Confissão: Noite com minha avó

Olá pra todo mundo, dessa vez trouxe um contato separado, muito bom que me passaram por aí, espero que gostem. Minha mãe se separou do meu pai quando eu era bem pequeno, só tenho lembranças vagas deles morando juntos. Fomos morar na casa da minha avó, que também já era separada há muitos anos. O normal era eu dormir com minha avó, que praticamente me criou, já que minha mãe trabalhava. Por isso, tínhamos muita intimidade um com o outro. Obviamente, quando criança, ela me vestia, me dava banho ou se trocava na minha frente sem nenhum pudor, se mostrando nua pros meus olhos infantis, era algo natural.

Depois, minha mãe conheceu o atual parceiro dela e, por motivos de trabalho, nos mudamos de cidade. De vez em quando, visitávamos minha avó ou ela vinha nos visitar, mas só umas duas vezes por ano, porque a distância era grande. O tempo passou, eu já tinha 17 anos, quando minha avó avisou que vinha nos visitar. Fazia muito tempo que não a via, só falava com ela por telefone de vez em quando, então fiquei muito feliz quando minha mãe me deu a notícia. Fomos buscá-la no terminal, esperamos um tempão, até que a vimos descendo do ônibus. Como sempre, ela me cumprimentou com muito carinho, me encheu de beijos e abraços. Eu sou o único neto dela, ela me venera, sou a paixão dela, tem fotos minhas espalhadas pela casa toda. Fomos pra casa, jantamos e, como não tinha mais quartos disponíveis, a colocaram no meu, onde teríamos que dividir minha cama. Pra mim, não era problema nenhum, muito menos pra ela, que queria ficar do meu lado o máximo de tempo possível.

Na primeira noite, fomos deitar e, por uma questão de recato, já que fazia muitos anos que ela não me via pelado, coloquei uma roupa confortável, virando de costas pra ela. Já ela, como sempre fez, sem nenhum problema se despiu na minha frente, igual quando eu era criança, tirando a roupa, ficando só de sutiã e calcinha, daquelas calcinhas gigantes coloridas. carne, de vó, mas aí ela tirou o sutiã, ficando com os peitos de fora, mostrando eles pra mim sem nenhum pudor, enquanto vestia o pijama dela. Já fazia muitos anos desde a última vez que vi ela nua e, com meus 17 anos, meus hormônios à flor da pele e a visão daqueles peitões enormes expostos na minha frente, inevitavelmente fizeram efeito no meu corpo, mesmo ela não tendo um corpo de deusa. Minha avó tem 67 anos, pele branca, cabelo curto e grisalho, gorda, baixinha, peitão e bundão. Ela apaga a luz, entra na cama no escuro, se encosta em mim e me abraça na hora. Ficava falando que tava muito feliz da gente estar junto de novo e começou a relembrar quando eu era criança, o que a gente fazia, que ela tinha que ver desenho comigo, me ajudar com o dever de casa, que se eu desse fome meia-noite, ela levantava na hora pra me fazer alguma coisa. Era inverno, tava muito frio, ela virou e mandou eu abraçar ela por trás. Felizmente já tinha passado um pouco o efeito e, como ela tava cansada da viagem longa, em poucos minutos já tava dormindo, bem na hora que meu pau endureceu de novo. Eu também amava minha avó, mas aquela bunda carnuda e enorme em cima da minha roça jovem não deixava eu pegar no sono. No outro dia eu tinha aula, levantei cedo e deixei ela dormindo no meu quarto. Cheguei na hora do almoço, ela tinha cozinhado, uma comida caseira, deliciosa, a gente passou a tarde junto, até chegar de novo a hora de dormir. Pra que vou negar, apesar de ser minha avó e eu amar ela pra caralho, tava morrendo de vontade de ver os peitos dela de novo, mesmo sendo minha querida vó. Deitei antes dela, TV ligada, até que ela entra no quarto, fecha a porta e, enquanto me conta do dia dela, começa a se despir. De novo, na minha frente, aparecem aqueles peitos impressionantemente grandes, balançando de um lado pro outro com os movimentos dela enquanto se Me despierto e minha avó, sem nenhum pudor, mostrando os peitos pra mim enquanto não parava de falar, completamente alheia ao que tava me causando. Ela veste o pijama e deita do meu lado, a gente vê um pouco de TV e depois desliga pra dormir. De novo, ela pede pra eu abraçá-la e, como todo mundo da idade dela, repete a mesma história que já tinha me contado: que a gente sempre dormia junto, que via desenho o tempo todo, etc., só que dessa vez ela me disse que eu dormia sempre agarrando as tetas dela, que não conseguia dormir sem tocar ou chupar elas.

