(Por trabalho, fiquei sozinha em Marbella em julho. Na piscina do hotel onde estava hospedada com minhas duas filhas, esperando a chegada do meu filho mais velho, Bastian, que ia nos acompanhar na viagem, já que a situação de trabalho no clube onde ele jogava ainda não tinha saído de férias. Finalmente, na piscina do hotel em Marbella, onde eu estava tomando sol, deitada de bruços numa espreguiçadeira, dei de cara com Valentino, um amigo do meu filho mais velho, Bastian, e também filho do Maxi, um ex-companheiro de clube do meu ex-marido, Martin. Aproveitamos que estávamos os dois sozinhos, já que minhas duas filhas estavam na praia com meus pais, enquanto eu estava trabalhando em umas sessões de fotos de verão para uma produtora da Espanha. Acabei convidando ele pra jantar, e a paixão explodiu sem controle. Numa única tarde, ele entrou em todos os meus buracos.)
Ia ser o primeiro mês de julho que eu passava em Marbella por causa das minhas novas sessões de fotos da produtora que me contratou pro verão inteiro. Tava separada do meu marido Martin e não tinha onde deixar minhas filhas, então convenci meus pais a virem comigo nessa viagem pra ficar com elas, assim eu podia trabalhar tranquila sem me preocupar com o que podia acontecer no hotel, já que elas iam ficar sozinhas por um bom tempo. No fim, meus pais toparam me acompanhar e também mereciam umas férias.
Eu tava muito focada no trabalho e também queria dar uma mudada de ares, mas era mais pelas minhas filhas, pra elas darem um respiro das aulas e da escola. Porque desde que me separei, toda minha energia voltou pro trampo que eu tinha largado por causa do ciúme do meu ex-marido, o Martin. Minhas duas filhas ainda eram menores de idade, então viviam grudadas em mim e eu não podia deixar elas sozinhas em casa. Já meu filho mais velho, o Bastian, ainda tava na pré-temporada com o clube dele, onde ele joga, e não pôde vir com a gente na viagem. Mas ele me disse que em uns dias ia chegar pra passar as férias com a gente, já que ele tava meio distante do pai, o Martin, por ele ter nos largado por causa da amante.
Me preparei pra começar meu fim de semana de trabalho em Marbella. Tinha chegado de umas sessões de fotos que a produtora que me contratou fez — as fotos foram na Costa del Sol, numa das praias de Marbella. Quando cheguei no hotel onde a gente tava hospedado com minha família, já tava em cima da hora, e meus pais e minhas duas filhas já não estavam no apartamento naquele horário. Já era uma tarde bem quente, tava fazendo um calor danado lá fora. Fui pra cozinha, peguei um pouco de suco da geladeira do hotel e coloquei uma dose de vodka pra começar a tarde do melhor jeito, já que tinha ido bem nas sessões de foto que os fotógrafos da produtora tinham feito pra campanha de verão. Fui pro meu quarto, vesti um minibiquíni e saí do apartamento, caminhando pelos corredores do hotel até chegar no elevador pra descer pro primeiro andar, já que eu tava no sétimo.


Pra ir até a piscina do hotel, depois de sair do elevador no primeiro andar, onde tava o gerente do hotel, fui andando na direção da piscina que ficava do lado do hotel. Vinham dois caras na minha direção e, como o corredor era bem estreito, quando passaram do meu lado, um deles esbarrou o ombro no meu peito e derrubou a toalha que eu tinha enrolada na minha parte íntima. A toalha caiu no chão e, quando me abaixei pra pegar, um dos caras pediu desculpa, enquanto o outro ficou hipnotizado olhando pra minha bunda, porque eu tava usando um micro biquíni, e a tirinha da minha tanga entrava bem no meio das minhas duas nádegas. Eu falei pro cara que não era nada, que não precisava se preocupar, e fui rebolando a bunda com a toalha na mão até chegar na piscina.

Deixei minha toalha numa espreguiçadeira que tava na lateral da piscina do hotel. Larguei a toalha e o bronzeador que tava na mão e fui pra piscina, sentei na borda com os pés dentro d'água, tava bem fresquinha, muito gostosa a água da piscina. Aos poucos fui entrando de vez na piscina, comecei a nadar um pouco, mergulhava e voltava pra borda. Quando saí da água, fui andando até a espreguiçadeira onde tava minha toalha e meu bronzeador. Quando sentei na espreguiçadeira, olhei pros lados, não tinha ninguém no lugar, mas a quatro espreguiçadeiras da minha tinha uma toalha e uma camiseta, mas naquela espreguiçadeira não tinha ninguém.

