Enquanto vai fazendo Celeste acreditar nele, confiar nele, se sentir protegida e valorizada por ele, desejada por ele, sentir que ele se importa e cuida dela, surpreendê-la como fez com todas as preliminares, apoiado em mentiras e com a ajuda de um tio policial, forçou que Gabriel, namorado que com sua fantasia acendeu o tesão da magrinha que Ban tanto queria, fosse preso num sábado, madrugada de domingo tipo 1:30 da manhã, sabendo que se te prenderem num fim de semana, você come mais dias. E como Esteban, o cérebro de toda essa mentira, ao conseguir a prisão, se encontrou na porta, aberta, do apartamento dos namorados, que Celes não teve chance de saber o que tava rolando, saiu do banho esperando encontrar o namorado, que ia algemado numa viatura rumo à delegacia. O cara, cheio de artimanhas e habilidade, foi manipulando ela, desde manter os olhos dela vendados e finalmente conseguiu, depois de 15 anos, não só comer ela do jeito que queria, lavar um pouco a cabeça dela, mentir histórias sobre Gabriel, fazendo Celes decidir nem ir visitar ele na prisão e — entre o sexo bom, as drogas, o uísque, o papo furado, adoçar o ouvido dela — não hesitou: tava ganhando ela rapidinho.
Tal como Gabriel tinha previsto: "Eu detesto o Esteban. É o cara que mais me irrita porque a gente sabe que ele te quer. Então ele e eu somos rivais e você, Celes, é o prêmio". Ela riu. Como Gabi falava isso se ela amava ele, era fiel, nunca respondeu aos cachorros que Esteban não parava de jogar pra ela, embora duas noites antes, na casa da Vale pelo aniversário dela, Celes experimentou a cocaína, exagerou, daí a Vale deu um monte de uísque... então as fantasias mentais totalmente novas conseguiram abrir a mente dela, fazer ela se sentir sem vergonha, não sentir culpa nem vergonha... e ela cruzou justo com Esteban, que ofereceu um Marlboro. Celeste não fumava há anos por pedido do namorado. Mas naquela noite de ruptura, não só fumou... começou a olhar pros namorados ou maridos das amigas íntimas dela como potenciais amantes... e como não sabia se dava o passo ou não, e o único solteiro da noite era o Esteban, foi pedir outro cigarro pra ele com a clara intenção de provocá-lo. Agora eram 6h45 de domingo, Gabriel tinha sido preso, ela não viu nada, então acreditou no Esteban: "A polícia me disse que seu boy tem um caso com a magrela loira, dois andares abaixo, e como ela, a Andrea, ouviu eles discutindo, chamou a polícia querendo te foder, mas levaram ele". Celeste, sozinha, no calor do sexo, da merda, do uísque, das cantadas do Esteban (Ban, como ela chamava, coisa que deixava Gabriel puto da vida), sentiu uma sensação de proteção, cuidado, da lealdade dele ao contar uma traição tão grande (falsa) do namorado, que disse, de repente, que queria ir morar com o Esteban. E mais ainda quando ele mostrou aquela tatuagem com o nome dela.
Celeste tava se enganchando com ele, igual quem se apaixona por um boneco, porque não tem mais ninguém por perto.
Esteban queria usar todas as armas dele: domingo amanhecendo. Celes com o namorado preso até terça. Livre, mas também precisando de cuidado. Ele tava no lugar certo, na hora certa.
Gabriel, apesar da rejeição que sentia pelo Esteban, já que tava de saco cheio desse cara ficar atrás da namorada dele anos e anos com convites, presentes, encontros casuais, mensagens cheias de segundas intenções. Por isso, quando contou pra Celeste que a fantasia dele era ver ela transar com outro, ela vinha daquela noite de loucura onde, justamente, queria comer qualquer pedaço de carne, então topou na boa. Horas depois, tavam discutindo por causa do Esteban: Gabriel reclamava que ela mantinha contato com ele, enquanto ela minimizava as provas do namorado. E ainda chamava ele de "Ban". Naquele momento, Gabriel quebra o padrão e exige de Celeste que o primeiro que ele veja ela foder enquanto ele olha, realizando essa fantasia, seja o Esteban, sim: o rival dele, o odiado. Talvez ele botou ela à prova, esperando que ela sacasse que não era o candidato ideal, e armaram uma conversa onde tanto ela quanto o namorado decretaram que Esteban era O RIVAL dele, e como tal, ela se deitar com ele ia provar que Celeste amava Gabriel, porque realizava o desejo dele e o namorado garantia que, já que ele detestava o cara e ela tava de saco cheio de aturar aquele babaca, não correria risco o relacionamento. Mas Celeste, cheirada, pode aprontar qualquer coisa, a menos esperada. Não só topou com prazer, como talvez por se expressar mal, fez o namorado entender que "finalmente" ia transar com o Esteban e que "finalmente" ia conhecer o pau dele, do qual tanto tinham falado algumas amigas que já tinham transado com ele. Também, num momento em que Gabriel deixou ela sozinha, depois de tanta briga, Celeste pega o touro pelos chifres e manda mensagem pro Esteban sem consultar o namorado! E não só marcam — por decisão do Esteban — que seria NAQUELA NOITE, mas quando Gabriel, irritado porque ela combina com esse cara coisas que deveria resolver com o namorado, tipo o que é permitido ou não, ela responde que "Se Gabriel quer ver ela gozar com outro, ela não liga se, por exemplo, o namorado dela colocar como condição que ela FUME durante a foda. Porque ela vai fazer o que a excita e, por exemplo, no caso do Esteban, ela queria estar na cama com ele, porque sabia que isso ia dar ciúmes no Gabriel e deixar a buceta dela molhada, e se o Esteban oferecesse um cigarro, ela ia aceitar porque realizava 3 desejos: o do Esteban, que naquela noite seria o macho dela e ela morria de vontade de agradar, o desejo de ver o Gabriel, o marido dela, ofendido, e o dela mesma, porque o Esteban, quando ela ligou pra ele pelas costas do namorado, confessou que um dos desejos dele era ver ela montada em cima dele cavalgando enquanto fumava devagar, tragadas longas, soltando a fumaça com a pica do rival do namorado dela dentro..."... Bom, tudo isso tá detalhado nos capítulos anteriores. Continuo.
