Engravidei a mãe de um amigo por causa de uma bebedeira.
Oi, me chamo DARÍO, sou de uma província da Argentina, tenho 23 anos, sou um cara de altura mediana, meio gordinho.
Tenho vários amigos que são bons amigos, que têm umas mães que são um arraso, porque são umas gostosas de mulher. Eu curto a mãe de um amigo meu, o baixinho.
Ela se chama Marta, tem um corpo perfeito com uma cintura bem desenhada, uma bunda de dar inveja, bem empinada, e uns peitos espetaculares, tamanho gigantesco. E o cabelo loiro dela faz outras mães da escola onde a gente vai com o pequeno morrerem de inveja.
Quando eu ia na casa do anão pra fazer lição de casa ou estudar pra prova, eu ia pra ver a mãe do meu amigo. Ela sempre usava umas calças bem apertadas que marcavam todas as partes íntimas dela, e no verão ela vestia um biquíni bem pequeno. Aquilo me deixava a mil, cara. Eu sempre sonhava em comer aquele corpo gostoso e me masturbava.
E tava chegando o aniversário de 18 anos do baixinho. Pra um moleque que faz 18, é a melhor coisa, porque é uma festa especial. Nesse dia, você pode beber cerveja na frente dos seus pais, e eles não podem falar nada, porque naquele momento você é um homem de verdade.
Naquela noite com o anão, a gente comeu igual uns loucos, tomou muita cerveja e dançou com nossos amigos e amigas a noite inteira, foi assim que curtimos a noite.
E quando o amanhecer chegou, nossos amigos estavam caindo um por um e outros estavam largados no chão de bêbados. Eu ajudei o anão a levar ele pro quarto dele e, quando tava saindo pra ir pra casa, vi o pai do anão dormindo num sofá e a mãe dele dormindo na cama do quarto. Aí vi que a mãe dele não tava de calcinha, ela tava com um vestido bem curto. Quando vi aquilo, meu pau ficou duro e eu me aproximei e vi que ela tem uma buceta depilada. Comecei a acariciar bem devagar a perna dela, cada vez subindo mais minhas mãos até os peitos dela, e ela tava bem dormindo. Enquanto eu me tocava, acariciei a buceta dela, passei um dedo no clitóris dela e em toda a buceta dela.
Levanto o vestido dela e abaixo minha calça, me posiciono na buceta dela e começo a chupar a buceta dela enquanto apalpo os peitos grandes dela. Eu tava gozando igual um louco, sentindo ela se mexer pra cima, levantando os peitos assim. Chupei a buceta dela por uns 10 minutos até que meu pau tava bem duro. Abro as pernas dela e penetro bem devagar, coloco as pernas dela na minha cintura. Eu tava comendo a mãe do meu melhor amigo.
Cansei de comer ela assim, coloquei as pernas dela no meu ombro enquanto apertava os peitos dela. Não aguentei muito e gozei dentro da buceta dela. Enchi a buceta dela com meu sêmen. Quando terminei de gozar, deitei do lado dela, e eu tava deitado ao lado de uma mulher muito gostosa. Não parava de pensar nela e percebo que meu pau não baixava. Aí eu, de novo, aproveitei a situação e comi ela mais duas vezes, e também gozei dentro da buceta dela. Quando terminei de comer ela pela terceira vez, fui no banheiro molhar o rosto e pensar no que eu tava fazendo. Quando voltei pro quarto, vi que a mãe do anão tava deitada de bruços, mostrando a bunda, todo mundo pelado. Meu pau subiu de novo, e eu fiquei ali pensando: "Já que tô aqui, vou aproveitar que todo mundo tá dormindo e tô aqui com uma mulher muito gostosa, com uma bunda perfeita." Subi na cama, abri a bunda dela com a mão devagar, cuspi no meu pau e no cu dela, e penetrei bem suave, devagar. Tava comendo aquele cu lindo, apoiando a mão na cama e comecei a comer um pouco mais forte, mas não tanto pra ela não acordar. Tava comendo ela, depois me coloquei por cima pra apertar os peitões dela. Fui comendo até gozar dentro do cu dela. Terminei e fui pra minha casa.
Passaram uns dias e eu voltei na casa do meu amigo. Quando cheguei, quem me atendeu foi a Marta, a mãe do pivete. Ela me convidou pra entrar e me ofereceu uma xícara de porra quente, e aí soltou uma coisa que me matou.
DARIO, na outra noite eu curti muito quando você me comeu quatro vezes.
