O sol de San Luis caía como uma marreta no asfalto, evaporando o rastro dos meus passos enquanto eu caminhava por ruas que cheiravam a poeira e desesperança. Ajustei a camisa, que já grudava nas minhas costas de suor; meu corpo, pesado e mole, parecia lutar contra a gravidade a cada quarteirão. Fazia semanas que eu percorria lugares, entregando currículos que acabavam no lixo assim que eu cruzava a porta. Meu peso, meu olhar desviado e aquele ar de submissão que eu não conseguia apagar do rosto eram, aparentemente, credenciais insuficientes para qualquer emprego honesto. Parei na frente de um bar de quinta categoria. O letreiro de neon, meio queimado, piscava com um zumbido elétrico irritante. Era um lugar escuro, com janelas fumê que escondiam o interior, o tipo de lugar onde o tempo para e os segredos afundam no fundo de um copo de uísque barato. Empurrei a porta e o cheiro me bateu na hora: uma mistura densa de tabaco velho, cerveja derramada e um aroma metálico, quase animal, que arrepiou os pelos dos meus braços. O dono estava atrás do balcão. Era um homem de meia-idade, com olhos pequenos e predadores que me percorreram de cima a baixo, parando na curva da minha barriga e na maciez das minhas coxas. Ele não me olhou como um patrão olha um candidato, mas como um açougueiro avalia um pedaço de carne. — Tô procurando trabalho — soltei, com a voz trêmula de nervoso. Ele não respondeu na hora. Tomou seu tempo, limpando um copo com um pano sujo enquanto mantinha o olhar cravado em mim. — Garçom? — perguntou finalmente. A voz dele era um raspado seco. — Sim, não tenho muita experiência, mas aprendo rápido. Sou trabalhador, senhor. Ele me fez sinal para segui-lo até um escritório pequeno no fundo, um cubículo claustrofóbico iluminado por uma lâmpada amarelada que fazia as sombras dançarem nas paredes. Sentei numa cadeira de couro gasto que rangeu sob meu peso. Ele sentou na minha frente, cruzando as pernas e apoiando os cotovelos na a escrivaninha. As primeiras perguntas foram o protocolo de sempre. Onde eu morava? Que disponibilidade eu tinha? Eu respondia com monossílabos, sentindo o ar ficar mais denso. No entanto, o tom mudou bruscamente. O homem parou de olhar meu currículo e começou a me encarar nos olhos, com um sorriso que não chegava às pupilas. —Vamos falar de outras coisas, Edu —disse ele, inclinando-se para a frente—. Você é solteiro? Isso me pegou de surpresa. O coração deu um pulo contra as costelas. —Sou —respondi, engolindo seco. —Faz quanto tempo que você não transa? O calor subiu pelo meu pescoço até tingir minhas bochechas. Eu me remexi na cadeira, me sentindo exposto, como se já estivesse nu sob aquela luz amarelada. —Faz um mês —sussurrei, baixando o olhar. O dono soltou uma risadinha nasal. Os olhos dele brilharam com uma centelha de malícia. —Você transaria, ou já transou, com alguém do mesmo gênero? Fiquei gelado. O silêncio se arrastou, preenchido só pelo tique-taque de um relógio velho na parede. Eu sabia que minha resposta determinaria meu destino naquele lugar. Hesitei, o medo lutando contra a necessidade financeira, mas finalmente assenti com um movimento leve. —Sim —disse, com um tom hesitante, quase inaudível. Naquele instante, a máscara de empregador caiu por completo. O homem se reclinou na cadeira e soltou uma gargalhada curta e seca. Os olhos dele agora devoravam cada centímetro do meu corpo gordo e submisso. —Olha, Edu, vou ser sincero com você. Não preciso de um garçom. Tenho caras suficientes que sabem servir bebidas. O que eu preciso é de alguém como você. Alguém mole, alguém que saiba obedecer. O cargo de verdade é este: você vai ser um puto. Vai atender às necessidades sexuais dos meus clientes nos quartos dos fundos. Senti o chão sumir sob meus pés. O ar ficou insuficiente. Fiquei de boca aberta, processando a palavra "puto" ecoando nos meus ouvidos. Minha primeira reação foi o horror, uma náusea súbita que revirou meu estômago. Mas então Lembrei da minha conta bancária vazia, da fome que começava a morder minhas entranhas e da indiferença do mundo lá fora. Não tinha pra onde ir. Não tinha ninguém.
