Olá, pessoal, dessa vez trago um contato à parte, muito bom que me passaram por aí, espero que gostem. Minha mãe se separou do meu pai quando eu era bem pequeno, só tenho lembranças vagas deles morando juntos. Fomos morar na casa da minha avó, que também era separada há muitos anos. O normal era eu dormir com minha avó, que praticamente me criou, já que minha mãe trabalhava. Por isso, tínhamos muita intimidade um com o outro. Obviamente, quando criança, ela me vestia, me dava banho ou se trocava na minha frente sem nenhum pudor, mostrando-se nua aos meus olhos infantis, era algo natural. Depois, minha mãe conheceu o atual companheiro dela e, por motivos de trabalho, nos mudamos de cidade. Esporadicamente, visitávamos minha avó ou ela vinha nos visitar, mas só umas duas vezes por ano, já que a distância era grande. O tempo passou, eu já tinha 17 anos, quando minha avó avisou que viria nos visitar. Fazia muito tempo que não a via, só falava por telefone de vez em quando, então fiquei muito feliz quando minha mãe me deu a notícia. Fomos buscá-la no terminal, esperamos um bom tempo, até que a vimos descendo do ônibus. Como sempre, me cumprimentou com muito carinho, me encheu de beijos e abraços. Sou o único neto dela, ela me venera, sou a paixão dela, tem fotos minhas espalhadas pela casa toda. Fomos para casa, jantamos e, como não tinha mais quartos disponíveis, a colocaram no meu, onde teríamos que dividir minha cama. Para mim, não era problema nenhum, menos ainda para ela, que ansiava ficar do meu lado o máximo possível. Na primeira noite, fomos nos deitar e, por uma questão de recato, já que tinham se passado muitos anos desde que ela me viu nu, coloquei uma roupa confortável de costas para ela. Já ela, como sempre fez, sem nenhum problema se despiu na minha frente, igual quando eu era criança, tirando a roupa, ficando só de sutiã e calcinha, daquelas calcinhas gigantes coloridas. carne, de vó, mas aí ela tirou o sutiã, ficando com os peitos de fora, mostrando eles pra mim sem nenhum pudor, enquanto vestia o pijama dela. Já fazia muitos anos desde a última vez que eu a vi nua e, com meus 17 anos, meus hormônios a mil e a visão daqueles peitões enormes expostos na minha frente, inevitavelmente fizeram efeito no meu corpo, mesmo ela não tendo um corpo de deusa. Minha avó tem 67 anos, pele branca, cabelo curto e grisalho, gorda, baixinha, peituda e rabuda. Ela apaga a luz, entra na cama no escuro, se aninha em mim e me abraça na hora. Ficava dizendo que tava muito feliz da gente estar junto de novo e começou a relembrar quando eu era criança, o que a gente fazia, que ela tinha que ver desenho comigo, me ajudar com o dever de casa, que se eu desse fome meia-noite, ela levantava na hora pra me preparar algo. Era inverno, tava muito frio, ela virou de costas e mandou eu abraçar ela por trás. Felizmente já tinha passado um pouco o efeito e, como ela veio cansada da viagem longa, em poucos minutos já tava dormindo, bem na hora que eu fiquei duro de novo. Eu também amava minha avó, mas aquela bunda enorme e carnuda no meu pau jovem não me deixava pegar no sono. No outro dia eu tinha aula, levantei cedo e deixei ela dormindo no meu quarto. Cheguei na hora do almoço, ela tinha cozinhado, uma comida caseira, deliciosa, a gente passou a tarde junto, até chegar de novo a hora de dormir. Pra que vou negar, apesar de ser minha avó e eu amar ela pra caralho, tava morrendo de vontade de ver os peitos dela de novo, mesmo sendo minha querida vó. Deitei antes dela, TV ligada, até que ela entra no quarto, fecha a porta e, enquanto me conta do dia dela, começa a se despir. De novo, na minha frente, aparecem aqueles peitos impressionantemente grandes, balançando de um lado pro outro com os movimentos dela enquanto ela se Ela se despia, e minha avó, sem nenhum pudor, mostrava os peitos enquanto continuava conversando, completamente alheia ao que estava me provocando. Ela coloca o pijama e deita do meu lado, vemos um pouco de TV e depois desligamos para dormir. Novamente, ela pede que eu a abrace e, como todo idoso faz, repete a mesma história que já tinha me contado: que sempre dormíamos juntos, que assistíamos desenhos o tempo todo, etc., só que dessa vez ela me contou que eu dormia sempre agarrando as tetas dela, que não conseguia dormir sem tocá-las ou chupá-las.
Eu disse que não me lembrava disso, ela riu e confirmou, dizendo que eu era muito "mamão", que quando criança vivia grudado nas tetas da minha mãe ou nas dela, que mesmo as dela não terem leite, eu ainda brincava com elas e chupava até dormir, que eram como um brinquedo para mim. No escuro, ela pega minha mão e coloca em uma das tetas dela, dizendo que era gostoso sentir minha mão ali de novo, mas obviamente sem nenhuma segunda intenção da parte dela, só por carinho de avó. Ela nunca imaginou o que aquilo me causava.
Com minha mão na teta da minha avó e meu pau encostado na bunda dela, minha ereção foi inevitável. Nem apertei os peitos dela e tentava pensar em qualquer outra coisa para evitar que continuasse endurecendo, para que ela não percebesse. Felizmente, em poucos minutos, minha avó já estava roncando. Só aí relaxei um pouco e, sim, acariciei suavemente, com cuidado para não acordá-la, aproveitando a sensação do mamilo dela eriçado na palma da minha mão, me excitando pra caralho, até que não aguentei mais. Meu pau estava no limite, encostado na bunda dela, a excitação era tanta que levantei e fui ao banheiro, onde bati uma rápida e deliciosa punheta para me aliviar. Voltei para a cama, abracei ela por trás e dormi tranquilamente a noite toda com minha mão nas tetas dela.
