Sou uma puta. Não daquelas que se escondem nem das que só fazem isso quando bebem. Sou daquelas que sabem, aceitam e procuram. Gosto mais quando me chamam de puta do que de Alicia, meu nome. Como vocês já sabem, tenho cabelo comprido e castanho escuro, quase sempre solto, rosto macio, lábios carnudos e uma expressão que muda rápido de inocente pra safada. Meus peitos são naturais, redondos, com bicos que endurecem assim que me tocam. Minha bunda é redonda e firme, daquelas que abrem bem quando fico de quatro. E entre as pernas tenho uma buceta que molha fácil e um cu que já tá acostumado a ser usado.
Naquela noite, eu não sabia o nome dele. Só que era um desconhecido que tinha me mandado mensagem naquela mesma tarde. Um dia eu contaria pro meu namorado o que eu fazia... A gente combinou de se encontrar no apartamento dele. Quando cheguei, tava usando uma camiseta larga e uma saia curta. Ele abriu a porta, me olhou de cima a baixo e, quase sem falar nada, me empurrou pra dentro. Assim que fechou a porta, me agarrou pelo pescoço com uma mão e me beijou com força. Com a outra mão, levantou minha saia e puxou minha calcinha fio dental até as coxas.
Ele: de joelhos.
Eu me ajoelhei no hall, desabotoei a calça dele e puxei o pau pra fora. Já tava duro, grosso, com a cabeça inchada e brilhante. Olhei pra ele por um segundo, levantei os olhos e meti na boca. Comecei a chupar devagar, passando a língua por baixo da cabeça, descendo até a base e subindo de novo com os lábios apertados. Ele passou uma mão no meu cabelo e começou a empurrar de leve.
Ele: enfia mais fundo.
Eu obedeci. Enfiei quase inteiro na boca, o que cabia. Minha boca estava cheia de saliva e porra. Mas ele segurou minha cabeça e não me deixou usar as mãos. A saliva começou a escorrer pelo meu queixo, deslizando pelo meu pescoço e molhando meus peitos através da camiseta. Eu gemia no pau dele enquanto olhava pra ele. Ele fodia minha boca num ritmo constante.
Ele: pra cama, quero ver sua bunda.
Eu me senti uma puta. Fiz o que ele mandou. Levantei, fui com ele pro quarto, tirei a camiseta e a saia completamente e fiquei de quatro na cama. Ele se posicionou atrás de mim. Separou minhas nádegas com as mãos e ficou olhando. Senti ele acariciar minha bunda e passar um dedo devagar pelo meu cu.
Ele: que rabo gostoso você tem... e sua buceta... bem molhadinha, putinha.
Eu adoro elogios. Ele se ajoelhou e começou a lamber minha buceta por trás. Eu me arqueei pra facilitar o trabalho dele. Ele começou sugando o fluxo que já escorria da minha buceta e continuou chupando meu clitóris. Amo quando eles provam tudo de mim. Mas ainda não tinha acabado, ele se afastou e enfiou a cara entre minhas nádegas. Começou a chupar meu cu sem nenhum pudor. Abria meu ânus com a língua, chupava, lambia e enfiava a língua pra dentro, o máximo que podia. Eu apertava os lençóis e empurrava a bunda pra trás, oferecendo de boa vontade.
Eu: assim, come meu cu — falei entre gemidos.
Eu já tava quase lá, mas ele parou e voltou a chupar minha buceta.
Ele: senta na minha cara.
Obedeci de novo, toda feliz. Ele tirou a camiseta. Me afastei pra ele deitar e não demorei pra me colocar em cima da cara dele. Enquanto ele chupava meu clitóris, senti que não ia aguentar. Ia gozar.
Eu: tô me mijando.
Tava com vontade de mijar na boca dele, mas fiz menção de me afastar. Ele me segurou e eu não me contive. Mijei na boca dele enquanto enlouquecia. O jato saiu quente e constante, e ele não se afastou, ficou lá bebendo, engolindo enquanto eu gozava e me mijava na boca dele. Quando terminei, ele levantou a cabeça. Tava com o queixo e a boca molhados. Me olhou e disse:
Ele: você tem gosto de putinha.
