No dia seguinte, debaixo do jato de água fria do chuveiro, eu esfregava a virilha sentindo aquela deliciosa sensibilidade que o fim de semana tinha me deixado.
Eu me olhava no espelho embaçado e um sorriso de puta consentida e sem vergonha se desenhava na minha cara: Meu Deus, que puta eu acabei sendo... saboreando e curtindo esses três homens da mesma família, com o leite do pai, do irmão e do meu próprio marido marcando minha pele. E a coisa ficou dez vezes mais gostosa — e perigosamente mais safada — quando o Maicol ganhou a semana inteira de folga na cutie. Ter meu marido enfiado em casa 24 horas por dia não parou o sogro nem o cunhado. Pelo contrário, ter o Maicol ali tão perto acendeu o tesão em todo mundo. A casa virou um ninho de tensões provocantes, onde cada roçada "acidental", cada olhar cheio de segundas intenções na mesa e cada jogo nas costas do Maicol deixava todo mundo arrepiado.
O tesão daquela semana começou bem cedo. Eram cinco da manhã, com o friozinho gostoso do campo entrando pelas frestas. Maicol ainda tava dormindo na nossa cama, roncando tranquilão. Eu levantei em silêncio, fui direto pra cozinha, vestindo uma pijama que não deixava quase nada pra imaginação.
Ao passar pelo corredor escuro do quarto de San Alejo, uma mão quente segurou minha cintura de leve e me puxou pra dentro. Era meu cunhado. Dava pra ver que ele tava me esperando, todo despenteado e só de calça.
Cunhado: (Dando um sorriso safado no escuro, colando a boca no meu pescoço): Ah, cunhadinha... tô há dias vendo você andar pela casa com esse pijaminha, do lado do meu irmão, e isso tá me deixando louco... Vem pra cá que não aguento mais.
Em vez de resistir, soltei uma risadinha abafada e me encostei no corpo dele, sentindo o pau duro já procurando minha cintura. Ele roçou os lábios nos meus e, com uma lentidão que fazia minhas pernas tremerem, se ajoelhou na minha frente. Baixou meu pijama devagar, admirando minha bunda na penumbra, e começou a lamber minha buceta molhada com uma devoção irresistível.
De repente, a porta do quarto principal rangeu e a gente ouviu os passos leves do Maicol procurando água na cozinha. O cunhado nem se mexeu; me deu um beijo suave na buceta e colou a boca na fresta da porta, falando com uma voz cheia de cumplicidade:
cunhado: — E aí, Maicol! Fica de boa, mano, a cunhada tava me mostrando onde ficaram os sacos de adubo. Já vamos descer pra tomar café.
Maicol (da cozinha): — Ah, beleza, maninho, é só me avisar.
Essa roçada com o perigo acendeu nós dois. Assim que o Maicol voltou pro quarto, o cunhado me virou devagar, levantou minha camisola pela cintura e enfiou tudo, suave e fundo, me fazendo gemer de puro tesão. Ele me comeu num ritmo gostoso, me encarando com malícia enquanto eu mordia o lábio de baixo pra não soltar um gemido que acordasse a casa inteira.
No meio da semana, enquanto a tarde caía, a tentação veio atrás de mim, o Dom Humberto. O Maicol tava lá fora no quintal lavando a moto, se distraindo com a música do rádio. Eu tava na cozinha mexendo uma sopa no fogão a lenha, toda suada e com um decote que mostrava o começo dos meus peitos. O velho entrou sem fazer barulho, cheirando a café e a roça. Parou bem atrás de mim, colando o peito nas minhas costas e passando os braços na minha cintura como se fosse provar a sopa.
