Morena hormonal - A peituda gostosa do hospital

Faz mó tempo que eu não postava nada, mas hoje voltei com tudo. Meu conteúdo é quase todo gay, mas essa putinha masoquista merecia um post. -*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*- É uma mina pequenininha: eu tenho 1,77 e sou grandão, ela mal chega no meu peito. Toda hora tem que levantar a cabeça pra me olhar e adora se aninhar no meu peito. Corpinho pequeno mas bem cheinho, com barriguinha macia, coxas grossas que se roçam quando ela anda, uma bunda grande e pesada que quica, e uns peitões enormes, macios que nem um antistress, mais que um C fácil, D ou DD, fofinhos e perfeitos pra apertar (a foto é pra vocês terem uma ideia).Morena hormonal - A peituda gostosa do hospitalFomos várias vezes no Hospital Mariano e Luciano de la Vega em Moreno. Mal a gente se via perto do hospital, a gostosa já começava a se insinuar, se abaixava pra eu ver a raba, quando eu sentava, ela colocava os peitos na minha cara (são um baita travesseiro). Mas óbvio que não era só ela se divertindo: quando dava, eu encostava ela na parede e apertava aquelas tetonas gigantes contra o peito dela (um dia, de desculpa, ela tirou a blusa térmica e me mostrou os peitos, dava vontade de morder igual marshmallow). Eu puxava ela forte pelo cabelo pra beijar a boca dela ou segurava pelo pescoço e apertava enquanto enfiava a língua. É tão excitante como a menina mal-humorada vira uma putinha pidona quando um macho domina ela direitinho — ela curte pra caralho que eu force, que eu pegue bruto. Ela resiste um pouco (me empurra, diz que não sabe se tá a fim e me obriga a sempre tomar a iniciativa), mas é puro jogo… quanto mais eu forço e "maltrato", mais molhada e puta ela fica. Nessas visitas, sempre terminávamos no fogo. Eu apertava os peitos dela por cima da roupa, mordia o pescoço quando ela levantava a cabeça pedindo mais, e ela passava a mão nas minhas coxas procurando meu pau duro. Quanto mais eu esquentava ela, mais submissa a putinha ficava, pedindo mais e sentindo a buceta dela como um aquecedor de tão molhada que fica. Um dia, nós dois com muita vontade de tanto toque disfarçado, decidimos procurar um lugar mais privado. Andamos por umas ruas até achar uma tranquila perto do hospital, quase sem carros, um lugar silencioso. Empurrei ela com força contra uma parede e comecei a devorar ela assim que pude. Peguei ela pelo cabelo pra beijar a boca toda, depois fui pro pescoço e apertei forte, deixando ela sem ar (ela adora que eu enforque, fica toda molhada quando corto a respiração dela — demorei pra confiar que ela aguentaria um enforcamento forte, mas a putinha aguenta perfeito). Com a outra mão, tirei aquelas tetonas enormes da jaqueta e apertei forte, amassei igual massa — tava com tanta vontade dessa puta por causa do jeito que ela me esquenta. e o jeito inocente que ela faz, dei uns tapas nela, puxei os peitos duros e via ela tapando a boca pra não gemer, mordi e chupei um pouco pra matar a vontade e deixar marca. Virei ela contra a parede, baixei um pouco a calça dela e bati naquela bunda grande e pesada, enfiei a pica contra a bunda dela enquanto ela me beijava várias vezes, bem forte, umas enfiadas bem intensas, deixando as marcas vermelhas da mão na bunda dela, ah a putinha que me deixou tão tesudo. Depois peguei ela pelo cabelo de novo e fiz ela se ajoelhar ali mesmo. Baixei a calça só o suficiente e meti a pica na boca dela sem deixar nada pra fora. Fodi a garganta dela fundo, forçando ela a engolir tudo mesmo que ela resistisse um pouco, não tava nem aí se ela ficasse sem ar, era minha puta e tinha que aguentar a pica do macho dela (essa brincadeira deixa ela ainda mais tesuda em ser uma puta completa). Batia com a pica na cara dela (ela ficava ainda mais puta) e na língua, batia na boca dela e enfiava até o fundo. A gatinha gemia baixinho, feito uma putinha meiga por ser tão pequenininha, mas super puta pelo jeito que se deixava usar. Enquanto comia a boca dela, continuava apertando e puxando os peitos, dando tapas na bunda e na cara. A coisa tava ficando cada vez mais quente… até que vi de canto as luzes de uma viatura particular. Cortamos tudo rápido, nos escondemos como deu e vazamos. Mas claro que tudo ficou gravado. Ela é meiga pelo tamanho e por esses gemidinhos suaves, mas vira uma puta masoquista total quando pego ela pelo cabelo, sufoco, obrigo e trato na bruta. Ela gosta de resistir um pouco porque sabe que mesmo assim vou usar ela do meu jeito, porque quando esquento ela, uso até ficar satisfeito. -*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*- Querem a Parte 2 de quando levei ela na casa do meu pai e comi a garganta dela no meu quarto?

2 comentários - Morena hormonal - A peituda gostosa do hospital

Muito bom teu conto. Tô esperando o próximo.