Trio gostoso: primavera, outono e inverno

Faz um tempo que passei por essa aventura louca, que lembro com muito prazer.
Eu sou Inverno, um homem de 50 anos, professor de profissão, de físico comum, nada extraordinário, mas me mantenho em boa forma. Sempre tive uma boa relação com minhas alunas, inclusive várias dão em cima de mim, mas só até aí.
Valéria, uma garota que mora no mesmo prédio que eu, vai ser Verão, uma mulher de uns 35 anos, curvilínea, com uma bunda gostosa e pernas lindas, peitos não muito grandes, mas redondinhos. Mora sozinha, mas é comum ela ter encontros no apartamento dela com caras diferentes que a visitam, mas cada um com sua vida. Minha relação com ela é bem simples: um oi, uma conversa cordial de vez em quando e só. Mas é verdade que ela vive de shortinho curto, mostrando aquela bunda enorme e as pernas lindas.
Primavera, uma jovem que também mora no mesmo prédio, chamada Ísis, de uns 19 anos, vive com a mãe. Ela é magrinha, delicada, simpática, isso sim. Quase sempre a encontro de legging, regata e top, o que deixa ver as pernas finas, mas bem torneadas, quadris pequenos, mas com uma bundinha boa, daquelas redondinhas e empinadas, cintura fina e peitos redondinhos, bem juvenil. É uma graça, sempre me cumprimenta de um jeito alegre e provocante, mas nunca passou disso.
Moramos num prédio tranquilo, o pessoal geralmente não está por perto, já que todo mundo trabalha e sai cedo, voltando só à noite. Então, durante o dia, é bem sossegado. Os apartamentos são totalmente independentes, mas compartilhamos a área de estender roupa, e é aí que a coisa fica interessante.
Um dia que não tive aula, lavei umas roupas em casa. Tudo normal, subi pra estender e, como sempre, tinha mais roupa lá. Não liguei, porque era algo comum. Passou um tempo e subi pra pegar a roupa. Como vocês podem imaginar, eu estava em roupa confortável: uma bermuda, camiseta e tênis, roupa normal de casa. Enquanto recolhia a roupa, me deparei com uma calcinha fio dental minúscula, daquelas de cordinha, preta. A parte da frente, que era só um triângulo, era de renda, bem sexy. A tanga, tô ali, olhando pra ela, sem saber o que fazer, quando de repente ouço uma voz…
"Acho que isso é meu, profe", me tirando dos meus pensamentos, era a Valéria que me encarava. Surpreso e envergonhado, respondi: "É… desculpa, Vale", sentia meu rosto pegando fogo e só estendi a mão pra devolver a tanga. Valéria soltou uma gargalhada: "Não fica vermelho assim, parece que nunca viu uma", e eu respondi: "Não é isso, Vale, primeiro você me assustou, achei que tava sozinho, e segundo, não quero que pense que sou um tarado que mexe nas roupas das mulheres". "Você? haha, nunca pensaria nisso", ela respondeu, "mas cê não acha essa tanga linda?" Linda? É uma peça muito sexy, que imagino que deve ficar muito bem em você. Ela deu uma risadinha: "Mas é claro que fica bem, todas as minhas calcinhas ficam excelentes". Se aproximando de mim e praticamente no meu ouvido, disse: "Podia até modelar algumas pra você". "Haha, cê tá brincando, Vale", eu já tava ficando nervoso. "Cê acha que tô brincando?", ela exclamou enquanto colava o corpo no meu. Imediatamente, meu amigo reagiu, ficando duro, enquanto eu dizia: "Espera, Vale, vão nos ver". Ela respondeu: "Quem, se não tem ninguém no prédio? Além disso, vejo que você não é de pau mole". Ela desceu a mão e, por cima da minha bermuda, pegou meu pau que já tava duro. Diante daquilo, não discuti mais. Ela passou o outro braço no meu pescoço, eu segurei sua cintura e nos beijamos, profundamente. Minha língua entrou na boca dela e ela me deu a dela, um beijo apaixonado daqueles que te deixam sem ar, enquanto a mão dela massageava meu pau. Paramos um momento pra respirar, olhei direto nos olhos dela e desci minhas mãos até suas bundas gostosas, e puxei ela de volta pra mim. Novamente, a língua dela foi até minha garganta, puta que sabia beijar. Minha língua também entrou nela, e a mão dela, sem eu perceber, já tava dentro da minha bermuda, brincando com meu pau. Então, num movimento esperto, uma das minhas mãos entrou no short dela e comecei a massagear a bunda dela. De um Golpe: Valéria se ajoelhou, eu abaixei a bermuda e sem falar nada ela enfiou minha pica na boca dela, inteira de uma vez, senti ela me chupando até a alma. Começou a bombar, depois