Como minha esposa se degenerou.

E aí, tio Sayayin, vou te contar uma coisa. Tô mandando esse relato porque me recomendaram seu canal pra postar histórias. Na real, acho muito foda que a gente possa postar as próprias coisas, mas vamos lá.

Sou o Renato, já tenho 39 anos. Minha esposa, Mirasol, tem 34. Ela é baixinha, tipo 1,57m, professora de uma escolinha, dá aula de educação física e, pra ser sincero, tem uma raba enorme e descomunal. Na real, o rosto dela não é tão bonito assim: os dentes de baixo são meio tortos, o nariz é um pouco grande, tipo romano, e o cabelo dela às vezes sofre com alopecia nervosa. Temos um filho já grandinho e somos felizes. Estamos casados há 9 anos e, no Natal passado, passamos a ceia sozinhos. Bebemos e conversamos sobre um monte de coisas abertamente.

Ela me perguntou se eu gostava de uma colega de trabalho que às vezes me mandava mensagem sem parar. Na moral, a mina tem uns peitões, mas minha esposa é minha esposa, eu acho ela sexy. E entre bunda e peito, prefiro bunda — ainda mais que ela me dá os dois caminhos e, quando eu quero, fico satisfeito na cama. Aí devolvi a pergunta pra ela, e ela disse que não tinha vontade, mas que achava certas pessoas atraentes. Não esperava por essa resposta, então perguntei quem, mas ela disse que não tinha ninguém em mente, só que às vezes, quando andava na rua, notava gente bonita.

Fiquei com um pouco de ciúmes e procurei na mesinha de cabeceira dela pra ver se achava alguma coisa. E encontrei a senha do celular dela — era 5 de janeiro, lembro bem. Ela foi tomar banho e o celular tava lá. Então, procurei no Telegram dela pra ver se achava algo. Nada. Procurei no WhatsApp, nada. No Messenger… e achei! Conversas bem antigas com um ex, e fotos — onde ela mostrava a bunda, e eles trocavam uns papos. Tive que sair rápido porque ela ia me pegar mexendo no celular dela.

