Continuo a história. E lá estava eu, de pau duro, e minha mãe observando na porta do meu quarto. A verdade é que foi um choque total pra mim. Eu sentia vergonha, mas também me sentia excitado, e não sabia por quê — e com o tempo eu descobriria. Mas naquele momento, tentei me cobrir o máximo que pude e, com a cara vermelha, não sabia o que fazer nem o que dizer. Minha mãe só observava, e no olhar dela havia espanto, mas dava pra ver nos olhos dela curiosidade, perguntas e um pouco de nervosismo. Ela me respondeu com uma voz trêmula: "Não tem problema, é normal. Me desculpa por ter entrado assim, eu devia ter sido mais cuidadosa." Ela foi direto pro quarto dela. Não soube o que responder, e o assunto terminou ali, como se nada tivesse acontecido. Mas na minha cabeça eu estava super envergonhado, e a vergonha não queria ir embora de jeito nenhum, muito menos queria olhar na cara dela.
Mas os dias foram passando e tudo seguia normal, já que nunca mais se falou no assunto. Nos dias seguintes, pensei que já tinha passado tudo, mas houve momentos em que notei minha mãe agindo estranho, olhando pra minha entreperna — porque eu sou do tipo que gosta de andar confortável em casa, ainda mais sabendo que é meu local de trabalho e que eu fico lá o tempo todo. Então fiquei na dúvida, porque isso era constante, e um olhar me fez pensar se, de repente, o que ela viu naquele dia tinha despertado curiosidade nela. Mas eu me disse: "Não posso pensar isso. Ela é minha mãe e eu sou filho dela, ela nunca me veria com outros olhos." Aí me fiz uma pergunta: "Será mesmo?" Bom, deixei isso de lado até que um dia eu vivenciei de novo, mas o que me fez questionar ainda mais foi que as perguntas já vinham acompanhadas de outras coisas. E era como se ela quisesse saber se eu estava saindo com alguém, que me notava mais mudado, que se eu estava malhando — e isso nunca tinha acontecido antes. Notei que haviam perguntas fora do tom, tipo se eu estava com alguém nos últimos dias ou algo assim. Eu respondia, mas com dúvidas, e a verdade é que não sei por que aquilo começou em mim, e comecei a ter sonhos muito molhados com minha mãe, tanto que comecei a vê-la... com outros olhos E como eu queria colocar meu pau nos seios dela e fazê-la gemer, queria ver a cara dela cheia do meu gozo. Me questionei, pensei em ir ao psicólogo, mas esperei e queria ver se de repente o que estava na minha mente e o que eu me perguntava era possível. Será que minha mãe pode vir a gostar do próprio filho? Será que eu posso chegar a transar com ela? Pensei e duvidei, mas dei um jeito de fazer um plano e ver até onde isso ia... BOM, GALERA, SE EU VER O MESMO APOIO, EU SUBO A PARTE 3 E O FINAL DO QUE ACONTECEU.
Mas os dias foram passando e tudo seguia normal, já que nunca mais se falou no assunto. Nos dias seguintes, pensei que já tinha passado tudo, mas houve momentos em que notei minha mãe agindo estranho, olhando pra minha entreperna — porque eu sou do tipo que gosta de andar confortável em casa, ainda mais sabendo que é meu local de trabalho e que eu fico lá o tempo todo. Então fiquei na dúvida, porque isso era constante, e um olhar me fez pensar se, de repente, o que ela viu naquele dia tinha despertado curiosidade nela. Mas eu me disse: "Não posso pensar isso. Ela é minha mãe e eu sou filho dela, ela nunca me veria com outros olhos." Aí me fiz uma pergunta: "Será mesmo?" Bom, deixei isso de lado até que um dia eu vivenciei de novo, mas o que me fez questionar ainda mais foi que as perguntas já vinham acompanhadas de outras coisas. E era como se ela quisesse saber se eu estava saindo com alguém, que me notava mais mudado, que se eu estava malhando — e isso nunca tinha acontecido antes. Notei que haviam perguntas fora do tom, tipo se eu estava com alguém nos últimos dias ou algo assim. Eu respondia, mas com dúvidas, e a verdade é que não sei por que aquilo começou em mim, e comecei a ter sonhos muito molhados com minha mãe, tanto que comecei a vê-la... com outros olhos E como eu queria colocar meu pau nos seios dela e fazê-la gemer, queria ver a cara dela cheia do meu gozo. Me questionei, pensei em ir ao psicólogo, mas esperei e queria ver se de repente o que estava na minha mente e o que eu me perguntava era possível. Será que minha mãe pode vir a gostar do próprio filho? Será que eu posso chegar a transar com ela? Pensei e duvidei, mas dei um jeito de fazer um plano e ver até onde isso ia... BOM, GALERA, SE EU VER O MESMO APOIO, EU SUBO A PARTE 3 E O FINAL DO QUE ACONTECEU.
1 comentários - Minha história com minha mãe parte 2