Sogro: (Sussurrando colado no meu ouvido, me arrepiando toda): Meu amor... essa sopinha cheira uma delícia, mas você cheira mil vezes melhor. Deixa eu provar um pouquinho antes do moleque chegar... Com uma desenvoltura incrível, ele enfiou a mão por baixo do meu vestido e acariciou minha buceta, que já estava escorrendo de puro tesão. Ele puxou minha calcinha pro lado e me procurou por trás. Ajeitou a ponta do pau maduro, cheio de veias e quente, e meteu devagar, saboreando cada centímetro enquanto entrava em mim.
Eu: Aaai, seu Humberto...! (Abafando o gemido no ombro dele, deitando a cabeça no peito dele). O velho me pegava com doçura, mas com uma firmeza que me deixava louca, metendo num ritmo constante e gostoso. Quanto mais alto o rádio do Maicol tocava no quintal, mais tasty e mais fundo o sogrão enfiava em mim. A gente se olhava de canto, rindo em silêncio da cara de pau que a gente tinha, até que o velho apertou minha cintura, soltou um suspiro de puro prazer e encheu minha buceta com o leite morno dele, me dando um beijo carinhoso na bochecha antes de voltar a picar a rapadura como se nada tivesse acontecido. O tesão da janela.
Naquela mesma tarde, Maicol quis deitar um pouco pra descansar e me pediu pra acompanhá-lo. A gente se ajeitou na cama com a janela aberta pra pegar a brisa. Maicol, brincalhão, me pediu pra mimar o pau dele. Eu me ajoelhei entre as pernas dele, baixei o shorts e comecei a fazer um boquete devagar, brincando e cheio de saliva. No meio do ritmo, com a boca cheia, abri os olhos e olhei pro corredor que dava pra janela. Lá parado, apoiado no batente e meio escondido atrás dos pés de ervilha, estava o sogrão.
O velho não tinha ido embora. Tava nos olhando abertamente, sorrindo, com a mão enfiada dentro da calça, se esfregando no pau duro enquanto via eu me engasgar com o pau do filho dele. Em vez de me assustar, o tesão tomou conta de mim por completo. Sabia que o Maicol tava de olhos fechados, curtindo o prazer, sem desconfiar que o pai dele tava sendo testemunha VIP da minha entrega. Segurei o olhar do velho e, sem tirar o pau do meu marido da boca, acelerei o ritmo da chupada, engolindo mais fundo pra provocar o sogrão. O velho lambeu os lábios, saboreando o espetáculo. Dei uma piscadinha de cumplicidade pra ele e, com a mão livre, fiz um gesto safado com os dedos, mandando ele parar e ir descansar antes que o Maicol abrisse os olhos.
Dom Humberto me sorriu com fascinação, tocou no boné como cumprimento e se retirou devagarinho pelo corredor. Assim que ele foi embora, terminei de tirar do Maicol uma descarga de porra incrível, deixando ele exausto e feliz na cama, convencido de que a esposa dele era a mulher mais gostosa do mundo. O auge dessa rodada de sacanagem chegou no fim da semana, durante um temporal da porra. Maicol tava concentrado na sala vendo um jogo de futebol. Eu entrei no banheiro pra enxaguar umas roupas. O sogro aproveitou o barulho da chuva, entrou no banheiro e trancou a porta devagar. Não teve luta nem nada.
nos olhamos, sorrimos com vontade e ele simplesmente me levantou contra a borda da pia, abrindo minhas pernas enquanto enfiava tudo de uma vez, rindo baixinho pela safadeza. O velho tava me dando uma trepada deliciosa, ritmada e molhada quando, de repente, a porta bateu. Era o Maicol.
Maicol: (Lá de fora, colado na porta): Cami? Amor, tá tudo bem aí dentro? Achei que ouvi uns gemidos... aconteceu alguma coisa?
Meu coração disparou a mil por hora, mas o nível de excitação foi desumano. Seu Humberto não saiu nem um milímetro; ficou totalmente enterrado dentro de mim, sentindo como minhas paredes da buceta se contraíam apertadinhas e quentes de tanto susto. O velho me segurou firme pelos quadris, me dando empurrõezinhos milimétricos e gostosos que me faziam derreter, me encarando fixamente pelo espelho com um sorriso malicioso que me convidava pra ser descarada.