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Esteban passou de um cara que irritava a Celeste, que a deixava podre, que a perseguia há anos e não aceitava a recusa dela como definitiva, pra alguém que soube manipulá-la. Além disso, naquela noite não faltava cocaína nem uísque, embora o safado tivesse algo super secreto guardado que ia quebrar totalmente a vontade da Celeste, transformando ela numa puta submissa doente pra agradar ele de qualquer jeito. Mas ainda tem tempo.
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Por enquanto, ele tinha conseguido fazer dela sua puta, que ela admitisse e reconhecesse que ele tava sendo o macho dela. Que Celeste — depois da mentira de que o namorado dela traía — na frente do Esteban — quase um desconhecido — dissesse coisas humilhantes sobre o Gabriel: "Eu Odeio ele, que apodreça na cadeia, nem penso em ir. E sabe de uma coisa? Quero te chupar" e Esteban, que sabia que Não podia deixar ele cair em si, pensar no que é certo e no que é errado. Ele dobra a aposta: "Quero meu gozo na sua cara". "Eu também", ela responde.
E mais um degrau que eleva Esteban e deixa Gabriel ainda mais pra baixo.
Depois de ver Celeste engolir a vara dele, Esteban quer mais. "Cel, preciso te perguntar uma coisa, talvez idiota, mas fico curioso". Ela olha pra ele e faz um gesto com as mãos tipo "Fala, manda". "Você me chamou pra realizar a fantasia do seu namorado, né?". "Sim, Ban. Não era só pra ver outro cara me dando cock... ele te escolheu, o cara que considera rival, tentando testar sei lá o que" responde e completa, talvez desnecessariamente já que Esteban usava toda informação a seu favor "Além disso, sabe o que eu avisei ele, Ban? Que me deixar foder por você era uma jogada arriscada. Não sei por que falei isso, nunca te vi como amante, jamais achei que entre nós pudesse rolar um vínculo. É, mano. Você é gostoso, alto, boa pinta, cara de sujeito seguro, que não duvida, o que te dá uma aura de... grande comedor... hahaha" (tinha feito umas carreiras, cheira duas) "Agghh..." geme "Sabe que às vezes quando cheiro e fico meio... puta, eu gozo?". Esteban, nada bobo, soma "jogada arriscada: posso ir com Ban" a "Você é gostoso, boa pinta, cara de grande comedor" com "Quando fico meio puta, cheiro uma e gozo" então rapidamente se joga nela, os dois pelados, suados, e beija ela... sujo... como se quisesse possuir ela... Celes sente a língua dele, comprida, grossa.. durante os 4 segundos que dura a surpresa, quer se afastar, não quer participar, mas se funde com ele e quer dizer algo. Separa os lábios dos dele e uma ponte de baba grossa, inquebrável, os mantém unidos. "Tava esperando o ataque duplo do Ban" O olhar dele diz que não entende. "Beijo de língua, molhado, obsceno, perverso enquanto passa pó no meu clitóris" sorri, cola a boca nele e abre as pernas. E lá vai ele, já que não quer recuar nem um passo nessa parada de ter ela pra ele. E pelo visto... começavam a criar seus próprios segredinhos. "Isso é um passo enorme" pensa, tchau Gabriel, tchau. São palavras que soam como desejo na mente manipuladora dele. Não para de passar pó nela. na buceta dela, usa a palavra: buceta, pajear ela e beijar ela. Até que ela lembra que ia fazer uma pergunta. Mas espera ela decidir separar a boca. Celeste se joga de costas depois do longo e sujo beijo, mas Esteban não para de estimular a buceta dela com os dedos, a mão e, às vezes, a língua dura, que chegava