— Aceito — sussurrei, sentindo uma parte da minha dignidade desmoronar, embora uma faísca de excitação proibida começasse a acender na minha pelve.
O dono se levantou com um movimento fluido. Um sorriso maldoso se desenhou no rosto dele enquanto começava a desabotoar o cinto. O som do couro deslizando pelas presilhas foi como um tiro na sala silenciosa.
— Gosto de gente decidida. Mas antes de assinar qualquer contrato, preciso ver se você serve pro ofício. Vamos começar seu treino agora mesmo.
Ele baixou a calça e a cueca num movimento só, liberando um pau ereto e grosso que saltou pra frente, pulsando com urgência. O cheiro de almíscar e suor masculino inundou o espaço.
— Se despacha, gordo. Agora. E fica de joelhos.
Minhas mãos tremiam enquanto eu tirava a roupa. Me senti ridículo, expondo minha barriga proeminente, minhas coxas largas e meu pau pequeno, que já começava a vazar um fio de porra de tesão por causa do medo e da excitação. Me ajoelhei no tapete empoeirado, sentindo a aspereza das fibras contra meus joelhos.
Me aproximei dele, minha respiração ofegante colidindo com a pele quente dele. Abri a boca e envolvi a cabeça do membro com meus lábios. O sabor era salgado, intenso. Comecei a chupar com habilidade, movendo minha língua ao redor do freio, sentindo a dureza do tronco contra o céu da boca. O dono soltou um grunhido gutural e agarrou meu cabelo preto, puxando pra trás pra me forçar a aprofundar a garganta.
— Isso, chupa igual a putinha que você é — ele grunhiu.
Me afundei mais, sentindo a ponta do pau dele bater no fundo da minha garganta, me provocando um engasgo que só parecia excitá-lo mais. O som da minha saliva se misturando com a lubrificação natural dele criava um barulho molhado, um squelch rítmico que preenchia o oficina. Seus quadris começaram a se mover com violência, empurrando a carne dele para dentro da minha boca, preenchendo o espaço, me sufocando docemente. De repente, os dedos dele se cravaram no meu couro cabeludo e ele teve um espasmo. Um jato quente e grosso de porra disparou contra o fundo da minha garganta. Engoli por instinto, sentindo o gosto amargo e denso descer pelo meu esôfago enquanto ele continuava pulsando dentro de mim, se esvaziando por completo. Ele se separou bruscamente, me deixando babando no chão, com o rosto vermelho e os olhos lacrimejando. Ele subiu as calças com indiferença, me olhando como se eu fosse mais um móvel do escritório. — Você está contratado. Apareça amanhã às vinte horas. Não se atrase. Passei a noite em claro, uma mistura de terror e uma antecipação elétrica percorrendo minha espinha. Quando voltei ao bar no dia seguinte, o dono me levou direto para um quarto privado. Sobre a cama, havia um conjunto de roupas que me fez ofegar. Era um conjunto de renda preta, extremamente sexy e pequeno. Havia uma peça de baixo que mal cobria meus genitais e uma saia minúscula, uma tira de tecido transparente que não chegava a cobrir minhas nádegas. — Vista-se. Quero que os clientes vejam exatamente o que estão comprando. Vestí a roupa com mãos atrapalhadas. A renda se cravava na minha pele, apertando meus rolos de gordura, destacando a brancura do meu corpo contra o preto do tecido. Quando me olhei no espelho, senti um choque de adrenalina. Eu me via vulgar, exposto, completamente submisso. A visão do meu próprio corpo, tão gordo e envolto em renda, me provocou uma ereção imediata. Meu pinto pequeno se tensionou contra o tecido, vazando pré-gozo que manchava a renda preta. Não passaram dez minutos antes de o primeiro cliente ser designado para o meu quarto. Era um homem robusto, com cheiro de cigarro e um olhar impaciente. Não houve apresentações. — Me tira a roupa e me faz gozar rápido. Tô com pressa — ordenou. Me aproximei dele, minhas coxas roçando-se sob a saia curta. Com dedos trêmulos, baixei suas calças. Seu pau era considerável, uma vara de carne quente que pulsava de tesão. Ajoelhei-me, sentindo a umidade da minha própria excitação encharcando a calcinha de renda. Comecei a lamber