Minha namorada fica obcecada no pau do meu amigo 6

O hálito do Marcos batia na minha testa, quente e pesado, enquanto as pulsações finais dele diminuíam dentro do corpo da Sofia. O peso dos dois me esmagava contra o colchão, e o gosto dos fluidos misturados deles saturava minha boca. Mesmo assim, o Marcos não se moveu pra se retirar; em vez disso, manteve o pau dele enfiado na buceta da Sofia, inclinando-se levemente pra frente pra me encarar da posição de domínio dele. O olhar dele era frio, avaliador, enquanto acariciava os quadris dela com possessividade.

— Ei, amigo — ele cuspiu, a voz grave ressoando no peito da Sofia—. Alguma vez... alguma vez você já comeu a Sofia no cu?

Senti um calafrio de vergonha me percorrer, mas a posição de submissão total impedia qualquer mentira ou enrolação. Com o rosto ainda encharcado e preso debaixo da boceta dela, gaguejei a verdade.

— Não... nunca, Marcos. Nunca toquei ela lá.

Um sorriso sacana e cruel se desenhou nos lábios dele. Ele ajustou o aperto nos quadris da Sofia, que ainda tremia com os espasmos do orgasmo dela, e começou a tirar o pau devagar da buceta dela. O som molhado e viscoso foi ensurdecedor nos meus ouvidos. O membro dele, enorme e brilhante com uma mistura dos sucos dela e da própria porra, deslizou pra baixo até se posicionar na entrada pequena e apertada do cu dela. A Sofia tensionou o corpo todo ao sentir a cabeça quente e grossa pressionando contra o orifício virgem dela.

— Marcos... — ela sussurrou, com a voz trêmula e misturada com medo e expectativa—. Ali... nunca fiz isso. Sou virgem lá.

Essa confissão foi como fogo em pólvora pra ele. Vi os músculos dele se tensionarem, o pau dele pulsando com fúria renovada diante do desafio.

— Porra, sim... — ele grunhiu, enfiando pra frente com uma lentidão torturante—. Adoro cuzinhos virgens.

O cu da Sofia cedeu à pressão implacável, se abrindo à força pra acomodar a circunferência grotesca do pau dele. Ela gemeu, um som agudo de dor e prazer intenso, enquanto ele afundava centímetro por centímetro. Eu estava bem embaixo, vendo o espetáculo de perto, a pele da Sofía esticando até o limite, o brilho de suor e lubrificação na área.

—Relaxa, Sofía —ordenou Marcos, dando um tapa firme na bunda dela—. Aguenta tudo.

Ele empurrou até as pélvis se encontrarem com a bunda dela, ficando completamente dentro do cu dela. Ficou imóvel por uns segundos, deixando ela se acostumar com a invasão, enquanto eu observava o contraste entre a pele pálida dela e a escuridão da pica do Marcos enterrada nela.

—Você —disse Marcos pra mim, sem olhar, focado na sensação do novo território dele—. Continua chupando a buceta dela. Não para enquanto eu desvirginar esse cu gostoso.

Obedeci na hora, levando meus lábios ao clitóris inchado da Sofía, que agora estava bem na minha frente. Enquanto Marcos começava a se mover, primeiro com movimentos curtos e lentos pra não arrebentar ela de uma vez, a mecânica do ato mudou tudo. Cada vez que ele empurrava pra frente no cu dela, a pressão de dentro empurrava as paredes da buceta dela pra baixo.

Começou a acontecer algo inevitável. A porra grossa e quente que Marcos tinha gozado minutos antes no fundo da buceta dela não tinha pra onde ir com a pressão dupla e a gravidade. Senti o primeiro bolinho quente e salgado escorrer pra fora dela e cair direto na minha boca aberta. Era o sêmen dele, fresco e abundante, escorrendo da buceta usada dela pra minha língua.

Marcos aumentou o ritmo, percebendo que a Sofía já não gritava de dor, mas gemia de tesão, se adaptando ao tamanho bruto no rabo dela.

—Assim... assim que se aguenta uma pica de verdade —ele soltou, metendo com mais força agora, fazendo os peitos da Sofía balançarem no meu peito—. Olha ela, parceiro! Olha ela adorando ser arrombada pelo cu!

As pancadas do Marcos eram fortes, profundas, fazendo a cama ranger. A cada estocada, mais da porra A carga anterior era expelida da buceta da Sofia. O fluxo era constante agora, um jorro grosso de porra que escorria dos lábios maiores dela direto pra minha boca. Não tinha escolha a não ser engolir; o líquido me enchia, me obrigava a deglutir rápido pra não me afogar, enquanto meu próprio pau pulsava dolorosamente contra meu estômago, mais duro do que nunca na minha vida.

Sofia estava em outro mundo, gritando obscenidades, pedindo mais, perdida na sodomia brutal.

— Isso! Dá tudo pra mim, Marcos! Arrebenta meu cu! — ela gritava, enquanto os dedos dela se cravavam nos meus ombros.

Marcos agarrou o cabelo dela e puxou pra trás, arqueando o corpo dela, e começou a foder ela com uma fúria descontrolada, sem piedade, usando o cu dela como se fosse a buceta dela, esticando, dominando. Eu continuava embaixo, lambendo e chupando o clitóris dela, servindo de receptáculo pro transbordamento dos fluidos dela.

— Vou gozar! — rugiu Marcos, e as nádegas dele se contraíram violentamente — Toma toda minha porra no cu, puta!

Ele se enterrou até a virilha com um golpe seco e final, e ficou imóvel, sentindo o corpo da Sofia se tensionar num espasmo total. Marcos gemia longo e profundo, esvaziando outra carga imensa, dessa vez nas entranhas traseiras dela. O calor irradiava da união deles.

Depois de alguns segundos eternos, Marcos recuou devagar. O pau dele saiu do cu dela com um estalo molhado, deixando o buraco vermelho e dilatado, escorrendo. Mas não era só o cu que pingava. A gravidade fez o trabalho dela; a porra que ele acabava de depositar no cu dela começou a escorrer pra baixo, passando pelo períneo, se misturando com os lábios da buceta dela já aberta e molhada.

Eu vi o rastro branco e grosso descer devagar, deslizando pela pele da Sofia, e então, inevitavelmente, caindo na minha boca. Era uma mistura de tudo: a porra nova do cu e a velha da buceta. A porra escorria dela de novo, descendo pra buceta dela e depois direto pra mim. minha boca.
Abri a boca o mais largo que pude, pegando todo o fluxo. Engoli com força, sentindo o gosto salgado e metálico me inundar, excitado até o fundo pela degradação absoluta. Minha pica tava duríssima, pulsando, pronta pra explodir, mas não ousei tocar nela. Só fiquei ali, debaixo deles, bebendo a essência do prazer deles, enquanto Marcos limpava o suor da testa e Sofia se deixava cair, exausta, no meu peito.

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