Por bêbada virei depósito de porra

Por bêbada virei depósito de porraFoi num 24 de dezembro que tudo foi pro caralho. A gente tava celebrando o Natal na casa da minha irmã e, depois de jantar, abrimos os presentes. Pouco depois, começamos a beber. Não sei se de propósito, mas meu sobrinho Eduardo tava servindo mais tequila pro meu marido Fidel do que pros outros, e pra mim também tava enchendo as margaritas de tequila. Mas o clima tava tão bom que nem liguei.

Conforme a madrugada foi passando, os convidados foram indo embora aos poucos. Meu marido já tava super bêbado, não conseguia nem dirigir, e minha irmã mandou meu sobrinho Eduardo nos levar pra casa. Meus filhos já tavam dormindo, deixamos eles descansando. Quando cheguei em casa, a bebedeira subiu de vez e eu não conseguia nem sair do carro, sentia que ia cair. Meu sobrinho Eduardo falou pra eu esperar, que ele colocava meu marido Fidel pra dentro e depois voltava pra me buscar.

Quando meu sobrinho Eduardo voltou e abriu a porta, senti o vento e comecei a vomitar. Já tava bem chapada, sujei meu vestido todo. Assim que entramos em casa, tive outra ânsia de vômito, e meu sobrinho Eduardo me levou pro banheiro. Ele viu que meu vestido tava manchado de vômito, tirou ele de mim, e me ver quase nua, só de calcinha fio dental branca que sumia no meio das minhas bundas gordas e um sutiã de renda que fazia meus peitões ainda mais saltados, ele não se segurou. A luxúria e a perversão que senti quando ele se aproximou por trás e me pegou pela cintura... Ele falou no meu ouvido: "Tia, você é uma delícia", e foi deslizando as mãos até meu sutiã, tirando meus peitões pra fora e começou a massagear, esfregando as pontas dos dedos nos meus bicos, que já tavam ficando bem duros.

Eu tava de pé, de frente pro espelho, com as duas mãos apoiadas na pia. Dava pra ver pelo espelho meu sobrinho Eduardo continuando a massagear meus peitões, causando até uma certa dor. E ainda tonta de bêbada, eu falava pra ele parar, que era tia dele, que fosse pra casa dele. Mas não sei nem que horas foi que... Tirou o pau da calça quando senti aquele pedaço de carne todo duro deslizando entre minha calcinha fio dental e minhas nádegas gordas, até que deu uma enfiada forte e senti como enchia toda minha buceta, abrindo caminho entre minhas paredes vaginais, e eu soltei um gemido de prazer dizendo pra ele parar, que era tia dele, mas ele me segurou firme pela cintura e começou o vai e vem, cada vez mais rápido, com muita violência pra enfiar o pau mais e mais fundo. Enquanto eu continuava agarrada no móvel do meu banheiro, dava pra ver pelo espelho a cara de satisfação do meu sobrinho Eduardo, aí resolvi aproveitar e comecei a rebolar no ritmo dele, já dava pra ouvir os tapas das estocadas brutais que ele dava, até que de repente senti ele puxar meu cabelo com força e começar a dar palmadas na minha bunda, eu abri os olhos e vi pelo espelho meus peitões balançando pra todo lado e a cara do meu sobrinho Eduardo mostrando que não aguentava mais, e enquanto eu pedia pra ele não gozar dentro porque não queria engravidar, senti vários jatos de porra derramando dentro da minha buceta, fiquei tão assustada que o efeito da bebida passou na hora e isso fez eu ter o orgasmo mais incrível. Meu sobrinho Eduardo deixou o pau dentro da minha buceta como um tampão até amolecer, pouco depois senti a porra escorrendo pela minha buceta quente entre minhas pernas, xingando mandei ele ir embora da minha casa que não queria ver ele nunca mais, e ele chegou por trás de mim dizendo: tia, tenha mais tempo pra te curtir, hoje você vai ser meu depósito de porra, e começou a se masturbar, dava pra ver o pau dele ficando maior e maior de novo. Se gostaram ou querem a segunda parte, comentem meus amores.

5 comentários - Por bêbada virei depósito de porra

Muy bueno el relato hermosa, espero la siguiente parte