A primeira vez que conheci a Diana foi numa festa na casa dela. Fui com minha namorada, que era a melhor amiga dela — se conheciam desde o primário. Ela nos apresentou. Diana era baixinha, bem magrinha, se vestia de um jeito mais recatado, mas o que me chamou a atenção foi o rosto dela. Era muito linda, olhos grandes e bem expressivos, nariz pequeno e com um formato perfeito, lábios grandes e carnudos. Apesar de a gente ter conversado pouco, eu gostei dela, e foi mútuo. A gente se entrosou, e depois ela me adicionou no Instagram. Eu via as fotos dela e tinha algo nela que me parecia muito atraente, nada físico porque realmente ela não tinha muito, mas era um magnetismo sensual que eu não saberia explicar. Ela é professora de pré-escola, tinha fotos na escola, se vestia muito linda, os vestidos faziam ela parecer uma bonequinha. Nunca insinuei nada especial, até porque eu sou namorado da melhor amiga dela.Uma vez, minha namorada ficou sem internet, mas precisava muito mandar mensagem pra Diana. Ela me pediu pra entrar em contato com ela. Naquela noite, eu tava com um amigo conversando quando meu celular tocou — era Diana. Ela me pediu, por favor, pra ir buscar ela. Tinha ficado até tarde no trabalho e não achava transporte, não sabia a quem recorrer. Falei que sem problema. Liguei pra minha namorada, expliquei a situação pra não ter mal-entendido. Ela tava do lado de fora do trabalho, igualmente linda como sempre. Entrou no meu carro e fomos pra casa dela. Antes de chegar, ela pediu pra passar num Oxxo, queria um café. Comprou um pra mim também, e a gente ficou no carro conversando um tempinho. Nossa amizade ficou mais próxima.
Desde aquele dia, começamos a conversar com mais frequência, a ponto de eu achar que ela confiava mais em mim do que na minha namorada. Ela me contou que tinha conhecido um cara nas redes sociais, gostava dele, mas tinha medo de encontrar ele pessoalmente. Falei que, se ela quisesse, eu levava ela e ficava de olho pra garantir que nada acontecesse. Também contei isso pra minha namorada, que disse que era uma boa ideia. Acho que... Ela não desconfiava de mim, sabia que eu gostava de mulheres cheinhas, igual minha namorada, com quadril, peitão e uma bunda enorme, que nem por brincadeira eu me interessava por mulheres como a Diana, e era verdade, eu adorava as gostosudas, mas a Diana era diferente, embora eu mantivesse isso em segredo. Aos olhos da minha namorada, eu tratava ela como amiga ou irmã, algo mais paternal. No dia que ela foi conhecer o cara, se arrumou linda, um vestido florido de verão, umas sandálias de salto alto, que deixavam ver uns pés lindos, branquinhos e bem cuidados, femininos e finos. Chegamos no café, me fiz de Uber e fui estacionar num shopping perto, falei que ficaria de olho caso rolasse algo. Entrei na praça, comi alguma coisa e fiquei vendo umas coisas. Passaram duas horas e parecia que tava tudo bem, mandei mensagem perguntando se tava tudo certo, ela disse que sim, que se eu quisesse podia ir pra casa, o cara era legal e ele ia deixar ela em casa mais tarde. Sem mais explicações, ela me deixou na mão. Não sei por quê, mas fiquei com ciúmes. Fui pegar meu carro, saí do shopping, passei na frente do café, vi eles saírem e entrarem no que parecia ser um Uber. Não sei por quê, mas fui atrás deles. Não demoraram muito pra chegar no destino, algo que me encheu de raiva: o Uber entrou num motel. Me virei e voltei pra casa de mau humor. Naquela noite, a Diana me mandou mensagem pra avisar que já tava em casa e tava bem. Demorei pra responder e, na real, não queria, mas só falei "valeu por avisar", foi só isso, e ela respondeu perguntando se tava acontecendo algo. Falei que não e não nos falamos por quase duas