Falei que não lembrava disso, ela riu e confirmou, dizendo que eu era muito "mamão", que quando criança eu vivia grudado nas tetas da minha mãe ou nas dela, que mesmo as dela não terem leite, eu brincava com elas e chupava até dormir, que eram tipo um brinquedo pra mim. No escuro, ela pega minha mão e coloca numa das tetas dela, falando que era gostoso sentir minha mão ali de novo, mas obviamente sem nenhuma segunda intenção da parte dela, só por carinho de avó, ela nunca imaginou o que aquilo tava me causando. Com a mão na teta da minha avó e meu pau encostado na bunda dela, foi inevitável eu ficar duro. Nem apertei elas e tentei pensar em qualquer outra coisa pra não continuar subindo, pra ela não perceber. Felizmente, minha avó em poucos minutos já tava roncando. Só aí relaxei um pouco e, sim, acariciei suavemente, pra ela não acordar, aproveitando a sensação do mamilo dela durinho na palma da minha mão, me esquentando pra caralho, até que não aguentei mais, tava com o pau no máximo encostado na bunda dela, a excitação era tanta que levantei e no banheiro bati uma rápida e deliciosa punheta pra me aliviar. Voltei pra cama, abracei ela por trás e dormi tranquilamente a noite toda com a mão nas tetas dela. Terceiro dia, tudo normal, até chegar a hora de ir embora. deitar. Perdi o show porque fiquei conversando com minha mãe e, quando cheguei, minha avó já estava deitada. Vimos um pouco de TV e, quando apagamos a luz, nos acomodamos de novo, ela de costas pra mim e eu colado nas costas dela. Agora com um pouco mais de confiança, não esperei ela falar nada e peguei um peito dela de supetão. Ela gostou, disse que adorava sentir minha mão ali de novo pra dormir, me dando chance de apertar um pouco mais, como um gesto de carinho. Até aí, era só afeto de avó e neto, mas depois de um tempo, no escuro total, ela muda de posição, fica de costas e eu sem tirar a mão do peito dela. Depois de um tempo, de repente, com uma voz meiga, ela me pede pra dar um beijo no peito dela, igual quando eu era pequeno. Eu acho que até aquele momento, pra ela não era nada sexual, só sentir o carinho do neto como antigamente, mas pra mim, uffffff… um sonho. Não acreditei no que ela tava falando, quando percebo que ela tinha desabotoado a pijama e puxado um dos peitos pra fora, não pensei duas vezes e beijei, claro que só uns beijos curtos, mesmo morrendo de vontade de devorar aquilo, mas me segurei porque meu pau já tava explodindo. Ela virou de costas de novo e agora minha mão ficou diretamente no peito nu dela, me deixando completamente acordado e muito tesudo, esperando ela dormir pra ir bater uma no banheiro. Pouco depois ela começou a roncar e eu continuei com a mão no peito dela, me segurando o máximo que pude, até que, dando os últimos apertões, fui me trancar no banheiro e gozei uma punheta deliciosa e abundante em só 2 minutos, pensando nos peitos e nos mamilos da minha avó. Voltei pra cama, já mais relaxado, mas mesmo assim abracei ela por trás e coloquei a mão no peito dela, brincando com ele até dormir. Mais um dia, a mesma rotina normal, com a diferença que o dia inteiro meu olho grudado nos peitos dela. da minha avó, relembrando elas na minha boca, desejando que o que aconteceu na noite anterior se repetisse. Dessa vez, eu vim preparado, me tranquei uma hora antes no banheiro pra bater uma punheta monumental pra não ficar tão sensível e me deitei antes dela pra aproveitar o espetáculo. Exatamente naquela noite, minha avó ficou conversando até tarde com minha mãe por um bom tempo, mas obviamente fiquei acordado até ela vir se deitar, dizendo que estava morrendo de frio. Ela começou a tirar a roupa, seus peitos gostosos balançando diante do meu olhar ansioso enquanto vestia o pijama rapidinho por causa do frio e se deitou ao meu lado, me abraçando na hora, buscando meu calor. Desliguei a televisão e me aconcheguei junto dela. No escuro, procurei o peito dela e comecei a acariciar, agora com muito mais