até o clitóris. E com a outra mão, como numa ação que tem mais de tesão do que de sentimento físico, ele abre bem as pernas dela. Com os dedos, masturbação, ela completamente nua, cheia de porra, os fluidos dela, o suor dos dois... fecha os olhos e só... geme. "Assim... vai... assim... você que sabe". Tímida, com medo de quebrar isso que conseguiu depois de tanto desejar, ele lembra: "Queria te perguntar, posso?, sem parar de te pajear, claro". Ela suspira, está se entregando, Celeste está indo pra onde ele a leva. "Me fala, por favor". Ele pensa nas palavras por um momento e continua. "A fantasia do... innominável" testa e vê como outro triunfo que, com os olhos fechados, Cel faz uma careta de nojo e balança a cabeça "É baseada em seu namorado ou parceiro te permitir transar com outro enquanto ele olha você, a mina dele, gozar, curtir, gemer, acabar porque é outro que faz você gozar, tô certo?". Cele balança a cabeça e completa "Tão certo que vou pensando e fico com tesão". Sem perder o ritmo, o inimigo de Gabriel pergunta "Mas você também goza, enquanto seu boy te olha? Bah, você curte transar com alguém enquanto uma pessoa próxima curte seu prazer, a ponto de ficar de pau duro e querer se pajear?" Esteban, que tem dois dedos na buceta dela, nota que essa beleza expele mais fluidos, se encharca, obviamente porque o que ele acabou de contar foi uma cena que ela também imaginou e a deixou puta. "Aghh..." tenta responder enquanto geme "Ai, ai, sim... sim... Você tá certo. Acho que não tô fodendo... com você, sei lá, no seu carro e ahh... ahhh... um policia iluminar a gente e ai... mas.... bateu no vidro.... mas..." com a mente acelerada e sem vergonha, graças à cocaína "agora que eu penso.... se eu tivesse sendo comida pelo policial... e você ficasse me olhando... ai... ai... me daria um tesão porque com você já tem um vínculo ou algo assim. Acho que alguém que me fode me olhar enquanto um me faz gritar dando piroca.... me excita".
Esteban para de se masturbar e pega mais pó, direto no clitóris, e sem mais delongas sugere, ouvindo os gemidos de puta da Celeste: "Então, imagina isso: um amigo meu te fode, te come, vocês cheiram, ele te chupa toda e eu fico olhando... topa?" e mexe a mão com pó com dois dedos na buceta dela. "Ai, Ban, que sujo... sei lá, nunca pensei nisso. Você ficaria excitado me vendo gozar com a pica de outro, beijar outro, outro meter no meu cu e encher de leite? Isso te daria prazer, te deixaria duro? Agjjj" enquanto perguntava, um orgasmo feroz. Esteban pensa: "tô ganhando, pai. Ela tá me vendo na situação do otário do namorado dela. Ou seja: sou 'algo' pra ela".
Esteban, todo tesão, fala alto. "Sim, minha vida. Ver outro cara dando prazer pra minha mulher porque ela e eu queremos... me enlouquece. Vamos fazer isso?"... Celeste imagina e goza de novo. "Sim. Vamos fazer tudo, Ban, tudo... por favor". Esteban fecha o trato. "Hoje, umas 22h na casa de um amigo, que tal?". "Ufff... ufff... que puta tesão... sabe? Minha cabeça e meu corpo estão em sintonia igual eu me sentia no aniversário da Vale, a diferença é que a parte que eu não realizei, você tá me fazendo realizar. Na casa da Vale eu me sentia uma puta. EU QUERIA SER UMA puta. Até aceitei os cachorros do pai da Vale, que me chamou pra transar semana que vem e eu falei que sim.... VAGABUNDA, Ban. Era isso que eu sentia. Mas aqui, com você... EU SOU UMA PUTA RECONTRA, não só sinto. EU VIVO ISSO".