semanas. Quando ela me mandou mensagem de novo, disse que me notava estranho e perguntou se podia ir me ver no meu trampo. Na real, eu não queria, mas ela só falou pra avisar que em uns minutos já tava comigo. Expliquei que, na verdade, tava com ciúmes, tinha criado um carinho por ela quase como irmã, e ao ver que ela preferiu ir com o cara e não comigo, fiquei puto. Ela começou a rir, me perguntou se eu tinha certeza de que era ciúme de irmão, eu disse que sim e, mesmo que não fosse, o que mais eu podia fazer? No fundo, ficava feliz por ela ser feliz. Ela me explicou que só queria ver aquele garoto naquele dia porque tava a fim de ficar com alguém, que pra ela pensar em namorado, teria que conhecer alguém como eu. Olhei pra ela surpreso, não esperava aquilo. A gente riu e no fim tudo se resolveu, mas nossas conversas foram ficando cada vez mais íntimas. Comecei a conhecer um lado dela que nem imaginava que existia, algo muito safado e tarado. A fachada de menina boazinha, bem, não é só aparência, mas dá um toque especial e misterioso. Tava obcecado por ela. Um dia fui buscá-la no trabalho e, sem mais nem menos, paramos no Oxxo pra pegar nosso café de sempre, e do nada nos beijamos, mesmo tendo combinado que seria só aquilo, que por respeito não faríamos de novo. Mas já távamos além disso. Nos afastamos por um tempo; ela saía com caras e eu tentava me manter longe dela, focar no meu relacionamento com a minha namorada. Mas não conseguia esconder meu desejo. Mesmo de longe, meu olhar sempre estava nela, só nela, e a Diana sentia o mesmo por mim. Uma noite ela apareceu no meu trabalho quando eu já tava fechando, e ali a gente se beijou de novo. Sabíamos bem o que queríamos naqueles momentos. Sem dizer nada, subimos no carro e fomos pra um motel. Ali foi a nossa primeira vez na intimidade. Não imaginava que seria daquele jeito. Nosso encontro foi tão apaixonado, como poucos que já tive. Mal fechamos a porta, ela começou a se despir, ficando só de meia, porque sabia que me deixava louco. Deitou na cama de barriga pra cima, abrindo as pernas, mostrando aquela buceta deliciosa, mais gostosa do que eu jamais imaginei nas minhas fantasias mais loucas. Ela me pedia pra meter, pra tirar a roupa. Coloquei a camisinha e comecei a foder ela. Era uma delícia. A carinha inocente dela se transformou, ela me olhava... Com tanta luxúria, eu tava louco, queria devorar ela, era um docinho, cheirava doce, a saliva dela parecia mel. Ela falou pra eu deitar de barriga pra cima, se levantou e sentou na minha cara, sentou literalmente, e ficava se mexendo enquanto mandava eu chupar a bucetinha dela. Eu olhava pra ela, com os peitinhos pequenos apontando pro céu, os mamilos marrons durinhos. Ela virou e começou a me fazer oral também, os lábios e a língua dela me fizeram sentir no paraíso. Ela se ajeitou, se movendo mais em cima do meu rosto até gozar. Todo o melzinho de princesa dela caiu na minha boca e eu aproveitei pra caralho.
Pedi pra ela ficar de quatro e foi um sonho, a bunda dela se abrindo e no meio o cuzinho lindo e a buceta maravilhosa. Segurei ela pela cintura e comecei a meter. Ela pediu pra eu enfiar um dedo no cu dela, e isso foi o estopim pro segundo orgasmo dela. Eu tava quase gozando, queria gozar dentro dela, mas ela falou que não, que era no rosto dela. A gente se levantou, ela ajoelhou, abriu a boca e colocou a língua pra fora. Jatos e jatos de porra caíram no rosto dela, dentro da boca, e ela saboreava tudo. Ficamos exaustos, deitamos um pouco e depois fomos tomar banho. Não falamos nada sobre aquilo, era nosso segredo, mas eu cuidava pra não estar por perto quando minha namorada e a Diana pudessem se encontrar.
1 comentários - A amiga gostosa da minha mina