Tomei fôlego, ajeitei a camiseta sobre o peito e, mantendo Seu Humberto enfiado dentro de mim e colado nas minhas costas, virei o tronco, tirei o seguro da porta e abri só uma fresta de três dedos. Mostrei apenas meu rosto suado, corado e ofegante.
Eu: (Com a voz trêmula, disfarçando o sufoco): Ai, meu bem! Sim, sim... tô bem, fica tranquilo. É que... tava me depilando a buceta e me cortei um pouquinho, doeu pra caralho... mas já foi, tá tudo certo, meu amor.
Maicol tava ali a poucos centímetros, do outro lado da madeira, falando todo confiante enquanto atrás daquela fresta o próprio pai dele me tinha completamente cheia, metendo devagarzinho por trás.
Maicol: (Sorrindo sem se ligar): Nossa, que linda, faz sentido! Cuidado pra não se machucar mais, meu amor. Vai com calma, vou continuar vendo o jogo na sala.
Eu: Vai, meu bem... já tô saindo.
Assim que ouvimos os passos do Maicol se afastando, bati a porta com força, passei o trinco e soltei um gemido abafado. Seu Humberto me agarrou pela cintura com força, nos olhamos no espelho e nos entregamos a um descontrole total ali mesmo, trancados naquele banheiro.
O velho me pegou com gosto e me deu uma metida gostosa, dura e funda contra a pia. A gente se via refletido no vidro.
embaçado: as mãos calejadas de lavrador apertando meus peitos nus, o suor escorrendo pela testa dele e o pau entrando e saindo da minha buceta encharcada. O tesão que esse velho me despertava não tinha comparação; com Maicol tudo era bonito e rotineiro, mas Seu Humberto tirava de mim o instinto mais puta, me fazendo sentir uma mulher desejada e aberta a tudo. No meio dessa loucura, nasceu em mim um desejo sujo que eu nunca tinha experimentado com ele. Me virei, me ajoelhei no piso frio do banheiro e me encostei nas pernas dele. O cheiro de homem do campo, de suor forte, de terra e de fumo entrou pelo meu nariz e incendiou minha cabeça. Encostei o rosto nos pelos pubianos grossos e grisalhos dele, sentindo o atrito áspero no meu nariz e nas minhas bochechas enquanto abria a boca de par em par.
Peguei na base dele e enfiei até o fundo da garganta. Chupei com uma devoção e uma salivação selvagem, sentindo cada veia grossa pulsar contra minha língua.
Ouvir os suspiros abafados do velho, sentindo ele puxar meu cabelo pra marcar o ritmo, me deixava louca. Me engasguei com o pau dele, saboreando cada gota do líquido pré-gozo, engolindo tudo com um gosto descarado.
Eu: (Olhando pra cima com os olhos marejados de entrega, acariciando as coxas dele): Meu velhinho lindo... o senhor não sabe o que me faz sentir. Meu velhinho gostoso, eu vou recompensar o senhor por ser tão carinhoso e tarado comigo...
O velho, com a respiração ofegante e os olhos saltando de puro prazer, me levantou do chão. Me colocou de frente pra parede do banheiro, apoiando minhas mãos nos azulejos molhados. Abriu minhas nádegas com os dedos grandes e, pela primeira vez na minha vida, roçou a entrada do meu cu com a ponta do pau dele besuntada da minha própria saliva e lubrificante.
Sogro: (Sussurrando no meu ouvido com voz rouca): Tem certeza, minha menininha... vai dar esse presentinho pro seu velho?
Eu: (Jogando a bunda pra trás, tremendo de pura safadeza): Sim, meu velhinho... vai fundo, mete tudo lá que eu sou todinha sua...
