Rumo ao isolamento 7

O silêncio que Mateo deixou ao ir embora era tão pesado que quase dava pra tocar. Fiquei jogada na cama, com o corpo ainda tremendo por causa do orgasmo e da adrenalina, sentindo o gozo de Lucas e Camilo esfriando e escorrendo pelas minhas coxas. Minha mente não estava na culpa, nem no Santiago. Estava naquele olhar do Mateo. "Amanhã a gente conversa, você e eu", ele tinha dito. E aquele "amanhã" parecia uma sentença de morte... ou o começo da minha vida de verdade. Lucas: *(Ofegante, ainda apoiado no meu ombro)* Você tá bem, gostosa? Você ficou tipo... no vácuo... Camilo: *(Sentado na beira da cama, enxugando o suor da testa)* Você tá tremendo, Valeria. Foi demais? Valeria: *(Com uma voz que eu não reconheço, mais grave e decidida)* Não foi suficiente. Olhei pros dois irmãos. Estavam exaustos, se achando os donos do meu corpo porque tinham me preenchido dos dois lados. Que idiotas. Não sabiam que naquele momento, enquanto eu sentia a ardência no meu cu e o vazio na minha barriga, algo na minha cabeça tinha quebrado pra sempre. Eu não queria mais que eles decidissem quando me tocar. Eu queria ser eu a encurralar eles. Valeria: *(Olhando fixo pro Camilo)* Amanhã eu não quero que vocês esperem eu passar do lado de vocês. Amanhã, eu vou atrás de vocês. E eu não quero que sejam gentis. Quinta-feira Acordei com uma sensação de poder que eu nunca tinha sentido. Me olhei no espelho e não vi a noiva entediada do Santiago; vi uma mulher que estava planejando um banquete. Passei o dia em casa quase sem roupa, me movendo com uma confiança obscena. Fiquei só de fio dental pela casa, deixando o ar frio roçar na minha pele sensível, sabendo que a qualquer momento um deles poderia me ver. Eu gostava da ideia de me verem assim: exposta, pronta e faminta. Fui pro quarto do Lucas à tarde. Entrei. Tava vestindo só uma camiseta dele que mal cobria minha bunda e meu fio dental de renda.Rumo ao isolamento 7Valeria: *(Caminhando em direção a ele com um rebolado lento)* Você sentiu minha falta, Lucas? Ou vai continuar fingindo que não tá afim de me comer? Lucas: *(Levantando o olhar, com os olhos cravados nas minhas pernas)* Valeria... Meu Deus. O que houve com você? Você tá... diferente. Valeria: *(Sentando no colo dele, sentindo o pau dele endurecer contra a minha buceta na hora)* Eu me tornei o que vocês queriam que eu fosse. Uma puta. E uma puta sabe que não pode esperar ser chamada.trioTirei a camiseta e o forcei a olhar meus mamilos durinhos. Me ajoelhei na frente dele e abri a braguilha com desespero. Queria sentir o gosto dele. Enfiei a boca na pica dele com uma voracidade que o deixou sem fôlego. Chupei com força, sugando cada gota do prazer dele enquanto meus dedos brincavam com as bolas.cornudo
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namorada vadiaLucas: *(Rosnando e jogando a cabeça para trás)* Porra, Valeria!... Chupa assim, puta! Assim! Eu adorava o controle que tinha sobre ele. Levei ele pra cama e fiquei de quatro. Senti o pau dele entrando na minha buceta com uma estocada violenta.Rumo ao isolamento 7Valeria: *(Gritando enquanto sentia ele me abrindo)* Aaaaaah...! Isso, Lucas!... Me arrebenta assim!... Me dá mais forte!... Sou sua putinha!... Mmmmmmm!trioFizemos de missionário depois, com as pernas dela sobre meus ombros, me deixando sentir cada centímetro daquela grossura batendo no meu colo do útero. Eu me sentia tão cheia, tão usada, e o mais excitante era saber que isso era só o começo. Sexta-feira Na terça foi a vez do Camilo. Minha mente já estava trabalhando no quebra-cabeça. Eu precisava que os dois estivessem no auge quando o Mateo aparecesse. Fui atrás dele enquanto ele estava na cozinha. Me aproximei por trás e apertei as bolas dele com suavidade antes de deslizar minha mão pela braguilha.cornudoCamilo: *(Soltando um grunhido rouco)* Valeria... não é o momento. Valeria: *(Sussurrando no seu ouvido enquanto mordo o lóbulo)* É o momento perfeito. Quero que você me dê o que o Lucas me deu. Quero que você me deixe sem andar. Eu o arrastei até o sofá. Fiquei de quatro e o forcei a entrar pela minha buceta. A dor foi aguda, mas eu a recebi com um grito de puro prazer.namorada infiel
namorada vadiaValeria: *(Gemendo com força enquanto suas coxas batiam na minha bunda)* Aaaaaah!... Camilo!... Isso!... Porra, como você é grande!... Me mata com essa pica!... Mmmmmmm!Rumo ao isolamento 7Eu amava a sensação de ser invadida. Enquanto ele me comia, minha mente voava para o domingo. Sabia que Mateo estava nos esperando. Imaginava a cara dele quando nos visse os três numa cama, com meu corpo coberto pelos dois irmãos. A ideia de que Mateo me reclamasse depois de me usar daquele jeito me deixava tão molhada que minha buceta gotejava no sofá. Sábado A quarta-feira foi o dia da preparação final. Não dava mais pra esperar. Reuni os dois no quarto. Eles estavam confusos com minha mudança de atitude, mas quando viram meu olhar de fome, souberam que não tinha volta. Valéria: *(De pé na frente deles, só de fio dental e com os bicos durinhos de tesão)* Quero vocês dois. Agora. Quero que me preparem pro domingo. Quero que me deixem tão aberta e tão safada que quando o Mateo chegar, ele não consiga ver outra coisa além da minha entrega total.trioObriguei eles a fazerem um menage improvisado pra esquentar os motores. Fiquei no meio dos dois. O Lucas me dava piroca enquanto o Camilo me abria a buceta. Valeria: *(Gritando enquanto sentia as duas pirocas roçando em mim)* Isso!... Aaaaah!... Os dois!... Me dá tudo!... Quero ficar cheia dos dois irmãos do meu namorado!... Sou a putinha deles!... Sou a putinha dos dois!... Mmmmmmm!cornudoEu me sentia no topo do mundo. Já não era mais a garota que tinha medo de ser descoberta; era a mulher que estava arquitetando a própria ruína. Estava pronta para o domingo. Estava pronta para o Mateu ver o que os irmãos dele tinham feito comigo e para ele terminar o serviço.

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