Deitei de bruços na espreguiçadeira pra pegar um bronzeado bem bonito. Quando virei de lado, vi um moleque mais ou menos da idade do meu filho mais velho, o Bastian. O garoto tava me encarando, parecia que já fazia um tempão. Ele acenou pra mim, e eu acenei de volta. Ele se levantou da espreguiçadeira dele e veio na minha direção, só de sunga. Dava pra ver os gominhos da barriga bem definidos no corpo dele. Quando chegou perto de onde eu tava, percebi que era um amigo da família.


Valentino — Olá, dona Eva. Quanto tempo!


Ao me sentar na espreguiçadeira com o guri que veio me cumprimentar pessoalmente, onde eu estava deitada, observei ele dos pés até o abdômen bem definido e com um bronzeado que ficava lindo nele, aquele guri de quase metade da minha idade. Quando levantei o olhar para o rosto dele, consegui reconhecer o menino que a última vez que vi foi numa reunião de família que tivemos com os irmãos e os pais dele na nossa casa, já que faz pelo menos uns 5 anos que me lembro. Aquele guri não estava tão grande como agora, tava muito bem fisicamente, um pouco mais que meu filho Bastian, já que são da mesma idade. Aquele gato, bem definido fisicamente, era o filho do Maxi e da Wanda.
Evangelina — Me desculpa, Valentino, não te reconheci de longe. Como você mudou... Bom, acho que todo mundo mudou. Valentino — Você quase não mudou, continua uma gostosa, dona Eva. Aquele menino tão lindo me disse que é filho do Maxi e da Wanda. São uns amigos da família que arrancaram um sorriso de mim. Gostosa era um adjetivo adequado pra um trabalho ou uma obra, mas pra uma senhora separada que já passou dos 42 anos, o que seria gostosa?


Valentino — E o Bastian? E suas filhas? Ele era um bom amigo do meu filho Bastian, e também era gentil com minhas duas filhas.Evangelina — O Bastian tá no clube na pré-temporada, mas acho que um desses dias ele vai vir passar férias comigo e as duas irmãs dele. Meus pais também estão aqui com a gente. E minhas duas filhas devem estar na praia com meus pais, curtindo o dia, porque acabei de chegar de uma sessão de fotos.
Valentino, o amigo do meu filho, da mesma idade dele, me olhava parado na minha frente, me observando inteira, e também reparou que eu não tava usando aliança de casada.
Valentino — Ah! Não sabia que você tinha se separado do senhor Martín... Tô fora há um tempo por causa dos compromissos do clube onde tô jogando agora.
Evangelina — Ah! Acho que você me observou bem demais. Sim, já me separei do Martín uns meses atrás por uns problemas de família que tive com ele.
Valentino — Por causa dessas situações é que eu não me comprometo! Ainda.
Evangelina — Não tenha pressa. Você ainda é muito novo pra se comprometer com alguém, meu filho. Vi que ele trazia um livro semiaberto no meio na mão.
Evangelina — Você veio pra piscina ler ou nadar? O que tá lendo?
Valentino — Gomez-Jurado. A Rainha Vermelha. Já leu?
Evangelina — Sim. A trilogia inteira.
Valentino — E o que achou? Eu fiz uma revisão mental na hora, porque fazia tempo que tinha lido.
Evangelina — Gostei, um bom suspense. O escritor achou o sucesso de público de vez, embora já fosse conhecido há anos.
Valentino — Você lê muito?
Evangelina — Sim, leio bastante, principalmente no verão. E também gosto de um garoto que lê, meu filho Bastian só lê jornal esportivo.
Valentino — Até pouco tempo eu era igual. Mas saí com uma mina que me fez pegar gosto pela leitura.
Evangelina — Isso é bom. Acertar com uma parceira significa que ela nos faz melhores. E você ainda tá com ela?
Valentino — Não. Ela queria mudar em mim muito mais coisas do que eu tava disposto a mudar.
Evangelina — É, acontece. passar. Tá de férias? Mudei de assunto Valentino — É, espero ficar uns dias até 15 de julho mais ou menos. Até quando a senhora vai ficar? Evangelina — O mês inteiro de julho. Tenho contrato de trabalho com a produtora que me contratou pras sessões de fotos.
Quando eu já ia indo embora, perguntei se ele podia me fazer um favor: passar um pouco de bronzeador nas minhas costas, porque eu não conseguia sozinha, já que queria pegar um bronzeado bem bonito no sol. Valentino — Sim! Claro que sim, dona Eva! Seria um prazer poder ajudar a senhora com isso. Ele me levou até a espreguiçadeira, me deitou de bruços para que Valentino passasse um pouco de bronzeador nas minhas costas, nas minhas pernas e, claro, na minha bunda também.


Evangelina — Mmm! Que fresquinho gostoso quando você passa bronzeador com suas mãos, Valentino. Valentino — Espero que esteja gostando, hein! Digo... espero que esteja bronzeando bem, dona Eva.


