Minha irmã Celi também vinha em casa se trocar, mas ela se cuidava muito mais pra eu não ver ela de calcinha e sutiã. Isso mudou com o tempo. Ela tem a casa dela, mas passa muito tempo aqui com a gente e hoje em dia não liga mais se eu vejo ela de fio dental.
Sempre fomos muito próximos e nossas amizades eram compartilhadas. A diferença de idade entre a gente é só um ano. Crescemos juntos, meus amigos eram os amigos dela e as amigas dela eram minhas amigas, tanto que uma delas virou minha esposa.
Ver elas assim sempre me deixava meio excitado, elas achavam natural, mas me afetava ver elas. Sei que não deveria ficar de pau duro com a minha família, mas as duas são muito parecidas fisicamente. Obviamente, é o tipo de mulher que me atrai.
— Bom, já vi que hoje vocês vão sair e ainda não decidiram o que vão vestir, ou estou enganado?
— Love, você acertou na mosca… mas só pela metade. Hoje não vamos sair. Mas pra quando sairmos, queríamos ter os looks definidos.
— Devo ser o único homem no mundo que chega no quarto, encontra duas mulheres gostosas na cama de calcinha e sutiã… e reclama.
— Essas mulheres são sua esposa e sua irmã.
Já sabia como essa reunião ia terminar: um monte de troca de roupa sem fim — esse cinto combina com essa saia, essa saia deixa ver a calcinha, esse decote não combina com esse sutiã… etc.… etc. Troquei a roupa do trabalho, dobrei a calça e pendurei, mas a camisa joguei no monte de roupa suja… tava usada mesmo e a bagunça já era geral.
Então deixei elas sozinhas e desci pra tomar uma cerveja e ver um jogo na TV. Passou mais de uma hora e meia quando resolvi subir de novo pra ver o que elas queriam comer. Eu tinha deixado a porta aberta, não precisava fechar, por isso consegui ver o que rolava antes de terminar de subir.
Celina, minha irmã, estava na frente do espelho com um conjunto novo de calcinha e sutiã, bem menos provocante do que o que ela tava usando quando cheguei, e bem colada atrás dela, minha mulher. Os peitões e a raba. A bunda da minha irmã é de matar. Várias vezes meus amigos já tinham comentado sobre o corpo dela. A calcinha cobria boa parte da bunda dela.
Minha mulher tava vestindo minha camisa, a mesma que eu usei no trabalho naquele dia. Ela não tava de sutiã, e por baixo só uma fio dental bege. A bunda dela é tão grande e empinada quanto a da minha irmã, mas com aquela fio dental parecia enorme.
Resolvi ficar quieto e espiar a situação. Minha mulher afastou o cabelo preto da minha irmã das costas dela e se aproximou pra beijar o pescoço dela. A Celi não resistiu, pelo contrário, facilitou o acesso. Ela beijou devagar o pescoço dela e puxou uma alça do sutiã, deixando cair pelo braço. Elas se olhavam no espelho. Minha mulher encostou os peitões nas costas dela e passou a mão na barriga da Celi. Não parou na calcinha, foi descendo até acariciar a buceta dela por cima da roupa íntima. Minha irmã tremeu e abriu um pouco as pernas.
Por que minha irmã deixava minha mulher tocar ela daquele jeito? Minha mulher tava seduzindo minha irmã e ela se deixava levar. Não conseguia ouvir o que elas falavam. Mas tavam conversando em sussurros, isso era claro.
A situação me chocou pra caralho, sempre soube que elas eram muito próximas, mas não tanto.
A Celina abriu mais as pernas e empurrou a pélvis pra frente, forçando mais contato com a mão da minha esposa. Ela virou e procurou a boca da minha mulher, se beijaram com paixão e eu vi as línguas delas se passarem pelos lábios uma da outra depois do beijo.
Elas se separaram e a Celina puxou a calcinha até o meio das coxas, tava toda molhada de tesão.
— Olha como você me deixou, vai ter que guardar essa camisa. Não lava.
— Não é a camisa, Celi, é que você adora como eu te toco.
— Que rápido meu irmão chegou, vou embora toda molhada, mas se eu ficar não vou me segurar e ele vai nos pegar.
— Ok, mas deixa eu só chupar você um pouquinho.
Minha irmã se deitou de costas. Na cama, ela terminou de tirar a calcinha e abriu as pernas com os joelhos dobrados. Não precisou dizer nada, minha mulher se jogou na buceta dela. Começou a lamber os lábios e aquela vagina rosada e pequena. Celina quis esfregar o clitóris, mas a esposa tirou a mão dela e meteu o botão do prazer inteiro na boca. Sem dúvida, ela mexia a língua com habilidade, porque minha irmã não parava de gozar e apertar os lençóis com as mãos.