O velho empurrou devagar. Senti aquela cabeça grossa abrindo meu furinho apertado, uma dorzinha quente que rapidamente se transformou no prazer mais perverso e profundo que já tinha experimentado. Seu Humberto encaixou o pau inteiro no meu cu. Me comeu pelo cuzinho com um ritmo firme, gostoso e cadenciado, me fazendo gemer baixinho contra a parede enquanto meus pensamentos voavam: Meu Deus, tô dando o cu pro meu sogro no banheiro enquanto meu marido vê TV na sala... esse velho me transformou numa puta completa.
O sexo no banheiro foi eterno, uma maratona de posições, beijos com gosto de saliva e porra, e carícias ousadas. Seu Humberto acelerou a bombada no meu cu até não aguentar mais; me segurou firme pelos quadris, soltou um gemido profundo de homem satisfeito e despejou uma descarga fervendo de porra direto no meu rabo.
Senti o jato quente me enchendo por dentro. Ficamos abraçados por uns segundos, ofegando, sentindo as batidas do coração um do outro. O velho se limpou com calma, me deu um beijo carinhoso e molhado nos lábios e um apertão suave na bunda antes de sair na surdina. Quando saí do banheiro um tempo depois, limpa e arrumada, fui pra sala. O Maicol tinha caído no sono profundo no sofá com o controle remoto na mão, roncando sossegado, sem nunca desconfiar que a poucos metros o pai dele tinha feito de tudo comigo no banheiro, me deixando o corpo marcado e a alma cheia de pecado. No dia seguinte, o Maicol, completamente inocente mas estimulado pelo clima, me procurava na cama com um desejo voraz. Me despia devagar debaixo dos cobertores pesados e a gente se entregava a um amor apaixonado.
Para ele, minha lubrificação e minha entrega insaciável eram a prova de o quanto eu o amava; ele nunca imaginou que essa paixão toda era a faísca que o pai e o irmão dele deixavam em mim durante o dia.
E enquanto o Maicol gozava dentro de mim me abraçando forte, eu sorria na escuridão da noite, curtindo o doce e safado segredo de ser a rainha absoluta daquela casa.
Eu me olhava no espelho embaçado e um sorriso de puta consentida e sem vergonha se desenhava na minha cara: Meu Deus, que puta eu acabei sendo... saboreando e curtindo esses três homens da mesma família, com o leite do pai, do irmão e do meu próprio marido marcando minha pele. E a coisa ficou dez vezes mais gostosa — e perigosamente mais safada — quando o Maicol ganhou a semana inteira de folga na cutie. Ter meu marido enfiado em casa 24 horas por dia não parou o sogro nem o cunhado. Pelo contrário, ter o Maicol ali tão perto acendeu o tesão em todo mundo. A casa virou um ninho de tensões provocantes, onde cada roçada "acidental", cada olhar cheio de segundas intenções na mesa e cada jogo nas costas do Maicol deixava todo mundo arrepiado.
O tesão daquela semana começou bem cedo. Eram cinco da manhã, com o friozinho gostoso do campo entrando pelas frestas. Maicol ainda tava dormindo na nossa cama, roncando tranquilão. Eu levantei em silêncio, fui direto pra cozinha, vestindo uma pijama que não deixava quase nada pra imaginação.
Ao passar pelo corredor escuro do quarto de San Alejo, uma mão quente segurou minha cintura de leve e me puxou pra dentro. Era meu cunhado. Dava pra ver que ele tava me esperando, todo despenteado e só de calça. Cunhado: (Dando um sorriso safado no escuro, colando a boca no meu pescoço): Ah, cunhadinha... tô há dias vendo você andar pela casa com esse pijaminha, do lado do meu irmão, e isso tá me deixando louco... Vem pra cá que não aguento mais.
Em vez de resistir, soltei uma risadinha abafada e me encostei no corpo dele, sentindo o pau duro já procurando minha cintura. Ele roçou os lábios nos meus e, com uma lentidão que fazia minhas pernas tremerem, se ajoelhou na minha frente. Baixou meu pijama devagar, admirando minha bunda na penumbra, e começou a lamber minha buceta molhada com uma devoção irresistível.

