O som da porta ecoou pela sala ao se fechar, seguido pelo tacão de Gabriela e pelas passadas pesadas do homem que a acompanhava. Não houve cumprimentos nem olhares para mim; eles entraram como se minha casa fosse deles, ignorando minha presença completamente. Fiquei paralisado no centro da sala, com minhas mãos juntas e nervosas torcendo a barra do vestido justo, enquanto eles caminhavam direto para o sofá da sala. Se jogaram nos almofadões, e na hora suas bocas se encontraram num beijo molhado, barulhento e brutal. Ele agarrou ela pela nuca com força, inclinando-a para trás, enquanto ela suspirava e respondia com uma avidez que me deu um nó na garganta e um calor no meio das pernas. Eu era invisível, mais um móvel na cena, condenado a ver aquele homem devorar minha esposa com uma autoridade que eu nunca teria. O barulho das línguas se chocando e o roçar das roupas enchiam o silêncio da casa, ampliando minha vergonha e, ao mesmo tempo, aquela excitação intensa que subia pela minha espinha. Entre um beijo e outro, ele separou os lábios dela só um centímetro e, sem nem virar para me olhar, sussurrou algo com voz rouca e profunda que consegui ouvir. — Quero marcar meu território aqui, agora — ele disse. Gabriela soltou uma risada, acariciando o peito musculoso dele por cima da camisa. — Faz isso, papi. Mostra pra ele quem manda. Foi aí que ele finalmente virou a cabeça para mim. O olhar dele foi frio, avaliador, como se estivesse inspecionando um animal de carga. Apontou para mim com um dedo, um gesto autoritário que não admitia resposta. — Você, vem aqui — ordenou. Minhas pernas se moveram antes que meu cérebro pudesse processar a ordem. Me aproximei até ficar na frente deles, tremendo levemente com os saltos fincados no chão de madeira. Ele se recostou, abrindo as pernas com prepotência, e apontou para a virilha. — Abre minha calça. Tira ele pra fora. Minhas mãos suadas tremiam enquanto eu alcançava O cinto de couro. A fivela rangeu ao ser desafivelada, e o zíper desceu com um som metálico que pareceu um trovão na sala. Desabotoei a calça e, com o coração batendo forte nas costelas, abaixei a cueca até que o pau dele, grosso, meio duro e cheirando a sexo e masculinidade, se libertou diante dos meus olhos. Gabriela observava a cena com um sorriso safado nos lábios vermelhos, curtindo minha humilhação. — Toca nele — disse ele. — Bate uma pra ele. Deixa ele duro pra mim. Enfiei a mão na cueca dele e segurei o pau. Era pesado, quente e muito maior que o meu. Comecei a mexer a pele pra cima e pra baixo, sentindo ele endurecer na minha palma a cada movimento. A humilhação queimava nas minhas bochechas, mas meu pinto pequeno, apertado dentro da minha calcinha, pulsava com vida própria. Gabriela riu, um som agudo e debochado. — Olha ele — disse ela, se dirigindo a ele mas apontando pra mim. — Olha meu cachorrinho obediente, tão feliz em te servir. Ele adora ter um pau de verdade na mão, não é, viadinho? Concordei com a cabeça, sem conseguir falar, sentindo as lágrimas de vergonha ardendo nos meus olhos, mas sem parar o movimento da minha mão. Ele grunhiu de satisfação, apoiando a cabeça no encosto do sofá e fechando os olhos por um momento, curtindo meu serviço submisso. Fiquei excitado pra caralho, na verdade, todo o esforço valeu a pena. — Já chega — disse ele de repente, afastando minha mão com brusquidão. — Agora ajuda a meter ele na sua esposa. Meu estômago deu um nó, mas minha obediência era automática. Gabriela se recostou no sofá, levantando a saia e abrindo as pernas, revelando que não usava calcinha. A buceta dela estava molhada, brilhando e pronta. Me ajoelhei entre as pernas dos dois, meu rosto a centímetros de onde os corpos deles iam se unir. Com uma mão, segurei o pau duro dele, e com a outra, abri os lábios da buceta de Gabriela. Guiar ele até a entrada dela foi um ato de traição e submissão total. Senti a cabeça do pau dele roçar nos meus dedos enquanto penetrava a minha esposa. Ele começou a se mover, metendo com força. Gabriela gritou de prazer, se agarrando nos braços do sofá. Eu fiquei ali, de joelhos, assistindo ao espetáculo da primeira fila. A visão daquele pau deslizando pra dentro e pra fora dela, esticando a pele dela, se enfiando no que eu supostamente devia proteger, era hipnótica e devastadora.