Pegou uma peça de roupa e levou à boca, queria gritar mas não podia. Segurou a cabeça da minha mulher com as mãos e começou a apertar contra a virilha, balançando os quadris pra frente e pra trás. Esfregava a pussy no rosto da minha mulher, até que num certo momento ficou imóvel. Tava gozando, dava pra sentir, a tensão nos músculos e a expressão corporal mostravam.
Minha mulher se afastou, passou a mão no rosto e se limpou de todos os sucos da Celina.
— Isso foi rápido, Celi.
— Tava muito excitada. Desculpa não te retribuir esse favor... pelo menos agora, depois eu faço, sei que tô em dívida contigo.
— Relaxa, love, hoje peço pro teu irmão me chupar, ele paga tua dívida.
— Se ele fizer, pede pra ele passar a língua na sua raba e meter dois dedos na sua buceta ao mesmo tempo, faz tempo que fantasio com isso.
— Veste logo, já faz um tempão que a gente tá aqui. Devíamos descer.
Saí voando pra sala, sentei no sofá. Uns minutos depois elas desceram. Minha irmã levava uma bolsa cheia de roupa, acho que reconheci minha camisa lá dentro.
Nos despedimos da minha irmã, jantamos como qualquer noite normal e fomos pro quarto. Ela subia a escada ainda com a fio-dental cor de pele e uma camisola de dormir. Enquanto subia na minha frente, falei:
— Essa fio-dental fica linda em você, love, me excita muito você usar ela.
— Se te excita, a gente resolve.
— Isso mesmo, quero te fazer sexo oral, mas hoje também quero “passar a língua na sua raba e meter dois dedos na sua buceta ao mesmo tempo”. Ela parou de repente, virou e olhou na minha cara.
Fiz que não era comigo e continuei.
A mensagem tinha chegado.
— Bom, desculpa, se você não quiser, a gente não faz, mas não me olha assim.
— Kkkk, te olho assim porque é exatamente o que eu quero. Você tá dentro da minha cabeça?
— Só tô deixando levar pelo cheiro que sai da sua buceta e pela putaria que me dá.
Subimos e transamos pra caralho, ela pedia pra eu chupar o cu dela, meter dois dedos na buceta dela e esfregar o clitóris. Gozou mais de uma vez, tava totalmente louca. Muito mais do que das últimas vezes.
A gente dormiu exausto. Não consegui descansar, tinha que pensar em como lidar com aquela situação, minha cabeça não parava de trabalhar. A primeira coisa a definir era: vou continuar espiando elas ou vou tocar no assunto agora?
Sempre fomos muito próximos e nossas amizades eram compartilhadas. A diferença de idade entre a gente é só um ano. Crescemos juntos, meus amigos eram os amigos dela e as amigas dela eram minhas amigas, tanto que uma delas virou minha esposa.
Ver elas assim sempre me deixava meio excitado, elas achavam natural, mas me afetava ver elas. Sei que não deveria ficar de pau duro com a minha família, mas as duas são muito parecidas fisicamente. Obviamente, é o tipo de mulher que me atrai.
— Bom, já vi que hoje vocês vão sair e ainda não decidiram o que vão vestir, ou estou enganado?
— Love, você acertou na mosca… mas só pela metade. Hoje não vamos sair. Mas pra quando sairmos, queríamos ter os looks definidos.
— Devo ser o único homem no mundo que chega no quarto, encontra duas mulheres gostosas na cama de calcinha e sutiã… e reclama.
— Essas mulheres são sua esposa e sua irmã.
Já sabia como essa reunião ia terminar: um monte de troca de roupa sem fim — esse cinto combina com essa saia, essa saia deixa ver a calcinha, esse decote não combina com esse sutiã… etc.… etc. Troquei a roupa do trabalho, dobrei a calça e pendurei, mas a camisa joguei no monte de roupa suja… tava usada mesmo e a bagunça já era geral.
Então deixei elas sozinhas e desci pra tomar uma cerveja e ver um jogo na TV. Passou mais de uma hora e meia quando resolvi subir de novo pra ver o que elas queriam comer. Eu tinha deixado a porta aberta, não precisava fechar, por isso consegui ver o que rolava antes de terminar de subir.
Celina, minha irmã, estava na frente do espelho com um conjunto novo de calcinha e sutiã, bem menos provocante do que o que ela tava usando quando cheguei, e bem colada atrás dela, minha mulher. Os peitões e a raba. A bunda da minha irmã é de matar. Várias vezes meus amigos já tinham comentado sobre o corpo dela. A calcinha cobria boa parte da bunda dela.
Minha mulher tava vestindo minha camisa, a mesma que eu usei no trabalho naquele dia. Ela não tava de sutiã, e por baixo só uma fio dental bege. A bunda dela é tão grande e empinada quanto a da minha irmã, mas com aquela fio dental parecia enorme.
