Amor de mãe

Caso não tenha ficado claro pelo título, este é um conto com alto teor de incesto familiar entre mãe e filho. Além disso, tem uma dose sutil de chifres. Se essas não são categorias do seu agrado, este conto não é para você. Aproveitem. *********************** Não era só Jason que precisava desmamar da buceta da mãe, segundo o pai cada vez mais mal-humorado. A verdadeira acusação era que Sara precisava parar de usar Jason como desculpa, parar de cuidar e mimar o filhinho da mamãe. Ele já não era mais um bebê! Ela o amamentou desde a infância até os seis anos. Não era simplesmente que ela não pudesse ou não quisesse parar. Jason era um pequeno amor tão calmo e carinhoso. Enquanto a maioria dos filhos das outras famílias corria desenfreadamente atrás de açúcar, se batiam uns nos outros e ficavam cada vez mais rebeldes contra os pais, Jason era um anjo. Sara não queria que isso mudasse e não queria parar de amamentar, por causa do calor, do vínculo e da felicidade que trazia. Deus sabia que felicidade não sobrava em nenhum outro lugar do lar. Tom, o marido de Sara, não era o mesmo desde que Jason nasceu. Não era o mesmo desde que se casaram. Sara não sabia nada sobre o romance com a secretária do trabalho, nem sobre como tinha terminado mal, mas sabia que ele tinha perdido o interesse desde o início. Tom chegou ao extremo de ameaçar Kimberly, sua amante, para que ela mantivesse a boca fechada, só DEPOIS de tê-la demitido. Ele teria destruído a vida dela se ela tivesse revelado seus casos no escritório, simplesmente por ter arruinado o que ele tinha. Mas sua convicção foi alimentada apenas pelo medo e pela ansiedade. Depois disso, nunca mais ousou trair, mas seu casamento azedou para sempre, pelo menos metade dele. Tom prestava pouca ou nenhuma atenção ao que acontecia debaixo do próprio teto, já que passava quase dois terços da vida de terno e gravata. Descobriu pela primeira vez que Sara ainda estava Amamentando o Jason além da idade recomendada pela remota possibilidade de ele decidir passar um dia doente na própria cama. Era isso! Ele bateu o pé de puro nojo! Que vergonha total! Que porra passava na cabeça daquela mulher? Ele a confrontou a partir daquele momento, fazendo ela parar com o que já devia ter parado há mais de quatro anos; atacando ela com acusações sutis mas viciosas, dizendo que ela tinha um problema e que ia estragar o garoto ou ele viraria um psicótico no futuro. E assim a Sara viveu por anos com o peso nos ombros de ser uma espécie de abusadora sexual viciada, igual uma alcoólatra. E pra quê? Qual foi a grande recompensa por todos aqueles anos de dedicação? O Jason claramente ficou magoado por ser forçado a se afastar dela daquele jeito. E a distância era palpável. E depois o Tom nem encostava mais nela. Era como se o casamento deles tivesse virado um trampo de tempo integral. --------- Passaram-se treze longos anos e o Jason agora era um jovem forte. A vida tinha moldado ele, com uma ajudinha da mãe. Ele enfrentou os valentões, os do pátio da escola e os de autoridade, e no fim não passavam de boca suja que não conseguiam bancar o que falavam. Os valentões da escola que, igual o pai dele, chamavam ele de filhinho da mamãe e viadinho (mas nunca de idiota, nunca conseguiam falar isso sério), não eram tudo burro que nem uma porta. Muitas delas eram princesinhas de papai e idiotas egoístas que só mexiam com quem não se defendia. Depois da escola, a maioria não mostrou nada com as notas. A maioria das princesinhas tava grávida aos dezoito. Alguns se meteram com drogas e outros cometeram crimes piores. O Jason entrou nos círculos certos e conseguiu um treinamento no trabalho. O pai, o outro valentão autoritário, não queria que ele virasse um mecânico fedorento apesar da grana que dava. podia ganhar e a segurança de um emprego estável. Não tinha chance de mandar o moleque pra faculdade se ele não quisesse seguir ele na corporação, então ele calou a boca na hora que Jason chegou em casa com a notícia de que tinha arrumado um trampo com um mecânico conhecido. O pai, que não tinha envelhecido tão bem, provavelmente tava tão amargurado com isso quanto com o casamento dele, passando a maior parte do tempo em casa num apagão alcoólico, e se preocupou em esquecer o filho às pressas depois disso. A Sara, por outro lado, não podia estar mais orgulhosa, especialmente quando ele desafiou o Tom ainda mais estacionando o carro na entrada pra exibir o primeiro trampo de "gringo" pelo dinheiro que ele tanto precisava. ------------ Jason tava mexendo no carro de um vizinho na privacidade da própria garagem num sábado à noite. O pai tinha bebido meia garrafa de uísque na frente da TV e depois reclamou de uma dor de cabeça antes de ir dormir. Com a TV desligada, a casa ficou cheia mais dos roncos altos, que faziam as paredes tremerem. Naquela hora nem eram dez horas ainda. Acabada de sair do banho, agora que podia fazer o que quisesse sem pisar em ovos, a Sara, enrolada de um jeito meio conservador no roupão de felpa de algodão branco favorito dela, secava o cabelo no espelho do banheiro. O tempo tinha sido bem mais gentil com ela. Do jeito mais discreto, ser dona de casa e fazer mais pra manter o lar e a família felizes do que o Tom nunca fez no trabalho, isso a manteve em forma e o filho dela a manteve doce, já que era dele que ela tirava o carinho e o amor.Amor de mãeAh, claro, aos quarenta e quatro anos, ela já estava mostrando alguns fios grisalhos e a plenitude da juventude tinha ido embora. O rosto dela tinha linhas escondidas e um cansaço de quem viveu bem, resultado de ter se conformado com os hábitos de Tom sobre o que poderia ter sido. Mas se você pudesse saber o que Jason via em Sara, havia uma beleza além do comum que só um homem de verdade merecia. O pai dela não era esse homem. Sara terminou no banheiro, limpando o que sujava antes de ir para a cozinha preparar uma xícara de chá para Jason. Ele devia estar com sede, ela se preocupou. Desde que começou a trabalhar na garagem e a praticar em pequenos serviços na garagem de casa, ele se perdia lá a noite toda. Sara entrou arrastando os pés na garagem com seus chinelos, colocou as xícaras na bancada perto dos conjuntos de ferramentas de Jason e ficou olhando enquanto seu lindo jovem se inclinava com a cabeça debaixo do capô, zumbindo com suas chaves de boca. A garagem não via tanta vida