a lamber, era uma verdadeira expert. Cada vez que ela chupava, eu sentia que ia gozar. Ela continuou assim, ali ajoelhada, submissa ao meu pau, sem parar de mamar, levantou o olhar e eu vi ela ali, como uma cachorrinha esperando pra ver o que eu ia dar. Naquele momento, peguei a cabeça dela e empurrei pra mim, ela foi até minhas bolas, minha pica inteira tava dentro da boca dela, uma sensação incrível. Levantei ela e ela me beijou de novo, um beijo que tinha gosto de mim, um delicioso aroma sexual. Minhas mãos já estavam trabalhando pra desabotoar o short dela, então quando consegui, puxei de uma vez, virei ela e encostei na parede. Ali entre varais e algumas roupas, abaixei ela, os quadris dela ficaram na altura perfeita pro meu pau. Ela abriu as pernas, como quem diz "vamos, entra". Admirou a paisagem e sem pensar mais, enfiei de uma vez. Ela soltou só um "aahhh". Saí e entrei de novo, uma e outra vez, como pra aprender o caminho. O ritmo era meio lento, ela se ajustava, parecia que era uma expert procurando o ângulo perfeito pra ser comida. Quando nós dois encontramos, o ritmo acelerou, uma e outra vez, rápido e forte, e ela "aah, sim", "mais, mais" dizia. O ritmo era melhor que um par de dançarinos profissionais. Eu já não ligava mais pra nada, nem onde tava, nem se alguém ia nos ver. Eu tava comendo a Valéria, aquela mulher gostosa que eu só via passar todo dia. De repente ela me parou, saiu e se virou, levantou uma perna e me puxou, de novo pra buscar o ângulo, que já não foi difícil. A buceta dela tava escorrendo, então meu pau deslizou fácil até o fundo dela. Tinha uma máquina de lavar ali, onde ela apoiou a perna, o que deixou mais confortável pra penetrar ela assim de pé. Ela abraçada no meu pescoço, só gemia a cada estocada que eu dava. Vi ela virar os olhos, sinal de que tinha gozado. Senti meu pau quente e Mas que molhada, o que me fez tremer, perdi o controle e tava quase gozando, então saí dela de repente, ela sorriu, o rosto dela voltou ao normal, o momento do orgasmo tinha passado, ela se ajoelhou de novo, colocou meu pau na boca dela e começou a chupar de novo, e sugar uma e outra vez, parecia que queria arrancar minha alma e olha que conseguiu, um “ohhhh siiiim” escapou da minha boca quando gozei, fazia tempo que não saía tanta porra de mim e o melhor foi que ela não me soltou, se grudou em mim igual bebê que mama leite e engoliu até a última gota do meu gozo, foi algo que me fez revirar os olhos também, uma sensação incrível, quando terminou, se levantou, me abraçou, me deu um beijinho e nós dois começamos a recuperar o fôlego, ali estávamos abraçados, quando de repente, se ouviu uma voz jovem:
“OLHA, QUE BEM QUE TÃO SE DIVERTINDO AQUI”…….
Essa voz me fez voltar com tudo à realidade, a primeira coisa que pensei, “já era, a merda que vai dar”, não sei como, mas tanto a Valéria quanto eu estávamos enrolados num lençol, quando percebemos que era a Ísis, sim a primavera tinha chegado, com um olhar safado e provocante, um sorriso que fazia os olhos dela brilharem, “Ísis, esse… desculpa, a gente já vai”, enquanto a Val tentava arrumar a roupa, “ah, por que vão embora? Tão parecendo super à vontade e entretidos, melhor convidar, porque só tão deixando a gente com vontade” a Val virou pra mim e soltou um sorriso safado e malicioso, “largou o lençol, com o short mal vestido e desabotoado se aproximou da Ísis” então ficou com vontade, vem ver que você também se diverte” puxou ela pra onde a gente tava e deu um puta beijo nela, que deixou ela sem fôlego “ahhh, Val, me deixou sem ar” disse a Ísis, eu só tava olhando, esperando a reação da Ísis e ver até onde a safada da primavera queria ir.
Me surpreendi ao ver que a Ísis respondeu o beijo e as mãos safadas dela foram se enfiando no short desabotoado da Val, a cena era quente, a Ísis com uma legging como sempre, a Val com o short aberto, sendo dedada por aquela novinha, meu pau começou a reagir de novo. Valéria respondeu aos carinhos da Ísis e subiu as mãos pros peitos dela. Um top pequeno cobria eles, então ela conseguiu meter a mão fácil. Os peitos dela ficaram de fora, eram lindos, pequenos, mas redondos e firmes, como deve ser numa novinha, rosadinhos e com auréolas médias — uma imagem quase perfeita de uns peitos. O mamilo dela tava duro e empinado, mostrando a excitação dela.

