Amigo do guri parte 3 (relato gay)

Para meus queridos quatro leitores:

Para entender a trama e os personagens do relato, é bom ler os capítulos anteriores. Se colocarem na lupa "@discretomf", vão achar os links.
Enjoy!

Enquanto Lucas estacionava o carro na garagem de casa, percebeu: ainda estava de tanguinha! Fechou o portão e, torcendo pra ninguém aparecer, tirou a tanguinha e vestiu a cueca boxer de novo. Tinha que comer o Dami, tinha que comer ele!!! Será que ele era versátil? Será que o Dami comeria ele?, naaaa. E se, em vez do Dami, ele criasse um perfil num app gay? De novo, a negação aparecia: "naaa, quando eu fuder o Dami, essa neura toda com meu cu vai embora". Mas, cada vez mais, sua verdade interior gritava mais alto: "daaale, você morre de vontade de provar uma rola, com Dami ou sem Dami, você é viado, para de se enganar".

Passou uma semana de punheta atrás de punheta, se trancava no banheiro, vestia a tanguinha e, se dedando o cu gostoso, se masturbava furioso. Tinha que dar um jeito de ficar com o Dami. Mas tinha outra coisa martelando na cabeça dele: "tô 1000% certo de que o Mati come ele, será que eles são um casal? Vou dar gaia no meu filho?". Respirou fundo, tentou se acalmar. No fim, se convenceu de que o melhor era ir na lata. Antes de encarar o Dami, tinha que falar na moral com o Mati, bom, de tanguinha tirada, ele riu. Na semana seguinte, a oportunidade apareceu: a mulher dele ia pra um congresso em Córdoba, iam ficar 7 dias sozinhos, pai e filho.

Naquela mesma segunda-feira tinha que ser. Umas seis da tarde. Bateu na porta, ouviu um "entra", o Mati tava na escrivaninha na frente do laptop. Ele percebeu o "ALT TAB" que o filho fez pra trocar a tela dos vídeos gay que tava vendo. Sentou na cama.
— Vem cá, Mati, quero falar com você, vem sentar aqui do meu lado —
Matias, completamente sem entender, sentou. Lucas respirou fundo e pulou do trampolim, sem saber se a piscina tinha água.
— Filho, faz um tempo que eu percebo que você e o Dami são bem mais que amigos. Me parece Tá dando pra ele, né? São namorados?
Mati ficou sério pra caralho, baixou a cabeça e ficou calado. Não adiantava negar, pra que negar?
— Sim, pai, a gente trepa, você tem um filho viado.
— Faz tempo que você dá pra ele?
— Sim, pai, faz tempo, desde o terceiro ano do colégio que a gente trepa.
— São namorados, casal, alguma coisa?
— Não, só amigos. — De novo ficou calado. Respirou fundo. — Agora você já sabe, seu filho Matias é viado, isso te incomoda?
— Não, de jeito nenhum, você é meu filho e eu te amo, seja hétero, gay, bi, traveco, não binário, seja o que for, você é meu filho.
— Valeu, pai. Me desculpa, nunca tive coragem de contar pra você e pra mamãe. Como você descobriu?
— O Dami, o promíscuo, se nota, além do mais com essa rabuda que ele tem! E... hehe, achei uma calcinha na sua cama e as manchas de porra e cagada nos lençóis. Com a bunda enorme que o Dami tem, certeza que a calcinha rosa era dele. — Maty sorriu. Lucas, quase tremendo, apoiou uma mão na coxa do filho.
— Agora eu tenho que te contar uma coisa também. — O silêncio voltou. Lucas respirou fundo e olhou nos olhos do filho.
— Eu também.
— Você também o quê, pai?
— Eu também sou viado.
— Você, pai? Nãoooo, não pode ser, sempre te vi super machão, por isso não tinha coragem de contar.
Lucas contou tudo o que tinha feito desde que achou a calcinha, suavizando um pouco a parte dos jogos com a própria bunda, ainda tinha um resto de orgulho machista.
— Não acredita em mim? Olha!!! — Lucas se levantou, abaixou a legging e mostrou a bunda empinada e o pau meio duro que não cabia no triângulo da tanga.
— Por causa dessa calcinha do Dami acabei descobrindo que sou viado e tô morrendo de vontade de provar meu primeiro pau e de comer a bunda do seu amigo. Te incomoda seu pai ser viado?
Mati se levantou e deu um abraço nele, Lucas abraçou também, forte, forte, como se fossem fundir os corpos. Os dois sentiram o pau do outro duro e apertando contra a barriga. Mati viu o triângulo da tanga molhado de porra pré, abaixou a legging e Lucas viu a cueca do filho molhada de porra pré.
Mil. Mil coisas passaram pela cabeça de Lucas, mil coisas passaram pela cabeça de Mati, mil preconceitos, mil barreiras, mil medos, mil moralismos. Lucas viu os lábios de Mati entreabertos e se atirou naquela boca, as línguas se esgrimiram, os lábios apertaram, as mãos de Mati desceram até aquela bunda de fio dental, apalparam, separaram, Lucas gemeu e caiu de joelhos entre as pernas do filho. Desajeitado, imitando o que tinha visto em tantos vídeos pornô gay, começou a chupar a pica de Mati, desesperado.

