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historia - relatoEla se chamavaBetza, minha namorada de dois anos. Uma puta em segredo. Adorava chupar cu, e não qualquer cu limpo… gostava quando tava sujo, suado, com aquele gosto forte e amargo. No começo eu tinha nojo, mas ela ficava louca. Se ajoelhava atrás de mim depois da academia, abria minhas nádegas com as duas mãos e enfiava a língua bem fundo, gemendo que nem uma puta enquanto comia meu cu sujo.
Um dia, entre cervejas, contei pros meus parceiros. Falei como a Betza era puta, como ela adorava lamber cuzão sujo. Todo mundo riu, mas um deles, o FDP do Raul, ficou calado… com os olhos brilhando. Ficou obcecado.
Uma tarde cheguei em casa mais cedo que o normal. A porta do quarto tava entreaberta. Ouvi barulhos molhados, gemidos abafados. Cheguei devagar e lá estava a cena:Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.completamente nua de joelhos, com o rosto enterrado entre as nádegas peludas e suadas do Raúl. Ele estava de pé, calças nos tornozelos, segurando a cabeça dela com força enquanto ela comia o cu dele com desespero. Dava pra ouvir o som nojento e molhado da língua dela entrando e saindo, chupando, lambendo toda a sujeira que tinha ali. Raúl gemia:
—Assim, puta… enfia a língua mais fundo, Betza… é isso que você gosta, né? Mais sujo que o do seu namorado…
Betza tinha uma mão entre as pernas, se masturbando que nem uma louca enquanto devorava o cu dele.
Naquele momento ela abriu os olhos e me viu parado na porta. Se separou de repente, com a boca brilhando de saliva e restos, o rosto vermelho e cheio de vergonha.
—Amor… desculpa… me perdoa, por favor… —implorou com a voz trêmula, ainda de joelhos, com fios de saliva pendurados nos lábios.
Mas já era tarde.
Não tinha perdão possível.
A puta tinha cruzado a linha. E o pior… é que eu vi nos olhos dela que, mesmo me pedindo perdão, a buceta dela continuava escorrendo por ter comido o cu sujo do meu amigo.

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