Esteban pensou "É agora". Celeste, deitada de costas, nua, de pernas abertas, da buceta escorria gozo, suor, saliva, coca molhada... tava de olhos fechados... tinha gozado 2 ou 3 vezes em meia hora. Ele pegou a maleta. Ela continuava sem notar. Abriu e tirou uma seringa com um líquido transparente. "A Vale te fez provar cocaína, né, meu amor?" Sem abrir os olhos ela diz "Sim, lindo". Ele abrindo mais as pernas dela, pressiona a veia que passa do lado da buceta até ver ela grossa. "Eu vou te levar mais longe, Cel".. Termina de falar isso, ela tão relaxada que nem olha por curiosidade, ele começa a enfiar a agulha devagar, picada que ela sente e incomoda um pouco... sem mais ele pergunta "Você confia no Ban, né Cel?" e ela, como se tivesse voando e cada vez mais entregue a ele e suas ideias responde com voz de gostosa no cio "Sim... meu macho... claro... se você vai me dar essa rola toda pra mim, já me fez sua". Ele avisa: "Se prepara pra voar" enquanto aperta o êmbolo enchendo a corrente sanguínea dela de heroína. Celeste abre os olhos sentindo o impacto direto na cabeça "Bem-vinda à heroína". Ela quer parar, a princípio por medo ou precaução, mas o efeito é tão rápido, imenso, incrivelmente prazeroso que ela se põe em posição fetal na cama e pede "Heroína... quero que me dê sempre"... Com um braço, ele se levanta meio e pergunta com receio "Ban, você vai continuar me desejando assim, feito uma puta?" ao que ele responde sagazmente "Celeste. Entrei na sua vida pra te transformar na puta MAIS DESEJADA E DESEJOSA DO PLANETA. Você vai ser MINHA puta e daqui, EU vou te guiar pra SER a puta desejada". "Ahh... ahhh... isso é incrível 'Quando vinha o outro cara?'" Esteban sorri. "Nós vamos até ele, hoje à noite". Celeste se contorce. Se o Gabriel visse. Em dois dias como deixou sua namorada ser humilhada. Vale, não fez por maldade, mas uma amiga não se empurra pra consumir. Agora, Esteban buscava a submissão total.. Sem perguntar, sem avisar, só com a força dos braços, a colocou de joelhos, abaixou os braços dela e o rosto colado no colchão, com a bunda exposta. Pegou cocaína, passou toda em volta do cu, sabendo que isso anestesiaria. Dava pra ver que Cel não tinha dado muito por ali. Ela tava com a boca seca da merda, dos beijos, do uísque, do sexo, mas lembrou... Pegou a maleta. Abriu. Ao fundo se ouvia Celeste como num mantra... "Ahhh... aoooh.... uhhh.... mmmhh... quero... seu amigo? Quero que me olhem. Que me desejem. Uhmmm. Ficar molhada o dia todo... deitar com quem eu quiser... e que ele me deseje claro..." Tirou da maleta um pote redondo com tampa. Era um óleo pra lubrificar. Passou na pica toda... derramou sobre a coca, fazendo entrar no cu... e disse "Cel. Te amo, sabia?" enquanto, devagar, ia metendo aquela pica enorme no cu dela. "Ahh... ahhh..... te amo, Ban... o que você fez comigo essa noite? Cê é um bruxo. Me sinto sua. Me sinto sob seus desejos. Cê me deseja, Ban?" Já tinha meia pica dentro. Ela, mesmo assim, doida de heroína, agarrou as duas nádegas e abriu mais o cu ajudando. que entre a pica. "Te desejo desde que te conheci, Cek". Já tava a pica dominando a bunda, uma bunda tão gostosa, bah: será que não era linda na Celeste? - "Você mente, Ban. É um mentiroso" a voz dela soou como a de um bêbado que precisa se fazer de durão. "Por que você me diz isso, meu amor?" Ela continuava abrindo o buraco. "Porque se me desejasse, tinha me comido há muito tempo. Olha quanto tempo passou." A droga fazia ela recriminar o cara que a perseguiu por 15 anos e que a ignorou. "Amor, eu te procurava, mas você ia embora" e mesmo naquele estado, Celeste lembrou Esteban de algo que ele não lembrava ou talvez preferia esquecer, desiludido pela falta de interesse dela. "Você tinha 17 e eu 16. Já tinha chegado o fuxico da sua pica. Esperei você ficar sozinho no banheiro masculino e me fiz de desligada e entrei. Você tava saindo de um dos cubículos com a calça já subida. O que eu te falei? Lembra ou não?" Esteban estremeceu. "Você falou: vai, mano. Eu também quero ver, tocar... assisti dois filmes então aprendi a bater punheta em pica. Mostra pra mim, quero bater uma pra você, gato". Esteban lembra: a magrinha que ele perseguiu por 15 anos, desde os 18 dela até hoje, com 31, e que nunca retribuiu o interesse, tinha pedido a pica dele antes dele pedir a dela. "Você tinha 16, Cel" respondeu Esteban "E você ainda tem 19. 19 centímetros. Uf. Enterra no meu cu, mais. Quero heroína. Quero ser sua. Me faz de puta". Esteban, enquanto enfiava mais 5 cm, se isso era como Cel disse, que com o pau do namorado dela viam uma disputa entre 2 e ela era o troféu, ele tava no pódio. Puxou outra seringa, dessa vez colocou um pouco de merla na heroína, mexeu bem e sem tirar a pica, aproveitando a bunda empinada, aplicou outra dose de heroína.