- Ai, Pai, que loucura, vai, me dá - Lucas ficou de quatro, sentiu pela primeira vez o calor de uma glande no seu esfíncter, sentiu as mãos do filho nos seus quadris e uma pica quase igual à sua arrancou seu primeiro grito.

- Passa lubrificante em mim, por favor - Mati remexeu na mesinha de cabeceira e pegou o lubrificante anal que usava com o Dami. Passou e meteu de uma vez até o fundo.

- Siim, me come, me come - Lucas estava no paraíso. Não esperava estrear no gay com o filho, nem imaginava, mas ali estava gemendo como a puta que era, com 20 cm de carne grossa no cu e sentindo a batida do púbis de Mati nas suas nádegas. A pica dele explodiu, encharcando o triângulo da calcinha fio dental. A pica de Mati explodiu, inundando o cu de Lucas, os dois rolaram na cama e se abraçaram ofegantes.

Acabaram os barulhos, acabou a batida da cama contra a parede, acabaram os gemidos, o silêncio tomou conta de tudo. Durante 10 minutos os dois ficaram abraçados em total silêncio. E com o silêncio veio a culpa, aquela culpa que a tesão esconde, mas que quando a onda passa nos invade.

- Gostou, Pai?

- O que a gente fez, Mati?

- Gostou, Pai?

- Não sei, não sei... O que a gente fez, Mati?

Lucas se levantou, e com o semen do filho escorrendo pelas coxas foi para o quarto dele. Mati ficou sentado na cama, olhando para o chão.

A tarde caía, pela janelinha do banho entrava a luz avermelhada do entardecer, e Lucas no chuveiro, freneticamente, ensaboava o cu e a pica, uma e outra vez, como se a água Se ele pudesse apagar o que tinha feito. Olhou pra tanga suja de sexo, se olhou no espelho, "chega, nunca mais", disse pra si mesmo. Se meteu na cama pelado e ligou a TV. Depois de um tempo, pegou no sono.
Foi tirando ele da moleza o calor de uma costa encostada no peito dele, e viu que o braço dele abraçava aquele corpo dormindo. Matías dormia roncando baixinho, com a bunda encostada na pica do Lucas. Instintivamente, deu um beijo no pescoço dele. Mati, ainda dormindo, sorriu, o braço do Lucas puxou ele mais pra perto e, sem querer, sem procurar, a pica do Lucas começou a crescer e a bater contra as nádegas do filho. Mati foi acordando aos poucos. Se virou e abraçou o pai.
— Te amo, Pai.
— Te amo, Mati.
— Quem a gente machuca, Pai? — Lucas ficou em silêncio. A mão do Matías desceu pra pica dele e começou a bater uma devagar.
— A gente fode alguém, Pai? A gente faz mal pra alguém? Você não curtiu o que a gente fez? — Os lábios do Mati procuraram os do Lucas e se beijaram suave. A mão do Lucas desceu pras nádegas do filho e começou a acariciar elas bem de leve.
— Hummm, que delícia! — disse Mati, e devagar se virou pra que a bunda dele ficasse colada na pica já dura do pai. Pegou o pote de lubrificante que tinha trazido e com os dedos passou um pouco. Pegou a pica do pai e guiou pro cuzinho dele. Deu uma empurradinha e a cabeça da pica do pai começou a entrar nele. Lucas segurou ele pelo púbis e foi enfiando em silêncio. Quando tava toda dentro, virou ele pra que Mati ficasse de bruços e ele por cima, naquela pose tão de viado e de tanto contato. Começou a comer ele devagar.
— Hummm, assim, papai, eu gosto tanto! — Lucas acariciava o lado dele, beijava o pescoço, as mãos procuravam os mamilos dele, as bochechas se acariciavam, os lábios se procuravam.
— Te amo, Mati.
— Te amo, Pai.
Lucas tirava quase por completo os 20 cm da bunda do Mati e, bem de leve, enfiava de novo até o fundo, Mati gemia sem parar, nunca a bunda dele, que além de um ou outro rola ocasional no começo, só conhecia a A pica mediana do Dami tinha feito ele sentir tanto prazer. O calor e o peso daquele corpo nas costas dele faziam ele se sentir tão bem! que quase chorava de tesão.
- Ai papai, ai papai, assim, assim, arrebenta minha bunda, sou feliz, você me faz feliz, me engravida, vai, me engravidaaaa!-