a base, subindo devagar até a glande, chupando com força, criando aquele som de vácuo que me enlouquecia. O homem gemia, mexendo o quadril com violência. Eu me concentrei em cada detalhe: a textura da pele dele, o cheiro de sexo iminente. Quando sentiu que estava perto, agarrou minha cara e enfiou o pau até o fundo da minha garganta, me sufocando enquanto gozava uma descarga massiva de porra na minha boca. Engoli cada gota, limpando o excesso com a língua antes que ele fosse embora sem dizer uma palavra, deixando o pagamento em cima da mesa. Mal tive tempo de me limpar quando o chefe entrou no quarto com um grupo de quatro homens. Os rostos deles eram rudes, os olhares carregados de uma agressividade que me fez encolher os ombros. —Esses caras querem algo especial — disse o chefe com um sorriso cínico—. Me falaram que curtem sexo brutal. Façam o que quiserem, mas paguem o extra. Os clientes concordaram e pagaram sem hesitar. Assim que a porta fechou, o clima mudou. A tensão ficou elétrica e perigosa. Me cercaram rapidinho, fechando qualquer saída. —Olha esse pedaço de gordura — disse um deles, beliscando com força a carne do meu braço. Soltei um gemido de dor. Outro homem tirou um cinto de couro preto. Sem aviso, o couro estalou contra minhas nádegas expostas pela saia. Zás! A dor foi aguda, elétrica. Um grito escapou dos meus lábios e as lágrimas começaram a rolar. —Chora mais, gordo. Adoro quando choram — rosnou o homem do cinto, batendo de novo, dessa vez na coxa. A mistura de dor e humilhação disparou minha libido a níveis insuportáveis. Eu me sentia pequeno, insignificante, um brinquedo nas mãos de quatro Predadores. Me obrigaram a ficar de joelhos no centro do quarto. Os quatro se despiraram, revelando paus de tamanhos variados, todos duros e gotejando. —Vamos ver como você dá conta de quatro de uma vez —ordenou o líder. Foi um caos de carne e fluidos. Me obrigaram a fazer boquete em todos ao mesmo tempo. Eu passava de um pau pra outro, minha língua trabalhando freneticamente, minhas bochechas inchadas enquanto tentava acomodar dois membros na boca enquanto os outros dois roçavam no meu rosto e pescoço. O som era uma sinfonia de squelching e gemidos. O cheiro de porra e suor era tão forte que eu quase podia sentir o gosto no ar. De repente, um deles me agarrou pelos ombros e me jogou na cama, me colocando de quatro. Minha bunda, branca e larga, ficou elevada, oferecendo um alvo perfeito. —Vou abrir esse buraco —sussurrou o homem atrás de mim. Sem lubrificação prévia, além da saliva que eu mesmo tinha espalhado, senti o empurrão bruto do pau dele penetrando meu cu. —Aaaaaah! —gritei, cravando as unhas nos lençóis. A dor foi lancinante, uma sensação de rasgo que fez minhas costas arquearem. Mas enquanto eu gritava, outros dois paus entraram na minha boca, silenciando meus lamentos. Eu me sentia completamente invadido, um objeto preenchido por todos os lados. O homem que me comia não tinha piedade; as estocadas eram violentas, batendo na minha próstata com uma força que me fazia ver estrelas. Ele sentiu o clímax e gozou fundo dentro do meu reto, me enchendo com um calor viscoso. Mal ele se retirou, o próximo cliente tomou seu lugar. Esse era mais grosso e entrou com uma brutalidade renovada. Enquanto me penetrava, começou a me dar tapas sonoros na bunda. —Pá! Pá! Pá! O som da pele batendo na pele ecoava no quarto. Minhas nádegas ficaram vermelhas, vibrando a cada golpe. Eu já não conseguia pensar, só sentir. Meu pau pequeno estava totalmente duro, jorrando fios de porra pré-gozo nos lençóis. movendo-me no ritmo das estocadas que destruíam meu interior. Finalmente, os dois homens restantes decidiram que era hora de terminar o serviço juntos. Se coordenaram, posicionando-se dos lados da minha entrada. — Vamos ver se a gente cabe os dois, gordão — disseram em uníssono. Sentiram a pressão. Foi um momento de agonia e êxtase puro. Os dois paus forçaram a entrada do meu cu, esticando as paredes do meu reto até o limite absoluto. Senti que me partiam