De repente, a porta do quarto principal rangeu e a gente ouviu os passos leves do Maicol procurando água na cozinha. O cunhado nem se mexeu; me deu um beijo suave na buceta e colou a boca na fresta da porta, falando com uma voz cheia de cumplicidade: cunhado: — E aí, Maicol! Fica de boa, mano, a cunhada tava me mostrando onde ficaram os sacos de adubo. Já vamos descer pra tomar café.
Maicol (da cozinha): — Ah, beleza, maninho, é só me avisar.
Essa roçada com o perigo acendeu nós dois. Assim que o Maicol voltou pro quarto, o cunhado me virou devagar, levantou minha camisola pela cintura e enfiou tudo, suave e fundo, me fazendo gemer de puro tesão. Ele me comeu num ritmo gostoso, me encarando com malícia enquanto eu mordia o lábio de baixo pra não soltar um gemido que acordasse a casa inteira.
No meio da semana, enquanto a tarde caía, a tentação veio atrás de mim, o Dom Humberto. O Maicol tava lá fora no quintal lavando a moto, se distraindo com a música do rádio. Eu tava na cozinha mexendo uma sopa no fogão a lenha, toda suada e com um decote que mostrava o começo dos meus peitos. O velho entrou sem fazer barulho, cheirando a café e a roça. Parou bem atrás de mim, colando o peito nas minhas costas e passando os braços na minha cintura como se fosse provar a sopa.
Sogro: (Sussurrando colado no meu ouvido, me arrepiando toda): Meu amor... essa sopinha cheira uma delícia, mas você cheira mil vezes melhor. Deixa eu provar um pouquinho antes do moleque chegar... Com uma desenvoltura incrível, ele enfiou a mão por baixo do meu vestido e acariciou minha buceta, que já estava escorrendo de puro tesão. Ele puxou minha calcinha pro lado e me procurou por trás. Ajeitou a ponta do pau maduro, cheio de veias e quente, e meteu devagar, saboreando cada centímetro enquanto entrava em mim.
Eu: Aaai, seu Humberto...! (Abafando o gemido no ombro dele, deitando a cabeça no peito dele). O velho me pegava com doçura, mas com uma firmeza que me deixava louca, metendo num ritmo constante e gostoso. Quanto mais alto o rádio do Maicol tocava no quintal, mais tasty e mais fundo o sogrão enfiava em mim. A gente se olhava de canto, rindo em silêncio da cara de pau que a gente tinha, até que o velho apertou minha cintura, soltou um suspiro de puro prazer e encheu minha buceta com o leite morno dele, me dando um beijo carinhoso na bochecha antes de voltar a picar a rapadura como se nada tivesse acontecido. O tesão da janela.
Naquela mesma tarde, Maicol quis deitar um pouco pra descansar e me pediu pra acompanhá-lo. A gente se ajeitou na cama com a janela aberta pra pegar a brisa. Maicol, brincalhão, me pediu pra mimar o pau dele. Eu me ajoelhei entre as pernas dele, baixei o shorts e comecei a fazer um boquete devagar, brincando e cheio de saliva. No meio do ritmo, com a boca cheia, abri os olhos e olhei pro corredor que dava pra janela. Lá parado, apoiado no batente e meio escondido atrás dos pés de ervilha, estava o sogrão.
O velho não tinha ido embora. Tava nos olhando abertamente, sorrindo, com a mão enfiada dentro da calça, se esfregando no pau duro enquanto via eu me engasgar com o pau do filho dele. Em vez de me assustar, o tesão tomou conta de mim por completo. Sabia que o Maicol tava de olhos fechados, curtindo o prazer, sem desconfiar que o pai dele tava sendo testemunha VIP da minha entrega. Segurei o olhar do velho e, sem tirar o pau do meu marido da boca, acelerei o ritmo da chupada, engolindo mais fundo pra provocar o sogrão. O velho lambeu os lábios, saboreando o espetáculo. Dei uma piscadinha de cumplicidade pra ele e, com a mão livre, fiz um gesto safado com os dedos, mandando ele parar e ir descansar antes que o Maicol abrisse os olhos.