Celeste gozou. Uma vez. E outra. Duas juntas... Ela gritava. Implorava... "Te esquento, Ban?" "Claro, até o infinito." "Não acredito. Quando te pedi pau... você recusou." E ela gozou com squirt.Link pt 1:
https://www.poringa.net/posts/relatos/6327314/Confiesa-que-hizo-en-fiesta-y-me-animo-a-pedirle-fantasia-1.html#comment-292453
Link pt 2:
https://www.poringa.net/posts/relatos/6327741/Confiesa-que-hizo-en-fiesta-y-me-animo-a-pedirle-fantasia-2.html#comment-294041
Link pt 3:
https://www.poringa.net/posts/relatos/6330147/Confiesa-qo-que-ela-fez-na-festa-e-me-animei-a-pedir-fantasia-3.htmlLink pt 4:
https://www.poringa.net/posts/relatos/6330369/Confiesa-que-hizo-en-fiesta-y-me-animo-a-pedirle-fantasia-4.html
Tal como Gabriel tinha previsto: "Eu detesto o Esteban. É o cara que mais me irrita porque a gente sabe que ele te quer. Então ele e eu somos rivais e você, Celes, é o prêmio". Ela riu. Como Gabi falava isso se ela amava ele, era fiel, nunca respondeu aos cachorros que Esteban não parava de jogar pra ela, embora duas noites antes, na casa da Vale pelo aniversário dela, Celes experimentou a cocaína, exagerou, daí a Vale deu um monte de uísque... então as fantasias mentais totalmente novas conseguiram abrir a mente dela, fazer ela se sentir sem vergonha, não sentir culpa nem vergonha... e ela cruzou justo com Esteban, que ofereceu um Marlboro. Celeste não fumava há anos por pedido do namorado. Mas naquela noite de ruptura, não só fumou... começou a olhar pros namorados ou maridos das amigas íntimas dela como potenciais amantes... e como não sabia se dava o passo ou não, e o único solteiro da noite era o Esteban, foi pedir outro cigarro pra ele com a clara intenção de provocá-lo. Agora eram 6h45 de domingo, Gabriel tinha sido preso, ela não viu nada, então acreditou no Esteban: "A polícia me disse que seu boy tem um caso com a magrela loira, dois andares abaixo, e como ela, a Andrea, ouviu eles discutindo, chamou a polícia querendo te foder, mas levaram ele". Celeste, sozinha, no calor do sexo, da merda, do uísque, das cantadas do Esteban (Ban, como ela chamava, coisa que deixava Gabriel puto da vida), sentiu uma sensação de proteção, cuidado, da lealdade dele ao contar uma traição tão grande (falsa) do namorado, que disse, de repente, que queria ir morar com o Esteban. E mais ainda quando ele mostrou aquela tatuagem com o nome dela.
Celeste tava se enganchando com ele, igual quem se apaixona por um boneco, porque não tem mais ninguém por perto.Esteban queria usar todas as armas dele: domingo amanhecendo. Celes com o namorado preso até terça. Livre, mas também precisando de cuidado. Ele tava no lugar certo, na hora certa.
Gabriel, apesar da rejeição que sentia pelo Esteban, já que tava de saco cheio desse cara ficar atrás da namorada dele anos e anos com convites, presentes, encontros casuais, mensagens cheias de segundas intenções. Por isso, quando contou pra Celeste que a fantasia dele era ver ela transar com outro, ela vinha daquela noite de loucura onde, justamente, queria comer qualquer pedaço de carne, então topou na boa. Horas depois, tavam discutindo por causa do Esteban: Gabriel reclamava que ela mantinha contato com ele, enquanto ela minimizava as provas do namorado. E ainda chamava ele de "Ban". Naquele momento, Gabriel quebra o padrão e exige de Celeste que o primeiro que ele veja ela foder enquanto ele olha, realizando essa fantasia, seja o Esteban, sim: o rival dele, o odiado. Talvez ele botou ela à prova, esperando que ela sacasse que não era o candidato ideal, e armaram uma conversa onde tanto ela quanto o namorado decretaram que Esteban era O RIVAL dele, e como tal, ela se deitar com ele ia provar que Celeste amava Gabriel, porque realizava o desejo dele e o namorado garantia que, já que ele detestava o cara e ela tava de saco cheio de aturar aquele babaca, não correria risco o relacionamento. Mas Celeste, cheirada, pode aprontar qualquer coisa, a menos esperada. Não só topou com prazer, como talvez por se expressar mal, fez o namorado entender que "finalmente" ia transar com o Esteban e que "finalmente" ia conhecer o pau dele, do qual tanto tinham falado algumas amigas que já tinham transado com ele. Também, num momento em que Gabriel deixou ela sozinha, depois de tanta briga, Celeste pega o touro pelos chifres e manda mensagem pro Esteban sem consultar o namorado! E não só marcam — por decisão do Esteban — que seria NAQUELA NOITE, mas quando Gabriel, irritado porque ela combina com esse cara coisas que deveria resolver com o namorado, tipo o que é permitido ou não, ela responde que "Se Gabriel quer ver ela gozar com outro, ela não liga se, por exemplo, o namorado dela colocar como condição que ela FUME durante a foda. Porque ela vai fazer o que a excita e, por exemplo, no caso do Esteban, ela queria estar na cama com ele, porque sabia que isso ia dar ciúmes no Gabriel e deixar a buceta dela molhada, e se o Esteban oferecesse um cigarro, ela ia aceitar porque realizava 3 desejos: o do Esteban, que naquela noite seria o macho dela e ela morria de vontade de agradar, o desejo de ver o Gabriel, o marido dela, ofendido, e o dela mesma, porque o Esteban, quando ela ligou pra ele pelas costas do namorado, confessou que um dos desejos dele era ver ela montada em cima dele cavalgando enquanto fumava devagar, tragadas longas, soltando a fumaça com a pica do rival do namorado dela dentro..."... Bom, tudo isso tá detalhado nos capítulos anteriores. Continuo.