Resolvi ficar quieto e espiar a situação. Minha mulher afastou o cabelo preto da minha irmã das costas dela e se aproximou pra beijar o pescoço dela. A Celi não resistiu, pelo contrário, facilitou o acesso. Ela beijou devagar o pescoço dela e puxou uma alça do sutiã, deixando cair pelo braço. Elas se olhavam no espelho. Minha mulher encostou os peitões nas costas dela e passou a mão na barriga da Celi. Não parou na calcinha, foi descendo até acariciar a buceta dela por cima da roupa íntima. Minha irmã tremeu e abriu um pouco as pernas.
Por que minha irmã deixava minha mulher tocar ela daquele jeito? Minha mulher tava seduzindo minha irmã e ela se deixava levar. Não conseguia ouvir o que elas falavam. Mas tavam conversando em sussurros, isso era claro.
A situação me chocou pra caralho, sempre soube que elas eram muito próximas, mas não tanto.
A Celina abriu mais as pernas e empurrou a pélvis pra frente, forçando mais contato com a mão da minha esposa. Ela virou e procurou a boca da minha mulher, se beijaram com paixão e eu vi as línguas delas se passarem pelos lábios uma da outra depois do beijo.
Elas se separaram e a Celina puxou a calcinha até o meio das coxas, tava toda molhada de tesão.
— Olha como você me deixou, vai ter que guardar essa camisa. Não lava.
— Não é a camisa, Celi, é que você adora como eu te toco.
— Que rápido meu irmão chegou, vou embora toda molhada, mas se eu ficar não vou me segurar e ele vai nos pegar.
— Ok, mas deixa eu só chupar você um pouquinho.
Minha irmã se deitou de costas. Na cama, ela terminou de tirar a calcinha e abriu as pernas com os joelhos dobrados. Não precisou dizer nada, minha mulher se jogou na buceta dela. Começou a lamber os lábios e aquela vagina rosada e pequena. Celina quis esfregar o clitóris, mas a esposa tirou a mão dela e meteu o botão do prazer inteiro na boca. Sem dúvida, ela mexia a língua com habilidade, porque minha irmã não parava de gozar e apertar os lençóis com as mãos.
Pegou uma peça de roupa e levou à boca, queria gritar mas não podia. Segurou a cabeça da minha mulher com as mãos e começou a apertar contra a virilha, balançando os quadris pra frente e pra trás. Esfregava a pussy no rosto da minha mulher, até que num certo momento ficou imóvel. Tava gozando, dava pra sentir, a tensão nos músculos e a expressão corporal mostravam.
Minha mulher se afastou, passou a mão no rosto e se limpou de todos os sucos da Celina.
— Isso foi rápido, Celi.
— Tava muito excitada. Desculpa não te retribuir esse favor... pelo menos agora, depois eu faço, sei que tô em dívida contigo.
— Relaxa, love, hoje peço pro teu irmão me chupar, ele paga tua dívida.
— Se ele fizer, pede pra ele passar a língua na sua raba e meter dois dedos na sua buceta ao mesmo tempo, faz tempo que fantasio com isso.
— Veste logo, já faz um tempão que a gente tá aqui. Devíamos descer.
Saí voando pra sala, sentei no sofá. Uns minutos depois elas desceram. Minha irmã levava uma bolsa cheia de roupa, acho que reconheci minha camisa lá dentro.
Nos despedimos da minha irmã, jantamos como qualquer noite normal e fomos pro quarto. Ela subia a escada ainda com a fio-dental cor de pele e uma camisola de dormir. Enquanto subia na minha frente, falei:
— Essa fio-dental fica linda em você, love, me excita muito você usar ela.
— Se te excita, a gente resolve.
— Isso mesmo, quero te fazer sexo oral, mas hoje também quero “passar a língua na sua raba e meter dois dedos na sua buceta ao mesmo tempo”. Ela parou de repente, virou e olhou na minha cara.
Fiz que não era comigo e continuei.
A mensagem tinha chegado.
— Bom, desculpa, se você não quiser, a gente não faz, mas não me olha assim.
— Kkkk, te olho assim porque é exatamente o que eu quero. Você tá dentro da minha cabeça?
— Só tô deixando levar pelo cheiro que sai da sua buceta e pela putaria que me dá.
Subimos e transamos pra caralho, ela pedia pra eu chupar o cu dela, meter dois dedos na buceta dela e esfregar o clitóris. Gozou mais de uma vez, tava totalmente louca. Muito mais do que das últimas vezes.
A gente dormiu exausto. Não consegui descansar, tinha que pensar em como lidar com aquela situação, minha cabeça não parava de trabalhar. A primeira coisa a definir era: vou continuar espiando elas ou vou tocar no assunto agora?
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