O velho zelador, Parte 6: A vingança

O ritmo da respiração de Penélope ficou lento e pesado, o corpo voluptuoso e mole dela relaxou completamente sobre o peito de Juan. Os peitões dela, ainda sensíveis pelo uso recente, se espremiam contra a pele dele, buscando o calor do torso. Juan sentiu o peso da esposa sonolenta, o hálito quente dela acariciando a pele, mas ele não conseguia dormir. Os olhos dele estavam fixos no teto, mas a mente estava afiada, girando com uma necessidade latejante de vingança e controle. Com um movimento suave pra não acordá-la, ele pegou o celular na mesinha de cabeceira. A luz da tela iluminou o rosto dele na penumbra.

Os dedos dele se moveram com rapidez e precisão, digitando o nome de Mario na barra de busca das redes sociais. Ele precisava encontrar um ponto fraco, um jeito de nivelar o jogo onde Mario parecia ter todas as cartas na mão. Não demorou pra achar o perfil. Mario não era lá muito cuidadoso com a privacidade. Juan deslizou o dedo pra cima, passando por fotos de almoços em família e reclamações políticas, até que algo chamou a atenção dele. Uma marcação numa foto recente: "Com minha princesa". Juan clicou no perfil da moça.

Yasmin. A filha de Mario. Juan estudou a foto com interesse predatório. Ela era morena, com o cabelo escuro e ondulado caindo sobre os ombros. Baixinha, de corpo miúdo mas com uma silhueta que parecia bem proporcionada pra altura dela: uns peitos normais mas que valiam uma olhada e um quadril gostoso. Tinha uns trinta anos. Na foto, ela sorria pra câmera, mas tinha algo nos olhos dela, na curva dos lábios, que gritava uma disponibilidade quase instintiva. Tinha uma cara de putinha do caralho, uma mistura de inocência fingida e uma experiência latente que Juan reconheceu na hora. Um plano tomou forma na mente dele, sólido e torto.

Nos dias seguintes, Juan se moveu como um fantasma, mantendo uma fachada de normalidade enquanto Penélope cumpria seus encontros com Mario, ignorante da teia que se tecia nas suas costas. Da conta falsa que criou especificamente pra isso, Juan começou a bombardear Yasmin com mensagens. Não foi direto no começo; preparou o terreno com elogios sobre as fotos dela, comentários espertos que despertaram a curiosidade dela. Yasmin respondeu. No começo com cautela, depois com emojis, e finalmente com textos longos e cheios de charme. Juan soube como ler ela; ela gostava de atenção, gostava do perigo de um desconhecido que parecia entendê-la melhor que ninguém.

A conversa escalou rápido. Juan usou toda a sua astúcia, descrevendo coisas que faria com ela, pintando cenários que tiravam o fôlego dela do outro lado da tela. A sedução foi um jogo de xadrez rápido, e Juan deu xeque-mate em menos de uma semana. Marcaram de se ver. Yasmin sugeriu um bar, mas Juan, calculista, propôs que fossem direto pro apartamento dele. "Pra ficar sozinhos", escreveu, e ela aceitou com um "hahaha, atrevido". Sabia que naquela noite Mario tinha planos de estar com Penélope, se afundando na carne da esposa de Juan, o que dava a ele a coartada perfeita e a ironia máxima.

Na noite do encontro, o clima no apartamento de Yasmin era pesado, carregado pelo álcool e pela expectativa. Chegaram com uma garrafa de uísque de qualidade que já estava pela metade. Yasmin se movia pela sala pequena dela com uma moleza de bêbada, rindo à toa, a saia curta subindo um pouco mais a cada passo. Juan observava ela, sentado no sofá, com a câmera do celular já gravando, apoiada discretamente num travesseiro na mesa de centro, enquadrando o sofá onde ela se dirigia até ele.

Yasmin caiu em cima dele, beijando ele com uma fome desesperada, a língua dela dançando com a de Juan enquanto as mãos dela lutavam pra abrir o cinto dele. Juan deixou ela assumir o controle por um momento, curtindo a vista da filha do inimigo dele desesperada pela pica dele. Depois, agarrou ela pela cintura e Virou ela, colocando de quatro no sofá, exatamente na mesma posição que o Mario usava com a Penélope. A ironia não passava despercebida pra ele; aquilo era um espelho perverso.

Sem aviso, João enterrou dentro da Yasmin. Ela gritou, uma mistura de dor e prazer que se afogou na almofada do sofá. João não teve pena. Comeu ela como um garanhão, com a mesma raiva bruta que imaginava que o Mario usava com a Penélope. Cada estocada era funda, fazendo tremer a bunda pequena e firme da Yasmin, batendo a pélvis dele na dela com uma força ritmada e ensurdecedora. A câmera gravava tudo: a cara de prazer distorcido dela, o vai e vem das coxas, e o olhar frio e vingativo do João enquanto usava ela.

- Assim! Mais forte, filho da puta! Você tem uma piroca enorme, tá me rasgando!! - gritou a Yasmin, cravando as unhas no estofado do sofá, completamente perdida no ato, sem saber que tava sendo filmada, sem saber que era um peão na guerra do pai dela.