confiança, sentindo o mamilo dela por cima do tecido, alternando de um pro outro. Esperava ansioso que minha avó me oferecesse um pra eu chupar, mas nada, continuei acariciando, até que entrei com só um dedo pela abertura dos botões. Comecei a tocar o contorno nu do peito dela, insistentemente, uma vez e outra, até que parece que minha avó entendeu o que eu queria e, sem dizer nada, só desabotoou a camisa, me deixando entrar. Já com a mão dentro da roupa dela, me pendurei num dos peitos dela e fiquei acariciando e apertando sem parar. Tava morrendo de vontade de chupar eles de novo, mas não tinha coragem de tomar a iniciativa. Apertava cada vez mais o mamilo dela, até ele ficar duro, até que depois de tanta insistência, ela se vira, fica de costas, sinto que ela solta mais alguns botões e me pede sussurrando pra dar um beijinho ali. Não precisei de outro convite, dessa vez até me posicionei de boca ao lado dela pra ficar mais confortável. Encontrei os peitos dela completamente expostos, comecei a chupar eles devagar, a tocar eles com calma, com a intenção de durar o máximo possível. Continuei e continuei, apertando eles de leve e chupando elas, alternando de uma para a outra por um bom tempo, até que, de repente, minha avó solta um suspiro profundo de prazer. Não parei, continuei fazendo e consegui arrancar dela um segundo suspiro, que mais parecia um gemido leve. Com isso, minhas chupadas ficaram mais ousadas e, pela respiração da minha avó, parecia que ela também estava ficando excitada. Fui aumentando as chupadas e ela os suspiros, com a respiração cada vez mais ofegante. Em um momento, com a voz meio angustiada, ela me diz: “já chega, meu amor, para melhor”, bem quando minha excitação estava no auge e, sem conseguir evitar, ouvindo os suspiros dela, dando as últimas chupadas bem fortes, não me segurei e gozei dentro da minha calça de pijama. Ela só se virou, me dando as costas, e encostou a bunda no meu pijama molhado. Parece que minha avó percebeu, porque levou a mão até uma das nádegas, mas depois tirou e, colocando minhas mãos nos peitos dela, agora todos molhados com minha saliva, dormimos. Minha avó ficou o dia todo muito carinhosa comigo, me abraçava mais que o normal, me olhava e sorria, dizendo o quanto me amava, várias vezes durante o dia. Confesso que fiquei com um pouco de vergonha por ela ter percebido o que aconteceu, mas ansioso pra repetir, até que nos encontramos de novo naquela noite na cama. Assim que desligamos a TV, me encostei na minha avó por trás e minhas mãos, obviamente, foram pros peitos dela. Ela estava com muito frio, vinha toda gelada, me disse que o frio da pele dela atravessava o tecido. Mandou eu colocar a mão na bunda dela e, de fato, o frio das nádegas dela atravessava o pano. Esfreguei pra esquentar ela (aproveitando pra apalpar também), quando, de repente, ela me diz pra eu colocar a mão dentro do pijama dela pra esquentar diretamente as nádegas com minha mão quente. Mais uma vez, foi ela quem deu a deixa. Agora eu já não sabia se ela fazia isso por ingenuidade ou se era de propósito pra me esquentar, mas tanto fazia pra mim. Com sua permissão, meti a mão dentro da calça do pijama dela, nas nádegas frias (na verdade congeladas), apertando-as supostamente pra aquecê-las, mas pra mim era um agrado, ficar apertando aqueles pedaços enormes de carne. Assim se passaram mais duas noites, passando a mão na minha avó, que se deixava tocar pelo neto até esquentar (e eu mais que excitado). Ela dizia que amava minhas mãos quentes, que eram como um aquecedor pra ela, que eu tirava o frio na hora, sempre com a voz meiga e amorosa, embora eu já começasse a duvidar que ela fosse tão inocente a ponto de não perceber o que rolava e que também gostava de se sentir tocada por um homem, mesmo sendo o neto. Continuei passando a mão na minha avó, até que na noite seguinte teve uma reviravolta completamente inesperada. A rotina de meter a mão dentro da calça do pijama já era normal