Valentino passava a mão por toda a minha costa, descendo devagar até a minha bunda. Com a mão e os dedos, ele massageava minhas nádegas, abrindo elas pra ele poder ver minha bunda pelada com o fio do meu micro biquíni, que eu tinha vestido pra pegar sol na piscina do hotel Evangelina. — Desculpa, Valentino, pelo que vou te falar... você tá sozinho no seu apartamento?


Valentino — Ô, sim! Porque essa pergunta, dona Eva, como posso ajudar? Valentino me respondeu meio gaguejando, não sabia o que me dizer quando eu inventei que meus pais levaram o cartão de entrada do apartamento onde eu estava hospedada.

enquanto eu dizia pra ele se podia me emprestar o banheiro pra tomar um banho, Valentino continuava hipnotizado com minha bunda, passando as duas mãos nas minhas nádegas enquanto as abria com os dois dedos. Eu me virei pra olhar pra ele, sorri e perguntei se a gente podia ir pro hotel ou pro apartamento dele, claro, se ele topasse me emprestar o banheiro pra eu tomar uma ducha. Evangelina — eei! só queria que você me emprestasse o banheiro pra tomar um banho, porque meus pais tão na praia com minhas filhas, acho, e não posso entrar no meu apê pra me lavar. Você faria esse favor pra mim, meu filho.

Valentino — sim, senhora Eva? Não tenho problema nenhum, podemos ir agora mesmo, se a senhora quiser, dona Eva.






Na mesma hora, sentei na espreguiçadeira, peguei minha toalha e o bronzeador, me levantei e saí andando na frente do Valentino, rebolando a bunda pra um lado e pro outro. Ele vinha me seguindo por trás, sem tirar os olhos da minha rabeta por um tempão. Eu virava pra olhar ele e via o cara hipnotizado no meu popô. Quando chegamos no hotel, fomos pro elevador. Ele apertou o número do andar onde ficava o apartamento dele. Por coincidência, estávamos no mesmo andar. A porta do apartamento dele era bem em frente de onde a gente tava hospedado com minha família.




Evangelina — Olha só que coincidência, Valentino, meu apartamento é bem aqui na frente do seu. Que surpresa, né? Valentino — Sério, dona Eva, que coincidência, né? Quem diria que a gente é vizinho!
Valentino abriu a porta com o cartão de entrada, e eu passei na frente dele rapidinho, indo direto pra sacada do apartamento dele.
Evangelina — Que vista linda que você tem daqui, meu filho.
Valentino — É verdade, sim, dona Eva. O banheiro é por aqui, se quiser entrar. Tem toalha limpa pra você tomar um banho. Foi isso que a senhora me pediu, né?


Eu, apoiada na grade da varanda, empinando a raba pra ele. Me virei e ele tava atrás de mim, olhando pro meu rabo. Eu olhei, ele tava mordendo os lábios, a voz dele gaguejando quando falava comigo, dizendo que eu tava muito gostosa. Me virei de frente, joguei minha toalha no chão, me ajoelhei na frente dele, puxando o short de banho e a cueca dele juntos. Naquela hora, o pau dele saltou na minha cara. Eu abri os olhos, surpresa, porque não esperava que esse garoto, da mesma idade do meu filho mais velho, Bastian, tivesse uma piroca linda, meia bomba e mole, preta e grossa. Eu, vendo aquilo e pegando com as duas mãos, ainda sobrava um bom pedaço, e na mesma hora imaginei que devia ter uns 21 centímetros. Com a mão, segurando aquela piroca preta enorme e linda...




Comecei a bater nela no meu próprio rosto a cada tapa, e a medir ela, colocando ela toda na minha cara, do meu queixo até a minha testa. Fiquei chocada, nunca imaginei que aquele garoto, com metade da minha idade, tivesse aquela coisa entre as pernas. Eu olhava e olhava de novo, não conseguia acreditar que ia meter aquela pica preta enorme na boca. E naquele momento, comecei a chupar, engolindo ela toda de uma vez, fazendo um boquete profundo, me engasgando com aquela pica linda que ficava cada vez mais grossa e maior. Por uns 10 ou 15 minutos, engolindo, me afogando na minha própria saliva com aquela pica preta maravilhosa que o amigo do meu filho Bastian tinha.