Eu tava quieto, sem falar nada, tava com muito medo de que ela fosse falar alguma coisa pro filho dela ou pro marido dela, e o pior, que ela fosse me denunciar pra polícia por abuso sexual.
Ela para na minha frente e me beija com paixão, enfiando a língua na minha boca, e me diz: "ai, meu amor, nunca um homem me comeu assim na minha vida, nem meu marido".
E ninguém nunca me comeu pelo cu, eu era virgem, você foi o primeiro homem a arrebentar meu cu.
Enquanto ela me dizia isso, ela se abaixa, tira minha calça e começa a chupar meu pau. Eu tava nas nuvens: a mãe do meu amigo tava chupando meu pau. Ela chupou por umas duas horas e depois montou em cima de mim, colocou meu pau dentro da pussy dela e começou a rebolar. Os peitos grandes dela batiam no meu rosto, e eu aproveitei pra chupar os peitos dela enquanto segurava a bunda dela. Ela pediu pra eu comer ela mais forte, que não importava se ela gritasse alto, só pedia que eu comesse ela. Perguntei sobre o marido e o filho dela, e ela disse pra eu não me preocupar: o marido tinha viajado a negócios por uns dias, e o filho tinha mandado pra casa dos avós por algumas semanas. Eu me levantei e levei ela pro quarto dela, comendo ela pelo caminho até chegar na cama. Deitei ela na cama, e ela ficou de quatro e pediu pra eu comer ela pelo cu. E foi o que eu fiz: arrebentei o cu da mãe do meu amigo por duas semanas. Realizei minha fantasia de foder a mãe do meu amigo. Quando o marido e o filho dela voltaram, ela contou que tava grávida. Quando o bebê nasceu, a mãe do moleque se divorciou do marido — ele descobriu que o bebê que a esposa esperava não era dele.
Três anos depois, quando completei 21 anos, me casei com a Marta e contamos a verdade: que eu era o pai verdadeiro da irmã mais nova dela. E com o anão, agora somos mais unidos, somos os melhores amigos. Agora tenho dois filhos com a Marta, a mãe do meu amigo.
Marta quer ter outro filho, mas com o anão — o filho próprio dela. Essa é a fantasia da minha mulher. Essa história fica pra outro dia.
Oi, me chamo DARÍO, sou de uma província da Argentina, tenho 23 anos, sou um cara de altura mediana, meio gordinho.
Tenho vários amigos que são bons amigos, que têm umas mães que são um arraso, porque são umas gostosas de mulher. Eu curto a mãe de um amigo meu, o baixinho.
Ela se chama Marta, tem um corpo perfeito com uma cintura bem desenhada, uma bunda de dar inveja, bem empinada, e uns peitos espetaculares, tamanho gigantesco. E o cabelo loiro dela faz outras mães da escola onde a gente vai com o pequeno morrerem de inveja.
Quando eu ia na casa do anão pra fazer lição de casa ou estudar pra prova, eu ia pra ver a mãe do meu amigo. Ela sempre usava umas calças bem apertadas que marcavam todas as partes íntimas dela, e no verão ela vestia um biquíni bem pequeno. Aquilo me deixava a mil, cara. Eu sempre sonhava em comer aquele corpo gostoso e me masturbava.
E tava chegando o aniversário de 18 anos do baixinho. Pra um moleque que faz 18, é a melhor coisa, porque é uma festa especial. Nesse dia, você pode beber cerveja na frente dos seus pais, e eles não podem falar nada, porque naquele momento você é um homem de verdade.
Naquela noite com o anão, a gente comeu igual uns loucos, tomou muita cerveja e dançou com nossos amigos e amigas a noite inteira, foi assim que curtimos a noite.
E quando o amanhecer chegou, nossos amigos estavam caindo um por um e outros estavam largados no chão de bêbados. Eu ajudei o anão a levar ele pro quarto dele e, quando tava saindo pra ir pra casa, vi o pai do anão dormindo num sofá e a mãe dele dormindo na cama do quarto. Aí vi que a mãe dele não tava de calcinha, ela tava com um vestido bem curto. Quando vi aquilo, meu pau ficou duro e eu me aproximei e vi que ela tem uma buceta depilada. Comecei a acariciar bem devagar a perna dela, cada vez subindo mais minhas mãos até os peitos dela, e ela tava bem dormindo. Enquanto eu me tocava, acariciei a buceta dela, passei um dedo no clitóris dela e em toda a buceta dela.