ao meio, que meu corpo não aguentava tanta carne. Eu gemia surdo contra o travesseiro, minha mente nublada pela submissão extrema. Se moveram em sincronia, um vai e vem rítmico que criava um som molhado e sugador, um shlicking constante que enchia o quarto. Quando chegaram ao orgasmo, ambos gozaram ao mesmo tempo dentro de mim. A quantidade de porra foi tanta que senti meu interior transbordar. O choque das descargas fez com que eu também chegasse ao limite. Sem ninguém tocar no meu pau, tive um orgasmo violento, disparando minha própria porra em espasmos enquanto meu corpo tremia incontrolavelmente. Os homens se retiraram, exaustos e satisfeitos. Pagaram uma gorjeta generosa e saíram do quarto sem olhar para trás. Fiquei ali, deitado no chão, ofegante, com as pernas abertas e a porra escorrendo lentamente do meu cu, manchando a renda preta agora destruída da minha roupa. Eu estava exausto, me sentindo vazio e cheio ao mesmo tempo, quando a porta se abriu novamente. Era o homem da limpeza. Era um negro imponente, com uns músculos que pareciam esculpidos em pedra e uma presença que preenchia o ambiente. Ao me ver naquele estado — nu, coberto de fluidos, com o olhar perdido —, os olhos dele acenderam. Ele se despiu lentamente. Quando o pau dele emergiu, quase parei de respirar. Era um membro de tamanho extremo, uma besta de carne escura e veias marcadas que parecia impossível de entrar num corpo humano. — Parece que ainda sobrou um espacinho pra mim, Gordo" —disse com uma voz profunda que vibrou no meu peito. Não tive forças para resistir, nem vontade. Me virei, oferecendo minha entrada já sensível e dilatada. Ele não perdeu tempo. Se posicionou e empurrou com uma força bruta. —Nãooo! É demais! —gritei, mas o grito virou um gemido de prazer doloroso. Senti que estava me rasgando. O tamanho do pau dele era tão grande que eu sentia cada centímetro deslocando meus órgãos internos, abrindo caminho pela carne. Chorei, mas eram lágrimas de uma liberação absoluta. Ele me penetrava com uma lentidão sádica, curtindo como meu corpo se adaptava àquela magnitude. Cada estocada era um terremoto que sacudia minha estrutura. Passaram minutos que pareceram horas. O ritmo aumentou, virando uma dança de força bruta. O som da pélvis dele batendo na minha bunda era como um tambor. Eu me sentia possuído, reclamado por aquela força descomunal. Finalmente, com um rugido animal, o homem gozou dentro de mim. A pressão foi tão intensa que senti um espasmo elétrico percorrer todo meu sistema nervoso, me levando a um segundo orgasmo, mais profundo e exaustivo que o anterior. Fiquei inconsciente por alguns segundos, flutuando num mar de endorfina e dor. O homem negro, com uma suavidade inesperada, acariciou minhas costas e chamou o chefe. O chefe entrou e, ao ver o caos de fluidos e a expressão de êxtase no meu rosto, suspirou. Me ajudou a levantar e me levou ao banheiro. Me colocou debaixo do chuveiro de água fria, lavando o sangue, o suor e o esperma que cobriam minha pele. A água fria me trouxe de volta à realidade, mas não apagou a sensação de plenitude que ainda sentia nas minhas entranhas. —Você teve um primeiro dia produtivo, Edu —disse ele enquanto me entregava uma toalha—. Pode ir pra casa. Você tem o resto do dia livre pra se recuperar. Me vesti com minha roupa normal, sentindo que cada movimento era um lembrete do que tinha passado. Ao sair do bar e caminhar pra casa sob o céu de São Luís, senti uma alegria genuína. Tirei o maço de notas que tinha acumulado em poucas horas. Era mais dinheiro do que eu tinha ganho num mês inteiro procurando empregos convencionais. Sorri para dentro, sentindo o roçar da renda que ainda vestia por baixo das calças. Sabia que meu corpo estava dolorido e que minha dignidade tinha ficado no chão daquele quarto, mas pela primeira vez em muito tempo, eu me sentia útil. Me sentia desejada na minha própria vulnerabilidade. Prometi, enquanto o sol se punha no horizonte, que voltaria no dia seguinte. E que faria qualquer coisa que me pedissem.