João aumentou o ritmo, sentindo a pressão subindo nos colhões. Agarrou firme no cabelo escuro dela, puxando a cabeça dela pra trás pra arquear as costas e deixar a cara dela bonita no vídeo que gravava escondido, penetrando ela ainda mais fundo. O pensamento no Mario, naquele momento provavelmente dentro da Penélope, deu o impulso final. Com o olho fixo na lente da câmera, João soltou toda a raiva e a putaria. Tirou quase até a ponta e enterrou com uma estocada final, esvaziando uma quantidade enorme de porra quente dentro da barriga da Yasmin, enchendo ela sem proteção, marcando ela por dentro. Ela tremeu debaixo dele, gemendo enquanto sentia as contrações do pau dele liberando a carga.

Quando a respiração voltou ao normal, João se arrumou rápido. Yasmin ficou largada no sofá, meio apagada pelo álcool e pelo orgasmo, sorrindo besta. Ele parou a gravação, salvou o vídeo e saiu do apartamento sem olhar pra trás.
Ele entrou no carro e foi pra casa, mas parou uma quadra antes. Com as mãos tremendo levemente por causa da adrenalina, abriu o chat do Mario no celular. Sem escrever uma palavra, anexou o vídeo. Apertou enviar. O arquivo partiu pro homem que achava que tinha o controle.

Juan chegou na porta do apartamento dele. Antes de colocar a chave, ouviu o som da porta principal do prédio sendo aberta com força no fim do corredor. Mario saiu correndo do próprio andar, pálido, com os olhos injetados de sangue. Parou de repente quando viu Juan parado ali. Os dois homens se encararam no corredor mal iluminado. Mario estava com a camisa meio abotoada, a calça vestida às pressas. O peito dele arfava, não por causa do exercício, mas pela raiva pura e absoluta. Olhou pra Juan, depois pro celular na mão dele, e entendeu tudo. Não disse nada. Não teve gritos, nem xingamentos. Não era o lugar nem a hora. Só um silêncio pesado e carregado de violência contida. Mario apertou os punhos até os nós dos dedos ficarem brancos, virou nos calcanhares e foi em direção ao elevador que o levaria pro apartamento dele, sumindo como um bicho ferido.

Juan esperou alguns segundos até o eco dos passos do Mario desaparecer. Subiu pro andar dele, abriu a porta de casa e entrou. O apartamento estava em silêncio, exceto pelos sons vindos do quarto principal. Sons que ele conhecia bem. Caminhou até o quarto e parou na soleira.

Penélope estava na cama, de quatro, com o rosto enterrado no travesseiro e a bunda pra cima, tremendo. Mario tinha ido embora no meio do ato, deixando ela mal comida, frustrada e cheia de uma necessidade insatisfeita. A buceta dela estava aberta, molhada e esperando, brilhando com a lubrificação. Ao ver Juan na porta, Penélope levantou o olhar, surpresa.

— Que rápido você voltou... O que aconteceu com o Mario? — perguntou confusa. Juan se aproximou da cama, desafivelando o cinto enquanto andava.

—Não sei, vi ele saindo apressado como se tivesse visto um fantasma —disse se fazendo de bobo—. Mas já que te encontro assim, acho que não vai te incomodar se eu continuar...

Não precisava de palavras. Mario tinha falhado, tinha fugido como um covarde, mas Juan estava ali pra terminar o serviço. Subiu na cama, colocou uma camisinha pra disfarçar o jogo, e depois atrás dela. Sem esperar, afundou na buceta molhada e quente que Mario tinha deixado preparada. Penélope gritou de alívio quando Juan a preencheu, retomando o ritmo brutal onde o outro homem tinha parado, reivindicando o que era dele e terminando o trabalho que Mario não conseguiu. Comeu ela com brutalidade, como se não ligasse realmente pro prazer, só pra marcar território.

Depois de um bom tempo furando a buceta dela com violência, virou Penélope com um empurrão, colocando ela de barriga pra cima, tirou a camisinha e começou a penetrar o cu dela, com ainda mais violência. Enquanto com uma mão apertava os peitos dela, deixando marcados, com a outra dava tapas e enfiava os dedos dentro da boca da esposa, pra ela lamber e chupar.

—Isso, Penélope... Me mostra o quão puta você é... O velho não conseguiu te comer e agora você precisa da minha pica dentro.

Continuou a fodida pesada por um bom tempo, enquanto Penélope se afogava em gritos de prazer e orgasmos, e os peitos dela balançavam pra todo lado de forma frenética. Tanto que até deu um pequeno squirt enquanto Juan destruía o cu dela. Quando chegou a hora de gozar, Juan esvaziou as bolas dentro do cu da esposa. Ficou um tempo dentro dela até a pica parar de pulsar, e depois saiu devagar, sem deixar o soro escorrer.

—Junta tudo e bebe, seu pedaço de puta.

Penélope obedeceu, levando os dedos até a entrada do cu e juntando o soro que escorria de lá. Depois levou a mão Mão na boca e engoliu todo o leite do marido. O pouco que ficou lambuzado nos dedos, ela usou pra esfregar nas tetonas enormes, enquanto apertava e beliscava os bicos dos peitos.

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