Transei com meu padrasto e te conto tudo đŸ”„đŸ”„

OlĂĄ, pessoal, meu nome Ă© Ana. Quero contar que sou nova aqui, entĂŁo, se vocĂȘs quiserem me seguir, me ajudam muito. Hoje vou contar uma coisa que nunca contei e tambĂ©m nunca pensei que fosse contar. Antes, gostaria de contextualizar vocĂȘs. Meus pais se separaram quando eu era bem pequena (bebĂȘ). Eu fui criada morando com a minha mĂŁe, e meu pai morava a umas 30 quadras, mais ou menos. Tudo muda quando eu tinha 6 anos. Lembro de chegar da escola e minha mĂŁe queria falar comigo. Ela me disse que ia morar com a gente duas uma pessoa nova, que era o Mario, o novo parceiro dela. Que a partir daquele dia eu tinha dois pais. Minha criação foi super tranquila, eu peguei um carinho sem fim pelo Mario, sempre o vi como um pai, porque desde os 6 anos eu convivi com ele. Eu comecei a crescer e, bom, fiquei sabendo que minha mĂŁe tinha se separado do meu pai porque ela foi infiel. O que, desde aquele dia, eu nĂŁo consigo explicar o que aconteceu dentro de mim, mas parei de vĂȘ-la com amor de filha (desculpa se eu errei), Ă© o que eu senti e nĂŁo consigo evitar dizer. Eu fiquei sabendo disso na adolescĂȘncia, entĂŁo levei tudo numa boa. E aqui começa tudo: eu tinha 19 anos. De manhĂŁ bem cedo, eu me levantava e ia trabalhar (limpeza). O Mario tambĂ©m ia trabalhar, ele saĂ­a Ă s 5:30 da manhĂŁ, e eu sempre Ă s 6 eu saĂ­a. Tudo começa numa segunda-feira, eu chegando no trabalho, meu patrĂŁo me liga dizendo pra eu voltar pra casa por causa de um problema familiar, ele nĂŁo podia abrir o negĂłcio. EntĂŁo eu volto pra casa. E nisso, vou contar pra vocĂȘs. Minha casa naquele momento tinha duas entradas: uma pelo portĂŁo da garagem do lado (que ficava mais perto dos quartos), jĂĄ que eu ia com a ideia de voltar a dormir. E outra dava pra frente, a porta principal. Quando eu cheguei na esquina da minha casa, me pareceu ver alguĂ©m entrar na minha casa, mas fingi que nĂŁo vi, porque eu estava com raiva, jĂĄ que estava prestes a ir trabalhar, e falei: "foi impressĂŁo". EntĂŁo, quando cheguei em casa, tinha mĂșsica no quarto da minha mĂŁe e eu ouvi eles conversando. Tudo me lembrou a minha... Quando eu era adolescente, descobri o que tinha acontecido com meu pai. Naquela Ă©poca, eu tinha aquelas cĂąmeras antigas de foto e vĂ­deo. SaĂ­ do meu quarto, fui pelo quintal sem fazer barulho, e o quarto da minha mĂŁe dava para o quintal, entĂŁo coloquei a cĂąmera na janela para gravar e fui embora de casa. Fui tomar um cafĂ© numa cafeteria a poucas quadras. Voltei umas 10 da manhĂŁ, mais ou menos. Minha mĂŁe me perguntou por que eu tinha chegado cedo, e eu disse que o patrĂŁo teve um problema de famĂ­lia. Fui ao quintal, peguei a cĂąmera e lembro de deitar atĂ© quase meio-dia. Almocei e, na hora da sesta, eu sempre ia pra academia, mas decidi ir pro quarto e ver o que a cĂąmera tinha gravado. A cĂąmera gravou um pouco menos de 1 hora e depois parou porque encheu o armazenamento. Mas jĂĄ tinha provas suficientes (com vĂ­deo e ĂĄudio) de tudo. Daria mais detalhes, mas nĂŁo quero entediar vocĂȘs tambĂ©m. Mario chegava Ă s 15h, e minha mĂŁe saĂ­a Ă s 17h. EntĂŁo decidi sair pra caminhar, jĂĄ que nĂŁo tinha ido pra academia. Cheguei umas 16h30, tomei banho e liguei pro Mario. Eu sempre chamava ele de "vĂ©io". "VĂ©io, tĂĄ ocupado?" Ele se espichou do quarto dele pra olhar pra sala. Falei que precisava conversar com ele. E contei o motivo de ele ter se separado da minha mĂŁe antes, e ele me perguntou por que eu tava contando aquilo. E eu falei que tive que voltar do trabalho. Eu: "te mostro uma coisa, mas fica entre a gente e vocĂȘ nĂŁo me expĂ”e, nĂ©?" Mario: "pode falar". Mostrei a cĂąmera numa parte onde ela tava chupando ele. AĂ­ as lĂĄgrimas começaram a cair, e eu abracei ele, ficamos uns 2 minutos assim. Mario: "obrigado por me contar, nunca imaginei uma coisa dessas. Vivo trabalhando pra nĂŁo faltar nada pra ela." Eu: "vocĂȘ nĂŁo merece isso, e por isso fiz tudo isso pra vocĂȘ ver". Durante essa conversa, ele decidiu que nĂŁo ia me envolver em nada, mas que precisava da cĂąmera, e que ia dizer que ele tinha colocado a cĂąmera. Foi assim, e justamente naquela noite eu nĂŁo ia estar em casa. porque tinha um jantar de uma amiga que fazia aniversĂĄrio. Eles se separaram naquela noite. Eu lembro de chegar meia-noite e minha mĂŁe me disse que tinha se separado e que voltarĂ­amos a morar sozinhas. AĂ­ eu perguntei: e o Mario? Ela respondeu que ele ia sair da casa da mĂŁe dele pra morar. AĂ­ eu falei pra minha mĂŁe que fui na minha casa buscar roupa e que ia sair pra festa. Eu fui pra casa do Mario, precisava ver ele e conversar. A mĂŁe dele estava viajando, jĂĄ que era janeiro, e eu fiquei lĂĄ com ele conversando. A gente falou de tudo e aqui começa a parte quente đŸ”„ Era mais ou menos umas 2 da manhĂŁ. Eu: agora foca em vocĂȘ e curte a vida, nĂ©? CĂȘ Ă© um homem bem resolvido. Mario: sorriu e me disse que poderia dizer que perdeu anos de vida casado, mas tambĂ©m pode dizer que conheceu uma pessoa excelente e que hoje em dia Ă© amiga. Eu: Ăłbvio, vocĂȘ sabe o quanto eu te adoro. A gente se abraçou e ele me abraçou pela primeira vez na cintura, e eu sem falar nada peguei a mĂŁo dele e levei pro meu rabo. Eu: muito estresse ultimamente? (sorriso) Mario: pra caralho e começou a me fazer carĂ­cias nas pernas e na bunda... Essa foi a primeira parte porque nĂŁo consigo continuar escrevendo!! Deixa pontos e nĂŁo esquece de me seguir que jĂĄ jĂĄ eu subo a segunda parte!! TambĂ©m leio os comentĂĄrios

13 comentĂĄrios - Transei com meu padrasto e te conto tudo đŸ”„đŸ”„

tentador. que lindo seriam umas fotos tuas, sua gostosa
Ótimo começo da sua história, continue......vai render pontos.
Bem-vinda Ă  comunidade. Sua histĂłria Ă© muito boa. VocĂȘ deixou no suspense, espero que a prĂłxima parte venha logo. SaudaçÔes.
Queremos ver fotos y videos tuyos y ya puestos de tu zorrita madre jejeje