— Aceito — sussurrei, sentindo uma parte da minha dignidade desmoronar, embora uma faísca de excitação proibida começasse a acender na minha pelve.
O dono se levantou com um movimento fluido. Um sorriso maldoso se desenhou no rosto dele enquanto começava a desabotoar o cinto. O som do couro deslizando pelas presilhas foi como um tiro na sala silenciosa.
— Gosto de gente decidida. Mas antes de assinar qualquer contrato, preciso ver se você serve pro ofício. Vamos começar seu treino agora mesmo.
Ele baixou a calça e a cueca num movimento só, liberando um pau ereto e grosso que saltou pra frente, pulsando com urgência. O cheiro de almíscar e suor masculino inundou o espaço.
— Se despacha, gordo. Agora. E fica de joelhos.
Minhas mãos tremiam enquanto eu tirava a roupa. Me senti ridículo, expondo minha barriga proeminente, minhas coxas largas e meu pau pequeno, que já começava a vazar um fio de porra de tesão por causa do medo e da excitação. Me ajoelhei no tapete empoeirado, sentindo a aspereza das fibras contra meus joelhos.
Me aproximei dele, minha respiração ofegante colidindo com a pele quente dele. Abri a boca e envolvi a cabeça do membro com meus lábios. O sabor era salgado, intenso. Comecei a chupar com habilidade, movendo minha língua ao redor do freio, sentindo a dureza do tronco contra o céu da boca. O dono soltou um grunhido gutural e agarrou meu cabelo preto, puxando pra trás pra me forçar a aprofundar a garganta.
— Isso, chupa igual a putinha que você é — ele grunhiu.
Me afundei mais, sentindo a ponta do pau dele bater no fundo da minha garganta, me provocando um engasgo que só parecia excitá-lo mais. O som da minha saliva se misturando com a lubrificação natural dele criava um barulho molhado, um squelch rítmico que preenchia o oficina. Seus quadris começaram a se mover com violência, empurrando a carne dele para dentro da minha boca, preenchendo o espaço, me sufocando docemente. De repente, os dedos dele se cravaram no meu couro cabeludo e ele teve um espasmo. Um jato quente e grosso de porra disparou contra o fundo da minha garganta. Engoli por instinto, sentindo o gosto amargo e denso descer pelo meu esôfago enquanto ele continuava pulsando dentro de mim, se esvaziando por completo. Ele se separou bruscamente, me deixando babando no chão, com o rosto vermelho e os olhos lacrimejando. Ele subiu as calças com indiferença, me olhando como se eu fosse mais um móvel do escritório. — Você está contratado. Apareça amanhã às vinte horas. Não se atrase. Passei a noite em claro, uma mistura de terror e uma antecipação elétrica percorrendo minha espinha. Quando voltei ao bar no dia seguinte, o dono me levou direto para um quarto privado. Sobre a cama, havia um conjunto de roupas que me fez ofegar. Era um conjunto de renda preta, extremamente sexy e pequeno. Havia uma peça de baixo que mal cobria meus genitais e uma saia minúscula, uma tira de tecido transparente que não chegava a cobrir minhas nádegas. — Vista-se. Quero que os clientes vejam exatamente o que estão comprando. Vestí a roupa com mãos atrapalhadas. A renda se cravava na minha pele, apertando meus rolos de gordura, destacando a brancura do meu corpo contra o preto do tecido. Quando me olhei no espelho, senti um choque de adrenalina. Eu me via vulgar, exposto, completamente submisso. A visão do meu próprio corpo, tão gordo e envolto em renda, me provocou uma ereção imediata. Meu pinto pequeno se tensionou contra o tecido, vazando pré-gozo que manchava a renda preta. Não passaram dez minutos antes de o primeiro cliente ser designado para o meu quarto. Era um homem robusto, com cheiro de cigarro e um olhar impaciente. Não houve apresentações. — Me tira a roupa e me faz gozar rápido. Tô com pressa — ordenou. Me aproximei dele, minhas coxas roçando-se sob a saia curta. Com dedos trêmulos, baixei suas calças. Seu pau era considerável, uma vara de carne quente que pulsava de tesão. Ajoelhei-me, sentindo a umidade da minha própria excitação encharcando a calcinha de renda. Comecei a lamber a base, subindo