A porra jorrou dos dois de novo ao mesmo tempo. Dessa vez não teve mais culpa, a felicidade que aquele sexo compartilhado dava não se comparava a nada, por que se privar? Por causa da moral hétero? Nenhum dos dois ia engravidar, era só uma forma linda nova de se dar amor. E amor eles se deram a noite inteira, mais duas gozadas no cu do Lucas, mais duas gozadas no cu do Mati. Lucas aprendeu a chupar e conheceu o gostoso sabor do sêmen. Mati aprendeu que o prazer que a bunda dele podia dar não era algo "meh" e sim algo "uau".

Naquela manhã, tomaram banho juntos, Mati lavou a bunda do Lucas e Lucas lavou a bunda do Mati, os dois brincaram sobre como tinham ficado abertos e os dois brincaram sobre o "ar de família" que os buraquinhos abertos deles tinham e as picas quase do mesmo tamanho, embora a do Lucas fosse bem mais grossa. Se secaram um ao outro. Quando a mão do Lucas entrou com a toalha na racha do filho, Mati gemeu, o dedo com a toalha procurou a buceta aberta e os gemidos aumentaram, a toalha caiu no chão, as bocas se juntaram, a mão do Mati foi buscar aquela pica dura do pai, a bundinha dele começou a formigar, esmagado contra os azulejos do banheiro, o cu dele queria pica, e Lucas deu. Fez ele se apoiar na pia, passou um pouco do creme da mulher na pica e meteu de uma vez, a dor foi pouca, já que Mati tinha dilatado, cada metida um gemido, cada metida um prazer imenso, elétrico, inundava a buceta de macho dele, subia pelo períneo até as bolas e enchia de sensações a pica dele, como se tivesse um orgasmo contínuo. Dessa vez ele gozou primeiro, sem se tocar e pela primeira vez com a pica quase mole, será que ele estava virando passivo? Lucas continuou, Mati ajudou ele. Rebolando a bunda dela, falando putaria. Quando sentiu o pau engrossar dentro dela, gritou "siiiiiii", eles gritaram "siiiii", e a barriguinha dela recebeu um após o outro os jatos de porra do pai dela, que a levaram ao paraíso.
Café da manhã quase pelados, Lucas de calcinha da mulher dele, Mati com uma toalha na cadeira caso ainda estivesse escorrendo porra.
– Mati, quando vamos comer o Dami?
– Daqui a pouco mando mensagem pra ele. Essa noite a gente faz o trio?
– Siiiim, mas Mati, fico meio noiado dele saber do que a gente fez, preconceito, saca?
– Relaxa, Pai. Pra Dami, a gente vai ser dois ativos safados, mas lembra de tirar a calcinha, hahahaha–
(Continua)

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