De repente, Valéria se separa e joga ela pra mim. Eu peguei ela nos braços, praticamente recebi ela com a pica de tão dura que já tava. Ela só sorriu e falou: "Pô, parece que tá pronto." Eu só sorri, comecei a beijar ela. O cheirinho jovem dela me excitava ainda mais. Beijei com intensidade, até mais que a Valéria. Enfiei minha língua até a garganta dela, queria provar o sabor juvenil dela. Enquanto a Valéria puxava a legging e a calcinha dela — aliás, estilo juvenil, como era de esperar — eu me apressei em tirar o top e o sutiã. E assim ela ficou nua ali, pronta pra nós dois. A primavera tá à nossa disposição, natural e mostrando toda a beleza juvenil dela.

Valéria virou ela de repente e, sem dizer nada, começou a meter a língua na buceta dela. Ísis tremeu ao sentir aquele carinho e só gemeu, me segurando forte. Enquanto Valéria enfiava mais e mais a língua na buceta da Ísis, ela pegava minha pica e começava a bater uma. De repente, parou, se levantou, puxou a Ísis pro sexo dela, o que ela entendeu. Sem dizer mais nada, começou a provar a buceta da Valéria, enquanto essa me beijava com a mesma paixão do começo. E ali tínhamos, entre o verão e o inverno, a primavera rendida ao nosso prazer.

Sem dizer mais nada, endireitei ela. Ela deu um pulo e se agarrou em mim, quase me derrubou. Encontrei onde apoiar ela. Valéria pegou um espaço, segurou minha pica e levou direto pra buceta apertada da Ísis. Consegui meter fácil naquela xota apertada, já tava mais que ensopada. Ela só soltou um leve "AHHH" e quase cravou as unhas nas minhas costas. Enquanto isso, a Valéria tava me lambendo o cu, isso mesmo, o cu, uff que sensação gostosa, isso me dava mais força pra meter na Ísis, que se segurava em mim feito uma boneca. Eu não parava, as sensações tavam no talo. Quando ia gozar, saí da Ísis, mandei ela ajoelhar, ficou do lado da Valéria. As duas começaram a chupar minha rola, minhas bolas, me senti um DEUS, e de repente meu leite jorrou, respinguei nas duas, banhei elas, não sei como saiu tanto líquido de mim, tava exausto pra caralho. Me apoiei onde deu pra recuperar o fôlego, e lá estavam as duas, a Val e a Primavera se beijando e limpando o esperma na cara delas, uma cena que nunca vou esquecer. A Valéria levantou e falou pra Ísis: "Veste, parece que o professor já não aguenta mais, vamos pro meu apê." A Ísis aceitou, elas foram embora e eu fiquei lá, sem saber o que dizer. A Val só sorriu e falou: "Depois te vejo, professor...

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