Dom Humberto me sorriu com fascinação, tocou no boné como cumprimento e se retirou devagarinho pelo corredor. Assim que ele foi embora, terminei de tirar do Maicol uma descarga de porra incrível, deixando ele exausto e feliz na cama, convencido de que a esposa dele era a mulher mais gostosa do mundo. O auge dessa rodada de sacanagem chegou no fim da semana, durante um temporal da porra. Maicol tava concentrado na sala vendo um jogo de futebol. Eu entrei no banheiro pra enxaguar umas roupas. O sogro aproveitou o barulho da chuva, entrou no banheiro e trancou a porta devagar. Não teve luta nem nada.
nos olhamos, sorrimos com vontade e ele simplesmente me levantou contra a borda da pia, abrindo minhas pernas enquanto enfiava tudo de uma vez, rindo baixinho pela safadeza. O velho tava me dando uma trepada deliciosa, ritmada e molhada quando, de repente, a porta bateu. Era o Maicol.
Maicol: (Lá de fora, colado na porta): Cami? Amor, tá tudo bem aí dentro? Achei que ouvi uns gemidos... aconteceu alguma coisa?Meu coração disparou a mil por hora, mas o nível de excitação foi desumano. Seu Humberto não saiu nem um milímetro; ficou totalmente enterrado dentro de mim, sentindo como minhas paredes da buceta se contraíam apertadinhas e quentes de tanto susto. O velho me segurou firme pelos quadris, me dando empurrõezinhos milimétricos e gostosos que me faziam derreter, me encarando fixamente pelo espelho com um sorriso malicioso que me convidava pra ser descarada.
Tomei fôlego, ajeitei a camiseta sobre o peito e, mantendo Seu Humberto enfiado dentro de mim e colado nas minhas costas, virei o tronco, tirei o seguro da porta e abri só uma fresta de três dedos. Mostrei apenas meu rosto suado, corado e ofegante.
Eu: (Com a voz trêmula, disfarçando o sufoco): Ai, meu bem! Sim, sim... tô bem, fica tranquilo. É que... tava me depilando a buceta e me cortei um pouquinho, doeu pra caralho... mas já foi, tá tudo certo, meu amor. Maicol tava ali a poucos centímetros, do outro lado da madeira, falando todo confiante enquanto atrás daquela fresta o próprio pai dele me tinha completamente cheia, metendo devagarzinho por trás.
Maicol: (Sorrindo sem se ligar): Nossa, que linda, faz sentido! Cuidado pra não se machucar mais, meu amor. Vai com calma, vou continuar vendo o jogo na sala.
Eu: Vai, meu bem... já tô saindo.
Assim que ouvimos os passos do Maicol se afastando, bati a porta com força, passei o trinco e soltei um gemido abafado. Seu Humberto me agarrou pela cintura com força, nos olhamos no espelho e nos entregamos a um descontrole total ali mesmo, trancados naquele banheiro.
O velho me pegou com gosto e me deu uma metida gostosa, dura e funda contra a pia. A gente se via refletido no vidro.
embaçado: as mãos calejadas de lavrador apertando meus peitos nus, o suor escorrendo pela testa dele e o pau entrando e saindo da minha buceta encharcada. O tesão que esse velho me despertava não tinha comparação; com Maicol tudo era bonito e rotineiro, mas Seu Humberto tirava de mim o instinto mais puta, me fazendo sentir uma mulher desejada e aberta a tudo. No meio dessa loucura, nasceu em mim um desejo sujo que eu nunca tinha experimentado com ele. Me virei, me ajoelhei no piso frio do banheiro e me encostei nas pernas dele. O cheiro de homem do campo, de suor forte, de terra e de fumo entrou pelo meu nariz e incendiou minha cabeça. Encostei o rosto nos pelos pubianos grossos e grisalhos dele, sentindo o atrito áspero no meu nariz e nas minhas bochechas enquanto abria a boca de par em par.
