Desculpa pela demora, fiquei doente por um bom tempo e foi difícil me recuperar, mas hoje me senti com energia e ânimo suficientes pra continuar essa história. Agradeço muito o apoio de vocês, nunca pensei que uma história da minha vida fosse agradar tanto, então vamos em frente.
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Depois que dormimos, na manhã seguinte eu acordei primeiro, meio empolgada com tudo que tinha rolado no dia anterior, embora também soubesse que minha mãe estava com dúvidas. Não queria insistir muito no assunto e acabar fazendo ela ficar brava, então só levantei da cama e fingi que nada tinha acontecido. Me arrumei pra ir pra escola e, enquanto isso, minha mãe levantou pra fazer o café. Quando ouvi que tava pronto, fui pra mesa e cumprimentei ela com um sorrisão, e ela também parecia feliz. Mesmo sem falar nada, dava pra ver que as duas estavam muito contentes.
Quando cheguei na escola, tava com uma mistura de felicidade e uma certa ansiedade por ficar perto da minha mãe. Por ser nova, era óbvio que qualquer estímulo gostoso me dava vontade de sentir de novo, então enquanto as aulas passavam, eu só ficava mais desesperada pra poder cheirar os pés da mamãe. Minha mente só pensava naquele cheiro delicioso que me deixava toda doida, e principalmente no gosto.
Começou o recreio e eu e minha amiga estávamos sentadas numa parte do gramado que o pessoal não costumava andar, porque ficava longe das quadras onde todo mundo jogava. Ela me achou meio estranha e não hesitou em perguntar o que tava rolando. Eu falei que não era nada, mas nisso, minha mente, tão desesperada, pensou que talvez minha amiga pudesse me ajudar a relaxar. Ao mesmo tempo, sentia que era uma traição com a minha mãe, mas eu tava tão desesperada que precisava fazer alguma coisa, custasse o que custasse.
— Ei, Arleth! Gostei das suas meias, onde você comprou? Parecem confortáveis.
— Hã? Ah, são confortáveis sim! Minha mãe comprou numa loja perto da minha casa!
— Ei, e posso ver elas melhor? É que quero pedir pra minha mãe comprar umas iguais. - Ver elas melhor? A que você se refere? - Bom, você sabe... tira seus sapatos pra eu ver suas meias! - Ah, não! A gente tá na escola faz umas 5 horas, meus pés devem estar fedendo pra caramba! Meu irmão vive me zoando, dizendo que quando chego em casa, fedo o lugar todo. - Relaxa, sem problema! Somos amigas, e os meus também fedem, hahaha. Minha amiga parecia envergonhada, não sabia o que fazer, mas como meu pedido fazia sentido, ela não estranhou nada. Então, ela tirou só um sapato e, como ela tinha dito, assim que começou a afrouxar o tênis, um cheiro de suor chegou rápido ao meu nariz. Era diferente do da minha mãe, mas ainda assim muito gostoso pra mim. A meia estava úmida e manchada da cor da palmilha do sapato da minha amiga. Eu, curiosa, toquei um pouco no pé dela, o que a fez sentir cócegas. Pra provocar ela, brinquei mais com o pé dela, fazendo cócegas. Com aquele cheiro, me acalmei um pouco, e seguimos o dia normalmente, embora agora eu estivesse curiosa sobre o pé da minha amiga Arleth. Queria ver como eram os pés de outras mulheres. Depois que o dia terminou, fui correndo pra casa pra ver minha mãe, que, como sempre, me esperava com comida. Mas não falamos sobre o que aconteceu ontem, só sobre como foi meu dia na escola. E foi aí que perguntei se podia convidar a Arleth pra vir amanhã. Ela aceitou sem hesitar. No dia seguinte, perguntei pra Arleth se ela queria vir brincar na minha casa, e ela, animada, aceitou. Ela já tinha ido algumas vezes, mas adorava que meu quarto tinha ar-condicionado e a TV tinha muitos canais. E eu, feliz, já imaginava o que a gente poderia fazer