Terceiro dia, tudo normal, até chegar a hora de irmos embora. deitar. Perdi o espetáculo porque fiquei conversando com minha mãe e, quando cheguei, minha avó já estava deitada. Vimos um pouco de televisão e, quando apagamos a luz, nos acomodamos de novo, ela de costas para mim e eu colado nas costas dela. Agora com um pouco mais de confiança, não esperei ela falar nada e peguei num peito dela casualmente. Ela gostou, disse que adorava sentir minha mão ali de novo para dormir, me dando chance de apertar um pouco mais, como mostra de carinho. Até aí, era só afeto de avó e neto, mas depois de um tempo, no escuro total, ela muda de posição, fica de costas e eu sem tirar a mão do peito dela. Depois de um tempo, de repente, com uma voz meiga, ela me pede para dar um beijo no peito dela, como quando eu era pequeno. Eu acho que até aquele momento, para ela não era nada sexual, só sentir o carinho do neto como antigamente, mas para mim, uffffff… um sonho. Não acreditava no que ela estava dizendo, quando percebo que ela tinha desabotoado o pijama e tirado um dos peitos para fora, não pensei duas vezes e beijei, claro que só uns beijos curtos, apesar de estar morrendo de vontade de devorar aquele peito, mas parei porque meu pau já estava explodindo. Ela virou de costas de novo e agora minha mão ficou diretamente no peito dela nu, me deixando completamente sem sono e muito excitado, esperando ela dormir para ir bater uma no banheiro. Pouco tempo depois, ela começou a roncar e eu continuei com a mão no peito dela, me segurando o máximo que pude, até que, dando os últimos apertões, fui me trancar no banheiro e gozei uma deliciosa e abundante punheta de só 2 minutos pensando nos peitos e nos mamilos da minha avó. Voltei para a cama, já mais relaxado, mas mesmo assim abracei ela por trás e coloquei a mão no peito dela, brincando com ele até dormir. Mais um dia, a mesma rotina normal do dia, com a diferença de que o dia todo meu olho grudado nos peitos dela. da minha avó, lembrando delas na minha boca, desejando que a noite anterior se repetisse. Dessa vez, eu vim preparado, me tranquei uma hora antes no banheiro pra bater uma punheta monumental pra não ficar tão sensível e me deitei antes dela pra curtir o espetáculo. Justo nessa noite, minha avó ficou conversando até tarde com minha mãe por um bom tempo, mas obviamente fiquei acordado até ela vir se deitar, dizendo que estava morrendo de frio. Começou a tirar a roupa, aquelas tetas gostosas balançando na minha frente enquanto eu olhava ansioso, e vestiu o pijama rapidinho por causa do frio, deitando do meu lado e me abraçando na hora, buscando meu calor. Desliguei a TV e me aconcheguei junto dela. No escuro, procurei a teta dela e comecei a acariciar, agora com muito mais confiança, sentindo o mamilo dela por cima do tecido, alternando de uma pra outra. Esperava ansioso que minha avó me oferecesse uma pra eu chupar, mas nada, continuei acariciando, até que entrei com só um dedo pela abertura dos botões. Comecei a tocar o contorno nu da teta dela, insistentemente, uma e outra vez, até que parece que minha avó entendeu o que eu queria e, sem dizer nada, só desabotoou a camisa, me deixando entrar. Já com a mão dentro da roupa dela, me pendurei numa das tetas dela e fiquei acariciando e apertando sem parar. Tava morrendo de vontade de chupar elas de novo, mas não tinha coragem de tomar a iniciativa. Apertava cada vez mais o mamilo dela, até ele ficar duro, até que depois de tanta insistência, ela vira de costas, sinto ela soltar mais alguns botões e me pede sussurrando pra dar um beijinho ali. Não precisei de outro convite, dessa vez até me deitei de boca junto dela pra ficar mais confortável. Encontrei as tetas dela completamente expostas, comecei a chupar devagar, a tocar com calma, com a intenção de durar o máximo possível. Continuei e continuei, apertando de leve e chupando elas, alternando de uma na outra por um bom tempo, até que, de repente, minha avó solta um suspiro profundo de prazer. Não parei, continuei fazendo e consegui arrancar dela um segundo suspiro, que mais parecia um gemido leve. Com isso, minhas chupadas ficaram mais ousadas e, pela respiração da minha avó, parecia que ela também estava ficando excitada. Fui aumentando as chupadas e ela os suspiros, com a respiração cada vez mais ofegante. Em um momento, com a voz meio angustiada, ela me diz: "já chega, meu amor, para melhor", bem quando minha excitação estava no auge e, sem conseguir evitar, ouvindo seus suspiros, dando as últimas chupadas bem fortes, não me segurei e gozei dentro da minha calça de pijama. Ela só se virou, me dando as costas, e encostou a bunda no meu pijama molhado. Parece que minha avó percebeu, porque levou a mão até uma das nádegas, mas depois tirou e, colocando minhas mãos nos peitos dela, agora todos molhados com minha saliva, dormimos. Minha avó ficou o dia todo muito carinhosa comigo, me abraçava mais que o normal, me olhava e sorria, dizendo o quanto me amava, várias vezes durante o dia. Reconheço que fiquei com um pouco de vergonha dela ter percebido o que tinha acontecido, mas ansioso pra repetir, até que nos encontramos de novo naquela noite na cama. Assim que desligamos a TV, me encostei na minha avó por trás e minhas mãos, obviamente, foram pros peitos dela. Ela estava com muito frio, vinha toda gelada, me disse que o frio da pele dela atravessava o tecido. Mandou eu colocar a mão na bunda dela e, de fato, o frio das nádegas dela atravessava o pano. Esfreguei pra aquecê-la (aproveitando pra apalpar também), quando, de repente, ela me diz pra eu meter a mão dentro do pijama dela pra aquecer diretamente as nádegas com minha mão quente. Mais uma vez, foi ela quem deu a deixa. Agora eu já não sabia se ela fazia isso por inocência ou se era de propósito pra me excitar, mas tanto fazia pra mim, com sua permissão, coloquei a mão dentro da calça do pijama dela, nas nádegas frias dela (na verdade congeladas), apertando-as supostamente pra aquecê-las, mas pra mim era um agrado, ficar apertando aqueles pedaços enormes de carne. Assim se passaram mais duas noites, passando a mão na minha avó, que se deixava tocar pelo neto até esquentar (e eu mais que excitado), ela me dizia que adorava minhas mãos quentes, que