(34) Encontros de Lucero: Reconciliação

Naquela ocasião, eu tava meio perturbada, as coisas não iam bem com meu Parceiro.
Lembro que a gente discutiu, ele saiu muito puto e eu não segurei ele como das outras vezes, dessa vez fiquei chorando em casa segurando o orgulho pra não ligar pra ele. Liguei a TV, já passava da meia-noite, aí parei num canal de filmes eróticos (só pra deixar claro, não era pornô, porque não mostrava penetração na tela). Olhei por um tempinho e pensei:
que puta vontade de ter você aqui, gostosa
abrón- sentia minha pele fervendo e minha entreperna não aguentou mais segurar a umidade e deixou escapar, senti minha buceta pulsar...



Na verdade, eu sentia as batidas, pensei: mesmo assim ele vai ter que voltar pra casa..."mas
não vejo a hora de você voltar" — uau, tô pegando fogo, morro de vontade de sentir seu pau vigoroso, já tô ansiosa pela sua boca mordendo meus mamilos, e nessa hora me veio uma ideia: "vou fazer uma videochamada pra ele". Peguei o celular e liguei, claro, com o risco de ele não atender, já que foi embora muito puto. Mesmo assim, me atrevi e liguei. Quando ele atendeu, tava num bar com uns amigos. Quando olhou pra tela, vi na hora que ele escondeu, porque tinha um amigo do lado. Ele disse: "me dá uns segundos", e saiu correndo pro banheiro. Me disse: "cê tá louca? Me liga semi-nua? Que porra é essa?" Eu sorri de um jeito perverso e respondi: "o que cê tá fazendo aí, se o meu inferno tá pegando fogo e você não tá aqui pra apagar?" Ele respondeu: "me dá uma hora que eu chego". "Não, por favor, não desliga, não consigo esperar tanto, olha:" e baixei a câmera apontando pra minha buceta, completamente molhada, dava pra ver meus fluidos escorrendo da minha virilha. Ele ficou sem reação, me disse: "maluca, você me deu uma ereção!


—Vamos fazer agora — respondi. —Aqui? —ela respondeu.
Eu disse sim pra ela: ok, olha só o que você vai me fazer fazer, sua louca desequilibrada, ela respondeu.
Comecei a me tocar, enfiei meus dedos na minha buceta enquanto ele se tocava. Ele tirou o pau da calça, nossa, que gostoso que parecia. Ele subia e descia a mão devagar no pau, enquanto eu molhava meus dedos na boca e acariciava meus peitos. Era tão gostoso que comecei a apertar os biquinhos pra aumentar a sensação. Deitei na cama, mas antes coloquei o celular na mesinha e me abri toda, continuando a me tocar. Ele me olhava babando enquanto as mãos dele aumentavam a intensidade do sobe e desce naquele pau duro e quente. Virei de quatro e enfiei o dedo no meu cuzinho, bem ali onde só você faz ser permitido...


Meus gemidos aumentaram e minha agitação também. Virei de frente e comecei a foder minha buceta de novo, com meus dedos desesperados, tocando o ponto exato onde comecei a sentir, como um choque elétrico percorrendo todo o meu corpo, fazendo meus dedos dos pés se contorcerem. Num grito de agonia, ele disse: já não aguento mais, e eu respondi: eu também não; naquele momento, nós dois nos esvaziamos com um gemido fraco, vi o líquido quente escorrendo entre os dedos dele, assim como eu deixei minha essência perturbadora escorrer da minha entreperna.
A adrenalina do ato proibido naquele banheiro nos fez gozar até o delírio. Falei: "Beleza, amor, toma uma dose na minha saúde e não demora, porque tô te esperando pra resolver nossas diferenças e terminar o que a gente começou...




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