em todos os anos que estava ali. Com as luzes acesas, o rádio ligado e o cheiro de graxa e metal, era como sempre deveria ter sido. Jason estava dando nova vida a ela agora. "Isso pode esperar até amanhã?" ela perguntou, fazendo ele pular da própria pele de um jeito tão cômico e reclamar que ela tinha se aproximado sorrateiramente. Ela se desculpou e riu. — Você devia descansar agora, querido — insistiu ela. "Te trouxe um chá, mas tudo que eu realmente queria era um beijo e um abraço!" Jason, com seu sorriso branco perolado sem vergonha e seus olhos castanhos gentis, levantou as mãos oleosas e pretas como uma espécie de pântano com garras de um filme de terror antigo. Sara gritou e correu, gritando: "Não se atreva, Jason, não com essa roupa", enquanto Jason a perseguia ao redor do carro. Logo ela não tinha para onde ir no espaço apertado da garagem, mas depois que ele a encurralou e a fez implorar, cedeu e entregou as mãos sujas ao ar, deixando Sara ter o que queria. Colocando as mãos no peito dele pra manter uma distância entre a limpeza fresca dela e a sujeira varonil e suada dele, deu um beijo nos lábios dele uma vez, depois duas, e então uma terceira vez, que ficou entre eles por um momento. "O velho maluco deve estar dormindo de novo", adivinhou Jason. "Claro", ela concordou com a cabeça, "O que mais ele faria?" "Queria que você tivesse me dito antes pra eu ter tomado um banho. Assim você não precisaria se preocupar em se sujar comigo", disse Jason com uma piscada safada. "Só queria te dizer o orgulho que sinto de você, fazendo algo assim por si mesmo. Seu pai acha que é só uma fase sem futuro". Ela afastou a franja da testa dele e refletiu sobre todos aqueles anos, maravilhada com o espécime magnífico em que Jason se tornou ao longo do tempo, apesar de tudo que o pai dele negava, sem falar na criação de Sara, que de outro modo não teria limites. Ela ainda pensava nisso. "Já nem ligo mais pro que ele pensa", disse Jason. "Não é sobre ele. Ele devia estar com ciúmes de que você dá mais beijos e abraços pra mim do que pra ele". Sara sorriu com aquilo, com uma expressão que de outro modo seria proibida, dando um tapinha leve num dos músculos sólidos do peito dele. "Você costumava ganhar muito mais do que isso quando ele não estava em casa", lembrou antes de voltar pro balcão pra tomar um gole de chá. "O quê?" Jason não parecia tão atento quanto ela. Os olhos dele se apertaram, fazendo tique-taque. A memória dele ficou em branco. "Não lembra?" ela perguntou. "Eu amamentei você por tanto tempo, Jason. Ah, às vezes eu desejava nunca ter que parar. Mas provavelmente soa estranho". Ele riu, corou também e levou uma mão aos olhos pra esconder a vergonha. "Mãe, por mais que eu adore um par de peitos quentes no meu rosto..." "Você acha meus peitos quentes, hein?" interrompeu sem vergonha, cruzando uma perna nua. sobre a outra e se olhando. "Você realmente cuidou de mim por tanto tempo? Não lembro, Ai meu Deus, na verdade lembro sim", ela disse. "Ai meu Deus", atingida por algo tão profundo e estranho, "eu lembro. Mas por quê?" Sara deu de ombros. Não foi grande coisa pra ela. Não como foi pro Tom. "Eu gostava. Me fazia sentir mais perto de você e você era um pequeno amor quando estava nos meus braços..." "Aw!" "Me olhando com seus olhos sonolentos..." "Aw..." "Chupando suavemente meus mamilos..." "Jesus, mãe..." "A gente também recomeçou mais tarde, se você lembra. Mas Jason, querendo lembrar ou não, já estava perdido naquele momento. 'Acho que você não tinha bebido porra naquela hora, mas, bem... nós dois precisávamos da proximidade. Foi uma época de merda pra todo mundo. Deixar assim!'" E assim fizeram, como ela sugeriu. Mas não dava pra negar, pra Sara, que a confissão dela tinha deixado um zumbido profundo por dentro com uma emoção desconhecida. Ela se sentiu safada, quase pecadora, ao contar isso; mesmo que tivesse sido dito na brincadeira. Não foi? "Beijos e abraços são igualmente bons, mãe", garantiu Jason com uma piscada educada e se desculpou pra ir tomar banho. ----------- No domingo à tarde, Tom estava de novo largado na frente da TV e Jason estava de volta na garagem, limpando o lugar. Bill, o vizinho, tinha voltado todo contente, mais que satisfeito com o trabalho de Jason. Mostrou gratidão em dinheiro vivo mais um extra, que foram direto pro bolso de Jason. Agora que a garagem estava vazia de novo, ele não sabia o que fazer consigo mesmo. Não queria voltar pra casa, não com o velho bêbado soltando seus julgamentos sobre as novelas. Não ia demorar muito pra ele acabar com o uísque e se virar pra bater em alguém de verdade. Ele estava descendo a porta da garagem, jogando o espaço vazio de concreto na escuridão quando de repente a luz acendeu. Sara estava parada sorrindo pra ele com Orgulho de novo, vestida praticamente com um vestido de verão fluido cor de pêssego e umas leggings cinza justas. Na hora, ele se aproximou dela, enfiou a mão no bolso, tirou o que tinha ganhado e ofereceu dois terços. "Não, guarda isso. Você merece", garantiu. "Só dá um beijo e um abraço na sua mãe, ou vou passar o dia quebrando todos os pratos." Não precisou falar duas vezes. Jason se inclinou e pegou a mãe nos braços fortes pela cintura, apoiando ela na borda da bancada pra que, mesmo com a estatura pequena dela, pudessem se olhar de frente. Ela envolveu os braços no pescoço dele, e ele nela, onde respiraram fundo e se perderam no abraço. E aí, quando ele se afastou pra olhar nos olhos dela, os lábios dela se cravaram firmemente nos dele antes que ela também se afastasse e fizesse sinal pra ele dar um beijo na boca de verdade. De um lado pro outro, agiam como um par de chimpanzés, rindo um do outro. "Você ama sua mãe, né?", suspirou satisfeita. "Sim, amo", disse ele. Mal ouviram os passos se aproximando antes que a porta de casa pra garagem se escancarasse e o pai dele surtasse! Do jeito que o velho careca apareceu, dava pra ver que ele suspeitava de algo, como se estivesse tentando pegar qualquer um deles no flagra escondendo alguma coisa. E o olhar vidrado nos olhos cinzentos frios, bem cravados no rosto afiado, enrugado e amargurado, enquanto ele ficava parado com os olhos fixos em Jason. Jason sentiu o coração acelerar naquela hora, porque sabia pelo olhar de Tom que o velho ia desafiar ele ou insultar de algum jeito. "O quê?", perguntou Sara, irritada com a