Olá pessoal, vou contar minha última aventura
Foi ontem, segunda-feira, 20 de abril
Acontece que tava nublado, ameaçando chuva, e eu tava em casa, já que não fui pro escritório.
Fiquei vendo TV, arrumando a casa, e de repente me apoiei na bancada da cozinha e joguei a bunda pra trás como se tivesse um cara ali. A situação é que fiquei tão excitado que fui e vesti uma tanga vinho.
Peguei o notebook e entrei no chat gay de Buenos Aires, nas três salas, com o nick SeduçãoETanga. Montei uma mensagem do que tava procurando, mas como tava em casa e não queria sair, procurava perto de casa, no meu bairro. Sempre um ativo, de preferência mais velho.
Vários caras apareceram falando comigo, pedindo foto. Eu mandava uma de tanga e, como acontece nesses chats, de 100 que falam, 2 são reais. Umas 10 da manhã, um coroa me contata, que é do bairro e tava a umas quadras da minha casa, ou seja, um vizinho mais velho.
Conversamos um pouco e ele fala: "Posso ir? E você, pode?" Falei que sim. Passamos WhatsApp e eu digo: "Então me avisa meio-dia que te espero pelado." Ele responde: "Sim, quero que você abra a porta de casa só de tanga."
Meio-dia ele me manda mensagem e fala: "Tô indo praí, me dá o endereço certo." Em 5 minutos tava na porta. Coloquei a tanga, vesti ela direitinho, abri a porta e esperei ele na calçada, só de tanga e camiseta.
Ele chega e me diz: "Oi, Jasmim." Eu respondi: "Já me batizou como sua putinha." Entramos, ele me agarrou contra a parede e nos beijamos como se fôssemos namorados, assim por uns 5 minutos.
Ele me virou, tirou minha camiseta, passou a língua nas minhas costas, me acariciou. Enfiou um dedo na minha boca, que chupei e saboreei, e me perguntou: "Você topa que eu chupe sua bunda?" Falei que sim. Ele ficou um tempinho chupando minha buceta e enfiando dedos, me deixou no ponto.
Começou a encostar a pica na minha bunda. Pra ser sincero, ele tinha um canhão de 16 cm, mas grosso e cabeçudo. Passava na minha bunda, encostava a pontinha e, enquanto isso, me beijava o pescoço e as orelhas.
E ele fala: "É sua vez, putinha."
Entendi o recado. Me ajoelhei e comecei a chupar a pica dele. Ele se Tinha amarrado um elástico pra não perder a ereção. Chupei, ele dizia como eu chupava bem, Jazz.
Ele me pergunta: "É verdade que você gosta que te vejam gozar?" Falei: "Vem ver." Fui pra janela que dá pra rua, onde passa o ônibus, na frente tem uma oficina. Sem tirar a calcinha fio-dental e com a bunda escorrendo de prazer, ele me colocou de frente pra rua, e entre a gente só uma cortina fina.
Ele me colocou na ponta dos pés, abriu minha buceta e colocou só a cabeça. Eu com a cara de prazer, o povo passando na calçada de casa e ele me enfiando. Não meteu tudo, só brincava com a cabeça fazendo círculo, e não entrava mais que a cabeça.
Isso me matava de prazer, nunca tinham me comido assim. Essa é minha 5ª vez em 41 anos. Eu gozava e não podia gritar porque tinha gente na rua. O mais engraçado: passou uma senhora, me olhou e parece que sacou. Falei: "Amor, acho que ela percebeu." Ele: "Então toma", e enfiou tudo. Eu derretido: "Ai, minha vida", e saiu um gemido de dentro que não consegui parar.
Ele tira e eu falo: "Vai gozar?" "Ainda não." Fomos pra cama, ele deitou e chupei mais um pouco. Ele pergunta: "Você gosta de quatro?" Assenti com a cabeça, já que tava com o pau na garganta.
Me arrumei na beirada da cama, apoiei o peito nela e deixei a bundinha pra fora. Ele encostou a ponta, não entrava, doía. Aí passamos lubrificante, ele apoiou e disse: "Empurra que assim entra." Depois de três vezes, entrou tudo. Senti a estocada e gemi. Ele ficou parado um pouco, se ajeitou, começou o vai e vem. Falei: "Devagar, meu amor, faz amor comigo devagar." E ele fez, hahaha. Só
um pouquinho depois, apoiou as duas mãos nas minhas costas e me apertou contra o colchão. Pegou minha perna esquerda, dobrou quase na altura do peito, fiquei de lado e começou violentamente a me comer. Ficou 15 minutos assim. No começo doía e eu só gemia, reclamava, mas depois a dor passou e senti aquela sensação única de ser comida por um macho. Eu, de pau duro, comecei a gozar, tudo isso ainda de calcinha fio-dental. nunca tiro ela de dentro
Ela deitou em cima de mim e continuou me comendo e falava vai, vagabundo, goza, e ainda disse toda vez que eu estiver aqui na sua casa, vou vir te foder, me pegou pelo pescoço e continuou metendo com força, meu cu tava igual uma torneira aberta.
Aí ela me apertou e perguntou: já te engravidaram alguma vez? Falei não. Ela disse: hoje vou te deixar grávida, sua puta, Jasmim, eu, Ricardo, vou ser o pai. E eu gritei ahhhhhhhhhhh e gemi que nem uma vagabunda, me enchi de porra, e ela caiu em cima de mim, a gente transou por uma hora. Ela levantou e foi pro banheiro, me deixou deitada com a calcinha fio dental de lado, escorrendo esperma, saiu do banheiro, me beijou e falou amor, semana que vem a gente se vê de novo.
E foi trabalhar.