devagar até a glande, chupando com força, criando aquele som de vácuo que me enlouquecia. O homem gemia, mexendo o quadril com violência. Eu me concentrei em cada detalhe: a textura da pele dele, o cheiro de sexo iminente. Quando sentiu que estava perto, agarrou minha cara e enfiou o pau até o fundo da minha garganta, me sufocando enquanto gozava uma descarga massiva de porra na minha boca. Engoli cada gota, limpando o excesso com a língua antes que ele fosse embora sem dizer uma palavra, deixando o pagamento em cima da mesa. Mal tive tempo de me limpar quando o chefe entrou no quarto com um grupo de quatro homens. Os rostos deles eram rudes, os olhares carregados de uma agressividade que me fez encolher os ombros. —Esses caras querem algo especial — disse o chefe com um sorriso cínico—. Me falaram que curtem sexo brutal. Façam o que quiserem, mas paguem o extra. Os clientes concordaram e pagaram sem hesitar. Assim que a porta fechou, o clima mudou. A tensão ficou elétrica e perigosa. Me cercaram rapidinho, fechando qualquer saída. —Olha esse pedaço de gordura — disse um deles, beliscando com força a carne do meu braço. Soltei um gemido de dor. Outro homem tirou um cinto de couro preto. Sem aviso, o couro estalou contra minhas nádegas expostas pela saia. Zás! A dor foi aguda, elétrica. Um grito escapou dos meus lábios e as lágrimas começaram a rolar. —Chora mais, gordo. Adoro quando choram — rosnou o homem do cinto, batendo de novo, dessa vez na coxa. A mistura de dor e humilhação disparou minha libido a níveis insuportáveis. Eu me sentia pequeno, insignificante, um brinquedo nas mãos de quatro Predadores. Me obrigaram a ficar de joelhos no centro do quarto. Os quatro se despiraram, revelando paus de tamanhos variados, todos duros e gotejando. —Vamos ver como você dá conta de quatro de uma vez —ordenou o líder. Foi um caos de carne e fluidos. Me obrigaram a fazer boquete em todos ao mesmo tempo. Eu passava de um pau pra outro, minha língua trabalhando freneticamente, minhas bochechas inchadas enquanto tentava acomodar dois membros na boca enquanto os outros dois roçavam no meu rosto e pescoço. O som era uma sinfonia de squelching e gemidos. O cheiro de porra e suor era tão forte que eu quase podia sentir o gosto no ar. De repente, um deles me agarrou pelos ombros e me jogou na cama, me colocando de quatro. Minha bunda, branca e larga, ficou elevada, oferecendo um alvo perfeito. —Vou abrir esse buraco —sussurrou o homem atrás de mim. Sem lubrificação prévia, além da saliva que eu mesmo tinha espalhado, senti o empurrão bruto do pau dele penetrando meu cu. —Aaaaaah! —gritei, cravando as unhas nos lençóis. A dor foi lancinante, uma sensação de rasgo que fez minhas costas arquearem. Mas enquanto eu gritava, outros dois paus entraram na minha boca, silenciando meus lamentos. Eu me sentia completamente invadido, um objeto preenchido por todos os lados. O homem que me comia não tinha piedade; as estocadas eram violentas, batendo na minha próstata com uma força que me fazia ver estrelas. Ele sentiu o clímax e gozou fundo dentro do meu reto, me enchendo com um calor viscoso. Mal ele se retirou, o próximo cliente tomou seu lugar. Esse era mais grosso e entrou com uma brutalidade renovada. Enquanto me penetrava, começou a me dar tapas sonoros na bunda. —Pá! Pá! Pá! O som da pele batendo na pele ecoava no quarto. Minhas nádegas ficaram vermelhas, vibrando a cada golpe. Eu já não conseguia pensar, só sentir. Meu pau pequeno estava totalmente duro, jorrando fios de porra pré-gozo nos lençóis. movendo-me no ritmo das estocadas que destruíam meu interior. Finalmente, os dois homens restantes decidiram que era hora de terminar o serviço juntos. Se coordenaram, posicionando-se dos lados da minha entrada. — Vamos ver se a gente cabe os dois, gordão — disseram em uníssono. Sentiram a pressão. Foi um momento de agonia e êxtase puro. Os dois paus forçaram a entrada do meu cu, esticando as paredes do meu reto até o limite absoluto. Senti que me partiam ao meio, que meu corpo não