aparência distante dele. Não importava que a garagem agora estivesse vazia, limpa e impecável. "Ah, levaram o carro do vizinho? Finalmente tenho minha própria propriedade de volta agora?" "Sim", disse Jason devagar e sem piscar. Era Uma imagem de calma, mas por dentro estava fervendo e a mãe dela conseguia sentir. "Então você pode limpar sozinho e tirar essa sua lata velha da minha entrada", exigiu Tom... "Pode, sim?!" Então, finalmente, Jason piscou. Com isso, Tom se virou e foi embora com os ombros curvados, deixando a porta escancarada atrás de si. ------------ Já passava da meia-noite. Sara estava deitada na beirada da cama, olhando para o teto, onde os postes de luz cortavam o quarto como um raio de sol fantasmagórico. Os roncos ao lado dela eram ensurdecedores. Ninguém podia estar tão cansado a ponto de fazer um barulho que acordasse uma rua inteira e, ainda assim, nunca acordar com o próprio ronco. Em vinte anos de casamento, Tom sempre foi teimoso até certo ponto. Depois que Jason nasceu, ele aumentou a aposta. Ela não sabia do caso passado dele, mas não teria se surpreendido se descobrisse — agora, porém, estava preocupada em estar casada com um neandertal de gravata. Se ele não fosse tão teimoso, distante ou ignorante da existência dela, talvez — doeu pensar — pudesse ter havido um caminho de volta para as vidas que viviam agora. Se não fosse por Jason, ela teria se sentido tão miserável. Mas então talvez estivesse em outro lugar. Aquele monte pesado de corpo inútil ocupava a maior parte da cama, um joelho empurrando ela cada vez mais para a borda. Enquanto dormia, ele murmurou: "Vamos nos afogar a menos que você vá embora, sua puta gorda..." Foi o suficiente para ela não aguentar mais ficar ali. Sara desceu da beirada do colchão, calçou os chinelos e nem se deu ao trabalho de procurar o roupão no escuro. Vestia uma camisola de cetim azul, que já servia para o que ela precisava. Jason não tinha saído daquela garagem a noite toda. Ainda estava lá, e ela não o culpava, porque ele estava tão tenso num momento que poderia ter arrancado a cabeça do pai com um só golpe — e talvez ela não o tivesse impedido. encontrou ele sentado atrás do volante do Oldsmobile Cutlass cinza, que o chefe dele foi generoso o suficiente pra deixar ele ficar, desde que conseguisse fazer ele trabalhar nas horas vagas. Claro, as peças não eram de graça. Isso fazia parte do desafio, que ele conseguiu. "Posso entrar?" perguntou pela janela. Ele acenou com a cabeça e ela se sentou no banco do passageiro ao lado dele, descansando a cabeça com um gemido de cansaço e frustração. "Tô dormindo no sofá. Já enchi o saco." "Por que você não usa minha cama?", sugeriu Jason, sem prestar muita atenção. "Acho que não vou dormir essa noite." "Por causa do jeito que ele estava hoje à tarde?" "Por causa do jeito que ele sempre foi. E não só comigo. Vou acabar matando ele se piorar. A menos que eu vá embora, que é o que ele quer, né?" Sara não conseguia negar aquela verdadezinha horrível. Ela nunca quis que Jason fosse embora, nunca, mas sabia que um dia ele iria. Isso era só um fato da vida. Todo mundo sai do ninho mais cedo ou mais tarde. Senão, ficam mimados e talvez nunca sejam realmente felizes. "Lembro quando saí de casa", ela lembrou, sonhadora no estado de cansaço. Jason virou pra olhar com atenção enquanto ouvia o tom calmo dela. Quando fez isso, ainda sem conseguir encarar os olhos dela, reparou no busto mal contido da mãe; os mamilos aparecendo pelo cetim azul no frio da noite. "Pensando bem, meu pai era bem parecido com o Tom agora. E eu saí do ninho bem cedo pra ficar com ele porque achei que era o melhor pra todo mundo. Ele apareceu na hora certa. As coisas em casa estavam insuportáveis. E agora é como se eu tivesse fugido dele só pra acabar correndo direto pro alvo dele." "O que você tá dizendo?", perguntou Jason. "Bom... acho que tô dizendo pra você não sair cedo demais e acabar sofrendo do mesmo jeito. Mas, se for sincera, não quero que você me deixe com aquele..." "Com o ogro", Jason completou. Com o ogro" respondeu Sara, soltando uma risadinha seca. "Por que as coisas não podem ser como eram antes?" "Não entendo o que você quer dizer", enfatizou Jason, apertando os nós dos dedos no volante. "Quando eu sentia que éramos só eu e você", explicou ela com tanto anseio. "Quando eu podia te abraçar e te ajudar a esquecer o mundo ao redor, e te fazer sentir bem de um jeito intuitivo, instintivo." "Queria que fôssemos só eu e você", admitiu Jason. Então ele finalmente olhou para ela, tão escuro e intenso em seu estado de nervosismo queimado, e concluiu: "sempre". O desejo mútuo deles era tão forte. Quando Sara olhou nos olhos dele e percebeu que ele a entendia, foi como se uma conexão viva agora crepitasse e zumbisse entre eles com um impulso elétrico. Ela desviou o olhar, refletindo mais sobre o que viria amanhã e no dia seguinte. Então Sara pensou muito em si mesma, mas não nas mesmas coisas que ele. As portas da garagem estavam bem fechadas, a noite era tão silenciosa, longe daquela caverna de ogro onde o marido dela dormia, e ao lado dela estava o único homem no mundo que ela amava mais que tudo. Quando ela enfiou os polegares por baixo das alças da camisola e as soltou, não foi uma declaração de autodestruição ou de querer ser infiel. Tom tinha passado os últimos dezenove anos destruindo a fé dela naquele casamento. E quando ela deslizou a seda macia sobre os seios ainda generosos, com os mamilos escurecidos e a aréola, deixando-a cair até a cintura e sentindo o calafrio libertador do abandono, foi por instinto de mãe que ela reclinou o banco, inclinou-se para trás e disse o nome dele. --------------- Foi recebido com um sorriso gentil e uma mão estendida quando ele se virou e viu a mãe esperando, depois de ter descoberto os seios que o amamentaram quando criança. O coração dele gaguejou e depois disparou. O resto dele demorou para alcançar. O tempo, ao que parecia, tinha se reduzido a uma rotina. "Tá tudo bem, Jason. garantiu, "vem com a mamãe e esquece tudo. Nada mais importa" "Mamãe, já não sou o mesmo", disse Jason. Foi só o menor indício de aviso, sem qualquer sinal de rejeição. "Pra onde isso vai?" "Pra lugar nenhum", garantiu. "Fica entre eu e você." Ele se moveu na direção dela, aceitando a oferta de nutrição. Jason subiu, inseguro no começo, de modo que se ajoelhou entre