à tarde. Fiquei assim o dia inteiro na escola, até que finalmente acabou, e fomos rápido pra minha casa. Assim que chegamos, subimos pro meu quarto, onde liguei o ar-condicionado, fechei a porta e ficamos sozinhas. Tirei meus sapatos, ficando só com minhas meias brancas da escola, e falei pra Arleth tirar os sapatos dela também pra ficar mais confortável. Ela, envergonhada, perguntou se eu não me importava com o cheiro dos pés dela. Eu respondi que não, e perguntei se no outro dia, quando ela tirou o sapato, eu tinha reclamado de algo. Ainda meio na dúvida, ela tirou os sapatos. Sapatos e o cheiro era meio forte e diferente do da minha mãe, talvez por causa da idade, mas ainda assim cheirava muito bem. Só que eu não podia falar isso pra ela, senão ela ia me achar estranha. Então não falei nada e continuei “normal”, mas quando sentamos na cama pra ver uma série, eu falei: — Ei, amiga, você tem uns pés bonitos! Bom, eles parecem bonitos com suas meias. — Hã? Valeu, haha, não sei se são lindos, mas minha mãe pintou minhas unhas de vermelho outro dia. — Sério?! Posso ver? Eu nunca pintei as unhas dos pés! — Tá bom! Olha. Ela, vendo que eu não me importava com o cheiro dos pezinhos fedidos dela, começou a ficar mais à vontade e tirou as meias. Aí eu pude ver os pés dela: pela cor da pele, eram bem branquinhos e os dedos meio rosados, o formato do pé era menor e mais largo que o meu, e os dedos davam um jeito muito fofo, ainda mais com aquele vermelho rubi tão bonito. Sem hesitar, me aproximei dos pés dela com a desculpa de olhar melhor, mas pra ver o que podia rolar, peguei os pés dela e com minhas mãos brinquei um pouco com as solas, como se estivesse fazendo uma massagem. Ela só riu por causa das cócegas, mas não pareceu se importar. — Amiga! Seus pés são muito bonitos! Não quer uma massagem? Sou boa nisso. — Uma massagem? Pra quê? — Ué, por nada! Somos amigas e eu queria te ajudar. — Mmm, tá bom! Tá certo, haha. Anexo uma foto da minha amiga.
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Depois que dormimos, na manhã seguinte eu acordei primeiro, meio empolgada com tudo que tinha rolado no dia anterior, embora também soubesse que minha mãe estava com dúvidas. Não queria insistir muito no assunto e acabar fazendo ela ficar brava, então só levantei da cama e fingi que nada tinha acontecido. Me arrumei pra ir pra escola e, enquanto isso, minha mãe levantou pra fazer o café. Quando ouvi que tava pronto, fui pra mesa e cumprimentei ela com um sorrisão, e ela também parecia feliz. Mesmo sem falar nada, dava pra ver que as duas estavam muito contentes.
Quando cheguei na escola, tava com uma mistura de felicidade e uma certa ansiedade por ficar perto da minha mãe. Por ser nova, era óbvio que qualquer estímulo gostoso me dava vontade de sentir de novo, então enquanto as aulas passavam, eu só ficava mais desesperada pra poder cheirar os pés da mamãe. Minha mente só pensava naquele cheiro delicioso que me deixava toda doida, e principalmente no gosto.
Começou o recreio e eu e minha amiga estávamos sentadas numa parte do gramado que o pessoal não costumava andar, porque ficava longe das quadras onde todo mundo jogava. Ela me achou meio estranha e não hesitou em perguntar o que tava rolando. Eu falei que não era nada, mas nisso, minha mente, tão desesperada, pensou que talvez minha amiga pudesse me ajudar a relaxar. Ao mesmo tempo, sentia que era uma traição com a minha mãe, mas eu tava tão desesperada que precisava fazer alguma coisa, custasse o que custasse.
— Ei, Arleth! Gostei das suas meias, onde você comprou? Parecem confortáveis.
— Hã? Ah, são confortáveis sim! Minha mãe comprou numa loja perto da minha casa!