eram como um aquecedor pra ela, que eu tirava o frio dela na hora, sempre com a voz dela meiga e amorosa, embora eu já começasse a duvidar que ela fosse tão ingênua a ponto de não perceber o que rolava e que também gostava de se sentir tocada por um homem, mesmo sendo o neto. Continuei passando a mão na minha avó, até que na noite seguinte teve uma reviravolta completamente inesperada. A rotina de meter a mão dentro da calça do pijama já era normal pra nós dois e nem preciso falar das tetas dela, mas naquele dia fez muito, mas muito frio mesmo, tinha chovido e a temperatura tinha caído pra caramba. Já na cama, com a luz apagada, minha avó estava de costas pra mim e eu (que me preocupava em sempre ter as mãos quentes) enfiava a mão dentro da calça dela, acariciando as nádegas enormes e congeladas, chegando cada vez mais pra baixo. Mas naquela noite tentei algo novo e dessa vez enfiei não uma, mas as duas mãos. Elas entraram, mas a calça ficava apertada demais com minhas duas mãos lá dentro, então ela mesma desamarrou pra deixar mais folgada e me dar mais liberdade nos movimentos. Com esse consentimento, continuei apalpando a bunda dela supostamente pra esquentá-la, até que, sem dizer nada, pra fazer melhor o trabalho, eu abaixei a calça só um pouquinho, deixando na metade da bunda. Ela também não disse nada, só continuou curtindo as mãos quentes do neto nas nádegas congeladas dela. De tanto toque que dei nas nádegas geladas dela e meio de propósito, a calça foi descendo mais e mais, até terminar quase com a bunda toda de fora, onde ela nunca as arrumou. Uns 10 minutos a mais de ficar acariciando, já tava com as nádegas quentinhas, quando ela se vira e me pergunta se quero beijar os peitos dela. Obviamente eu disse que sim e dessa vez, desabotoando os botões até o fim, ela me deixa os dois peitos expostos pra eu me esbaldar. Na hora comecei a apalpar e a beijar suavemente, quando minha avó acaricia meus cabelos enquanto eu continuava chupando eles e me diz que adorava sentir como eu beijava. Falei pra ela que eu também adorava fazer aquilo e ela me fez prometer que tinha que ser nosso segredo. Obviamente eu disse que sim, que seria nosso segredo, e continuei alucinado, chupando os peitos dela, aumentando a intensidade. Naquela noite eu tava realmente excitado e acho que minha avó percebeu, com um peito na boca e minha mão na bunda dela descoberta, logo ela começou a reagir às minhas carícias. A respiração dela foi ficando ofegante e ela mexia muito as pernas. Ela se virou de lado, levantando um pouco mais o corpo, colocando um dos peitos dela na minha cara por cima, como se estivesse me amamentando. Ela tava inquieta, percebia que acariciava meus cabelos com mais força, até que num momento, ela colocou uma das pernas dela sobre as minhas e com o joelho, encontrou meu pau, percebendo como eu tava. Na hora ela tirou dali, meio assustada, mas depois, já ciente do que ia encontrar, colocou de novo no mesmo lugar, prendendo meu pau com a perna grossa dela. Ali eu perdi a cabeça e comecei a me esfregar na perna da minha avó. Minhas mãos buscaram as nádegas dela acariciando e, como minha avó tava mais pra cima, desceram bem mais, até encontrar as dobras entre as pernas e as bundinhas dela. Impossível minha avó não ter percebido o que tava rolando, ela só se deixava chupar e tocar. Num momento, com a respiração cada vez mais ofegante, sussurrando ela me diz que é melhor pararmos, mas Não dei bola pra ela, continuei tocando ela, tentando ir mais pra baixo ainda, quando meus dedos, no fundo das bundinhas dela, encontraram uns pelinhos. Ela se assustou e se afastou rápido de mim, ficando de costas, tentando parar a situação, mas eu não parei, procurei ansioso pelos peitos dela e continuei chupando eles, agora bem mais forte, encostando meu pau duro nas cadeiras dela, ainda dentro da minha pijama. Minha avó sabia perfeitamente o que tava rolando e mesmo assim, se deixava. De vez em quando ela voltava a falar pra eu parar, mas as palavras saíam meio cortadas. Ela murmurava que eu era o amor da vida dela, que me amava de todo coração, que sentia muita saudade, enquanto eu continuava vidrado chupando os peitos dela, até que ela pega minha cabeça e, com a voz bem ofegante, sussurra que eu tinha virado um homem e que eu fazia ela sentir coisas que uma avó não devia sentir pelo neto. Perguntei o que ela sentia, ela hesitou um pouco, até que falou que eu fazia ela se sentir mulher de novo. Com esse comentário, minhas carícias viraram apertões fortes, mostrando o que eu queria, e ela respirando cada vez mais forte, até que, numa voz bem baixinha e meio hesitante, ela me pergunta se eu queria fazer. Não acreditei no que ouvi, mas sem pensar, falei que sim. Ela vira de costas pra mim e eu vejo ela baixando a pijama até os joelhos. Num segundo, eu baixei a minha, agarrando a bunda dela com as duas mãos, passando a mão nela toda, pra depois me colar nas costas dela, enfiando ansioso o pau entre as nalgas grandes dela, por qualquer lugar, não tava nem aí, só tentando meter. Era uma delícia sentir meu pau entre aquelas carnes generosas, me mexendo, batendo uma já na maior cara de pau, quando de repente, sinto a mão dela pegando no meu pau, colocando no lugar certo e, com só um pouco de pressão, já tava dentro da minha avó. Notei que ela se segurou pra não gemer quando me sentiu dentro dela, enquanto eu, vivendo um sonho maravilhoso. tava tentando enfiar o mais fundo possível. No escuro do meu quarto, minha avó se entregando ao neto, mordia o travesseiro pra não deixar escapar os gemidos, e eu segurando ela firme pela barriga, enfiava sem parar, saciando meus desejos incestuosos, batendo contra aquela bunda enorme. Pra ser sincero, entre meu tesão e inexperiência, só aguentei cinco minutos metendo na minha avó e, sem conseguir me segurar, sem avisar, gozei gostoso dentro dela e, pelo jeito, pelos gemidos abafados no travesseiro, ela também gozou. Deixei lá dentro, abraçando ela por trás, acariciando os peitos e a bunda dela, enquanto ela, com a respiração bem ofegante, repetia sem parar o quanto me amava, até o sono nos vencer e a gente dormir abraçados, nus da cintura pra baixo. Na noite seguinte foi diferente, já sabíamos o que ia rolar e os dois queriam aquilo.