os pés dela. Como se já não estivesse apertado o suficiente ali. Tinha que tomar cuidado para não esmagá-la ou se colocar numa posição que não permitisse descanso sem esforço. Nada funcionou pra eles. Finalmente, Sara sugeriu que Jason reclinasse o próprio banco, então, voltando a ele com certa estranheza, ele fez isso e se deitou, depois do que ela subiu no colo dele. Imediatamente notou o volume sólido que crescia na virilha da calça jeans dele. Ela não se arrepiou nem disse uma palavra. Suavemente, inclinou-se para ele, passando o braço em volta da nuca dele e o puxou contra o peito dela. Com um último olhar, uma busca por aprovação, que ela deu, Jason abriu a boca para aceitá-la, apertou suavemente um mamilo e começou a chupá-lo. O mundo de Sara desapareceu instantaneamente. Ela esqueceu rapidamente onde estavam, muito menos os limites apertados do carro. Jason ficou ali, chupando docemente o peito dela. Ainda não saiu nada. Ela nem tinha certeza se sairia, mas entre as coxas dela começou a sentir algo mais do que a excitação do filho. Jason lambeu suavemente, girando a língua para lubrificar o mamilo, e com isso ela soltou um gemido abafado de prazer e o abraçou mais perto, sussurrando palavras de incentivo. "É isso aí, assim mesmo. Só relaxa e aproveita..." A mão direita de Jason relaxou na bunda dela, a esquerda na parte de trás das coxas. Com cuidado, ele a levantou mais alto pra poder puxá-la diretamente pra boca disposta dele, onde a pegou mais molhadamente. Só que agora ele respirava com dificuldade e a beijava, acariciando o mamilo com a língua. Sara estava sentindo tanta felicidade que nem percebeu a transição de amamentar para fazer amor, mas logo ele já estava atacando os dois peitos com uma paixão lânguida que os deixou sem fôlego e tontos. Naquela primeira noite, no entanto, ela também não reconheceu que a sensação no fundo do abdômen era sexual e de forma alguma maternal. Quando olhou as horas, com os dois peitos escorregadios de saliva e bem avermelhados, se surpreendeu ao descobrir que já tinha passado uma hora. Ela se recostou, ainda muito consciente da ereção dele, mas escolhendo ignorá-la, e perguntou se ele estava se sentindo melhor. Jason assentiu devagar, disfarçando a excitação o melhor que pôde com uma expressão sombria. "Tudo bem se você quiser continuar fazendo isso", ele garantiu. "Aqui, quando seu pai estiver dormindo".peitaoA segunda-feira à noite finalmente chegou. Para Jason, o dia tinha sido surreal, considerando sua compreensão da situação e seus sentimentos pela mãe, algo que ele se esforçou para dominar. "Vai fazer alguma coisa no fim de semana?" O chefe perguntou. O que ele podia dizer sobre isso? "Ah, você sabe, vou arrumar o carro de um vizinho, malhar um pouco... chupar os peitos da mamãe"? Quando finalmente chegou em casa depois das cinco, Tom ainda estava voltando, mas a mãe estava preparando o jantar na cozinha. Tomando um banho o mais rápido possível, para tirar o resto da sujeira preta das mãos, foi até a cozinha e a cumprimentou com os mesmos beijos e abraços de sempre. A proximidade estava carregada de mais química dessa vez. Sem nem perceber, os dois se perderam nos olhos um do outro e, de repente, sentindo isso, Sara caiu para trás contra as mãos dele, o que fez com que a pélvis dela se pressionasse contra a dele. De novo, ele estava duro. E de novo ela não disse nada. "Você está me olhando agora como costumava me olhar quando era criança", ela disse efusivamente. "Que quebra-coração, espero que não faça isso com todas as garotas que conhece." "Você sabe que só tenho olhos para você, mãe", ele respondeu casualmente. E ele ia falar sobre a noite anterior, porque sentia que precisava fazer perguntas. Ele tinha ficado eufórico, até animado, mas definitivamente confuso em relação a outras coisas. Antes que pudesse, a porta da frente bateu e o sinal revelador da chegada do pai soou com a pasta sendo jogada no sapateiro. Quando ele marchou pela cozinha, bem ao lado deles, o silêncio foi tão grande que falou mais alto do que a amargura que provavelmente sairia da boca suja dele. Ele foi direto para a bebida, olhando para a mãe e o filho com atenção e uma pitada de suspeita, como se perguntasse que porra eles estavam olhando. E toda vez que os via se abraçando como um par de... porra de hippies. ------------------ Jason sentiu um alívio danado ao se enfiar na cama naquela noite e encontrar o frescor dos lençóis limpos. Ele já tinha se acostumado a se sentir sujo o dia inteiro, todo santo dia, com as mãos calejadas de tanto lidar com ferrugem, sujeira e graxa. Comparado com isso, se sentir limpo e fresquinho era um luxo agora, que ele aproveitava sempre que podia. Foi dormir cedo pra ver um filme de terror, mas nem chegou na metade antes de apagar, deixando a luz e a TV ligadas até depois da meia-noite. E lá no quarto ao lado, a mãe dele não conseguia pregar o olho, deitada junto com aquele ogro bêbado, então ela se esgueirou pra fora da cama e saiu do quarto de novo. Jason se mexeu quando ouviu o rangido da porta abrindo, e depois de novo quando a mãe desligou a TV. Finalmente abriu os olhos e a viu sentada na beirada da cama com o outro roupão de casa, que era preto dessa vez. Ela passava a mão na bochecha dele e esfregava a testa com cuidado. "Desculpa, não consegui resistir", se desculpou. "Você deixou a luz e a TV ligadas." "Foi mal, mãe", ele disse no meio de um bocejo enorme e se espreguiçou. "Tava fugindo da cama do Shrek?" "Não", ela admitiu. "Só tava pensando que, se eu te acordasse, será que você ia querer ir escondido pra garagem comigo por um instante..." --------------------- Sara foi a última a entrar, seguindo Jason, que já estava sem camisa, só de calça de moletom que usava pra dormir. Ela fechou a porta atrás dos dois, em silêncio, e depois pediu pra ele colocá-la de novo na bancada, igual tinha feito no domingo. Mais uma vez, Jason segurou ela pela cintura e levantou com facilidade, colocando ela suave pra ficarem de frente um pro outro, com as coxas separadas pra deixar ele chegar perto. "Dá um beijo na sua mãe", ordenou Sara e esticou os braços pra envolver o pescoço dele. Jason se inclinou. para encontrar seus lábios e fizeram a mesma coisa de sempre, de um lado para o outro como pequenos chimpanzés carinhosos. "Te amo tanto e não te trocaria por nada neste mundo", garantiu. "Eu também, mãe", disse