Minha primeira vez com um pau (Parte 1)

Fala comunidade, beleza? Hoje quero contar como foi minha primeira vez chupando uma rola. Uns dias atrás postei um relato de como comecei a pegar gosto por paus, e quase toda a culpa é do pornô e dos argentinos, kkk. Mas também culpo o Grindr (um app pra encontros gays). Quando não tô aqui, fico provocando uns caras, falando que vou encontrar eles pra chupar o pau, mas sempre ficava só na conversa. Até domingo passado, que a minha putaria falou mais alto que a razão e eu fiz o que tanto adiava. Resumindo: comecei a conversar com um cara, nunca vi o rosto dele até a gente se encontrar, mas o pau dele eu vi demais. Não era grande, mas era grosso, com uma cabeça enorme, um saco gigante e muito peludo — talvez fosse isso que mais me excitava. Embora o pinto dele não fosse nada de outro mundo, o que mais me atraía era o quanto ele era ousado. Sempre que a gente conversava, ele me chamava de "viado", "bicha", "cachorrinho" e coisas do tipo. Ler aquilo me deixava besta, tanto que eu respondia ele antes mesmo de responder minha namorada. Fiquei trocando ideia com ele por semanas, até que domingo ele mandou: "Tá me enchendo o saco, viado. Se não vier chupar meu pau hoje, vou te bloquear e você nunca mais vai ver minha rola." Eu fiquei sem reação, queria continuar falando com ele e, claro, continuar vendo o pau dele, então respondi: "Ok, vamos nos encontrar às 9." Respondi no calor do momento, não tava preparado nem sabia o que fazer, mas não liguei. Passei o dia todo pensando nisso, mal consegui me concentrar no trabalho, quase não falei com meus amigos nem com minha namorada — tinha algo mais importante pra fazer. Quando a tarde caiu, umas 8:30, me preparei, vesti roupa de esporte e saí de casa com a desculpa de que ia correr um pouco. Fui andando até o lugar que o cara falou e, pra minha sorte, ele já tava lá, me esperando no carro dele, um Hyundai dos anos 90 bem judiado (soube que era ele porque ele me disse a placa). Quando entrei, ele tava de... Cabeça baixa e mal falava, ele só me olhou e disse: "chegou cedo, promíscua, dá pra ver que tá doida pra chupar minha pica". Foi aí que eu vi a cara dele, um cara de uns 50 anos, meio feio, barbudo e com um narizão. Se eu fosse gay, não ficaria com ele, mas ver que era um homem mais velho, feio e com toda a cara de ser mais pobre do que eu me deixava com muito tesão. Eu ia bancar a puta de graça pra um cara que claramente tava com dificuldade pra fechar o mês... Continua.

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