Eram 8 da noite e eu tava na casa do German, meu melhor amigo, fazendo um trabalho de direito civil que a gente tinha que entregar no dia seguinte.
Karina, a mãe do meu amigo, tinha me oferecido pra dormir lá já que tinha ficado bem tarde e eu morava meio longe, e eu aceitei a oferta generosa que ela tinha feito. Meu relacionamento com o Ger era e continua sendo perfeito, a gente se dava super bem e se entendia perfeitamente, então passávamos muito tempo juntos com nosso grupo de amigos. Karina é uma mulher de uns 43 anos, com uns peitos pequenos mas muito bem formados, uma bunda perfeita de academia e uma boquinha incrível que excitava qualquer um. Todos os amigos da minha turma tinham vontade de pegar ela e, geralmente, zoavam o German por causa disso. Eu nunca tinha reparado nela como mulher, mas sim só como a mãe do meu melhor amigo, até aquela noite.
Depois do jantar, já nos preparando pra dormir, fui pro banheiro. A porta do quarto da Karina tava entreaberta e o Ger já deitado na cama dela, então resolvi dar uma espiada. Vi ela semi-nua, só de calcinha, não era bem uma fio dental, mas me deixou louco. Quando percebi que ela tava vindo pra porta, segui meu caminho pro banheiro como se nada tivesse acontecido.
Já deitado, ela veio nos dar boa noite. O Ger apagou na hora, mas eu não conseguia pregar o olho, tinha a imagem da Karina na cabeça e isso me deixava muito excitado. Lembrei que o Ger tinha os canais codificados, então fui pra sala, liguei a TV, coloquei um dos canais no mudo e comecei a me masturbar devagar. Tava vendo um cara comendo uma loira em cima da mesa da cozinha e pensando que aquele homem era eu e aquela mulher era a Karina, fiquei louco de tesão e comecei a me masturbar com toda a força. Não sei o que toquei ou o que aconteceu, mas o mudo da TV saiu e ouviram-se vários gemidos. Na hora, coloquei o mudo de novo e fui ver se o Ger ou a Kari tinham acordado, mas os dois continuavam dormindo.
Voltei pro meu canto, queria gozar pensando nela. Fechei os olhos, me deixando levar pelo prazer daquela punheta. Quando abri, me deparei com a Karina parada no corredor, me olhando enquanto eu me masturbava. Por reflexo, tentei esconder minha piroca dentro da calça. Ela sentou do meu lado e disse:
- Não se preocupa, entendo a idade que você tá, não tem problema. Aliás, desde que me separei do meu marido, às vezes eu faço, não tem nada de errado nisso.
- É que me dá vergonha, você é a mãe do meu melhor amigo.
- Sério, não se preocupa.
Depois dessas palavras, ela esticou a mão, tirou minha rola da calça e começou a me bater uma punheta, e completou:
- Eu posso te ajudar.
Eu não sabia o que fazer, a mãe do meu melhor amigo, que era uma gostosa, tava me batendo uma punheta no sofá da sala dela e o Ger dormindo no quarto dele como se nada tivesse acontecendo.
Coloquei minha mão numa das tetas dela e comecei a acariciar por cima da camiseta. Vendo que ela tava gostando, comecei a acariciar a outra. Os bicos dela estavam durinhos, ela tava tão excitada quanto eu.
- Aqui não, o Ger pode nos ouvir. Vamos pro meu estúdio.
Ela me agarrou pela pica e me levou até o consultório dela, onde atendia os pacientes (ela é psicóloga). Fechou a porta e começou a me beijar apaixonadamente. Nossas línguas se tocavam, provocando um tesão tão grande que eu estava prestes a explodir. Tirei a camiseta dela e comecei a chupar os bicos dos peitos dela desesperadamente. Ela não se importou, pelo contrário, ficou ainda mais excitada.
- Agora é a minha vez
Me sentei no sofá e ela baixou minha calça. Começou a passar a língua devagar na ponta da piroca. Isso me deu uma ereção e, quando ela percebeu, enfiou ela inteira na boca. Era algo incrível, a experiência que essa mulher tinha na hora de chupar era realmente admirável.
- Vou ter que fazer tudo sozinho?
Essa frase acabou de me deixar com tesão, me levantei já com a pica a mil e puxei a calça dela pra baixo. Não era a primeira vez que eu comia, sabia que tinha que esquentar ela um pouco primeiro, senão ia complicar. Então me segurei mais um pouco, tirei a calça dela e abri as pernas dela no sofá.
Comecei a passar a língua na buceta dela devagar, e depois mais rápido, com um ou outro dedo também.
- Aaaah!, que gostoso você faz, Eze!
- Você gosta?
- Adoro!, quero sentir seu pau dentro de mim, já!