pra nós dois, e nem preciso falar das tetas dela, mas naquele dia fez muito, mas muito frio mesmo, tinha chovido e a temperatura tinha caído pra caralho. Já na cama, com a luz apagada, minha avó estava de costas pra mim e eu (que me preocupava em sempre ter as mãos quentes) enfiava a mão dentro da calça dela, acariciando aquelas nádegas enormes e geladas, chegando cada vez mais pra baixo. Mas naquela noite tentei algo novo e, dessa vez, meti não uma, mas as duas mãos. Elas entraram, mas a calça ficou apertada demais com minhas duas mãos lá dentro, então ela mesma desamarrou pra deixar mais folgada e me dar mais liberdade nos movimentos. Com esse consentimento, continuei apalpando a bunda dela supostamente pra esquentá-la, até que, sem dizer nada, pra fazer melhor o serviço, puxei a calça só um pouco, deixando na metade da bunda. Ela também não disse nada, só continuou aproveitando as mãos quentes do neto nas nádegas geladas dela. Entre tanta apalpadela que dei naquelas nádegas congeladas e um pouco de propósito, a calça dela foi descendo cada vez mais. até terminar quase com a bunda toda de fora, onde ela nunca arrumou a roupa. Uns 10 minutos a mais de ficar acariciando, já tava com as nádegas quentinhas, quando ela se vira e me pergunta se eu quero beijar os peitos dela. Obviamente eu disse que sim e dessa vez, desabotoando os botões até o fim, ela me deixa os dois peitos expostos pra eu me acabar. Na hora comecei a apalpar e a beijar suavemente, quando minha avó acaricia meu cabelo enquanto eu continuava chupando e me fala que adorava sentir como eu beijava. Falei que eu também adorava fazer aquilo e ela me fez prometer que tinha que ser nosso segredo. Obviamente eu disse que sim, que seria nosso segredo e continuei alucinado, chupando os peitos dela, aumentando a intensidade. Naquela noite eu tava realmente excitado e acho que minha avó percebeu, com um peito na boca e minha mão na bunda dela descoberta, logo ela começou a reagir às minhas carícias. A respiração dela foi ficando ofegante e ela mexia muito as pernas. Ela se virou de lado, levantando um pouco mais o corpo, colocando um dos peitos na minha cara por cima, como se estivesse me amamentando. Tava inquieta, percebia que acariciava meu cabelo com mais força, até que num momento, ela colocou uma das pernas sobre as minhas e com o joelho, encontrou meu pau, percebendo como eu tava. Na hora tirou dali, meio assustada, mas depois, já ciente do que ia encontrar, colocou de novo no mesmo lugar, prendendo meu pau com a perna grossa dela. Aí eu perdi a cabeça e comecei a me esfregar na perna da minha avó. Minhas mãos foram atrás das nádegas dela acariciando e como minha avó tava mais pra cima, desceram bem mais, até encontrar as dobras entre as pernas e as bundinhas dela. Impossível que minha avó não tivesse percebido o que tava rolando, ela só se deixava chupar e tocar. Num momento, com a respiração cada vez mais ofegante, sussurrando ela fala que é melhor pararmos, mas Não dei ouvidos a ela, continuei tocando ela, tentando ir ainda mais pra baixo, quando meus dedos, no fundo das bundinhas dela, encontraram uns pelos. Ela se assustou e se afastou rápido de mim, ficando de costas, tentando parar a situação, mas eu não parei, busquei ansioso pelos peitos dela e continuei chupando eles, agora bem mais forte, encostando meu pau duro nas cadeiras dela, ainda dentro da minha pijama. Minha avó sabia perfeitamente o que tava rolando e mesmo assim, se deixava. De vez em quando ela falava de novo pra eu parar, mas as palavras saíam entrecortadas. Ela murmurava que eu era o amor da vida dela, que me amava de todo coração, que sentia muita saudade, enquanto eu continuava vidrado chupando os peitos dela, até que ela pega minha cabeça e, com a voz bem ofegante, sussurra que eu tinha me tornado um homem de verdade e que eu fazia ela sentir coisas que uma avó não deveria sentir pelo neto. Perguntei o que ela sentia, ela hesitou um pouco, até que falou