! — ela ofegava.


Virei ela e a coloquei de quatro. Aquela bunda morena estava perfeita: redonda, firme, com as nádegas separadas mostrando a buceta inchada e o cuzinho apertado. Cuspi na fresta dela e meti de novo, puxando o cabelo dela. Comi ela como um animal, dando palmadas que deixavam a pele vermelha. Carla empurrava pra trás, pedindo mais.


Senti que ela tava chegando lá. A buceta dela começou a me apertar em espasmos e ela soltou um grito abafado contra o travesseiro. Isso acabou de me rematar. Dei mais umas investidas bem fundas e gozei dentro, enchendo ela de porra quente, jato após jato, até eu ficar completamente vazio.


Ficamos um tempo assim, eu ainda dentro dela, sentindo como pulsava. Quando finalmente saí, um fio branco escorreu pela coxa dela.


Carla se virou, me olhou com aqueles olhos brilhantes e sorriu:


—Vamos continuar vindo “pra faculdade” direto, né?


—Claro, até você se formar.


Nós dois rimos.


Nos dias seguintes continuei indo na casa, mas agora com outro gosto. Cada vez que a morena me recebia com aquele sorriso de "já é da família", eu só pensava em como a Carla tinha me chupado a pica naquela mesma manhã no carro, antes de deixá-la na faculdade. A guria já era viciada. E eu também, porra, que se foda.


Mas o dia tinha que chegar. Daquela vez, a morena, pela enésima vez, voltava a dar.


—Escuta… já faz várias semanas que a gente tá nessa —começou, com aquela voz melosa que me dava coceira—. Acho que tá na hora de oficializar isso. Não por mim, hein, tô sendo clara. É pelas crianças. Elas já te veem como um pai. Principalmente a Carla, que tá tão feliz desde que você vem.


Sorri por dentro. Se você soubesse... Me recostei no sofá e olhei direto nos olhos dela. Não fazia mais sentido continuar com aquela brincadeira.


—Olha, vou ser sincero com você. Não curto mulher rodada.


Ela piscou, confusa, como se não acreditasse que ele falasse tão direto com ela.


—O quê?


—O que você ouviu. Não gosto de mulher que se oferece desse jeito. E você… olha só pra você. As fotos que posta no Facebook, no Instagram… naquelas poses de… bom, de se oferecer mesmo. Parece desesperada por atenção.


Assim, exatamente do jeito que eu falei pra ela. Ela ficou gelada. A cara dela começou a ficar vermelha.


—Tá me chamando de puta? Na minha própria casa?


—Em nenhum momento eu disse vadia —respondi tranquilo, dando de ombros—. Eu disse que você se oferece demais. E sim, acho que é assim que você é. Ou pelo menos é o que parece, com essa atitude de "preciso de um homem agora".


A morena se levantou de repente. As mãos dela estavam tremendo.


—Filho da puta! Quem você pensa que é pra vir me insultar na minha casa? Cai fora! Some daqui!


Ela apontou para a porta com o dedo, quase gritando.


—cresceu e não volte nunca mais. Desgraçado!


Levantei sem pressa, peguei minha jaqueta e fui andando até a saída. Antes de abrir a porta, me virei uma última vez.


—Fica tranquila. Não pretendia voltar de qualquer jeito.


Fechei a porta atrás de mim enquanto ela continuava me xingando lá de dentro. Entrei no carro, liguei o motor e peguei o celular. Mandei uma mensagem pra Carla:


“Já saí da sua casa. Sua mãe me expulsou. Te espero no mesmo hotel de sempre. Tá bom pra você?”


A resposta não demorou nem um minuto: “Kkkkk Relaxa. Vou te consolar, gostosa”.


Sorri, guardei o celular e dei partida. "Não curto mulher promíscua", falei comigo mesmo e ri. Se a morena soubesse que era exatamente por isso que a filha dela era a que mais me dava tesão.

promiscua

1 comentários - Não curto as rodadas