Levanto o vestido dela e abaixo minha calça, me posiciono na buceta dela e começo a chupar a buceta dela enquanto apalpo os peitos grandes dela. Eu tava gozando igual um louco, sentindo ela se mexer pra cima, levantando os peitos assim. Chupei a buceta dela por uns 10 minutos até que meu pau tava bem duro. Abro as pernas dela e penetro bem devagar, coloco as pernas dela na minha cintura. Eu tava comendo a mãe do meu melhor amigo.
Cansei de comer ela assim, coloquei as pernas dela no meu ombro enquanto apertava os peitos dela. Não aguentei muito e gozei dentro da buceta dela. Enchi a buceta dela com meu sêmen. Quando terminei de gozar, deitei do lado dela, e eu tava deitado ao lado de uma mulher muito gostosa. Não parava de pensar nela e percebo que meu pau não baixava. Aí eu, de novo, aproveitei a situação e comi ela mais duas vezes, e também gozei dentro da buceta dela. Quando terminei de comer ela pela terceira vez, fui no banheiro molhar o rosto e pensar no que eu tava fazendo. Quando voltei pro quarto, vi que a mãe do anão tava deitada de bruços, mostrando a bunda, todo mundo pelado. Meu pau subiu de novo, e eu fiquei ali pensando: "Já que tô aqui, vou aproveitar que todo mundo tá dormindo e tô aqui com uma mulher muito gostosa, com uma bunda perfeita." Subi na cama, abri a bunda dela com a mão devagar, cuspi no meu pau e no cu dela, e penetrei bem suave, devagar. Tava comendo aquele cu lindo, apoiando a mão na cama e comecei a comer um pouco mais forte, mas não tanto pra ela não acordar. Tava comendo ela, depois me coloquei por cima pra apertar os peitões dela. Fui comendo até gozar dentro do cu dela. Terminei e fui pra minha casa.
Passaram uns dias e eu voltei na casa do meu amigo. Quando cheguei, quem me atendeu foi a Marta, a mãe do pivete. Ela me convidou pra entrar e me ofereceu uma xícara de porra quente, e aí soltou uma coisa que me matou.
DARIO, na outra noite eu curti muito quando você me comeu quatro vezes.
Eu tava quieto, sem falar nada, tava com muito medo de que ela fosse falar alguma coisa pro filho dela ou pro marido dela, e o pior, que ela fosse me denunciar pra polícia por abuso sexual.
Ela para na minha frente e me beija com paixão, enfiando a língua na minha boca, e me diz: "ai, meu amor, nunca um homem me comeu assim na minha vida, nem meu marido".
E ninguém nunca me comeu pelo cu, eu era virgem, você foi o primeiro homem a arrebentar meu cu.
Enquanto ela me dizia isso, ela se abaixa, tira minha calça e começa a chupar meu pau. Eu tava nas nuvens: a mãe do meu amigo tava chupando meu pau. Ela chupou por umas duas horas e depois montou em cima de mim, colocou meu pau dentro da pussy dela e começou a rebolar. Os peitos grandes dela batiam no meu rosto, e eu aproveitei pra chupar os peitos dela enquanto segurava a bunda dela. Ela pediu pra eu comer ela mais forte, que não importava se ela gritasse alto, só pedia que eu comesse ela. Perguntei sobre o marido e o filho dela, e ela disse pra eu não me preocupar: o marido tinha viajado a negócios por uns dias, e o filho tinha mandado pra casa dos avós por algumas semanas. Eu me levantei e levei ela pro quarto dela, comendo ela pelo caminho até chegar na cama. Deitei ela na cama, e ela ficou de quatro e pediu pra eu comer ela pelo cu. E foi o que eu fiz: arrebentei o cu da mãe do meu amigo por duas semanas. Realizei minha fantasia de foder a mãe do meu amigo. Quando o marido e o filho dela voltaram, ela contou que tava grávida. Quando o bebê nasceu, a mãe do moleque se divorciou do marido — ele descobriu que o bebê que a esposa esperava não era dele.
Três anos depois, quando completei 21 anos, me casei com a Marta e contamos a verdade: que eu era o pai verdadeiro da irmã mais nova dela. E com o anão, agora somos mais unidos, somos os melhores amigos. Agora tenho dois filhos com a Marta, a mãe do meu amigo.
Marta quer ter outro filho, mas com o anão — o filho próprio dela. Essa é a fantasia da minha mulher. Essa história fica pra outro dia.
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