Isso me destruiu. Fiquei molhada de novo e comecei a tremer de tesão. Ele se levantou e pediu pra eu ficar de quatro de novo.
Ele: de quatro de novo, putinha. Vou meter no teu cu.Apoiem o post pra continuação da história, é a primeira que eu escrevo (Alicia), hehe!

Naquela noite, eu não sabia o nome dele. Só que era um desconhecido que tinha me mandado mensagem naquela mesma tarde. Um dia eu contaria pro meu namorado o que eu fazia... A gente combinou de se encontrar no apartamento dele. Quando cheguei, tava usando uma camiseta larga e uma saia curta. Ele abriu a porta, me olhou de cima a baixo e, quase sem falar nada, me empurrou pra dentro. Assim que fechou a porta, me agarrou pelo pescoço com uma mão e me beijou com força. Com a outra mão, levantou minha saia e puxou minha calcinha fio dental até as coxas.Ele: de joelhos.
Eu me ajoelhei no hall, desabotoei a calça dele e puxei o pau pra fora. Já tava duro, grosso, com a cabeça inchada e brilhante. Olhei pra ele por um segundo, levantei os olhos e meti na boca. Comecei a chupar devagar, passando a língua por baixo da cabeça, descendo até a base e subindo de novo com os lábios apertados. Ele passou uma mão no meu cabelo e começou a empurrar de leve.
Ele: enfia mais fundo.Eu obedeci. Enfiei quase inteiro na boca, o que cabia. Minha boca estava cheia de saliva e porra. Mas ele segurou minha cabeça e não me deixou usar as mãos. A saliva começou a escorrer pelo meu queixo, deslizando pelo meu pescoço e molhando meus peitos através da camiseta. Eu gemia no pau dele enquanto olhava pra ele. Ele fodia minha boca num ritmo constante.
Ele: pra cama, quero ver sua bunda.
Eu me senti uma puta. Fiz o que ele mandou. Levantei, fui com ele pro quarto, tirei a camiseta e a saia completamente e fiquei de quatro na cama. Ele se posicionou atrás de mim. Separou minhas nádegas com as mãos e ficou olhando. Senti ele acariciar minha bunda e passar um dedo devagar pelo meu cu.
Ele: que rabo gostoso você tem... e sua buceta... bem molhadinha, putinha.Eu adoro elogios. Ele se ajoelhou e começou a lamber minha buceta por trás. Eu me arqueei pra facilitar o trabalho dele. Ele começou sugando o fluxo que já escorria da minha buceta e continuou chupando meu clitóris. Amo quando eles provam tudo de mim. Mas ainda não tinha acabado, ele se afastou e enfiou a cara entre minhas nádegas. Começou a chupar meu cu sem nenhum pudor. Abria meu ânus com a língua, chupava, lambia e enfiava a língua pra dentro, o máximo que podia. Eu apertava os lençóis e empurrava a bunda pra trás, oferecendo de boa vontade.
Eu: assim, come meu cu — falei entre gemidos.
Eu já tava quase lá, mas ele parou e voltou a chupar minha buceta.
Ele: senta na minha cara.
Obedeci de novo, toda feliz. Ele tirou a camiseta. Me afastei pra ele deitar e não demorei pra me colocar em cima da cara dele. Enquanto ele chupava meu clitóris, senti que não ia aguentar. Ia gozar.
Eu: tô me mijando.
Tava com vontade de mijar na boca dele, mas fiz menção de me afastar. Ele me segurou e eu não me contive. Mijei na boca dele enquanto enlouquecia. O jato saiu quente e constante, e ele não se afastou, ficou lá bebendo, engolindo enquanto eu gozava e me mijava na boca dele. Quando terminei, ele levantou a cabeça. Tava com o queixo e a boca molhados. Me olhou e disse:
Ele: você tem gosto de putinha.
Isso me destruiu. Fiquei molhada de novo e comecei a tremer de tesão. Ele se levantou e pediu pra eu ficar de quatro de novo.
Ele: de quatro de novo, putinha. Vou meter no teu cu.Apoiem o post pra continuação da história, é a primeira que eu escrevo (Alicia), hehe!
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