aguentava tanta carne. Eu gemia surdo contra o travesseiro, minha mente nublada pela submissão extrema. Se moveram em sincronia, um vai e vem rítmico que criava um som molhado e sugador, um shlicking constante que enchia o quarto. Quando chegaram ao orgasmo, ambos gozaram ao mesmo tempo dentro de mim. A quantidade de porra foi tanta que senti meu interior transbordar. O choque das descargas fez com que eu também chegasse ao limite. Sem ninguém tocar no meu pau, tive um orgasmo violento, disparando minha própria porra em espasmos enquanto meu corpo tremia incontrolavelmente. Os homens se retiraram, exaustos e satisfeitos. Pagaram uma gorjeta generosa e saíram do quarto sem olhar para trás. Fiquei ali, deitado no chão, ofegante, com as pernas abertas e a porra escorrendo lentamente do meu cu, manchando a renda preta agora destruída da minha roupa. Eu estava exausto, me sentindo vazio e cheio ao mesmo tempo, quando a porta se abriu novamente. Era o homem da limpeza. Era um negro imponente, com uns músculos que pareciam esculpidos em pedra e uma presença que preenchia o ambiente. Ao me ver naquele estado — nu, coberto de fluidos, com o olhar perdido —, os olhos dele acenderam. Ele se despiu lentamente. Quando o pau dele emergiu, quase parei de respirar. Era um membro de tamanho extremo, uma besta de carne escura e veias marcadas que parecia impossível de entrar num corpo humano. — Parece que ainda sobrou um espacinho pra mim, Gordo" —disse com uma voz profunda que vibrou no meu peito. Não tive forças para resistir, nem vontade. Me virei, oferecendo minha entrada já sensível e dilatada. Ele não perdeu tempo. Se posicionou e empurrou com uma força bruta. —Nãooo! É demais! —gritei, mas o grito virou um gemido de prazer doloroso. Senti que estava me rasgando. O tamanho do pau dele era tão grande que eu sentia cada centímetro deslocando meus órgãos internos, abrindo caminho pela carne. Chorei, mas eram lágrimas de uma liberação absoluta. Ele me penetrava com uma lentidão sádica, curtindo como meu corpo se adaptava àquela magnitude. Cada estocada era um terremoto que sacudia minha estrutura. Passaram minutos que pareceram horas. O ritmo aumentou, virando uma dança de força bruta. O som da pélvis dele batendo na minha bunda era como um tambor. Eu me sentia possuído, reclamado por aquela força descomunal. Finalmente, com um rugido animal, o homem gozou dentro de mim. A pressão foi tão intensa que senti um espasmo elétrico percorrer todo meu sistema nervoso, me levando a um segundo orgasmo, mais profundo e exaustivo que o anterior. Fiquei inconsciente por alguns segundos, flutuando num mar de endorfina e dor. O homem negro, com uma suavidade inesperada, acariciou minhas costas e chamou o chefe. O chefe entrou e, ao ver o caos de fluidos e a expressão de êxtase no meu rosto, suspirou. Me ajudou a levantar e me levou ao banheiro. Me colocou debaixo do chuveiro de água fria, lavando o sangue, o suor e o esperma que cobriam minha pele. A água fria me trouxe de volta à realidade, mas não apagou a sensação de plenitude que ainda sentia nas minhas entranhas. —Você teve um primeiro dia produtivo, Edu —disse ele enquanto me entregava uma toalha—. Pode ir pra casa. Você tem o resto do dia livre pra se recuperar. Me vesti com minha roupa normal, sentindo que cada movimento era um lembrete do que tinha passado. Ao sair do bar e caminhar pra casa sob o céu de São Luís, senti uma alegria genuína. Tirei o maço de notas que tinha acumulado em poucas horas. Era mais dinheiro do que eu tinha ganho num mês inteiro procurando empregos convencionais. Sorri para dentro, sentindo o roçar da renda que ainda vestia por baixo das calças. Sabia que meu corpo estava dolorido e que minha dignidade tinha ficado no chão daquele quarto, mas pela primeira vez em muito tempo, eu me sentia útil. Me sentia desejada na minha própria vulnerabilidade. Prometi, enquanto o sol se punha no horizonte, que voltaria no dia seguinte. E que faria qualquer coisa que me pedissem.
3 comentários - Filho da puta por necessidade