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Esteban passou de um cara que irritava a Celeste, que a deixava podre, que a perseguia há anos e não aceitava a recusa dela como definitiva, pra alguém que soube manipulá-la. Além disso, naquela noite não faltava cocaína nem uísque, embora o safado tivesse algo super secreto guardado que ia quebrar totalmente a vontade da Celeste, transformando ela numa puta submissa doente pra agradar ele de qualquer jeito. Mas ainda tem tempo.
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Por enquanto, ele tinha conseguido fazer dela sua puta, que ela admitisse e reconhecesse que ele tava sendo o macho dela. Que Celeste — depois da mentira de que o namorado dela traía — na frente do Esteban — quase um desconhecido — dissesse coisas humilhantes sobre o Gabriel: "Eu Odeio ele, que apodreça na cadeia, nem penso em ir. E sabe de uma coisa? Quero te chupar" e Esteban, que sabia que Não podia deixar ele cair em si, pensar no que é certo e no que é errado. Ele dobra a aposta: "Quero meu gozo na sua cara". "Eu também", ela responde.
E mais um degrau que eleva Esteban e deixa Gabriel ainda mais pra baixo.
Depois de ver Celeste engolir a vara dele, Esteban quer mais. "Cel, preciso te perguntar uma coisa, talvez idiota, mas fico curioso". Ela olha pra ele e faz um gesto com as mãos tipo "Fala, manda". "Você me chamou pra realizar a fantasia do seu namorado, né?". "Sim, Ban. Não era só pra ver outro cara me dando cock... ele te escolheu, o cara que considera rival, tentando testar sei lá o que" responde e completa, talvez desnecessariamente já que Esteban usava toda informação a seu favor "Além disso, sabe o que eu avisei ele, Ban? Que me deixar foder por você era uma jogada arriscada. Não sei por que falei isso, nunca te vi como amante, jamais achei que entre nós pudesse rolar um vínculo. É, mano. Você é gostoso, alto, boa pinta, cara de sujeito seguro, que não duvida, o que te dá uma aura de... grande comedor... hahaha" (tinha feito umas carreiras, cheira duas) "Agghh..." geme "Sabe que às vezes quando cheiro e fico meio... puta, eu gozo?". Esteban, nada bobo, soma "jogada arriscada: posso ir com Ban" a "Você é gostoso, boa pinta, cara de grande comedor" com "Quando fico meio puta, cheiro uma e gozo" então rapidamente se joga nela, os dois pelados, suados, e beija ela... sujo... como se quisesse possuir ela... Celes sente a língua dele, comprida, grossa.. durante os 4 segundos que dura a surpresa, quer se afastar, não quer participar, mas se funde com ele e quer dizer algo. Separa os lábios dos dele e uma ponte de baba grossa, inquebrável, os mantém unidos. "Tava esperando o ataque duplo do Ban" O olhar dele diz que não entende. "Beijo de língua, molhado, obsceno, perverso enquanto passa pó no meu clitóris" sorri, cola a boca nele e abre as pernas. E lá vai ele, já que não quer recuar nem um passo nessa parada de ter ela pra ele. E pelo visto... começavam a criar seus próprios segredinhos. "Isso é um passo enorme" pensa, tchau Gabriel, tchau. São palavras que soam como desejo na mente manipuladora dele. Não para de passar pó nela. na buceta dela, usa a palavra: buceta, pajear ela e beijar ela. Até que ela lembra que ia fazer uma pergunta. Mas espera ela decidir separar a boca. Celeste se joga de costas depois do longo e sujo beijo, mas Esteban não para de estimular a buceta dela com os dedos, a mão e, às vezes, a língua dura, que chegava até o clitóris. E com a outra mão, como numa ação que tem mais de tesão do que de sentimento físico, ele abre bem as pernas dela. Com os dedos, masturbação, ela completamente nua, cheia de porra, os fluidos dela, o suor dos dois... fecha os olhos e só... geme. "Assim... vai... assim... você que sabe". Tímida, com medo de quebrar isso que conseguiu depois de tanto desejar, ele lembra: "Queria te perguntar, posso?, sem parar de te pajear, claro". Ela suspira, está se entregando, Celeste está indo pra onde ele a leva. "Me fala, por favor". Ele pensa nas palavras por um momento e continua. "A fantasia