Quando todo mundo já tinha ido dormir, mal nos deitamos na cama e apagamos a luz, começamos a nos apalpar. Ela se apoiou no meu peito e, enquanto eu acariciava as costas dela, descendo até as nádegas, ela meteu a mão dentro da minha calça e começou a me masturbar devagar. Era a primeira vez que ela fazia aquilo, a mão gorda dela segurando meu pau, subindo e descendo lentamente, era uma delícia. Ela desabotoou completamente a parte de cima do pijama, me oferecendo os peitos, e eu me joguei neles, chupando desesperado, com força, apertando, passando o rosto neles, me deliciando. Tiramos as calças do pijama e, me metendo entre as pernas dela, com minha avó de costas na cama, comecei a enfiar, apoiado nos braços pra não pesar o corpo nela, fazia bem devagar pra cama não fazer barulho e, quando tava muito excitado, saía dela e voltava a atacar os peitos pra fazer o encontro durar mais. Terminamos de novo com ela de costas pra mim e eu metendo por trás, calmamente, entrando e saindo. Suavemente pra não gozar logo. Aquela noite sim foi um encontro longo, até que, colado nas costas dela e segurando os peitos dela, gozei dentro dela, quando só nos restava uma noite juntos, já que depois ela iria embora. Como dois apaixonados, dormimos a noite toda abraçados. Chegou o último dia. Num momento da tarde em que ficamos um tempinho sozinhos, ela me abraçou e disse que a viagem tinha sido maravilhosa, que estava muito triste por ter que ir, mas que queria que aquela última noite fosse muito especial. Quando já estávamos nos despedindo de todo mundo, eu me adiantei e esperei por ela já deitado na cama. Daí a pouco entra minha avó, me olha sorrindo, dizendo pra aproveitarmos nossa última noite. Ela coloca o trinco na porta e começa a se despir. Tirou a roupa toda, mas agora não vestiu pijama. Apagou a luz, se meteu na cama, e na hora minhas mãos começaram a apalpar ela. Minha avó com meu pau na mão, falava bem devagar, dizendo que aquelas noites tinham sido maravilhosas, que não sentia culpa de nada porque tudo tinha sido por amor, que ela realmente tinha feito amor comigo, que há muitos anos não se sentia mulher e que me amava de todo coração. Ela se aproximou e me beijou na boca. Nunca tínhamos feito isso, mas eu correspondi, com um beijo suave, enquanto a mão dela me masturbava devagar, até que ela parou e começou a beijar meu rosto, depois meu peito, descendo pela minha barriga. Não parou até que eu senti meu pau recebendo uns beijos suaves, depois a língua dela, até que ela colocou ele na boca. Não podia acreditar, era o primeiro boquete da minha vida. Era fantástico, só consegui acariciar os cabelos dela enquanto a cabeça da minha avó, subindo e descendo, me levava ao céu. As carícias orais da minha avó duraram um tempão, beijando minhas bolas, passando ele no rosto dela, me fazendo delirar, até que ela subiu de novo, se colocou por cima de mim, enfiou os peitos na minha cara, enquanto eu lambia agarrava a bunda com força, até que ela se sentou em cima de mim. Pegou meu pau, encaixou e desceu enfiando até o fundo. Com as mãos esticadas, eu segurava os peitos dela (pena que tudo na escuridão total). Minha avó lentamente começou a cavalgar em mim, enquanto eu me segurava com todas as forças pra não gozar. Ela me beijou de novo sem sair de cima de mim, sussurrando no meu ouvido que eu a fazia sentir muito prazer, que pena que não podia fazer barulho pra mostrar o quanto eu a excitava. Sem parar de foder ela, eu também sussurrava no ouvido dela que adorava fazer amor com ela, que gostava do corpo dela, que os peitos dela me fascinavam, que realmente me deixava com tesão e que também queria estar com ela em outro lugar pra fazer sem medo de ser descoberto e nos deixar levar completamente.