Ela me fez sentar e sentou em cima de mim. Começou a cavalgar e eu amassava os peitos dela com as mãos enquanto ela pulava e gemia de prazer. Minha pica tava no talo, entrava e saía daquela buceta linda e depiladinha, e eu tava no paraíso. Ela parou de cavalgar e se levantou, eu peguei ela por trás e levei até a parede. Ela apoiou as mãos nela e esperou. Passei meus dedos na buceta molhadinha dela, provei os sucos que ficaram nos meus dedos e amei.
Peguei minha pica com a mão e guiei até a buceta dela, enfiando até o fundo, fazendo ela soltar um gemido de prazer sem fim.
Tava comendo ela de um jeito que já não era mais a mãe do meu amigo, era a puta mais puta de Buenos Aires, e isso me deixava louco.
- Quero aquela buceta gostosa
- Tem certeza?
- Sim, quero ela toda.
Ela se ajoelhou de quatro naquele famoso sofá divã, deixando eu ver aquela bunda tão perfeita, que mesmo já estando arrombada, era uma tentação danada. Comecei a chupar o cu dela e enfiar uns dois dedos. Assim que ela me deu o sinal verde, fui enfiando devagar minha pica de uns 19 x 6 naquela raba linda.
- Aaaaaahh!, que pau gostoso, enfia tudo
Seguindo o que ela me dizia, comecei a meter e a tirar devagar, e assim cada vez mais rápido. Tava com medo de que os gemidos acordassem a Ger.
- Siii!, vai fundo! me faz gozar, Eze, Aaaaaah
Senti ela começar a tremer e relaxar o corpo. Consegui, fiz ela gozar. Naquele exato momento, a mesma sensação me invadiu.
- Quero gozar
- Aguenta, gostoso, que eu quero engolir ela toda
Tirei minha pica da bunda dela, e ela se abaixou pra chupar. Ela chupava tão gostoso que meu corpo já não aguentava mais. Comecei a tremer e senti um jato de porra saindo do meu pau e entrando na boquinha dela.
Ela me mostrou e engoliu.
- Tava muito gostosa, tem mais um pouco?
E aí me masturbei até a última gota. Tava cansado, já eram 2 e meia da manhã, tinha ficado num sonho de mais ou menos uma hora.
Finalmente me deu um beijo na testa e falou:
- Valeu, por enquanto
- Me sinto estranho
- É normal, sou a mãe do seu melhor amigo. Boa noite.
- Boa noite
E cada um foi pro seu quarto dormir. No dia seguinte, ninguém falou nada e eu fui com o Germán pra escola, sabendo que o que tinha rolado naquela noite podia se repetir mais pra frente.
Karina, a mãe do meu amigo, tinha me oferecido pra dormir lá já que tinha ficado bem tarde e eu morava meio longe, e eu aceitei a oferta generosa que ela tinha feito. Meu relacionamento com o Ger era e continua sendo perfeito, a gente se dava super bem e se entendia perfeitamente, então passávamos muito tempo juntos com nosso grupo de amigos. Karina é uma mulher de uns 43 anos, com uns peitos pequenos mas muito bem formados, uma bunda perfeita de academia e uma boquinha incrível que excitava qualquer um. Todos os amigos da minha turma tinham vontade de pegar ela e, geralmente, zoavam o German por causa disso. Eu nunca tinha reparado nela como mulher, mas sim só como a mãe do meu melhor amigo, até aquela noite.
Depois do jantar, já nos preparando pra dormir, fui pro banheiro. A porta do quarto da Karina tava entreaberta e o Ger já deitado na cama dela, então resolvi dar uma espiada. Vi ela semi-nua, só de calcinha, não era bem uma fio dental, mas me deixou louco. Quando percebi que ela tava vindo pra porta, segui meu caminho pro banheiro como se nada tivesse acontecido.
Já deitado, ela veio nos dar boa noite. O Ger apagou na hora, mas eu não conseguia pregar o olho, tinha a imagem da Karina na cabeça e isso me deixava muito excitado. Lembrei que o Ger tinha os canais codificados, então fui pra sala, liguei a TV, coloquei um dos canais no mudo e comecei a me masturbar devagar. Tava vendo um cara comendo uma loira em cima da mesa da cozinha e pensando que aquele homem era eu e aquela mulher era a Karina, fiquei louco de tesão e comecei a me masturbar com toda a força. Não sei o que toquei ou o que aconteceu, mas o mudo da TV saiu e ouviram-se vários gemidos. Na hora, coloquei o mudo de novo e fui ver se o Ger ou a Kari tinham acordado, mas os dois continuavam dormindo.
Voltei pro meu canto, queria gozar pensando nela. Fechei os olhos, me deixando levar pelo prazer daquela punheta. Quando abri, me deparei com a Karina parada no corredor, me olhando enquanto eu me masturbava. Por reflexo, tentei esconder minha piroca dentro da calça. Ela sentou do meu lado e disse:
- Não se preocupa, entendo a idade que você tá, não tem problema. Aliás, desde que me separei do meu marido, às vezes eu faço, não tem nada de errado nisso.