Peguei na base dele e enfiei até o fundo da garganta. Chupei com uma devoção e uma salivação selvagem, sentindo cada veia grossa pulsar contra minha língua.
Ouvir os suspiros abafados do velho, sentindo ele puxar meu cabelo pra marcar o ritmo, me deixava louca. Me engasguei com o pau dele, saboreando cada gota do líquido pré-gozo, engolindo tudo com um gosto descarado.
Eu: (Olhando pra cima com os olhos marejados de entrega, acariciando as coxas dele): Meu velhinho lindo... o senhor não sabe o que me faz sentir. Meu velhinho gostoso, eu vou recompensar o senhor por ser tão carinhoso e tarado comigo...O velho, com a respiração ofegante e os olhos saltando de puro prazer, me levantou do chão. Me colocou de frente pra parede do banheiro, apoiando minhas mãos nos azulejos molhados. Abriu minhas nádegas com os dedos grandes e, pela primeira vez na minha vida, roçou a entrada do meu cu com a ponta do pau dele besuntada da minha própria saliva e lubrificante.
Sogro: (Sussurrando no meu ouvido com voz rouca): Tem certeza, minha menininha... vai dar esse presentinho pro seu velho?
Eu: (Jogando a bunda pra trás, tremendo de pura safadeza): Sim, meu velhinho... vai fundo, mete tudo lá que eu sou todinha sua...
O velho empurrou devagar. Senti aquela cabeça grossa abrindo meu furinho apertado, uma dorzinha quente que rapidamente se transformou no prazer mais perverso e profundo que já tinha experimentado. Seu Humberto encaixou o pau inteiro no meu cu. Me comeu pelo cuzinho com um ritmo firme, gostoso e cadenciado, me fazendo gemer baixinho contra a parede enquanto meus pensamentos voavam: Meu Deus, tô dando o cu pro meu sogro no banheiro enquanto meu marido vê TV na sala... esse velho me transformou numa puta completa.
O sexo no banheiro foi eterno, uma maratona de posições, beijos com gosto de saliva e porra, e carícias ousadas. Seu Humberto acelerou a bombada no meu cu até não aguentar mais; me segurou firme pelos quadris, soltou um gemido profundo de homem satisfeito e despejou uma descarga fervendo de porra direto no meu rabo.
Senti o jato quente me enchendo por dentro. Ficamos abraçados por uns segundos, ofegando, sentindo as batidas do coração um do outro. O velho se limpou com calma, me deu um beijo carinhoso e molhado nos lábios e um apertão suave na bunda antes de sair na surdina. Quando saí do banheiro um tempo depois, limpa e arrumada, fui pra sala. O Maicol tinha caído no sono profundo no sofá com o controle remoto na mão, roncando sossegado, sem nunca desconfiar que a poucos metros o pai dele tinha feito de tudo comigo no banheiro, me deixando o corpo marcado e a alma cheia de pecado. No dia seguinte, o Maicol, completamente inocente mas estimulado pelo clima, me procurava na cama com um desejo voraz. Me despia devagar debaixo dos cobertores pesados e a gente se entregava a um amor apaixonado.
Para ele, minha lubrificação e minha entrega insaciável eram a prova de o quanto eu o amava; ele nunca imaginou que essa paixão toda era a faísca que o pai e o irmão dele deixavam em mim durante o dia.
E enquanto o Maicol gozava dentro de mim me abraçando forte, eu sorria na escuridão da noite, curtindo o doce e safado segredo de ser a rainha absoluta daquela casa.
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