Evangelina — Que pau gostoso que você tem, meu filho? Delicioso, do jeitinho que eu gosto. Valentino só soltava uns gemidos de satisfação e excitação pelo jeito que eu chupava ele e masturbava com minhas mãos aquele pau preto lindo que o amigo do meu filho Bastian tinha. Cada vez que eu engolia ele até o fundo e fazia garganta profunda, ele ficava mais e mais duro dentro da minha boca. Eu olhava pra ele de baixo e dizia: "Tá gostando, meu filho? Tá gostando de como a mãe de um dos seus amigos te chupa?" O garoto começou a me puxar pelos cabelos, fazendo eu me engasgar com aquele pau enorme que não cabia todo na minha boca, porque a cada segundo ele ficava mais duro. Um pouco mais e a cabeça do pau dele inchou bastante. Fazendo garganta profunda, comecei a me engasgar, lágrimas escorrendo dos meus olhos por causa da engasgada que eu tava tomando com aquele pau lindo. Não conseguia respirar, porque ele apertava minha cabeça contra ele, até que me deixou respirar um pouco.



Valentino — valeu pela visita ao meu apê, dona Eva. Evangelina — ah, nem vem com esse "dona" não, pode me chamar de Eva mesmo, senão me sinto véia.









Comecei a masturbá-lo, já que eu estava ajoelhada na frente dele na varanda do apartamento dele. Levantei, começamos a nos beijar enquanto ele apertava e abria minha bunda com as duas mãos. Fui até a grade da varanda, virei de costas pra ele, mostrando minha raba que estava toda à disposição dele.






Valentino se aproximando de mim, passando a mão na minha bunda e puxando de lado o fio do meu micro biquíni, encostando a cabeça do pau dele na minha buceta, esfregando devagar. Foi enfiando dentro de mim e começou a me comer ali mesmo, em pé na grade da varanda. Começou a bombar cada vez mais forte por trás.









Evangelina — Dá pra ver que sua ex-namorada curtia muito essa pica linda, né, meu filho. Valentino — Acho que sim! Com certeza! Mas ela não gostava que eu metesse no cuzinho dela, porque dizia que doía e que eu era muito bruto. Evangelina — Humm! Deve ser uma delícia, né? Você podia testar comigo pra ver se eu gosto.




Quando eu disse isso, ele tirou de dentro da minha buceta e colocou a cabeça do pau dele na entrada do meu cu, enfiando devagarzinho. Eu não parava de gemer, cada vez mais gostoso. Ele continuava tentando com a mão pra fazer aquela pica preta enorme entrar no meu cuzinho apertado que eu tinha naquele momento.

ajudando a abrir minhas nádegas com as mãos, Valentino conseguiu enfiar bem aquela cabeça inchada que o pau dele tinha. Ele foi me penetrando aos poucos, entrava e saía da minha buceta, abrindo ela mais e mais até que ele conseguiu enfiar o pau inteiro dentro de mim. Aí começou a bombar cada vez mais forte por uns 15 ou 20 minutos sem parar. Valentino, com um gemido de prazer, tirou o pau da minha bundinha aberta e gozou com o leitinho quente em cima da minha buceta, dando uns passos pra trás e sentando num sofá que tava na varanda do apartamento dele.







Evangelina — Adorei, meu filho, gostei muito. Do jeito que você me comeu com aquela coisa. Valentino — Nunca tinha comido uma mulher mais velha que eu, adorei, você é sensacional, Eva.






Me agachei na frente dele, pegando minha toalha que tava no chão e, me aproximando, peguei no ombro dele com uma das mãos, apertando e dizendo: "Agora você pode me emprestar o banheiro, sim? E, se quiser, pode me acompanhar, assim a gente toma banho junto". Pisquei o olho, saí andando toda nua do jeito que tava, rebolando os quadris pra ele me olhar e me seguir. Mexia minha bunda de um lado pro outro, indo em direção ao banheiro do apartamento dele. Valentino se levantou do sofá que tava na varanda do apartamento dele, começou a vir atrás de mim e, entrando no banheiro, foi até onde eu tava, de costas pra ele, completamente pelada.


Valentino ficou atrás de mim já com aquela pica preta enorme dele dura na mão. Ele me inclinou com a mão nas minhas costas e começou a esfregar o pau na minha buceta. De novo, ele começou a me penetrar por trás por um tempo até gozar de novo, esporrando nas minhas costas. Aí fomos tomar banho juntos, nos apertando um tempão no chuveiro, trocando uns beijos gostosos que a gente não conseguia se separar. Enquanto ele me abraçava, eu segurava o pescoço dele com as duas mãos, e ele abria minha raba com as mãos e ainda dava tapas em cada lado da minha bunda. Quando terminamos de tomar banho, dei um beijo na boca dele, me despedindo até amanhã ou até a gente se encontrar de novo no hotel. Fui até a porta de entrada pra sair do apartamento do Valentino. Quando cheguei no meu apartamento, que ficava em frente ao dele, meus pais estavam sentados no sofá vendo uma série na Smart TV, e minhas filhas estavam nos quartos delas brincando ou sei lá o que. Passei correndo pro meu quarto e fechei a porta com força.
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