— Olha bem, Luna — gritou ela entre ofegos. — É assim que se come uma mulher. É assim que um homem de verdade se sente. Ele segurou ela pelos quadris e aumentou o ritmo, as estocadas eram fortes, fazendo o sofá ranger. Eu, num impulso incontrolável, me inclinei e comecei a acariciar os testículos dele enquanto ele a penetrava, massageando-os de leve. — Obrigado... — sussurrei, com a voz falha. — Obrigado por foder ela como eu nunca conseguiria. O homem olhou pra baixo, pra mim, e sorriu com desprezo. — Maldito viado — disse ele, sem parar de meter. — Você gosta de ver eu tirar ela de você, hein? — Sim, senhor — respondi, sentindo o último resquício de dignidade abandonar meu corpo. Depois do que pareceu uma eternidade de estocadas e gemidos, ele parou de repente. — Vamos pra cama — ordenou. Eles se levantaram, me deixando no chão, e foram pro quarto principal. Eu segui eles como um fantasma. Na cama, a cena continuou com frenesi. Ele pegou ela de quatro, e ela gritou o nome dele. No final, quando ele estava quase gozando, se afastou e ficou de pé ao lado da cama. — Venham, putas — disse. Gabriela e eu nos aproximamos na hora. Ele se masturbou na frente dos nossos rostos com movimentos rápidos e violentos. — Abram a boca — gritou. Nós dois abrimos as bocas, línguas pra fora, esperando o prêmio. Com um rugido, ele gozou. A primeira jorrada caiu na língua da Gabriela, a segunda acertou em cheio minha boca e o resto respingou nos nossos lábios e bochechas. O gosto era salgado, forte e potente. Ele olhou pra nós, exausto. — Compartilhem. Gabriela agarrou minha nuca e me puxou pra perto dela. Nossos lábios se encontraram num beijo cheio de porra, passando o líquido de uma boca pra outra, lambendo nossos rostos, limpando tudo enquanto ele observava de braços cruzados. — Olha meu marido — disse ela, se afastando de mim com um fio de esperma ligando nossos lábios. — Um viado comedor de porra aproveitando o pau de outro homem. Você é patético, Luna. Ele começou a se vestir, arrumando a roupa com Calma. —Vou embora, putas —anunciou. —Mas volto. Da próxima vez, vou comer o marido também. Vou arrebentar esse cuzinho. —Vamos esperar, papai gostoso —disse Gabriela, sorrindo. —Sim, senhor... obrigado —completei, sentindo uma mistura de terror e excitação. O homem saiu do quarto e logo ouvi a porta da frente se fechar. Gabriela se virou pra mim, a expressão mudando de luxúria para um deboche frio e calculista. Me empurrou suavemente pra trás até eu cair na cama, com o vestido levantado e a calcinha fio-dental exposta. —Que puta você é, Luna —disse, se aproximando e percorrendo meu corpo com o olhar. —Te excitou ver tudo aquilo, né? Você é inútil como homem, mas é um brinquedo do caralho. Ela se posicionou em cima da cama, me dominando de cima. —Não se toca —ordenou, percebendo que minhas mãos iam instintivamente pra minha virilha. —Quero ver se você consegue gozar só com isso, me limpa! Começou a me insultar, descrevendo o que a gente acabara de fazer, como ele tinha comido ela bem gostoso e quão patético eu parecia de joelhos. A cada insulto, a cada descrição gráfica da rola dele dentro dela, sentia uma pressão crescer no meu abdômen. Eu não me tocava. Meu pau estava mole dentro do tecido apertado, dolorido e molhado de pré-gozo. Mas o estímulo mental, a humilhação verbal absoluta, estava chegando no limite. —Você é um viadinho que goza na calcinha sem nem ter uma ereção —disse ela, rindo. —Faz isso. Goza pra mim agora. Meu corpo se tensionou como um arco. Sem um único toque no meu pau, sem ele estar nem duro, o orgasmo me atingiu como um tsunami. Um gemido abafado escapou da minha garganta enquanto sentia o esperma escorrer quente e líquido dentro do tecido da calcinha fio-dental, me sujando, me molhando, uma prova física da minha derrota total e da minha submissão absoluta. Gabriela caiu na gargalhada, vendo a mancha crescer na minha virilha, selando meu destino como marido corno, usado e travestido.