- É que me dá vergonha, você é a mãe do meu melhor amigo.
- Sério, não se preocupa.
Depois dessas palavras, ela esticou a mão, tirou minha rola da calça e começou a me bater uma punheta, e completou:
- Eu posso te ajudar.
Eu não sabia o que fazer, a mãe do meu melhor amigo, que era uma gostosa, tava me batendo uma punheta no sofá da sala dela e o Ger dormindo no quarto dele como se nada tivesse acontecendo.
Coloquei minha mão numa das tetas dela e comecei a acariciar por cima da camiseta. Vendo que ela tava gostando, comecei a acariciar a outra. Os bicos dela estavam durinhos, ela tava tão excitada quanto eu.
- Aqui não, o Ger pode nos ouvir. Vamos pro meu estúdio.
Ela me agarrou pela pica e me levou até o consultório dela, onde atendia os pacientes (ela é psicóloga). Fechou a porta e começou a me beijar apaixonadamente. Nossas línguas se tocavam, provocando um tesão tão grande que eu estava prestes a explodir. Tirei a camiseta dela e comecei a chupar os bicos dos peitos dela desesperadamente. Ela não se importou, pelo contrário, ficou ainda mais excitada.
- Agora é a minha vez
Me sentei no sofá e ela baixou minha calça. Começou a passar a língua devagar na ponta da piroca. Isso me deu uma ereção e, quando ela percebeu, enfiou ela inteira na boca. Era algo incrível, a experiência que essa mulher tinha na hora de chupar era realmente admirável.
- Vou ter que fazer tudo sozinho?
Essa frase acabou de me deixar com tesão, me levantei já com a pica a mil e puxei a calça dela pra baixo. Não era a primeira vez que eu comia, sabia que tinha que esquentar ela um pouco primeiro, senão ia complicar. Então me segurei mais um pouco, tirei a calça dela e abri as pernas dela no sofá.
Comecei a passar a língua na buceta dela devagar, e depois mais rápido, com um ou outro dedo também.
- Aaaah!, que gostoso você faz, Eze!
- Você gosta?
- Adoro!, quero sentir seu pau dentro de mim, já!
Ela me fez sentar e sentou em cima de mim. Começou a cavalgar e eu amassava os peitos dela com as mãos enquanto ela pulava e gemia de prazer. Minha pica tava no talo, entrava e saía daquela buceta linda e depiladinha, e eu tava no paraíso. Ela parou de cavalgar e se levantou, eu peguei ela por trás e levei até a parede. Ela apoiou as mãos nela e esperou. Passei meus dedos na buceta molhadinha dela, provei os sucos que ficaram nos meus dedos e amei.
Peguei minha pica com a mão e guiei até a buceta dela, enfiando até o fundo, fazendo ela soltar um gemido de prazer sem fim.
Tava comendo ela de um jeito que já não era mais a mãe do meu amigo, era a puta mais puta de Buenos Aires, e isso me deixava louco.
- Quero aquela buceta gostosa
- Tem certeza?
- Sim, quero ela toda.
Ela se ajoelhou de quatro naquele famoso sofá divã, deixando eu ver aquela bunda tão perfeita, que mesmo já estando arrombada, era uma tentação danada. Comecei a chupar o cu dela e enfiar uns dois dedos. Assim que ela me deu o sinal verde, fui enfiando devagar minha pica de uns 19 x 6 naquela raba linda.
- Aaaaaahh!, que pau gostoso, enfia tudo
Seguindo o que ela me dizia, comecei a meter e a tirar devagar, e assim cada vez mais rápido. Tava com medo de que os gemidos acordassem a Ger.
- Siii!, vai fundo! me faz gozar, Eze, Aaaaaah
Senti ela começar a tremer e relaxar o corpo. Consegui, fiz ela gozar. Naquele exato momento, a mesma sensação me invadiu.
- Quero gozar
- Aguenta, gostoso, que eu quero engolir ela toda
Tirei minha pica da bunda dela, e ela se abaixou pra chupar. Ela chupava tão gostoso que meu corpo já não aguentava mais. Comecei a tremer e senti um jato de porra saindo do meu pau e entrando na boquinha dela.
Ela me mostrou e engoliu.
- Tava muito gostosa, tem mais um pouco?
E aí me masturbei até a última gota. Tava cansado, já eram 2 e meia da manhã, tinha ficado num sonho de mais ou menos uma hora.
Finalmente me deu um beijo na testa e falou:
- Valeu, por enquanto
- Me sinto estranho
- É normal, sou a mãe do seu melhor amigo. Boa noite.
- Boa noite
E cada um foi pro seu quarto dormir. No dia seguinte, ninguém falou nada e eu fui com o Germán pra escola, sabendo que o que tinha rolado naquela noite podia se repetir mais pra frente.
1 comentários - A mãe gostosa do meu amigão