- Ahhh meu amor, que gostoso ouvir você dizer isso… Adoro, você me enlouquece
- Você também me enlouquece, Vó, adoro estar dentro de você
- Ahhhhh que gostoso, sinto você dentro de mim, minha vida, como você me preenche
- E seus peitos me fascinam, me deixam louco
- Seus, meu amor, todos seus… o que você quiser a vovó vai te dar… ahh que vontade de poder gritar enquanto você me fode, poder me mexer mais forte…
- Siiiiiiim, eu também adoraria
- Que você faça com a vovó o que quiser, o que você quiser a Vó vai te dar
- Mmm, adoraria que você me ensinasse tudo que sabe… adorei você chupar meu pau
- Mmm siiiiiim, minha vida, a verdade é que sua avó é muito safada… que sonho ter você só pra mim um dia inteiro… fazer várias vezes, poder gritar enquanto você me come… ahhh de só imaginar já dá vontade de gozar… ahh… você vai me fazer gozar
- Vai, Vó, vamos gozar juntos, eu também quero
- Ahhhhh… Siiiiim, goza dentro da vovó!!
- Ooooohhhh… lá vai…
- Que delíciaaaa, sinto você, meu amor… ahhhhh…
- Aaaaaaaa que gostoso…
- Te amoooo, meu A vovó caiu rendida em cima de mim, me beijando o pescoço, com a respiração toda ofegante, gemendo de boca aberta. Depois me beijou e se deitou do meu lado. Me mandou destrancar a porta, eu fiz enquanto ela vestia o pijama dela. Voltei a me deitar atrás dela, abraçando ela, apalpando os peitos dela, enquanto ela dizia como aquela viagem tinha sido maravilhosa. Eu, por minha vez, falava o quanto tinha adorado estar assim com ela. A gente conversou sobre como seria gostoso poder ficar juntos em outro lugar, sozinhos, sem ninguém pra nos descobrir. Eu, obcecado em continuar comendo ela, falei que minhas férias de inverno estavam chegando, uma semana, onde eu poderia ir visitar ela. A ideia fascinou ela e a gente combinou de concretizar, fazendo um pacto de que ninguém nunca saberia, e ela me prometendo que aquela semana seria a melhor semana da minha vida. No outro dia, fomos pro terminal deixar minha avó. Na despedida, ela me deu um abraço forte e sussurrou no meu ouvido… Te espero, meu amor. Espero que tenham gostado, não hesitem em deixar comentário ou mandar mensagem se tiverem alguma história pra contar.
Eu disse que não me lembrava disso, ela riu e confirmou, dizendo que eu era muito "mamão", que quando criança vivia grudado nas tetas da minha mãe ou nas dela, que mesmo as dela não terem leite, eu ainda brincava com elas e chupava até dormir, que eram como um brinquedo para mim. No escuro, ela pega minha mão e coloca em uma das tetas dela, dizendo que era gostoso sentir minha mão ali de novo, mas obviamente sem nenhuma segunda intenção da parte dela, só por carinho de avó. Ela nunca imaginou o que aquilo me causava.
Com minha mão na teta da minha avó e meu pau encostado na bunda dela, minha ereção foi inevitável. Nem apertei os peitos dela e tentava pensar em qualquer outra coisa para evitar que continuasse endurecendo, para que ela não percebesse. Felizmente, em poucos minutos, minha avó já estava roncando. Só aí relaxei um pouco e, sim, acariciei suavemente, com cuidado para não acordá-la, aproveitando a sensação do mamilo dela eriçado na palma da minha mão, me excitando pra caralho, até que não aguentei mais. Meu pau estava no limite, encostado na bunda dela, a excitação era tanta que levantei e fui ao banheiro, onde bati uma rápida e deliciosa punheta para me aliviar. Voltei para a cama, abracei ela por trás e dormi tranquilamente a noite toda com minha mão nas tetas dela.
Terceiro dia, tudo normal, até chegar a hora de irmos embora. deitar. Perdi o espetáculo porque fiquei conversando com minha mãe e, quando cheguei, minha avó já estava deitada. Vimos um pouco de televisão e, quando apagamos a luz, nos acomodamos de novo, ela de costas para mim e eu colado nas costas dela. Agora com um pouco mais de confiança, não esperei ela falar nada e peguei num peito dela casualmente. Ela gostou, disse que adorava sentir minha mão ali de novo para dormir, me dando chance de apertar um pouco mais, como mostra de carinho. Até aí, era só afeto de avó e neto, mas depois de um tempo, no escuro total, ela muda de posição, fica de costas e eu sem tirar a mão do peito dela. Depois de um tempo, de repente, com uma voz meiga, ela me pede para dar um beijo no peito dela, como quando eu era pequeno. Eu acho que até aquele momento, para ela não era nada sexual, só sentir o carinho do neto como antigamente, mas para mim, uffffff… um sonho. Não acreditava no que ela estava dizendo, quando percebo que ela tinha desabotoado o pijama e tirado um dos peitos para fora, não pensei duas vezes e beijei, claro que só uns beijos curtos, apesar de estar morrendo de vontade de devorar aquele peito, mas parei porque meu pau já estava explodindo. Ela virou de costas de novo e agora minha mão ficou diretamente no peito dela nu, me deixando completamente sem sono e muito excitado, esperando ela dormir para ir bater uma no banheiro. Pouco tempo depois, ela começou a roncar e eu continuei com a mão no peito dela, me segurando o máximo que pude, até que, dando os últimos apertões, fui me trancar no banheiro e gozei uma deliciosa e abundante punheta de só 2 minutos pensando nos peitos e nos mamilos da minha avó. Voltei para a cama, já mais relaxado, mas mesmo assim abracei ela por trás e coloquei a mão no peito dela, brincando com ele até