Jason e a beijou de novo. "E nunca vou me cansar de você, dos seus beijos e dos seus abraços", completou, puxando-a para mais perto e mordiscando seu lábio inferior. "Você quer que a mamãe te amamente de novo?". "Sim, por favor", reagiu Jason, sentindo-se endurecer contra ela na hora. Quando ela abriu seu robe de casa para revelar que não usava nada por baixo, ele quase perdeu o equilíbrio. Sara se inclinou para trás, apoiando o peso em uma mão enquanto segurava o filho pelo pescoço e o guiava em direção à sua nudez. Dessa vez, ele não olhou para ela com hesitação. E também não tentou ordenhá-la. No momento em que seus lábios e língua se grudaram no primeiro mamilo, ele já tinha as mãos enroladas nas ancas dela e estava focado em agradá-la. Sibilando e ofegando, sibilando e ofegando, Sara ousou soltar um gemido entre os dentes cerrados, mas se arrependeu na hora em que lembrou que estava na garagem. "Esse é o meu garoto", sussurrou ela, bagunçando o cabelo dele e esfregando o rosto dele contra seus peitos fartos. "Pode chupar mais forte, continua, não vai me machucar!" O tempo se dissolveu mais uma vez. A garagem, fresca e seca no ar da noite, abrigava os sons da respiração ofegante deles e dos beijos e chupadas barulhentos de Jason. Ele estava manejando os peitos dela com as duas mãos, apertando-os de leve e acariciando os mamilos duros com lábios molhados, circulando a aréola habilmente com a ponta da língua e depois lambendo-a. E o tempo todo ele podia sentir a pressão das borboletas que brincavam no seu estômago. Não era justo o quanto ela estava molhada, o tempo todo sendo amada tão apaixonadamente pela própria carne e sangue. "Tá bom, já chega por enquanto", insistiu ela, lutando contra os novos impulsos que surgiam enquanto ainda conseguia. "Sobe aqui", repetiu depois que ele a ignorou para continuar e aproximou o rosto do dela. Os lábios estavam separados por apenas uma polegada quando ela buscou os olhos dele pra ver se ele entendia a importância do segredo dela, e talvez se via nos olhos dele o que ela se recusava a dizer com palavras. "Eu me deixei levar, né?" perguntou. "Não, você não" disse ela timidamente. "Só beija sua mãe e não se preocupa com isso". Então ele fez, se perguntando o que o pai faria se entrasse e encontrasse os dois quase pelados e se beijando daquele jeito. -------------------- Sara pensou que enquanto o filho quisesse, eles poderiam continuar entrando escondido na garagem toda noite onde ele poderia "se alimentar" do peito dela. Sabia que a linha entre criação e sexualidade era fina e se borrava fácil. Depois daquela segunda noite, onde ela instigou ainda mais o encontro entre eles, sentiu que tinha forçado a barra com Jason. Isso não foi certo. Tinha que ser ele quem viesse até ela, então falou isso pra ele no dia seguinte. "Se você quiser, vem me ver quando seu pai for dormir e me pede, e eu vou estar aqui pra você". Ela não sabia o que a fez falar a próxima parte, "a gente nem precisa fazer aquilo. Podia só se beijar, se abraçar, conversar e ficar mais perto um do outro de outros jeitos". Jason não sabia ao certo quais eram esses outros jeitos, mas levou uns dias pra pensar e deixar de lado enquanto lutava com a realidade do que estavam fazendo e o que podia significar. Será que estavam se apaixonando um pelo outro? Já eram tão apaixonados quanto uma mãe e um filho podiam ser. Nunca tiveram a vida das chamadas pessoas normais. Papai garantiu isso. Eles contavam muito um com o outro pra superar a prova da própria realidade pessoal. E como o inferno, ele nunca ia deixar a mãe dele sozinha pra que Tom, que tratava a própria esposa e a própria carne e sangue como as alucinações de um bêbado até o fundo do poço, pudesse abandonar de vez os próprios padrões. Não, a realidade era que eles estavam se expandindo, porque nenhuma família conseguia sobreviver numa base tão apertada, nem mesmo uma que estivesse afundada numa miséria tão nojenta. Eles sentiam qualquer coisa menos miséria quando estavam juntos. A expansão deles trouxe emoção, perigo, excitação... vida! ------------------------ UMA SEMANA DEPOIS... Tom se arrastou pela porta da frente, a noite escura atrás dele, e jogou a mala no chão. O tapete estava todo ferrado e careca onde ele deixava a mala toda noite dos dias úteis desde a última vez que trocaram. E, ainda assim, ele tratou isso como um problema da esposa, encarando com o mesmo desprezo de sempre por tudo, antes de tirar os sapatos e arrancar a gravata do pescoço! O trabalho tava piorando. O desempenho dele, especificamente, tava piorando, e com isso veio a humildade, pela qual ele não era conhecido. E por isso ele tava fazendo mais hora extra, hora extra de trabalho de verdade, não porque tava comendo outra secretária, mas pra encobrir os próprios erros. Quando ele marchou, dolorido, pra cozinha, mal conseguiu esconder a indignação pelo fato de a esposa e o filho estarem sentados diante de pratos sujos, sem nem parar pra reconhecer a presença dele. Era como se o tempo tivesse passado sem ele. "Já comeu?" ele comentou. "A minha tá pronta?" Jason virou a cabeça pra comparar a expressão de mau humor do pai com o que tava na voz dele, depois desviou o olhar pra segurar um suspiro. Sara se recostou e arqueou as sobrancelhas numa pergunta: "perdão por respirar?" e apontou pro outro lado. "Tá no forno. Provavelmente estragado porque você não me ligou pra avisar que ia ficar até tarde." Sente o ardor, seu filho da puta, pensou Jason consigo mesmo. Enquanto isso, Tom ignorou a esposa, preparou uma dose e sentou na cabeceira da mesa. "Então, como vai o trabalho, filho?" Ele se esforçou. "O trabalho tá indo muito bem", ofereceu Jason. "O Jason cozinhou pra gente hoje. Comemos um porco assado com todos os acompanhamentos e uma garrafa de vinho gelado", explicou Sara com orgulho. Quando ela foi se levantar, Jason insistiu pra ela ficar sentada e foi buscar a comida do cachorro. Com uma toalha úmida, colocou o prato quente na frente do pai e comentou: "aqui, não se queima", o que deixou Tom ao mesmo tempo irritado e sem palavras; bem antes de virar o prato na sua inspeção desnecessária, e aí se queimou. Porra, tá fervendo! gritou, balançando os dedos como um louco antes de levar um copo trêmulo de uísque aos lábios. Tom tinha um problema. Tom teve esse problema por muito tempo. Mas agora era claramente evidente