que eu fazia ela se sentir mulher de novo. Com esse comentário, minhas carícias viraram apertões fortes, mostrando pra ela o que eu queria, e ela respirando cada vez mais forte, até que, numa voz bem baixinha e meio hesitante, ela me pergunta se eu queria fazer. Não acreditei no que ouvia, mas sem pensar, falei que sim, queria. Ela vira de costas pra mim e eu vejo ela baixando a pijama até os joelhos. Num segundo, eu baixei a minha, agarrando a bunda dela com as duas mãos, passando a mão nela toda, pra depois me encostar nas costas dela, enfiando ansioso o pau entre as nalgas grandes dela, por qualquer lugar, não tava nem aí, só tentando meter. Era uma delícia sentir meu pau entre aquelas carnes generosas, me mexendo, batendo uma já na maior cara de pau, quando, de repente, sinto a mão dela pegando no meu pau, colocando no lugar certo e, com só um pouco de pressão, já tava dentro da minha avó. Notei que ela se segurou pra não gemer ao me sentir dentro dela, enquanto eu, vivendo um sonho maravilhoso. tentava enfiar o mais fundo possível. No escuro do meu quarto, minha avó se entregando ao neto, mordia o travesseiro pra não deixar escapar os gemidos, e eu, segurando firme a barriga dela, enfiava uma vez atrás da outra, saciando meus desejos incestuosos, batendo contra aquela bunda enorme. Pra ser sincero, entre meu tesão e inexperiência, só aguentei cinco minutos metendo o pau na minha avó e, sem conseguir me segurar, sem avisar, gozei gostoso dentro dela e, pelo jeito, pelos gemidos abafados no travesseiro, ela também gozou. Deixei dentro, abraçando ela por trás, acariciando os peitos e a bunda dela, enquanto ela, com a respiração bem ofegante, repetia sem parar o quanto me amava, até o sono vencer nós dois e a gente dormir abraçados, pelados da cintura pra baixo. Na noite seguinte foi diferente, já sabíamos o que ia rolar e os dois queriam. Quando todo mundo foi dormir, mal deitamos na cama e apagamos a luz, começamos a nos tocar. Ela se apoiou no meu peito e, enquanto eu acariciava as costas dela, descendo até as nádegas, ela enfiou a mão dentro da minha calça e começou a me masturbar devagar. Era a primeira vez que fazia aquilo, a mão gorda dela agarrada no meu pau, subindo e descendo lentamente, era uma delícia. Ela desabotoou a parte de cima do pijama, me oferecendo os peitos, e eu me joguei neles, chupando desesperado, forte, apertando, passando o rosto neles, me deliciando. Tiramos as calças do pijama e, me enfiando entre as pernas dela, com minha avó deitada de costas na cama, comecei a meter, apoiado nos braços pra não pesar o corpo nela, fazendo bem devagar pra cama não fazer barulho e, quando ficava muito excitado, saía dela e voltava a atacar os peitos pra fazer o encontro durar mais. Terminamos de novo com ela de costas pra mim e eu metendo por trás, calmamente, entrando e saindo. Devagar pra não gozar logo. Aquela noite sim foi um encontro longo, até que, colado nas costas dela e segurando os peitos dela, gozei dentro dela, quando só nos restava uma noite juntos, já que depois ela iria embora. Como dois apaixonados, dormimos a noite toda abraçados. Chegou o último dia. Num momento da tarde em que ficamos um tempinho sozinhos, ela me abraçou e disse que a viagem dela tinha sido maravilhosa, que estava muito triste por ter que ir embora, mas que queria que aquela última noite fosse muito especial. Quando já estávamos nos despedindo de todo mundo, eu me adiantei e esperei por ela já deitado na cama. Daqui a pouco entra minha avó, me olha sorrindo, dizendo pra aproveitarmos nossa última noite. Ela coloca o trinco na porta e começa a se despir. Tirou a roupa toda, mas agora não vestiu pijama. Apagou a luz, entrou na cama, e na hora minhas mãos começaram a apalpar ela. Minha avó com meu pau na mão, falava bem devagar comigo, dizendo que aquelas noites tinham sido maravilhosas, que não sentia culpa de nada porque tudo tinha sido por amor, que ela realmente tinha feito amor comigo, que