— Ei, e posso ver elas melhor? É que quero pedir pra minha mãe comprar umas iguais. - Ver elas melhor? A que você se refere? - Bom, você sabe... tira seus sapatos pra eu ver suas meias! - Ah, não! A gente tá na escola faz umas 5 horas, meus pés devem estar fedendo pra caramba! Meu irmão vive me zoando, dizendo que quando chego em casa, fedo o lugar todo. - Relaxa, sem problema! Somos amigas, e os meus também fedem, hahaha. Minha amiga parecia envergonhada, não sabia o que fazer, mas como meu pedido fazia sentido, ela não estranhou nada. Então, ela tirou só um sapato e, como ela tinha dito, assim que começou a afrouxar o tênis, um cheiro de suor chegou rápido ao meu nariz. Era diferente do da minha mãe, mas ainda assim muito gostoso pra mim. A meia estava úmida e manchada da cor da palmilha do sapato da minha amiga. Eu, curiosa, toquei um pouco no pé dela, o que a fez sentir cócegas. Pra provocar ela, brinquei mais com o pé dela, fazendo cócegas. Com aquele cheiro, me acalmei um pouco, e seguimos o dia normalmente, embora agora eu estivesse curiosa sobre o pé da minha amiga Arleth. Queria ver como eram os pés de outras mulheres. Depois que o dia terminou, fui correndo pra casa pra ver minha mãe, que, como sempre, me esperava com comida. Mas não falamos sobre o que aconteceu ontem, só sobre como foi meu dia na escola. E foi aí que perguntei se podia convidar a Arleth pra vir amanhã. Ela aceitou sem hesitar. No dia seguinte, perguntei pra Arleth se ela queria vir brincar na minha casa, e ela, animada, aceitou. Ela já tinha ido algumas vezes, mas adorava que meu quarto tinha ar-condicionado e a TV tinha muitos canais. E eu, feliz, já imaginava o que a gente poderia fazer à tarde. Fiquei assim o dia inteiro na escola, até que finalmente acabou, e fomos rápido pra minha casa. Assim que chegamos, subimos pro meu quarto, onde liguei o ar-condicionado, fechei a porta e ficamos sozinhas. Tirei meus sapatos, ficando só com minhas meias brancas da escola, e falei pra Arleth tirar os sapatos dela também pra ficar mais confortável. Ela, envergonhada, perguntou se eu não me importava com o cheiro dos pés dela. Eu respondi que não, e perguntei se no outro dia, quando ela tirou o sapato, eu tinha reclamado de algo. Ainda meio na dúvida, ela tirou os sapatos. Sapatos e o cheiro era meio forte e diferente do da minha mãe, talvez por causa da idade, mas ainda assim cheirava muito bem. Só que eu não podia falar isso pra ela, senão ela ia me achar estranha. Então não falei nada e continuei “normal”, mas quando sentamos na cama pra ver uma série, eu falei: — Ei, amiga, você tem uns pés bonitos! Bom, eles parecem bonitos com suas meias. — Hã? Valeu, haha, não sei se são lindos, mas minha mãe pintou minhas unhas de vermelho outro dia. — Sério?! Posso ver? Eu nunca pintei as unhas dos pés! — Tá bom! Olha. Ela, vendo que eu não me importava com o cheiro dos pezinhos fedidos dela, começou a ficar mais à vontade e tirou as meias. Aí eu pude ver os pés dela: pela cor da pele, eram bem branquinhos e os dedos meio rosados, o formato do pé era menor e mais largo que o meu, e os dedos davam um jeito muito fofo, ainda mais com aquele vermelho rubi tão bonito. Sem hesitar, me aproximei dos pés dela com a desculpa de olhar melhor, mas pra ver o que podia rolar, peguei os pés dela e com minhas mãos brinquei um pouco com as solas, como se estivesse fazendo uma massagem. Ela só riu por causa das cócegas, mas não pareceu se importar. — Amiga! Seus pés são muito bonitos! Não quer uma massagem? Sou boa nisso. — Uma massagem? Pra quê? — Ué, por nada! Somos amigas e eu queria te ajudar. — Mmm, tá bom! Tá certo, haha. Anexo uma foto da minha amiga.
1 comentários - Pés da mamãe pt4