— Olha bem, Luna — gritou ela entre ofegos. — É assim que se come uma mulher. É assim que um homem de verdade se sente. Ele segurou ela pelos quadris e aumentou o ritmo, as estocadas eram fortes, fazendo o sofá ranger. Eu, num impulso incontrolável, me inclinei e comecei a acariciar os testículos dele enquanto ele a penetrava, massageando-os de leve. — Obrigado... — sussurrei, com a voz falha. — Obrigado por foder ela como eu nunca conseguiria. O homem olhou pra baixo, pra mim, e sorriu com desprezo. — Maldito viado — disse ele, sem parar de meter. — Você gosta de ver eu tirar ela de você, hein? — Sim, senhor — respondi, sentindo o último resquício de dignidade abandonar meu corpo. Depois do que pareceu uma eternidade de estocadas e gemidos, ele parou de repente. — Vamos pra cama — ordenou. Eles se levantaram, me deixando no chão, e foram pro quarto principal. Eu segui eles como um fantasma. Na cama, a cena continuou com frenesi. Ele pegou ela de quatro, e ela gritou o nome dele. No final, quando ele estava quase gozando, se afastou e ficou de pé ao lado da cama. — Venham, putas — disse. Gabriela e eu nos aproximamos na hora. Ele se masturbou na frente dos nossos rostos com movimentos rápidos e violentos. — Abram a boca — gritou. Nós dois abrimos as bocas, línguas pra fora, esperando o prêmio. Com um rugido, ele gozou. A primeira jorrada caiu na língua da Gabriela, a segunda acertou em cheio minha boca e o resto respingou nos nossos lábios e bochechas. O gosto era salgado, forte e potente. Ele olhou pra nós, exausto. — Compartilhem. Gabriela agarrou minha nuca e me puxou pra perto dela. Nossos lábios se encontraram num beijo cheio de porra, passando o líquido de uma boca pra outra, lambendo nossos rostos, limpando tudo enquanto ele observava de braços cruzados. — Olha meu marido — disse ela, se afastando de mim com um fio de esperma ligando nossos lábios. — Um viado comedor de porra aproveitando o pau de outro homem. Você é patético, Luna. Ele começou a se vestir, arrumando a roupa com Calma. —Vou embora, putas —anunciou. —Mas volto. Da próxima vez, vou comer o marido também. Vou arrebentar esse cuzinho. —Vamos esperar, papai gostoso —disse Gabriela, sorrindo. —Sim, senhor... obrigado —completei, sentindo uma mistura de terror e excitação. O homem saiu do quarto e logo ouvi a porta da frente se fechar. Gabriela se virou pra mim, a expressão mudando de luxúria para um deboche frio e calculista. Me empurrou suavemente pra trás até eu cair na cama, com o vestido levantado e a calcinha fio-dental exposta. —Que puta você é, Luna —disse, se aproximando e percorrendo meu corpo com o olhar. —Te excitou ver tudo aquilo, né? Você é inútil como homem, mas é um brinquedo do caralho. Ela se posicionou em cima da cama, me dominando de cima. —Não se toca —ordenou, percebendo que minhas mãos iam instintivamente pra minha virilha. —Quero ver se você consegue gozar só com isso, me limpa! Começou a me insultar, descrevendo o que a gente acabara de fazer, como ele tinha comido ela bem gostoso e quão patético eu parecia de joelhos. A cada insulto, a cada descrição gráfica da rola dele dentro dela, sentia uma pressão crescer no meu abdômen. Eu não me tocava. Meu pau estava mole dentro do tecido apertado, dolorido e molhado de pré-gozo. Mas o estímulo mental, a humilhação verbal absoluta, estava chegando no limite. —Você é um viadinho que goza na calcinha sem nem ter uma ereção —disse ela, rindo. —Faz isso. Goza pra mim agora. Meu corpo se tensionou como um arco. Sem um único toque no meu pau, sem ele estar nem duro, o orgasmo me atingiu como um tsunami. Um gemido abafado escapou da minha garganta enquanto sentia o esperma escorrer quente e líquido dentro do tecido da calcinha fio-dental, me sujando, me molhando, uma prova física da minha derrota total e da minha submissão absoluta. Gabriela caiu na gargalhada, vendo a mancha crescer na minha virilha, selando meu destino como marido corno, usado e travestido.
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