há muitos anos não se sentia mulher e que me amava de todo coração. Ela se aproximou de mim e me beijou na boca. Nunca tínhamos feito isso, mas eu correspondi, com um beijo suave, enquanto a mão dela me masturbava devagar, até que ela parou e começou a beijar meu rosto, depois meu peito, descendo pela minha barriga. Não parou até eu sentir meu pau recebendo uns beijos suaves, depois a língua dela, até que ela colocou ele na boca. Não podia acreditar, era o primeiro boquete da minha vida. Era fantástico, só consegui acariciar os cabelos dela enquanto a cabeça da minha avó, subindo e descendo, me levava ao céu. As carícias orais da minha avó duraram um bom tempo, beijando minhas bolas, passando o pau no rosto dela, me fazendo delirar, até que ela subiu de novo, se colocou por cima de mim, enfiou os peitos na minha cara, enquanto eu chupava agarrava a bunda com força, até que ela se senta em cima de mim. Pega meu pau, encaixa e desce enfiando até o fundo. Com as mãos esticadas, eu segurava os peitos dela (pena que tudo na escuridão total). Minha avó lentamente começa a cavalgar em mim, enquanto eu me segurava com todas as forças pra não gozar. Ela me beija de novo sem sair de cima de mim, sussurrando no meu ouvido que eu fazia ela sentir muito prazer, que pena que não podia fazer barulho pra me mostrar o quanto eu a excitava. Sem parar de comer ela, eu também sussurrava no ouvido dela que adorava fazer amor com ela, que gostava do corpo dela, que os peitos dela me fascinavam, que realmente me deixava com tesão e que também adoraria estar com ela em outro lugar pra fazer sem medo de sermos descobertos e nos deixar levar por completo.

- Ahhh meu amor, que gostoso ouvir você dizer isso… Adoro, você me deixa louca
- Você também me deixa louco, Abu, adoro estar dentro de você
- Ahhhhh que gostoso, sinto você dentro de mim, minha vida, como você me preenche
- E seus peitos me fascinam, me deixam louco
- Seus, meu amor, todos seus… o que você quiser a vovó vai te dar… ahh que vontade de poder gritar enquanto você me fode, poder me mexer mais forte…
- Siiiiiiim, eu também adoraria
- Que você faça com a vovó o que quiser, o que você quiser a Abu vai te dar
- Mmm, adoraria que você me ensinasse tudo que sabe… adorei quando você me chupou
- Mmm siiiiiim, minha vida, a verdade é que sua avó é muito safada… que sonho ter você só pra mim um dia inteiro… fazer várias vezes, poder gritar enquanto você me come… ahhh, só de imaginar já me dá vontade de gozar… ahh… você vai me fazer gozar
- Vai, Abue, vamos gozar juntos, eu também quero
- Ahhhhh… Siiiiim, goza dentro da vovó!!
- Ooooohhhh… lá vai
- Que delíciaaaa, sinto você, meu amor… ahhhhh…
- Aaaaaaaa que gostoso…
- Te amoooo, meu vovó caiu rendida em cima de mim, me beijando o pescoço, com a respiração toda ofegante, gemendo de boca aberta. Depois me beijou e se deitou do meu lado. Me mandou destrancar a porta, eu fiz enquanto ela colocava o pijama. Voltei a me deitar atrás dela, abraçando ela, apalpando os peitos dela, enquanto ela dizia como aquela viagem tinha sido maravilhosa, e eu falava o quanto tinha adorado estar assim com ela. A gente conversou sobre como seria gostoso poder ficar juntos em outro lugar, sozinhos, sem ninguém pra descobrir a gente. Eu, obcecado em continuar comendo ela, falei que minhas férias de inverno estavam chegando, uma semana, onde eu poderia ir visitar ela. Ela adorou a ideia e a gente combinou de concretizar, fazendo um pacto de que ninguém nunca saberia, e ela me prometendo que aquela semana seria a melhor semana da minha vida. No dia seguinte, fomos pro terminal deixar minha avó, na despedida ela me deu um abraço forte e sussurrou no meu ouvido… Te espero, meu amor. Espero que tenham gostado, não hesitem em deixar comentário ou mandar mensagem se tiverem alguma história pra contar.

2 comentários - Confissão: Noite com minha avó

que tremendo relato!! senti que lo estaba viviendo!! espero leer sobre las vacaciones solos