que ele não tinha mais controle sobre esse problema. Esse problema, a bebida do Tom, tava controlando ele agora. Era meia-noite antes que ele finalmente apagasse de bêbado. Jason foi pelo menos indulgente o suficiente pra levantar ele e arrastar pro quarto dos pais, onde ele passaria a noite feito uma estrela-do-mar e sem dúvida acordaria pronto pra foder o trabalho outro dia. Encontrou a mãe na garagem quando desceu de novo, e não sabia o que esperar dela, ou se ela esperava algo dele. "O que eu venho fazendo com você aqui", disse com cautela, "não venho fazendo só por você, né?" ela perguntou. "Venho fazendo por mim mesma. Provavelmente sou uma mãe muito ruim. Provavelmente não deveria estar fazendo isso de jeito nenhum." "Você não precisa fazer nada", garantiu Jason com cuidado à distância. "Mas eu quero", disse ela. "Não é?" "Sim." Ele abafou uma risada, meio incrédulo. Sabia muito bem que provavelmente gostava mais do que ela. Mesmo que tivessem que se esconder, contanto que desse pra mãe e a aproximasse, ele tava feliz, pra dizer o mínimo. "O que é tão engraçado?" ela perguntou. "Nada", ele disse e riu de novo, dessa vez sem esperança. "Mãe, eu te amo, e o Seja o que for que você precise, estou aqui para você. Mas será que a gente não devia limpar a sala antes de falar mais alguma coisa? "Posso fazer isso amanhã de manhã", insistiu ele. "Tem mais alguma coisa que você prefira fazer? Comigo, agora mesmo?". E lá estava de novo, aquele olhar nos olhos dela como se um interruptor tivesse sido ligado e a corrente aumentasse. Fez o coração dele disparar e imediatamente a boca encheu d'água de antecipação. Ele engoliu seco e perguntou o que ela tinha em mente. "Se você pudesse fazer alguma coisa agora mesmo", respondeu Sara, "com a sua mãe e ninguém mais ficaria sabendo. Eu me sinto corajosa. Me fala". Mil imagens passaram pela mente de Jason de uma vez, a maioria delas mais gráficas do que palavras poderiam descrever no calor do momento. Tinha o que sua mente queria, o que seu coração queria, e então o que ele queria para a mãe dele acima de tudo. E a mãe dele, acima de tudo, precisava se sentir amada. "Eu amo todos os beijos que a gente vem trocando", disse ele. "Mas a gente já se beijou e sempre vai se beijar", respondeu ela. "Mas eu adoraria te beijar de verdade." "Uau..." "Sim..." ''Então'', pensou ele com força, ''não como um beijo de mãe e filho, mas como um beijo de amantes? Você quer fazer isso com a sua mãe?''. "Só porque minha mãe é você", respondeu Jason. O sorriso de Sara tinha desaparecido, substituído por algo mais escuro e safado, exceto pelo brilho nos olhos dela. Ela também engoliu seco e depois passou as pontas dos dedos pelos lábios, sem quebrar o contato visual com o jovem na frente dela. ''Bom, o que você está esperando?'' ela implorou. "E na minha cama", completou Jason. "Sério?", respondeu Sara de um jeito sensual. "Não vou deixar você dormir no sofá hoje à noite, mãe", disse ele. "Então, com uma condição", concluiu ela. E não precisou pensar muito em qual seria essa condição. ------------------- Jason fez o que mandaram. Não era tanto uma condição, mas uma estipulação, e uma que deixou a mente dele atordoada de espanto, porque levantava a pergunta se a confiança entre Eles eram mais fortes ou se ela tinha saído voando pela janela. O quarto dela estava escuro agora, tudo menos o pequeno abajur na mesa de cabeceira, e ele estava confortavelmente deitado na cama king-size, debaixo dos lençóis, com os olhos fechados como foi instruído. Os pés de Sara quase não faziam barulho enquanto ela andava descalça pelo chão em direção a ele, e então o colchão afundou e ela estava na cama ao lado dele, pele contra pele. No momento em que sentiu a carne quente e macia roçar a sua, Jason começou a ficar à altura da ocasião e, quando abriu os olhos, ela o encarou com uma adoração maravilhosa e uma excitação nervosa. "Tá tudo bem, filho", ela sussurrou e se juntou a ele num abraço de corpos macios e membros entrelaçados, e suas bocas se abriram para se formar como nunca antes. Imediatamente, suas línguas se lamberam, rodopiaram e dançaram, e os lábios molhados se franziram e estalaram deliciosamente. Então ela se afastou, sem fôlego, e riu baixinho antes de voltar para mais. "Meu Deus, isso é incrível", Sara ofegou entre beijos longos e deliciosos. Ela poderia ter se entregado instantaneamente a ele ali mesmo se ele não fosse dela. Mas, mesmo assim, as coisas tinham escalado até esse ponto entre eles, e era bom; fez ela se sentir tão lindamente necessária, e o próprio filho dela a fez se sentir a mulher mais amada do mundo. Eles se beijaram, ou estavam transando agora, se acariciando e se beijando, se abraçando um ao outro, pelo que pareceu a noite toda. Era divino sentir ele tocar os peitos dela do jeito que fazia, com mãos fortes e magistrais, e acariciar a bunda dela enquanto a coxa dele roçava o quadril dela. Uma ou duas vezes, ele colocou a mão suavemente sobre a buceta molhada e quente dela. Ela teve que se recompor e lutar contra o impulso de deixar ele entrar, tirar a mão dele e colocar de volta na bunda ou nos peitos dela. Só passou uma hora antes que ela decidisse que algo precisava ser feito com aquela dureza. impossível que ele tivesse passado de esfregar ardentemente a parte inferior da barriga a deslizar ocasionalmente contra um lugar onde nunca tinha estado desde o dia do seu nascimento. Caso contrário, ele poderia continuar se inclinando para brincar. Ela perguntou se podia tocar nele. Ele disse que sim, desde que ele pudesse tocar nela. Isso não fazia parte da condição, ela disse, mas ele queria aliviar a frustração que estava causando nela. "Isso tem que ser mútuo, mãe", ele insistiu. "Isso viraria sexo, Jason. Você realmente acha que devemos ir por esse caminho?" Ela não ousou dizer o que sentiu naquele momento porque queria que ele tivesse o controle e que dissesse que queria. "Tenho tanta sorte", ele disse e acariciou ela. Sara o colocou de costas e se virou de lado, ficando meio sentada, olhando para o mastro da barraca escondido debaixo dos lençóis na altura da cintura dele. Isso era algo que não acontecia todo dia, pensou ela, nem nunca. Ela se inclinou sobre ele, se aproximando, até que o peito direito dela ficasse bem na cara dele e mandou ele chupar e se divertir. Devagar, ela usou o pé esquerdo para puxar o lençol para baixo