dormir. Mais um dia, a mesma rotina normal do dia, com a diferença de que o dia todo meu olho grudado nos peitos dela. da minha avó, lembrando delas na minha boca, desejando que a noite anterior se repetisse. Dessa vez, eu vim preparado, me tranquei uma hora antes no banheiro pra bater uma punheta monumental pra não ficar tão sensível e me deitei antes dela pra curtir o espetáculo. Justo nessa noite, minha avó ficou conversando até tarde com minha mãe por um bom tempo, mas obviamente fiquei acordado até ela vir se deitar, dizendo que estava morrendo de frio. Começou a tirar a roupa, aquelas tetas gostosas balançando na minha frente enquanto eu olhava ansioso, e vestiu o pijama rapidinho por causa do frio, deitando do meu lado e me abraçando na hora, buscando meu calor. Desliguei a TV e me aconcheguei junto dela. No escuro, procurei a teta dela e comecei a acariciar, agora com muito mais confiança, sentindo o mamilo dela por cima do tecido, alternando de uma pra outra. Esperava ansioso que minha avó me oferecesse uma pra eu chupar, mas nada, continuei acariciando, até que entrei com só um dedo pela abertura dos botões. Comecei a tocar o contorno nu da teta dela, insistentemente, uma e outra vez, até que parece que minha avó entendeu o que eu queria e, sem dizer nada, só desabotoou a camisa, me deixando entrar. Já com a mão dentro da roupa dela, me pendurei numa das tetas dela e fiquei acariciando e apertando sem parar. Tava morrendo de vontade de chupar elas de novo, mas não tinha coragem de tomar a iniciativa. Apertava cada vez mais o mamilo dela, até ele ficar duro, até que depois de tanta insistência, ela vira de costas, sinto ela soltar mais alguns botões e me pede sussurrando pra dar um beijinho ali. Não precisei de outro convite, dessa vez até me deitei de boca junto dela pra ficar mais confortável. Encontrei as tetas dela completamente expostas, comecei a chupar devagar, a tocar com calma, com a intenção de durar o máximo possível. Continuei e continuei, apertando de leve e chupando elas, alternando de uma na outra por um bom tempo, até que, de repente, minha avó solta um suspiro profundo de prazer. Não parei, continuei fazendo e consegui arrancar dela um segundo suspiro, que mais parecia um gemido leve. Com isso, minhas chupadas ficaram mais ousadas e, pela respiração da minha avó, parecia que ela também estava ficando excitada. Fui aumentando as chupadas e ela os suspiros, com a respiração cada vez mais ofegante. Em um momento, com a voz meio angustiada, ela me diz: "já chega, meu amor, para melhor", bem quando minha excitação estava no auge e, sem conseguir evitar, ouvindo seus suspiros, dando as últimas chupadas bem fortes, não me segurei e gozei dentro da minha calça de pijama. Ela só se virou, me dando as costas, e encostou a bunda no meu pijama molhado. Parece que minha avó percebeu, porque levou a mão até uma das nádegas, mas depois tirou e, colocando minhas mãos nos peitos dela, agora todos molhados com minha saliva, dormimos. Minha avó ficou o dia todo muito carinhosa comigo, me abraçava mais que o normal, me olhava e sorria, dizendo o quanto me amava, várias vezes durante o dia. Reconheço que fiquei com um pouco de vergonha dela ter percebido o que tinha acontecido, mas ansioso pra repetir, até que nos encontramos de novo naquela noite na cama. Assim que desligamos a TV, me encostei na minha avó por trás e minhas mãos, obviamente, foram pros peitos dela. Ela estava com muito frio, vinha toda gelada, me disse que o frio da pele dela atravessava o tecido. Mandou eu colocar a mão na bunda dela e, de fato, o frio das nádegas dela atravessava o pano. Esfreguei pra aquecê-la (aproveitando pra apalpar também), quando, de repente, ela me diz pra eu meter a mão dentro do pijama dela pra aquecer diretamente as nádegas com minha mão quente. Mais uma vez, foi ela quem deu a deixa. Agora eu já não sabia se ela fazia isso por inocência ou se era de propósito pra me excitar, mas tanto fazia pra mim, com sua permissão, coloquei a mão dentro da calça do pijama dela, nas nádegas frias dela (na verdade congeladas), apertando-as supostamente pra aquecê-las, mas pra mim era um agrado, ficar apertando aqueles pedaços enormes de carne. Assim se passaram mais duas noites, passando a mão na minha avó, que se deixava tocar pelo neto até esquentar (e eu mais que excitado), ela me dizia que adorava minhas mãos quentes, que eram como um aquecedor pra ela, que eu tirava o frio dela na hora, sempre com a voz dela meiga e amorosa, embora eu já começasse a duvidar que ela fosse tão ingênua a ponto de não perceber o que rolava e que também gostava de se sentir tocada por um homem, mesmo sendo o neto. Continuei passando a mão na minha avó, até que na noite seguinte teve uma reviravolta completamente inesperada. A rotina de meter a mão dentro da calça do pijama já era normal pra nós dois e nem preciso falar das tetas dela, mas naquele dia fez muito, mas muito frio mesmo, tinha chovido e a temperatura tinha caído pra caramba. Já na cama, com a luz apagada, minha avó estava de costas pra mim e eu (que me preocupava em sempre ter as mãos quentes) enfiava a mão dentro da calça dela, acariciando as nádegas enormes e congeladas, chegando cada vez mais pra baixo. Mas naquela noite tentei algo novo e dessa vez enfiei não uma, mas as duas mãos. Elas