do... innominável" testa e vê como outro triunfo que, com os olhos fechados, Cel faz uma careta de nojo e balança a cabeça "É baseada em seu namorado ou parceiro te permitir transar com outro enquanto ele olha você, a mina dele, gozar, curtir, gemer, acabar porque é outro que faz você gozar, tô certo?". Cele balança a cabeça e completa "Tão certo que vou pensando e fico com tesão". Sem perder o ritmo, o inimigo de Gabriel pergunta "Mas você também goza, enquanto seu boy te olha? Bah, você curte transar com alguém enquanto uma pessoa próxima curte seu prazer, a ponto de ficar de pau duro e querer se pajear?" Esteban, que tem dois dedos na buceta dela, nota que essa beleza expele mais fluidos, se encharca, obviamente porque o que ele acabou de contar foi uma cena que ela também imaginou e a deixou puta. "Aghh..." tenta responder enquanto geme "Ai, ai, sim... sim... Você tá certo. Acho que não tô fodendo... com você, sei lá, no seu carro e ahh... ahhh... um policia iluminar a gente e ai... mas.... bateu no vidro.... mas..." com a mente acelerada e sem vergonha, graças à cocaína "agora que eu penso.... se eu tivesse sendo comida pelo policial... e você ficasse me olhando... ai... ai... me daria um tesão porque com você já tem um vínculo ou algo assim. Acho que alguém que me fode me olhar enquanto um me faz gritar dando piroca.... me excita".
Esteban para de se masturbar e pega mais pó, direto no clitóris, e sem mais delongas sugere, ouvindo os gemidos de puta da Celeste: "Então, imagina isso: um amigo meu te fode, te come, vocês cheiram, ele te chupa toda e eu fico olhando... topa?" e mexe a mão com pó com dois dedos na buceta dela. "Ai, Ban, que sujo... sei lá, nunca pensei nisso. Você ficaria excitado me vendo gozar com a pica de outro, beijar outro, outro meter no meu cu e encher de leite? Isso te daria prazer, te deixaria duro? Agjjj" enquanto perguntava, um orgasmo feroz. Esteban pensa: "tô ganhando, pai. Ela tá me vendo na situação do otário do namorado dela. Ou seja: sou 'algo' pra ela".
Esteban, todo tesão, fala alto. "Sim, minha vida. Ver outro cara dando prazer pra minha mulher porque ela e eu queremos... me enlouquece. Vamos fazer isso?"... Celeste imagina e goza de novo. "Sim. Vamos fazer tudo, Ban, tudo... por favor". Esteban fecha o trato. "Hoje, umas 22h na casa de um amigo, que tal?". "Ufff... ufff... que puta tesão... sabe? Minha cabeça e meu corpo estão em sintonia igual eu me sentia no aniversário da Vale, a diferença é que a parte que eu não realizei, você tá me fazendo realizar. Na casa da Vale eu me sentia uma puta. EU QUERIA SER UMA puta. Até aceitei os cachorros do pai da Vale, que me chamou pra transar semana que vem e eu falei que sim.... VAGABUNDA, Ban. Era isso que eu sentia. Mas aqui, com você... EU SOU UMA PUTA RECONTRA, não só sinto. EU VIVO ISSO".Esteban pensou "É agora". Celeste, deitada de costas, nua, de pernas abertas, da buceta escorria gozo, suor, saliva, coca molhada... tava de olhos fechados... tinha gozado 2 ou 3 vezes em meia hora. Ele pegou a maleta. Ela continuava sem notar. Abriu e tirou uma seringa com um líquido transparente. "A Vale te fez provar cocaína, né, meu amor?" Sem abrir os olhos ela diz "Sim, lindo". Ele abrindo mais as pernas dela, pressiona a veia que passa do lado da buceta até ver ela grossa. "Eu vou te levar mais longe, Cel".. Termina de falar isso, ela tão relaxada que nem olha por curiosidade, ele começa a enfiar a agulha devagar, picada que ela sente e incomoda um pouco... sem mais ele pergunta "Você confia no Ban, né Cel?" e ela, como se tivesse voando e cada vez mais entregue a ele e suas ideias responde com voz de gostosa no cio "Sim... meu macho... claro... se você vai me dar essa rola toda pra mim, já me fez sua". Ele avisa: "Se prepara pra voar" enquanto aperta o êmbolo enchendo a corrente sanguínea dela de heroína. Celeste abre os olhos sentindo o impacto direto na cabeça "Bem-vinda à heroína". Ela quer parar, a princípio por medo ou precaução, mas o efeito é tão rápido, imenso, incrivelmente