até se deparar com a vista maravilhosa da glória dele em pé. E o primeiro pensamento dela foi imediatamente como seria deliciosamente fácil deslizar fundo na buceta encharcada dela naquele momento. Em vez disso, ela se inclinou e envolveu a mão em volta dele, abaixando suavemente o prepúcio para revelar tudo e disse como ele era lindo. E era uns bons cinco centímetros mais comprido que o pé inteiro dela. Talvez até precisasse de um pouco de lubrificação para ajudar o movimento da mão subindo e descendo, porque ela ia masturbar ele o máximo que pudesse e testar a resistência do garoto. Jason não aguentou muito. Ela nunca tinha visto tanto esperma sair de um pau tão grande na vida dela. A última semente pecaminosa, na grande zona erógena da mente dela, tinha sido plantada. E Ela dormiu com ele naquela noite como não fazia há anos. ---------------------- Tudo chegou a um ponto crítico no dia seguinte. Só Deus sabia como Tom conseguiu se recuperar a tempo do coma alcoólico ou, por sorte, como Sara conseguiu acordar ao lado do filho depois de pouco mais de duas horas de sono. Eles se encontraram no patamar da escada, como dois pistoleiros ao meio-dia, e Sara pelo menos estava vestida até certo ponto. O olhar nos olhos de Tom era de um animal ferido e envergonhado, como um cachorro que levou uma cintada do dono. Mas no mundo dele, ele era o dono de tudo. "O quê?", ele implorou, miserável, enquanto ela ficava parada, se perguntando o que poderia fazer. Ela não respondeu, pelo menos não com nada além de um olhar de pena. "Vamos, mulher", ele cuspiu. "Qual é o seu jogo?" "Só uma vez eu gostaria de merecer o jeito que você fala comigo, sua criatura patética do caralho", ela cuspiu de volta. E Jason acordou com o som da mão do pai batendo na bochecha da mãe. Aconteceu com uma força tão ensurdecedora que o eco da palmada quase abafou o som do corpo leve dela despencando no chão. "Que porra você pensa que está fazendo?" Jason explodiu, cheio de dentes e saliva espumando. Ele estava ajoelhado ao lado da mãe, protegendo-a de mais violência, porque senão não tinha dúvida de que ele mesmo cometeria aquela violência. Tom, enojado com os dois — porque Deus o livre de ele ficar enojado consigo mesmo, ao menos uma vez —, cambaleou até o banheiro com passos pesados e desajeitados, enquanto Jason ajudava a mãe a se levantar com cuidado e a sentava no quarto dela, dizendo para ela esperar até o pai sair de casa. Quando ele saiu do quarto e fechou a porta, ficou arrasado por ter que dar as costas aos soluços impotentes dela. Era hora de ter uma conversa séria com o pai. E se Tom não gostasse do ultimato que estava por vir, ele podia refletir sobre isso com a mandíbula quebrada. Pra ser o mais claro possível, pai atacou a mãe hoje de manhã numa das bebedeiras dele", falou baixinho no telefone pro chefe. "Ele foi embora agora, mas cê entende que eu tenho que ficar aqui e garantir que ele não volte pra terminar o que começou." "Garoto, não se preocupa com o trabalho. O que você precisar, tá garantido. Espero que sua mãe esteja bem", respondeu. Jason se encheu de carinho, agradecendo. "Se quiser, pode deixar um serviço aqui fora e eu trabalho de casa." A risada atrevida quase ensurdeceu ele. "Nenhum cliente é tão especial assim, filho", interrompeu e desligou. Então Jason passou o dia em casa, mantendo a mãe segura e cuidando do hematoma vermelho e tenro que brilhava na maçã do rosto dela. Lá pelo meio da tarde, Sara insistia pra ele voltar ao trabalho. "Vou ficar bem", disse ela, sem ver como seria inútil ele voltar pro trampo por duas horas. Pra agradar ela, ele foi trabalhar no Cutlass na garagem. Não viu o tempo passar depois disso.

--------------------------- Era quase seis horas quando Sara entrou na garagem, pela frente da casa. Pra confusão dele, ela fechou a porta da garagem atrás de si e depois foi até a porta lateral acender as luzes. "Oi, mãe", reconheceu com simpatia, e depois, "ainda tinha luz lá fora. Não precisava ter feito isso." "Prenderam seu pai", disse ela sem um pingo de emoção. O olhar dela era tudo menos distante. Na verdade, acertou em cheio e foi direto ao ponto. Jason só escutou e tentou processar. "Pelo visto, ele não foi trabalhar hoje. A polícia foi chamada pra uma briga num bar do outro lado da cidade que acham que era ele. Depois foi preso depois de bater num carro da polícia que ele se recusou a parar. Ele tá na merda até o pescoço e eu não poderia ligar menos." "Te amo, mãe", lembrou Jason. "E você não precisa disso. Eu cuido de você." "A gente cuida um do outro, hein, partidor de corações", ela assentiu com a cabeça. Embora ela não tenha sorrido, ele conseguiu ver a vida nos olhos dela, prestes a transbordar. Jason sorriu sério então e ergueu as mãos pretas e oleosas. Isso fez a mãe dele lembrar e rir de bom grado. Depois, "me suja", disse ela, se recusando a correr. "Coloca suas mãos sujas em mim. Não tô mais fingindo pra ninguém. Dane-se o que pensam." Jason estava em cima dela num instante, levantando-a nos braços e cobrindo a blusa branca e o jeans dela com marcas de mãos pretas. Pra garantir, colocou uma mancha preta no nariz dela e depois uma debaixo de cada olho, tipo pintura de guerra. Aí beijou ela várias vezes, tomado pela euforia. Isso logo mudou, e também a natureza dos beijos. Num momento era puro amor, no seguinte era carente e emocional. Depois, de novo, estavam se beijando e a mão dela estava acariciando o volume crescente no jeans dele. Quando ela olhou nos olhos dele de novo, falou bem sério. "Se pudesse fazer qualquer coisa agora, o que seria?" ela perguntou. "Sou um cara muito sortudo", insinuou. O coração dela deu um pulo. "Sou sua mãe. Você não pode esquecer isso", avisou. "Eu sei", disse Jason e baixou a cabeça, mas ela forçou ele a levantar o queixo de novo. "Se começarmos a transar, não tem volta", disse ela friamente. "Vamos ter que esconder isso das pessoas e fingir e dar desculpas. Não posso escolher isso por você. Não te deixei ontem à noite por causa disso. Você sabe. Tava te protegendo." "Entendo", disse ele com tristeza. "Não, não entende", disse ela. "Tô pedindo pra você escolher, conscientemente. Você realmente quer começar a transar comigo? Sua mãe?" "Sim, mãe", disse ele sem jeito. "Não tem ninguém que eu ame mais." "Queria ter feito ontem à noite", confessou ela. "Já quis fazer isso no último ano, me perguntando