entraram, mas a calça ficava apertada demais com minhas duas mãos lá dentro, então ela mesma desamarrou pra deixar mais folgada e me dar mais liberdade nos movimentos. Com esse consentimento, continuei apalpando a bunda dela supostamente pra esquentá-la, até que, sem dizer nada, pra fazer melhor o trabalho, eu abaixei a calça só um pouquinho, deixando na metade da bunda. Ela também não disse nada, só continuou curtindo as mãos quentes do neto nas nádegas congeladas dela. De tanto toque que dei nas nádegas geladas dela e meio de propósito, a calça foi descendo mais e mais, até terminar quase com a bunda toda de fora, onde ela nunca as arrumou. Uns 10 minutos a mais de ficar acariciando, já tava com as nádegas quentinhas, quando ela se vira e me pergunta se quero beijar os peitos dela. Obviamente eu disse que sim e dessa vez, desabotoando os botões até o fim, ela me deixa os dois peitos expostos pra eu me esbaldar. Na hora comecei a apalpar e a beijar suavemente, quando minha avó acaricia meus cabelos enquanto eu continuava chupando eles e me diz que adorava sentir como eu beijava. Falei pra ela que eu também adorava fazer aquilo e ela me fez prometer que tinha que ser nosso segredo. Obviamente eu disse que sim, que seria nosso segredo, e continuei alucinado, chupando os peitos dela, aumentando a intensidade. Naquela noite eu tava realmente excitado e acho que minha avó percebeu, com um peito na boca e minha mão na bunda dela descoberta, logo ela começou a reagir às minhas carícias. A respiração dela foi ficando ofegante e ela mexia muito as pernas. Ela se virou de lado, levantando um pouco mais o corpo, colocando um dos peitos dela na minha cara por cima, como se estivesse me amamentando. Ela tava inquieta, percebia que acariciava meus cabelos com mais força, até que num momento, ela colocou uma das pernas dela sobre as minhas e com o joelho, encontrou meu pau, percebendo como eu tava. Na hora ela tirou dali, meio assustada, mas depois, já ciente do que ia encontrar, colocou de novo no mesmo lugar, prendendo meu pau com a perna grossa dela. Ali eu perdi a cabeça e comecei a me esfregar na perna da minha avó. Minhas mãos buscaram as nádegas dela acariciando e, como minha avó tava mais pra cima, desceram bem mais, até encontrar as dobras entre as pernas e as bundinhas dela. Impossível minha avó não ter percebido o que tava rolando, ela só se deixava chupar e tocar. Num momento, com a respiração cada vez mais ofegante, sussurrando ela me diz que é melhor pararmos, mas Não dei bola pra ela, continuei tocando ela, tentando ir mais pra baixo ainda, quando meus dedos, no fundo das bundinhas dela, encontraram uns pelinhos. Ela se assustou e se afastou rápido de mim, ficando de costas, tentando parar a situação, mas eu não parei, procurei ansioso pelos peitos dela e continuei chupando eles, agora bem mais forte, encostando meu pau duro nas cadeiras dela, ainda dentro da minha pijama. Minha avó sabia perfeitamente o que tava rolando e mesmo assim, se deixava. De vez em quando ela voltava a falar pra eu parar, mas as palavras saíam meio cortadas. Ela murmurava que eu era o amor da vida dela, que me amava de todo coração, que sentia muita saudade, enquanto eu continuava vidrado chupando os peitos dela, até que ela pega minha cabeça e, com a voz bem ofegante, sussurra que eu tinha virado um homem e que eu fazia ela sentir coisas que uma avó não devia sentir pelo neto. Perguntei o que ela sentia, ela hesitou um pouco, até que falou que eu fazia ela se sentir mulher de novo. Com esse comentário, minhas carícias viraram apertões fortes, mostrando o que eu queria, e ela respirando cada vez mais forte, até que, numa voz bem baixinha e meio hesitante, ela me pergunta se eu queria fazer. Não acreditei no que ouvi, mas sem pensar, falei que sim. Ela vira de costas pra mim e eu vejo ela baixando a pijama até os joelhos. Num segundo, eu baixei a minha, agarrando a bunda dela com as duas mãos, passando a mão nela toda, pra depois me colar nas costas dela, enfiando ansioso o pau entre as nalgas grandes dela, por qualquer lugar, não tava nem aí, só tentando meter. Era uma delícia sentir meu pau entre aquelas carnes generosas, me mexendo, batendo uma já na maior cara de pau, quando de repente, sinto a mão dela pegando no meu pau, colocando no lugar certo e, com só um pouco de pressão, já tava dentro da minha avó. Notei que ela se segurou pra não gemer quando me sentiu dentro dela, enquanto eu, vivendo um sonho maravilhoso. tava tentando enfiar o mais fundo possível. No escuro do meu quarto, minha avó se entregando ao neto, mordia o travesseiro pra não deixar escapar os gemidos, e eu segurando ela firme pela barriga, enfiava sem parar, saciando meus desejos incestuosos, batendo contra aquela bunda enorme. Pra ser sincero, entre meu tesão e inexperiência, só aguentei cinco minutos metendo na minha avó e, sem conseguir me segurar, sem avisar, gozei gostoso dentro dela e, pelo jeito, pelos gemidos abafados no travesseiro, ela também gozou. Deixei lá dentro, abraçando ela por trás, acariciando os peitos e a bunda dela, enquanto ela, com a respiração bem ofegante, repetia sem parar o quanto me amava, até o sono nos vencer e a gente dormir abraçados, nus da cintura pra baixo. Na noite seguinte foi diferente, já sabíamos o que ia rolar e os dois queriam aquilo.