prazeroso que ela se põe em posição fetal na cama e pede "Heroína... quero que me dê sempre"... Com um braço, ele se levanta meio e pergunta com receio "Ban, você vai continuar me desejando assim, feito uma puta?" ao que ele responde sagazmente "Celeste. Entrei na sua vida pra te transformar na puta MAIS DESEJADA E DESEJOSA DO PLANETA. Você vai ser MINHA puta e daqui, EU vou te guiar pra SER a puta desejada". "Ahh... ahhh... isso é incrível 'Quando vinha o outro cara?'" Esteban sorri. "Nós vamos até ele, hoje à noite". Celeste se contorce. Se o Gabriel visse. Em dois dias como deixou sua namorada ser humilhada. Vale, não fez por maldade, mas uma amiga não se empurra pra consumir. Agora, Esteban buscava a submissão total.. Sem perguntar, sem avisar, só com a força dos braços, a colocou de joelhos, abaixou os braços dela e o rosto colado no colchão, com a bunda exposta. Pegou cocaína, passou toda em volta do cu, sabendo que isso anestesiaria. Dava pra ver que Cel não tinha dado muito por ali. Ela tava com a boca seca da merda, dos beijos, do uísque, do sexo, mas lembrou... Pegou a maleta. Abriu. Ao fundo se ouvia Celeste como num mantra... "Ahhh... aoooh.... uhhh.... mmmhh... quero... seu amigo? Quero que me olhem. Que me desejem. Uhmmm. Ficar molhada o dia todo... deitar com quem eu quiser... e que ele me deseje claro..." Tirou da maleta um pote redondo com tampa. Era um óleo pra lubrificar. Passou na pica toda... derramou sobre a coca, fazendo entrar no cu... e disse "Cel. Te amo, sabia?" enquanto, devagar, ia metendo aquela pica enorme no cu dela. "Ahh... ahhh..... te amo, Ban... o que você fez comigo essa noite? Cê é um bruxo. Me sinto sua. Me sinto sob seus desejos. Cê me deseja, Ban?" Já tinha meia pica dentro. Ela, mesmo assim, doida de heroína, agarrou as duas nádegas e abriu mais o cu ajudando. que entre a pica. "Te desejo desde que te conheci, Cek". Já tava a pica dominando a bunda, uma bunda tão gostosa, bah: será que não era linda na Celeste? - "Você mente, Ban. É um mentiroso" a voz dela soou como a de um bêbado que precisa se fazer de durão. "Por que você me diz isso, meu amor?" Ela continuava abrindo o buraco. "Porque se me desejasse, tinha me comido há muito tempo. Olha quanto tempo passou." A droga fazia ela recriminar o cara que a perseguiu por 15 anos e que a ignorou. "Amor, eu te procurava, mas você ia embora" e mesmo naquele estado, Celeste lembrou Esteban de algo que ele não lembrava ou talvez preferia esquecer, desiludido pela falta de interesse dela. "Você tinha 17 e eu 16. Já tinha chegado o fuxico da sua pica. Esperei você ficar sozinho no banheiro masculino e me fiz de desligada e entrei. Você tava saindo de um dos cubículos com a calça já subida. O que eu te falei? Lembra ou não?" Esteban estremeceu. "Você falou: vai, mano. Eu também quero ver, tocar... assisti dois filmes então aprendi a bater punheta em pica. Mostra pra mim, quero bater uma pra você, gato". Esteban lembra: a magrinha que ele perseguiu por 15 anos, desde os 18 dela até hoje, com 31, e que nunca retribuiu o interesse, tinha pedido a pica dele antes dele pedir a dela. "Você tinha 16, Cel" respondeu Esteban "E você ainda tem 19. 19 centímetros. Uf. Enterra no meu cu, mais. Quero heroína. Quero ser sua. Me faz de puta". Esteban, enquanto enfiava mais 5 cm, se isso era como Cel disse, que com o pau do namorado dela viam uma disputa entre 2 e ela era o troféu, ele tava no pódio. Puxou outra seringa, dessa vez colocou um pouco de merla na heroína, mexeu bem e sem tirar a pica, aproveitando a bunda empinada, aplicou outra dose de heroína.
Celeste gozou. Uma vez. E outra. Duas juntas... Ela gritava. Implorava... "Te esquento, Ban?" "Claro, até o infinito." "Não acredito. Quando te pedi pau... você recusou." E ela gozou com squirt.Link pt 1:https://www.poringa.net/posts/relatos/6327314/Confiesa-que-hizo-en-fiesta-y-me-animo-a-pedirle-fantasia-1.html#comment-292453
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3 comentários - Confessou o que fez na festa e me fez pedir fetiche/5