o que passava na minha cabeça." "Queria ter sabido", disse Jason, tremendo de adrenalina e desejo. E aí, o olhar que a mãe dele deu agora, cheio de promessas e determinação, quase fez ele explodir. "Agora me pergunta o que Quero", ordenou. Jason engoliu em seco, a boca completamente seca. E então perguntou: "O que você quer, mãe?" "Quero que você venha para a cama e transe comigo, filho", ronronou. "Vai fazer isso agora?" A resposta dele foi o beijo de um amante. ---------------------- Sara estava certa em recriar os acontecimentos da noite anterior. Só que desta vez eles se ajudaram a se despir à luz do dia e foram para a cama juntos, apaixonados pelos travesseiros e lençóis amassados que estavam desfeitos desde aquela manhã. Nada disso importava agora que estavam entrelaçados e buscando avidamente as bocas quentes um do outro, as línguas lambendo e lambendo. Finalmente, o sonho de Jason se realizou. Eles se beijaram felizes, enquanto faíscas voavam. E então ele desceu para mamar nos peitos dela de novo, e ela não o impediu de explorar a buceta dela com a mão desta vez. Dessa vez, ela o incentivou a ir até o fim, a esfregar a buceta depilada dela, a acariciar o clitóris pulsante e dolorido dela, e a provar o calor macio e escorregadio; depois disso, ele a provou e aprovou. Uma grande parte de Jason não conseguia compreender a realidade enquanto ela se desenrolava diante dele. Lá estava ele, fazendo preliminares incestuosas com a própria mãe, sabendo que estavam consumando o amor de uma vida inteira através do ato sexual. Sara ordenou que o filho se deitasse de costas, onde novamente se deitaram lado a lado, acariciando o comprimento da ereção firme dele. Desta vez, ela não conseguiu evitar se inclinar para saboreá-lo e levá-lo à boca para chupar e molhar antes de beijá-lo de novo. E ficaram assim por um tempo porque era gostoso aproveitar o amor um do outro antes que a luxúria os fizesse colidir de novo. Sara considerou ceder mais uma vez simplesmente para dar a Jason uma última chance de voltar atrás, embora soubesse que esse momento já tinha passado. Os dois se queriam. Ia acontecer. Ela montou nas coxas de Jason e começou a esfregar a ponta inchada do pau ereto dele pra cima e pra baixo na entrada molhada da buceta dela. Com os olhos vidrados, perdida na sensação, Sara sussurrou: "eu cuido disso, amor, não se preocupa", e sentou de uma vez naquele pau de quase vinte centímetros do filho dela, soltando gemidos juntos quando se uniram pela segunda vez na vida e começamos a transar. No momento em que encaixaram daquele jeito, parecia claramente destino. Por todo o sofrimento dela, e pela juventude perdida de Sara e a vida adulta dolorosa, a vida deles juntos, sozinhos, compensaria tudo que perderam. E pra compensar toda a intimidade e o sexo, o sexo entre ela e o filho sempre ia gratificar, satisfazer e realizar. O velho amargurado tinha se autodestruído no final, libertando eles. E quem ia torcer o nariz pra um filho carinhoso que passa a vida com a mulher que o criou e protegeu daquele horror? No final, porém, ele tinha protegido ela e agora ela continuaria dizendo que ele era de fato o protetor dela. Quem poderia discutir, mesmo se quisesse? "Ah, Jason", sussurrou uma e outra vez, tão orgulhosa e apaixonada e se desmanchando com o pau dele penetrando fundo e largo. Ela gozou forte e rindo da estupidez de tudo, mostrando pra ele essa vulnerabilidade secreta. E assim que ela gozou, ele virou ela e tentou fazê-la gozar de novo e de novo. A última luz do dia estava no horizonte quando ficaram de frente um pro outro, Jason enrolado nas coxas da mãe e as mãos dela seguradas pelas dele acima da cabeça. Eles se beijaram e lamberam enquanto ele deslizava fundo e confortável e ela comentou como era gostoso sentir ele dentro dela assim. "A mesma coisa, mãe", ele ofegou e se ajoelhou, usando os joelhos dela pra sustentar o peso enquanto colocava a energia que restava em empalar ela devagar com o corpo todo. Os gemidos entre eles ficaram mais altos e Jason se moveu mais rápido, os quadris da mãe dele balançaram pra frente pra encontrar as dela, até que ele soltou o próprio clímax. E ela voltou, ali e naquele instante, com ele o caminho inteiro. "Jesus Cristo, isso é intenso", ele gritou enquanto inchava e explodia pra semear ela com o esperma dele. "Ah, filho", gemeu ela, apertando ele com força pra sentir passar de uma carne dura e quente pra um amor líquido. E quando a última luz se apagou, terminaram, acoplados. ------------------------- A casa tava escura, nem um som, nem um pio; nada além da sensação da carne quente e nua dele pressionada. Ele beijou ela de novo com um beijo de amante e endureceu contra a coxa externa dela, e ela se molhou pra receber ele de novo. "Alguém tá feliz", disse ela, e ele soltou uma risadinha, envolvendo ela com os braços, pegando a mãe dele só pra ele. "Te amo, mãe", respondeu com a mais profunda verdade. "Mas desculpa pela sua buceta, porque ela vai ser fodida". Ela guiou ele por trás enquanto comiam e soltou uma gargalhada, depois um gemido de satisfação. "Ah, você ainda tem muito que aprender sobre mim, bebê", avisou. "E esse pinto lindo vai estar em sérios apuros quando você estiver cansado e eu tiver tesão..." "Fico feliz", disse ele, e deslizou fundo até o colo do útero dela, onde encheria a mãe dele uma e outra vez, e nenhum dos dois se cansava do outro. Era um par feito no céu pros dois. Fim.Cu
mamaE quero mais histórias assim, não esqueçam de deixar seus pontos!!!!

Comentários em Destaque

14 comentários - Amor de mãe

mamaria esos senos aunque de bebe lo huberian hecho y no dudaria en darle hjos
EdrNad +3
10/10
un poco mas de imagenes de tu madre tio hermosa
Mc38 +1
Pasa fotos de ese perro culazo
Cómo se llama la chica de la foto con una reta al aire? Me volvió loco
10pts lindo muy bueno pero le falto mugre suciedad pija concha leshita culo eso le da morbo muy correcto politicamente y por eso es bueno y realista hay relato se llama mama necesita coger el hijo ayuda a mama con fotos hasta qe se la montan
Ma, quiero jugar.
-A qué, hijo?
-A tocarte.
-Sí? Cómo se juega?

Mamá me estaba siguiendo el juego.

-Bueno, se empieza enseñándome labombacha.
-Y ahora te puedo tocar más abajo, mamá?
-Dónde más abajo, hijo?
-Te quiero tocar la concha, mami.
-Ummm, sí, suavecito tesoro.

Me bajé el pantalón, saqué mi pija afuera,