Aí, naquele final de semana, a gente bebeu um pouco e eu perguntei se ela já tinha feito algo do tipo. Ela disse que não, que nunca tinha feito. Eu perguntei de novo: “Tem certeza?” E ela falou que não, que nunca tinha se mostrado pra ninguém. Fiquei muito puto porque sei que sim, mas não podia… falar pra ela, passaram vários dias e ela lembrou que a gente tinha nosso aniversário no dia 2 de agosto, então quando chegou o dia a gente foi se animando e aí eu perguntei se ela queria realizar uma fantasia e ela riu na minha cara, me deu uma puta raiva. Daí eu falei na moral, você não teve vontade em ninguém esse tempo todo? E ela me pergunta: por que, você teve? E eu falei que não acreditava que ela nunca pensou em outros, e ela disse que ia me contar uma coisa se eu não me irritasse. Mas eu já fiquei puto porque ela falar isso de "se não me irritar" me deu ódio. Fiquei insistindo até que ela contou e disse que uma vez na piscina do Joel, um sobrinho meu, o Joel tinha se aproximado quando não tinha ninguém e ela só ficou parada. Eu falei: como assim parada? E ela disse: pedi ajuda pra sair, aí ele chegou por trás e me empurrou contra a borda e começou a esfregar enquanto me levantava; eu sabia que não era normal os empurrões que ele dava, mas não aconteceu mais nada. E você falou alguma coisa? E ela disse: não falei nada porque não sabia se tinha sido de propósito ou não, além do mais você sabe que eu sou feia. Fiquei com muita pena, falei que ela não era feia, que era linda, linda e sexy e não tirava proveito disso. Bom, em novembro a gente teve uma festa porque o Mecho, um amigo nosso, ia mudar de província por um trabalho novo e fomos na casa dele, jogamos pôquer e depois compartilhamos histórias da vida enquanto mandávamos tequilas pra dentro. Eu tava firme, mas minha rainha já tava muito bêbada e o Mecho ficava falando: mas dá mais uma pra ela, e ela já nem sabia onde tava. Eu falei: Mecho, tranquilo, ela já não aguenta mais. E ele disse: ei, sexta fez 20 anos o Vicente, né, Vicente? E o Vicente, que tava na área, nem aí, aí ele grita: Vicente, quantos você fez? E ele fala: 20, pai. E ele diz: viu, mais uma por ele. E minha esposa fala: tá bom, essa é por você, e manda um tequilão sem limão nem sal. Minha esposa foi deitar e eu fiquei com meu amigo conversando, falando das coisas da vida e mandando ver com o filho dele, quando ele começou a dizer: meu filho parece um viado, o dia todo com os... joguinho e com as cartas dele, será que você gosta de homens? E ele se defendia dizendo que não, que gostava de mulheres mais velhas porque as da idade dele eram esquisitas. E entre uma brincadeira e outra, ele chegou e falou: "E a tia, o que você acha?" E olhou pra mim. Eu queria saber a reação dele e falei: "Vai lá, não pense que é minha esposa. Como você acha ela?" E ele me disse: "Ela tá bem gostosa". E o pai dele perguntou: "E o que você gosta nela?" E eu incentivei: "Fala aí, vai ficar entre nós". E ele falou: "A bunda". E aí a gente meio que comemorou e abraçou ele, e meu amigo falou: "Sabia que você era macho!" Já estávamos ficando animados, eu fiquei super excitado. E entre a excitação e as bebidas, eu disse pro moleque: "Pode entrar se quiser dar tchau pra sua tia". E ele riu e falou: "Sério?" Eu disse: "Poxa, você não quer?" Ele entrou no quarto e me perguntou: "A tia vai querer?" Eu não sabia se estávamos falando da mesma coisa, mas eu me afastei um pouco e falei: "Amor, deixa eu passar". Passei e fiquei de um lado, e ele ficou atrás dela. Ele entrou na cama com confiança e eu comecei a acordar ela: "Amor, amor". Quando ela acordou, disse: "O que você quer?" E eu dei um beijo nela e fiz um sinal pra ele tocar nela. Ela perguntou: "Amor, quem é?" E eu falei: "É o garoto, pra você ensinar". Ela disse: "Não, amor, para", mas falou gemendo, porque o esperto já começou a apalpar e beijar os peitos dela. Eu coloquei a mão na buceta dela e ela estava toda molhada, então ela começou a se soltar e passou a mão na bunda do sobrinho político. Ela começou a guiar ele de lado, e eu beijava os peitos dela. Ela gemeu e eu falei: "Agora sobe em cima, amor". Eu coloquei ela em cima e falei: "Agora mete por trás". Ele se ajeitou como pôde e a gente estava curtindo, ela chegou a gritar de tanto gemer. Quando vi meu amigo entrando, ele falou: "Me convidem!" E abaixou as calças. Ele disse pro filho: "Deixa eu um pouquinho, filho, isso aqui já tá pegando fogo". E meteu nela. Ela gritou e disse: "Ai, não, é muito grande!" Mas o Chemo falou: "Sempre me perguntei como era essa bunda, amigo. É enorme e gostosa". De repente, ela começou a gritar "Chemo!" e ele gozou nela. Eu saí e queria... Fazia tempo que eu queria fazer isso, e esperei que ela estivesse de quatro e me masturbei em cima dela e joguei a porra na bunda dela, aí veio o filho do Chemo e fez a mesma coisa. Depois o Chemo quis continuar, então ele comeu ela de quatro e o filho do Chemo foi dormir. No outro dia, a gente acordou lá pelas 4 da tarde e, entre ressaca e tudo mais, a gente ficou com tesão de novo e tomamos um pouco mais pra justificar tudo. Ela deu um boquete no filho do Chemo e engoliu tudo, depois deu uns beijos no Chemo e depois em mim, e a gente foi pra casa. A vida mudou, agora a gente tem um sexo brutal. Não sei se a gente quer repetir, mas essa experiência que ninguém procurou serve pra fantasias. Os orgasmos e o desejo são muito maiores agora do que antes. É isso, tio Vegeta.

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