Quando todo mundo já tinha ido dormir, mal nos deitamos na cama e apagamos a luz, começamos a nos apalpar. Ela se apoiou no meu peito e, enquanto eu acariciava as costas dela, descendo até as nádegas, ela meteu a mão dentro da minha calça e começou a me masturbar devagar. Era a primeira vez que ela fazia aquilo, a mão gorda dela segurando meu pau, subindo e descendo lentamente, era uma delícia. Ela desabotoou completamente a parte de cima do pijama, me oferecendo os peitos, e eu me joguei neles, chupando desesperado, com força, apertando, passando o rosto neles, me deliciando. Tiramos as calças do pijama e, me metendo entre as pernas dela, com minha avó de costas na cama, comecei a enfiar, apoiado nos braços pra não pesar o corpo nela, fazia bem devagar pra cama não fazer barulho e, quando tava muito excitado, saía dela e voltava a atacar os peitos pra fazer o encontro durar mais. Terminamos de novo com ela de costas pra mim e eu metendo por trás, calmamente, entrando e saindo. Suavemente pra não gozar logo. Aquela noite sim foi um encontro longo, até que, colado nas costas dela e segurando os peitos dela, gozei dentro dela, quando só nos restava uma noite juntos, já que depois ela iria embora. Como dois apaixonados, dormimos a noite toda abraçados. Chegou o último dia. Num momento da tarde em que ficamos um tempinho sozinhos, ela me abraçou e disse que a viagem tinha sido maravilhosa, que estava muito triste por ter que ir, mas que queria que aquela última noite fosse muito especial. Quando já estávamos nos despedindo de todo mundo, eu me adiantei e esperei por ela já deitado na cama. Daí a pouco entra minha avó, me olha sorrindo, dizendo pra aproveitarmos nossa última noite. Ela coloca o trinco na porta e começa a se despir. Tirou a roupa toda, mas agora não vestiu pijama. Apagou a luz, se meteu na cama, e na hora minhas mãos começaram a apalpar ela. Minha avó com meu pau na mão, falava bem devagar, dizendo que aquelas noites tinham sido maravilhosas, que não sentia culpa de nada porque tudo tinha sido por amor, que ela realmente tinha feito amor comigo, que há muitos anos não se sentia mulher e que me amava de todo coração. Ela se aproximou e me beijou na boca. Nunca tínhamos feito isso, mas eu correspondi, com um beijo suave, enquanto a mão dela me masturbava devagar, até que ela parou e começou a beijar meu rosto, depois meu peito, descendo pela minha barriga. Não parou até que eu senti meu pau recebendo uns beijos suaves, depois a língua dela, até que ela colocou ele na boca. Não podia acreditar, era o primeiro boquete da minha vida. Era fantástico, só consegui acariciar os cabelos dela enquanto a cabeça da minha avó, subindo e descendo, me levava ao céu. As carícias orais da minha avó duraram um tempão, beijando minhas bolas, passando ele no rosto dela, me fazendo delirar, até que ela subiu de novo, se colocou por cima de mim, enfiou os peitos na minha cara, enquanto eu lambia agarrava a bunda com força, até que ela se sentou em cima de mim. Pegou meu pau, encaixou e desceu enfiando até o fundo. Com as mãos esticadas, eu segurava os peitos dela (pena que tudo na escuridão total). Minha avó lentamente começou a cavalgar em mim, enquanto eu me segurava com todas as forças pra não gozar. Ela me beijou de novo sem sair de cima de mim, sussurrando no meu ouvido que eu a fazia sentir muito prazer, que pena que não podia fazer barulho pra mostrar o quanto eu a excitava. Sem parar de foder ela, eu também sussurrava no ouvido dela que adorava fazer amor com ela, que gostava do corpo dela, que os peitos dela me fascinavam, que realmente me deixava com tesão e que também queria estar com ela em outro lugar pra fazer sem medo de ser descoberto e nos deixar levar completamente.
- Ahhh meu amor, que gostoso ouvir você dizer isso… Adoro, você me enlouquece
- Você também me enlouquece, Vó, adoro estar dentro de você
- Ahhhhh que gostoso, sinto você dentro de mim, minha vida, como você me preenche
- E seus peitos me fascinam, me deixam louco
- Seus, meu amor, todos seus… o que você quiser a vovó vai te dar… ahh que vontade de poder gritar enquanto você me fode, poder me mexer mais forte…
- Siiiiiiim, eu também adoraria
- Que você faça com a vovó o que quiser, o que você quiser a Vó vai te dar
- Mmm, adoraria que você me ensinasse tudo que sabe… adorei você chupar meu pau
- Mmm siiiiiim, minha vida, a verdade é que sua avó é muito safada… que sonho ter você só pra mim um dia inteiro… fazer várias vezes, poder gritar enquanto você me come… ahhh de só imaginar já dá vontade de gozar… ahh… você vai me fazer gozar
- Vai, Vó, vamos gozar juntos, eu também quero
- Ahhhhh… Siiiiim, goza dentro da vovó!!
- Ooooohhhh… lá vai…
- Que delíciaaaa, sinto você, meu amor… ahhhhh…
- Aaaaaaaa que gostoso…
- Te amoooo, meu A vovó caiu rendida em cima de mim, me beijando o pescoço, com a respiração toda ofegante, gemendo de boca aberta. Depois me beijou e se deitou do meu lado. Me mandou destrancar a porta, eu fiz enquanto ela vestia o pijama dela. Voltei a me deitar atrás dela, abraçando ela, apalpando os peitos dela, enquanto ela dizia como aquela viagem tinha sido maravilhosa. Eu, por minha vez, falava o quanto tinha adorado estar assim com ela. A gente conversou sobre como seria gostoso poder ficar juntos em outro lugar, sozinhos, sem ninguém pra nos descobrir. Eu, obcecado em continuar comendo ela, falei que minhas férias de inverno estavam chegando, uma semana, onde eu poderia ir visitar ela. A ideia fascinou ela e a gente combinou de concretizar, fazendo um pacto de que ninguém nunca saberia, e ela me prometendo que aquela semana seria a melhor semana da minha vida. No outro dia, fomos pro terminal deixar minha avó. Na despedida, ela me deu um abraço forte e sussurrou no meu ouvido… Te espero, meu amor. Espero que tenham gostado, não hesitem em deixar comentário ou mandar mensagem se tiverem alguma história pra contar.
2 comentários - Confissão: Noite com minha avó