Foi ontem, segunda-feira, 20 de abril
Acontece que tava nublado, ameaçando chuva, e eu tava em casa, já que não fui pro escritório.
Fiquei vendo TV, arrumando a casa, e de repente me apoiei na bancada da cozinha e joguei a bunda pra trás como se tivesse um cara ali. A situação é que fiquei tão excitado que fui e vesti uma tanga vinho.
Peguei o notebook e entrei no chat gay de Buenos Aires, nas três salas, com o nick SeduçãoETanga. Montei uma mensagem do que tava procurando, mas como tava em casa e não queria sair, procurava perto de casa, no meu bairro. Sempre um ativo, de preferência mais velho.
Vários caras apareceram falando comigo, pedindo foto. Eu mandava uma de tanga e, como acontece nesses chats, de 100 que falam, 2 são reais. Umas 10 da manhã, um coroa me contata, que é do bairro e tava a umas quadras da minha casa, ou seja, um vizinho mais velho.
Conversamos um pouco e ele fala: "Posso ir? E você, pode?" Falei que sim. Passamos WhatsApp e eu digo: "Então me avisa meio-dia que te espero pelado." Ele responde: "Sim, quero que você abra a porta de casa só de tanga."
Meio-dia ele me manda mensagem e fala: "Tô indo praí, me dá o endereço certo." Em 5 minutos tava na porta. Coloquei a tanga, vesti ela direitinho, abri a porta e esperei ele na calçada, só de tanga e camiseta.
Ele chega e me diz: "Oi, Jasmim." Eu respondi: "Já me batizou como sua putinha." Entramos, ele me agarrou contra a parede e nos beijamos como se fôssemos namorados, assim por uns 5 minutos.
Ele me virou, tirou minha camiseta, passou a língua nas minhas costas, me acariciou. Enfiou um dedo na minha boca, que chupei e saboreei, e me perguntou: "Você topa que eu chupe sua bunda?" Falei que sim. Ele ficou um tempinho chupando minha buceta e enfiando dedos, me deixou no ponto.
Começou a encostar a pica na minha bunda. Pra ser sincero, ele tinha um canhão de 16 cm, mas grosso e cabeçudo. Passava na minha bunda, encostava a pontinha e, enquanto isso, me beijava o pescoço e as orelhas.
E ele fala: "É sua vez, putinha."
Entendi o recado. Me ajoelhei e comecei a chupar a pica dele. Ele se Tinha amarrado um elástico pra não perder a ereção. Chupei, ele dizia como eu chupava bem, Jazz.
Ele me pergunta: "É verdade que você gosta que te vejam gozar?" Falei: "Vem ver." Fui pra janela que dá pra rua, onde passa o ônibus, na frente tem uma oficina. Sem tirar a calcinha fio-dental e com a bunda escorrendo de prazer, ele me colocou de frente pra rua, e entre a gente só uma cortina fina.
Ele me colocou na ponta dos pés, abriu minha buceta e colocou só a cabeça. Eu com a cara de prazer, o povo passando na calçada de casa e ele me enfiando. Não meteu tudo, só brincava com a cabeça fazendo círculo, e não entrava mais que a cabeça.
Isso me matava de prazer, nunca tinham me comido assim. Essa é minha 5ª vez em 41 anos. Eu gozava e não podia gritar porque tinha gente na rua. O mais engraçado: passou uma senhora, me olhou e parece que sacou. Falei: "Amor, acho que ela percebeu." Ele: "Então toma", e enfiou tudo. Eu derretido: "Ai, minha vida", e saiu um gemido de dentro que não consegui parar.
Ele tira e eu falo: "Vai gozar?" "Ainda não." Fomos pra cama, ele deitou e chupei mais um pouco. Ele pergunta: "Você gosta de quatro?" Assenti com a cabeça, já que tava com o pau na garganta.
Me arrumei na beirada da cama, apoiei o peito nela e deixei a bundinha pra fora. Ele encostou a ponta, não entrava, doía. Aí passamos lubrificante, ele apoiou e disse: "Empurra que assim entra." Depois de três vezes, entrou tudo. Senti a estocada e gemi. Ele ficou parado um pouco, se ajeitou, começou o vai e vem. Falei: "Devagar, meu amor, faz amor comigo devagar." E ele fez, hahaha. Só
um pouquinho depois, apoiou as duas mãos nas minhas costas e me apertou contra o colchão. Pegou minha perna esquerda, dobrou quase na altura do peito, fiquei de lado e começou violentamente a me comer. Ficou 15 minutos assim. No começo doía e eu só gemia, reclamava, mas depois a dor passou e senti aquela sensação única de ser comida por um macho. Eu, de pau duro, comecei a gozar, tudo isso ainda de calcinha fio-dental. nunca tiro ela de dentro
Ela deitou em cima de mim e continuou me comendo e falava vai, vagabundo, goza, e ainda disse toda vez que eu estiver aqui na sua casa, vou vir te foder, me pegou pelo pescoço e continuou metendo com força, meu cu tava igual uma torneira aberta.
Aí ela me apertou e perguntou: já te engravidaram alguma vez? Falei não. Ela disse: hoje vou te deixar grávida, sua puta, Jasmim, eu, Ricardo, vou ser o pai. E eu gritei ahhhhhhhhhhh e gemi que nem uma vagabunda, me enchi de porra, e ela caiu em cima de mim, a gente transou por uma hora. Ela levantou e foi pro banheiro, me deixou deitada com a calcinha fio dental de lado, escorrendo esperma, saiu do banheiro, me beijou e falou amor, semana que vem a gente se vê de novo.
E foi trabalhar.
2 comentários - Memórias: Ontem um cara do chat me comeu